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Romero Jucá – Primeira prova oficial do golpe

Chegou a Hora

CPI da Globo

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil

O líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy, informou há pouco que as denúncias publicadas hoje (23) contra o ministro do Planejamento, Romero Jucá, não abalam o governo do presidente interino Michel Temer. “Não abalam de forma nenhuma. Apenas é um fato desagradável, mas que será escalerecido no momento adequado”.

O jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem hoje (23) que diz que em conversas, gravadas em março, o atual ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado um pacto para impedir o avanço da Operação Lava Jato sobre o PMDB, partido do ministro.

Antônio Imbassahy disse ainda que, para o PSDB, é importante que o ministro preste os esclarecimentos sobre as denúncias.

“O ministro tem de prestar os esclarecimentos. Ele está passando as informações de que dispõe não apenas para o presidente da República, mas também para a sociedade por meio de várias entrevistas. Vamos aguardar para ver. O fato é muito recente e a notícia vasta demais. Então, é preciso um pouco de parcimônia para entender direito o que está se passando”, concluiu o líder tucano.

Entrevista

Mais cedo, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, negou que tenha tentado obstruir as investigações da Operação Lava Jato, disse que não vai pedir afastamento do cargo e não teme ser investigado.

“Nunca cometi e nem cometerei qualquer ato para dificultar qualquer operação, seja Lava Jato, ou qualquer outra”, disse Jucá, em entrevista coletiva à imprensa. “Da minha parte, sempre defendi e explicitei e apoiei com atos a Operação Lava Jato. A política terá uma outra história depois da Operação Lava Jato”.

Jucá disse que conversou hoje com o presidente interino Michel Temer e apresentou seu posicionamento sobre a reportagem. O ministro disse que não pretende renunciar ao cargo e reforçou que o “cargo pertence ao presidente”. Jucá disse ainda, que o fato de ser investigado, não enfraquece o governo de Michel Temer e ressaltou que seu papel é ajudar o governo.

“Da minha parte, não vejo motivo para tomar nenhuma posição”, disse. O ministro do Planejamento reafirmou que não teme ser investigado e que seu foco não é a operação. “Não perco um minuto do dia com a Operação Lava Jato”, acrescentou.

Reportagem

A Folha de S.Paulo divulgou nesta segunda-feira (23) trechos de gravações obtidas pelo jornal que mostram conversas entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Nas gravações, segundo o jornal, o ministro sugere que seria preciso mudar o governo para “estancar” uma “sangria”. Segundo as informações do jornal, o ministro estaria se referindo à Operação Lava Jato, que investiga fraudes e irregularidades em contratos da Petrobras.

Segundo a reportagem publicada pela Folha, os diálogos ocorreram em março deste ano. As datas não foram divulgadas e o jornal diz que as conversas ocorreram semanas antes da votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. De acordo com o textp, Machado teria procurado líderes do PMDB por temer que as apurações sobre ele, que estão no Supremo Tribunal Federal (STF), fossem enviadas para o juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância.

Nos trechos publicados, Machado diz que está preocupado com as possíveis delações premiadas que podem ser feitas. “Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que… O Janot [procurador-geral da República] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho”.

Jucá responde que Machado precisava ver com seu advogado “como é que a gente pode ajudar” e cita que é preciso haver uma resposta política e mudança no governo. “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”, disse o ministro, segundo o jornal.

No diálogo publicado, Machado diz que a “solução mais fácil” era ter o então vice-presidente Michel Temer na presidência e que seria preciso fazer um acordo. “É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional” e Jucá responde: “Com o Supremo, com tudo”. Logo em seguida Machado diz: “Com tudo, aí parava tudo” e o ministro concorda: “É. Delimitava onde está, pronto”.

Ainda segundo o jornal, Machado imagina que o envio do caso para Moro poderia ser uma estratégia para que ele faça uma delação premiada. A matéria diz ainda que ele teria feito uma ameaça velada e pedido uma estrutura para dar proteção. “Como montar uma estrutura para evitar que eu ‘desça’? Se eu ‘descer…”. Em outro trecho, o ex-presidente da Transpetro diz estar preocupado com ele mesmo e com “vocês” e que uma saída tem que ser encontrada.

De acordo com a Folha, Machado disse ainda que novas delações na Operação Lava Jato não deixariam “pedra sobre pedra”. O jornal diz que Jucá concorda com Machado de que o caso dele não pode ficar com Moro.

Jucá orienta ainda que Machado se reúna com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e também com José Sarney.

Nas gravações divulgadas pelo jornal, o ministro afirmou que teria mantido conversas com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Não foram citados nomes e, segundo o jornal, Jucá disse que são poucos os ministros da Corte aos quais ele não tem acesso. Machado diz que seria necessário ter alguém com ligação com o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. Jucá diz que não tem uma pessoa e que Zavascki é “um cara fechado”.

O Supremo Tribunal Federal ainda não divulgou declarações a respeito das declarações divulgadas na reportagem. Segundo a Folha de S. Paulo, as gravações feitas somam mais de uma hora e estão com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Procurada pela Agência Brasil, a PGR disse que não irá se manifestar sobre a reportagem.

Edição: Armando Cardoso
 
 

maio 23, 2016 Posted by | Policia | , , , , , , , | Deixe um comentário

PF investiga contas de João Santana no exterior

Prisão de Empresário

Lava a Jato

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil*

A nova etapa da Operação Lava Jato, deflagrada hoje (22), teve oito mandados de prisão decretados, entre eles estão o do publicitário João Santana e de sua mulher, Mônica Moura. O casal está fora do país, em viagem à República Dominicana. Os mandados deles são de prisão temporária.

Em entrevista na Superintendência da Polícia Federal (PF) no Paraná, os investigadores informaram que a nova fase iniciou a partir da abertura de um inquérito em setembro.

Leia o texto completo no site da Agência Brasil

02 – Lava a jato: Empresário é preso no Rio

O empresário Zwi Skornicki foi preso hoje (22) na 23ª Fase da Operação Lava Jato, denominada Acarajé. Ele é representante oficial no Brasil do estaleiro Keppel Fels, de Cingapura, e é acusado de pagamento de propinas em negócios com a Petrobras. Skornicki foi preso em casa em um condomínio da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva e foi levado para a superintendência da Polícia Federal (PF), na Praça Mauá, na região portuária da cidade.

Leia o texto completo no site da Agência Brasil

03 – Brasil é o décimo maior cotista do  FMI

Da Agência Brasil

O Brasil passou a ser o décimo maior cotista do Fundo Monetário Internacional (FMI), informou hoje (22) o Banco Central (BC). O país subiu quatro posições após a integralização do aumento de sua cota, na semana passada.

As cotas são um componente central dos recursos financeiros do FMI. Para cada país membro é atribuída uma cota, de acordo com sua posição na economia mundial. Quanto mais forte o país, maior sua cota e seu poder de influência no fundo.

Leia o texto completo no site da Agência Brasil

04 – Suiços compram banco controlado pelo BTG Pactual

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
O grupo suíço EFG International anunciou hoje (22) a compra do banco italiano BSI, controlado pelo BTG Pactual, em uma operação que envolve dinheiro e ações. O valor do negócio, que inclui lucros futuros estimados do BSI, deve ficar entre 1,5 bilhão e 1,6 bilhão de francos suíços (R$ 6,1 bilhões a R$ 6,5 bilhões), informou o BTG Pactual. O banco também disse que receberá um pagamento em dinheiro de aproximadamente 1 bilhão de francos suíços (R$ 4,085 bilhões).

Com a emissão de papéis, o BTG deverá fechar a operação com participação entre 20% e 30% no BSI. O BTG Pactual lembra que a conclusão da aquisição está sujeita à aprovação dos acionistas e dos órgãos reguladores.

Lei o texto completo no site da Agência Brasil

05 – Economistas divergem sobre a trajetória da dívida pública

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Os desempenhos fiscais ruins dos últimos anos e os sucessivos rebaixamentos pelas agências de classificação de risco retomaram as atenções para uma variável que há muito tempo não preocupava a economia brasileira: a dívida pública. Depois de passar muitos anos estabilizado, o indicador voltou a subir fortemente nos últimos tempos, fazendo economistas divergirem sobre a trajetória do endividamento do país.

Com o déficit primário recorde – resultado negativo antes do pagamento dos juros da dívida pública – no ano passado, a Dívida Bruta do Governo Geral saltou de R$ 3,252 trilhões no fim de 2014 para R$ 3,927 trilhões no fim do ano passado. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), o endividamento passou de 57,2% em 2014 para 66,2% no fim de 2015.

Leia o texto completo no site da Agência Brasil

 

fevereiro 22, 2016 Posted by | Política, Resumos Semanais. | , , , , , | Deixe um comentário

Curitiba – Capital da lavagem de dinheiro

lava-jato

Lavagem de Dinheiro


A situação do governador Beto Richa não está fácil, depois dos escândalos com os funcionários fantasmas na assembleia dos deputados, agora foi o cunhado que foi preso, acusado de licitação fraudulenta. Já no caso da operação lava-jato, inicialmente voltada contra o PT, chegou até Aécio Neves. De fato, não demorou muito até que fosse estabelecida uma relação entre as lavagens de dinheiro na Petrobrás com os escândalos da privataria tucana, privatização dos bancos, etc.

Já se sabia há muito tempo que Roberto Marinho tinha uma empresa fantasma nas ilhas britânicas, e que o dinheiro usado para criar a suposta empresa Empire, na realidade era para sonegar imposto, enviando centenas de milhões para as ilhas britânicas. Até a “ilustre senhora” encarregada de sumir com os processos do DARF contra a Rede Globo, também tinha apartamento no mesmo edifício das empresas fantasmas.

O Paraná tornou-se o centro de lavagem de dinheiro ilícito e sonegação de imposto através do Banestado, o esquema teria continuado se não fosse a ambição na máfia de Jaime Lerner que acabou quebrando o banco. Na época, criaram até um “Sílvio Santos” fazendo sorteios que nunca foram pagos e que depois ele desapareceu, só não se sabe se ele fugiu ou se apagaram ele, já que nem PC Farias conseguiu sumir do mapa, e olha que o PC percorreu o mundo inteiro.

O Banestado possuía um esquema de lavagem de dinheiro que passava por uma filial no Paraguai e ia para outra filial nos Estados Unidos. Por esse banco, a maioria da burguesia enviou dinheiro para o exterior. Foram tantas pessoas famosas, políticos e empresários, que o governo desistiu de prosseguir o processo de investigação.

O Banco Bamerindus foi vendido quase de graça para o HSBC, justamente o banco que está no topo da lista, acusado de ser o banco que facilita as transações financeiras para o exterior.

Lavagem de dinheiro é uma atividade ilícita sofisticada que exige a participação de muita gente graúda e, se fosse só no Brasil, muita gente morreria durante a investigação, mas uma lavagem envolve operações fora do país, ou seja, passa pela polícia federal de outros países e, em alguns casos, até serviços de inteligência são chamados para ajudar na investigação. Isso quer dizer que é impossível apagar o rastro e mesmo que isso aconteça, sempre haverá o risco de alguém ser pressionado e entregar todo o esquema, mesmo antes de ter vazado para a imprensa.

Por falar em imprensa, a lista de quase dez mil contas de brasileiros na suíça, sem falar outras dezenas de destinos para dinheiros ilícitos, nunca será revelada. Os jornalistas que conseguiram as listas chegaram a conclusão que não é de seu interesse. Eu me pergunto porque já não colocaram a lista no Wikileaks, seria muito mais rápido.

Jaime Lerner quebrou o banco do Paraná com financiamentos para empresas estrangeiras, depois acabou com o banco e não sobrou nenhum rastro…. ou será que sobrou?

Agora é a vez da Petrobrás e outros financiamentos do governo no exterior, chamarem a atenção da oposição. A oposição sabe o que está acontecendo porque eles seguiram o mesmo esquema, ou seja, capitalismo e socialismo bebem na mesma fonte, a máfia do asfalto e do metrô demonstraram isso.

A política brasileira tem se tornado curiosa, veja os exemplos;

01 – O PT aproveitou o escândalo do Carlinhos cachoeira para se vingar do PSDB, escândalo do mensalão, o problema é que o envolvimento das empreiteiras afetou o próprio PT.

02 – Em São Paulo, as máfias do asfalto e do metrô, além da privataria, parecem não seguir com muita pressa, assim como a investigação de Carlinhos cachoeira que não deu em nada até agora.

03 – Apesar do PT estar no poder, a maioria dos presos são do partido do governo, parece até que é o PMDB quem manda no país.

04 – Quando as investigações são contra o PSDB, as autoridades burguesas desaparecem com os documentos, provas, ou preferem fazer vista grossa. A imprensa se nega a comentar e ficamos só com a internet para conseguir as informações possíveis.

05 – Partidos aliados já acusam a oposição de não querer investigar a fundo os escândalos, deixando para o governo a tarefa de investigar a si mesmo. Segundo os aliados, a oposição só quer fazer um circo.

Resumindo: O governo não tem interesse em administrar, também não quer investigar os corruptos, já que essa deveria ser a função da oposição. A oposição, por sua vez, só quer o poder de volta, e conta com a mídia como aliado. Ambos, governo e oposição, só querem fazer política.

By Jânio

Máfia do asfalto

Máfia do metro

Privataria tucana

Durval Barbosa prendeu Arruda

Lista dos citados na lava-jato

Réus do mensalão se entregam a polícia

abril 1, 2015 Posted by | Política | , , , , | 3 Comentários

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