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Jornalismo por encomenda

48 Hrs de opinião

Jornalismo X Interesse

Antes:

A grande maioria dos manifestantes são filhos da classe média, isso é visível, ali não havia pobres que precisassem daqueles vinténs, não, os mais pobres ali eram os policiais apedrejados.

Depois:

Os jovens despertaram porque ninguém aguenta mais ver a República paralizada por interesses partidários e privados.

Antes:

No fundo é tudo uma imensa ignorância política, é burrice misturada a um rancor sem rumo…

Depois:

De repente reapareceu o povo, de repente o Brasil virou um mar, uma juventude que estava calada desde 92, uma juventude que nascia quando o Collor caía, acordou, abriram os olhos e viram que temos democracia mas uma república inoperante,,,

Antes:

Mas, aqui, queixam-se de quê? Esses caras vivem num passado de uma ilusão, eles são a caricatura violenta de uma caricatura de um socialismo dos anos 50, que a velha esquerda ainda defende aqui. Realmente, esses revoltosos de classe média não valem 20 centavos.

Depois:

Se tudo correr bem, estamos vivendo um comento histórico, lindo e novo.Os jovens terão nos dado uma lição. Democracia já temos, agora temos que formar uma república.

Veja o video: Youtube

novembro 25, 2014 Posted by | Política | , , | 3 Comentários

O lado obscuro do jornalismo

jornalismo obscuro

Propaganda Nazista

Muita gente pode pensar que eu tenho sido muito cruel com a imprensa brasileira, principalmente a mídia de massa, quando o assunto é falar a verdade, denunciar. Eu não vou fazer a “mea culpa”, mas temos que reconhecer que quando o patrocinador é um grande capitalista, há uma cartilha a ser seguida, não é mesmo?

Muitas vezes é o próprio Governo quem patrocina – Não tem as mensagens positivas do Twitter, que valem cerca de quinhentas “pratas”? – Então. Quanto você acha que vale uma “notícia” positiva na tv?

Eu também não sei, o que eu sei é que quanto menor a audiência das grandes redes de tvs, mais ricas elas ficam.

Poderíamos até dizer que as igrejas estão bancando tudo, o problema é que as igrejas sempre estiveram presentes na tv, apesar de ser uma participação menor. Recentemente, por exemplo, vimos um pastor chorando, dizendo que iriam tirar o seu horário.

O Brasil passa por um processo de mudanças, se antes o que interessava aos políticos era o dinheiro, agora o poder tem sido mais importante que o dinheiro.

No Brasil há uma inversão de fatores, em relação aos capitalistas do primeiro mundo. Enquanto lá o dinheiro vem em primeiro plano, por proporcionar o poder, aqui, o poder vem primeiro, por proporcionar muito dinheiro.

Eu li, por exemplo, que a maior rede de tv do Brasil, passou a ser a terceira maior do mundo, justamente quando passa pela sua maior crise. A concorrência não fica muito atrás não, apesar da pouca audiência, há dinheiro jorrando para todos os lados.

Está certo que não há mais lugar seguro para se investir fora do país, portanto, pedir falência, concordata, anda meio fora de moda. Até a lavagem de dinheiro já é um péssimo negócio, com a Polícia Federal prendendo doleiros.

Ainda há ONGs internacionais, e alguns investidores malucos, mas a maioria não anda muito motivada não. E depois, os mafiosos já não são tão mal vistos assim, vários protagonistas de escândalos recentes, andam rindo à toa.

Então vamos voltar ao tempo de Napoleão:

Depois de sua grande derrota, Napoleão foi banido. A parcialidade da imprensa ficou escancarada em manchetes do jornal parisiense “Le Moniteur” em 1.815.

O problema é que antes de sua despedida desse mundo, um homem como Napoleão haveria de dar seu último suspiro, para a surpresa do “Le Moniteur”.

Veja as manchetes de 1.815:

09/03/1815 – O monstro fugiu do local do exílio.

10/03 – O Ogro desembarcou em Cabo Juan.

11/03 – O tigre apareceu em Gap. As tropas estão chegando de todos os lados para deter-lhe a fuga.

12/03 – É verdade que o monstro adiantou-se até Grenoble.

13/03 – O tirano agora está em Lyon. O terror apoderou-se de todos os que o viram chegar.

13/03 – O usurpador arriscou-se chegar a umas 60 horas da capital.

19/03 – Bonaparte adiantou-se em marchas forçadas, mas é impossível que alcance Paris.

20/03 – Napoleão chegará amanhã aos muros de Paris.

21/03 – O Imperador Napoleão está em Fontainebleau.

22/03 – Ontem à tarde, sua majestade o imperador entrou solenemente em Paris e chegou ao palácio. Nada pôde superar a alegria universal.

Esses fatos me fazem lembrar Júlio Cesar, seus soldados eram tão leais a ele que jamais lutariam contra seu General.

Júlio César foi apunhalado pela aristocracia, mas ninguém sobreviveu para usurpar-lhe o trono.

Durante as próximas gerações, o nome de César iria sustentar o império, mesmo depois de séculos de sua vida.

Eu sempre digo que quase todas as instituições sociais são burguesas, portanto não são confiáveis. Quando eu estiver errado, então teremos um Governo Perfeito e representativo.

Fonte das manchetes: Marlene & Silva

By Jânio

abril 9, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , | 9 Comentários

Pedofilia e Homossexualidade – A corda sempre arrebenta do lado mais fraco

A comunidade GLS é aceita pela sociedade de maneira hipotética, ou hipócrita mesmo. Se os gays e lésbicas negarem a sua própria sexualidade, então todos os seus “pecados” serão perdoados, os gays são vistos como anjos, ou assexuadas, pelos falsos defensores da comunidade.

O problema é que sem a sua sexualidade, os gays não podem assumir a sua condição perante a sociedade.

Isso tudo é muito irônico, porque com os escândalos dos padres pedófilos, outra questão veio a tona – Afinal de contas, o pedófilo é um doente ou é um monstro? – a sociedade se recusa a aceitar a ideia de que é muito grande o número de pedófilos dentro da sociedade, não só no Brasil, como em todo o mundo.

Na Holanda, há até um partido pedófilo, seus integrantes, evidentemente, não são pedófilos, mas conhecem esse problema de perto, coisa de primeiro mundo.

Na vontade de criar polêmicas em cima da questão da pedofilia, a mídia televisiva cometeu um pequeno mas considerável erro, trocou a palavra homossexualidade por homossexualismo.

Acontece que os gays são enfáticos quanto a essa questão: “Precisamos parar de dizer essa palavra, homossexualismo, dando a ideia de doença; precisamos ver os gays e lésbicas dentro de sua condição de homossexualidade, homossexualismo dá uma ideia de doença e não somos doentes.”

Foi por isso que o jornalismo da televisão espalhou, erroneamente, a ideia de que a classe GLS está ligada ao homossexualismo e não a homossexualidade. A classe GLS nem reclamou, isso porque, pela primeira vez na vida, eles conseguiram as manchetes em seu favor, homossexualismo é só um detalhe, e depois eles sabem que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.

Aproveitando a deixa, devo reconhecer que as notícias bizarras da região do planalto ajudaram muito ao decadente José Roberto Arruda, afinal, conseguiram encontrar alguém para roubar as manchetes em seu lugar, em Brasília, um “monstro” pedófilo. Com o enforcamento do “monstro”, ele perdeu a esperança de dormir tranquilo.

Já no caso de seu hipotético problema cardíaco, eu acredito, afinal, quem não teria um ataque no coração, depois de ter um pesadelo de que toda sua maracutaia política foi descoberta, foi abandonado pelo partido, e pior, acordando e descobrindo que tudo é real, pior, que está preso.

Haja coração.

By Jânio

maio 11, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , | 6 Comentários

Um grande presente para os blogueiros.

Um grande presente

Um grande presente

Muito se falou sobre o fim da exigência do diploma para cargo de Jornalista. Houve um protesto muito grande, por parte dos profissionais da área de Jornalismo, estudantes de Jornalismo e principalmente pelos sindicatos da classe.

As instituições de ensino superior não entenderam nada, afinal, costuma-se criar novos cursos, fechar não é muito comum.

O tema foi tão comentado que chegou ao limite do preconceito, o que é muito comum no Brasil. Nós entendemos a indignação das pessoas que viram, da noite para o dia, seu curso superior perder o status. É, porque foi só o status que se perdeu.

A profissão nunca teve um grande reconhecimento, já que somos, quase que a vida toda, um país  de terceiro mundo, além de ser desorganizado, completamente desorganizado.

Qualquer país organizado daria mais importância aos jornais, distribuiria nas escolas, os comerciantes, instituições, profissionais liberais, executivos, mas isso nunca foi nossa preocupação, nunca demos o devido valor às informações, ao jornalista. Veja bem, o que estou criticando aqui, nem é a profissão do Jornalista, seu Status, mas o valor que damos a esse tipo de  Comunicação.

Essa história de jornalista que imprime seus jornais, distribui de madrugada, de graça, escondido do Governo, é coisa de filme antigo, mesmo depois do advento da democracia, nunca se viu isso, seria desinteresse?

Um famoso documentário: “Muito mais que um Cidadão Kane”, facilmente encontrado em buscadores de vídeos como o Filestube ou o Rapidlibrary, mostra como a TV e a política se confundem no Brasil.

Outro dia, fui surpreendido por uma amiga, no centro da cidade, ela gritava para que pegassem um menino que acabara de furtar um pacote de jornais da banca de revistas, eu perguntei, rapidamente, quanto ele tinha levado, ela me respondeu que era mais ou menos uns dez jornais, me ofereci para pagar os jornais, minha amiga se recusou a receber, dizendo que a ocorrência poderia se repetir, eu disse: “Meu Deus, como eu sonhei por esse dia, o dia que os jornais seriam furtados, ao invés de dinheiro”, evidentemente, acreditando que os jornais seriam furtados para serem lidos, não via nenhuma outra utilidade: O que aquele menino pretendia?.

Minha amiga ainda me perguntou se eu conhecia o menino, disse que não, insisti em pagar, ela se negou a receber e continuou em perseguição do menino.

País complicado, esse nosso, damos valor a educação, mas não damos valor a informação. A educação é gratuita, a informação não, exceto quando é de nosso interesse, sempre nosso interesse, nos esquecendo que é de nosso interesse que as pessoas saibam o que acontece no país, na política e em todos os setores fundamentais para nosso desenvolvimento, tamanha nossa hipocrisia em relação à informação.

É claro que sempre que se fala em imprensa, se fala em jornais impressos, revistas, com a democratização da informação, inclusão digital, que não é tão democrática assim, apesar de o primeiro passo ter sido dado, liberdade de informação, o que incomoda muita gente, já que a internet não pode ser controlada como a TV.

A decisão do STF não incomodou, tanto assim, os Jornalistas, até porque não há Jornalista que viva exclusivamente de salário da profissão, morreria de fome, incomodou, principalmente, pessoas que viam, nesta medida, uma possibilidade de manipulação da informação, um meio de negação de liberdade de se falar o que quer, de pensar como se deveria.

A desculpa, para esta atitude, seria que o brasileiro não está preparado para escrever, para a internet, para jornais, revistas. O brasileiro é analfabeto. O mesmo argumento usado pela ditadura para nos negar a democracia, uma mesma idéia, usada por classes diferentes, sem saber das consequências destas atitudes.

Algumas corporações deixaram bem claro, somos contra o fim do diploma para Jornalistas. Traduzindo: Somos contra o fim da manipulação, as pessoas não devem dizer o que pensam, elas não sabem dizer, não sabem pensar, não medem consequências, podem até, de repente, dizer alguma verdade – Já pensaram? – seria um caos.

Não, meus amigos, os Jornalistas verdadeiros, são muito mais que o diploma, querem a liberdade, sonham com o dia em que todos serão como eles, do dia em que não precisaram mais deles para viver, estes são, de fato, Jornalistas.

Os verdadeiros Jornalistas sempre conviveram com profissionais das áreas de economia, esportes e outras profissões citadas abaixo.

Os blogueiros, por outro lado, ganharam um grande presente, a grande massa da internet, responsável por cerca de cinquenta por cento da audiência perdida pela maior emissora de TV do Brasil, que era popular, mas não satisfazia os anseios éticos do povo brasileiro, por isso essa parte, que já consegue manifestar seus desejos através de blogs, colunas e outras ferramentas de internet, se vêem agraciados por esse presente.

Algumas profissões que não exigem diploma, nem por isso  deixam de merecer seus méritos.Roteirista, Chargista, Escritor(a), Videasta, Designer, Produtor(a) de Cinema, Produtor(a) de Moda, Curador(a), Compositor(a), Jornalista, Culinária, Corte e Costura, Atriz, Ator, Modelo, Fotógrafo, Decorador(a), Estilista, Aeromoça, Político(a),

Alguns destes profissionais, citados acima, ganham verdadeiras fortunas, não por que são mais do que os outros; por causa do livre mercado, do talento.

Alguns países que não exigem diploma para Jornalistas são: EUA, Grã-Bretanha, Argentina, Bélgica, Chile, França, Grécia, Itália. Só para citar os mais importantes.

By: Jânio.

junho 24, 2009 Posted by | blogosfera | , , , , | 2 Comentários

O jornalismo parcial e suspeito da TV.

notícias distorcidas

notícias distorcidas

A vida de repórter investigativo não é fácil, ele é o mais próximo que a mídia pode chegar do povo, o povo, é claro, sabe reconhecer isso.

No Brasil, os grandes repórteres são buscados onde quer que estejam, são muito valorizados. Note bem, valorizados não quer dizer respeitados.

A partir do momento em que seus trabalhos são reconhecidos, esses reporteres passam a trabalhar para grandes emissoras de televisão ou outros grandes veículos de comunicação.

Na televisão, fica bem claro que o valor de um grande repórter não anda lado a lado com o respeito ao jornalista, andei acompanhando, nos últimos dias, cenas lamentáveis de falta de respeito com  grandes repórteres.

Em um programa de televisão, um repórter entrevista uma atriz famosa quando, de repente, a mimada atriz, num ataque de estrelismo,  pega o microfone da repórter e, sem conhecê-la bem, ainda a chama de novata. Neste caso, o problema não foi tão grande, afinal a entrevista não tem a importância de uma reportagem investigativa.

Em outro caso, vi um repórter desempenhar, brilhantemente, seu trabalho investigativo, quando, no final da matéria, o apresentador do jornal disse: ” A instituição “X”, em nota, nos disse, por telefone, que não houve descaso das autoridades, tudo estava de acordo com os procedimentos”, tudo isso depois de o repórter confirmar que a matéria era uma denúncia séria.

Se a intensão do apresentador era desacreditar o repórter, ou abafar a reportagem com um simples comunicado, em algumas palavras, porque exibiu toda a reportagem?

Para mim, passou a impressão de que o formato do jornal foi de um seriado de televisão americana, com começo, meio e fim, onde o denunciado ganhou mais credibilidade que o repórter, deixando então, nesse caso, de ser uma denúncia, passando a ser uma coisa de moleque, na minha opinião.

Pelo menos, agora, eu já sei para que querem apresentadores com experiência em edição, para destruírem qualquer contradição, antes que ela surja.

Este tipo de processo jornalístico,  não só destrói todo um trabalho sério de investigação, que poderia inclusive ser fonte de análise para autoridades competentes, ou para seu verdadeiro objetivo, informar a população, como também transforma a matéria num possível alvo de chacota para pessoas mais bem informadas, deixando o próprio repórter sem credibilidade perante o veículo ao qual ele representa.

Isto  nos mostra  dois fatos importantes:

Primeiro –  O motivo pelo qual alguns jornalista tem abandonado grandes corporações, onde já não ganham um salário compatível com aquilo que representam, e ainda tem que se submeter a uma visão parcial, por parte de sua empresa, de fatos de interesse do público ao qual ele esta diretamente ligado.

Segundo – Este fato explica um dos motivos pelos quais os telespectadores estão trocando a televisão pela internet, já não há vida inteligente na tv. Além de programas medíocres, notadamente estúpidos, fica claro que a televisão, além de não ter qualidade,  tratam os telespectadores como se fossem idiotas também, querendo, claramente, manipular suas informações, controlar, induzir as pessoas a um pensamento errado, uma atitude muito comum em épocas de ditaduras e censuras políticas.

junho 12, 2009 Posted by | Reflexões | , , , , , | Deixe um comentário

   

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