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Trump assina novo decreto que restringe imigração e Iraque sai da lista

Isolamento dos aliens

Nação de Refugiados

Da Agência Télam

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, assinou hoje (6)  uma nova versão do seu polêmico decreto sobre imigração que havia sido bloqueado pela Justiça americana, diminuindo de sete para seis o número de países atingidos, com a retirada do Iraque da lista. As informações são da agência argentina de notícias Télam.

A versão corrigida do veto migratório seguirá proibindo temporariamente a entrada de refugiados e suspenderá a emissão de vistos para cidadãos do Irã, da Somália, do Iêmen, da Líbia, da Síria e do Sudão, todos eles países de maioria muçulmana.

O novo decreto exclui os cidadãos do Iraque e os dos seis países afetados que tenham residência permanente nos EUA ou já estejam de posse de um visto, informou a conselheira presidencial Kellyanne Conway à rede de TV americana Fox.

Kellyanne destacou que, no novo decreto, há “seis ou sete grandes pontos” que “esclarecem” quem será afetado e que os refugiados sírios “são tratados da mesma maneira que todos os demais”.

No primeiro veto migratório, emitido em 27 de janeiro, Trump proibiu a entrada no país de todos os cidadãos de sete países de maioria muçulmana (Irã, Iraque, Somália, Yêmen, Líbia, Síria e Sudão) durante 90 dias e suspendeu o programa de acolhida de refugiados durante 120 dias.

Agência Brasil

 

março 6, 2017 Posted by | Internacional, Migração, Política | , , | Deixe um comentário

Mensagem do jornalista decapitado para Obama

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Assim como James Foley, outro jornalista americano decapitado em meados de Agosto. Sotloff culpou o presidente Dos EUA, Barack Obama, por sua morte.

“Sou Steven Joel Sotloff. Estou seguro de que a estas alturas sabem exatamente quem sou e porque estou aparecendo diante de vocês” afirmou, segundo o portal de notícias “The Wire”. O jornalista de 31 anos já havia sido ameaçado nas filmagens da decapitação de Foley.

“Obama, sua política exterior de intervenção no Iraque devia ter sido para a preservação da vida e interesses dos americanos, então, pergunto-me por quê estou pagando o preço de sua intervenção com a vida”, disse o jornalista no vídeo que tem o título de “Segunda mensagem para os EUA”.

Sotloff lembrou na gravação que milhares de soldados do exército americano morreram combatendo contra o estado islâmico e que a administração de Obama gastava bilhões de dólares dos contribuintes nessa luta. “Pelo interesse de quem reiniciou esta guerra?”, perguntou.

“pelo pouco que sei de política exterior, lembro quando você não podia ganhar as eleições sem prometer trazer de volta para casa nossas tropas do Iraque, Afeganistão e fechar Guantanamo. Aqui está, agora, Obama, na reta final de seu mandato, sem ter conseguido nada disso. Levou o povo americano ao fogo ardente”, lamentou Sotloff.

O vídeo de quase 3 minutos de duração foi publicado na página do site, que revela informação de serviços de inteligência sobre movimentos de grupos radicais islamitas. Nele aparece o mesmo homem que decapitou Foley semanas atrás.

Além do mais, membros do grupo yihadista advertem no filme que sua próxima vítima poderia ser o executivo britânico David Cawthorne Haines, outro refém em poder do Estado Islâmico.

Aos 31 anos, Sotloff trabalhava como colaborador para as revistas Time e Foreign Policy, e foi visto pela última vez em agosto de 2.013, na Síria, antes de aparecer nas imagens da brutal execução de James Foley, divulgadas pelos islamitas.

Fonte: RT-TV

setembro 3, 2014 Posted by | Internacional | , , , , | Deixe um comentário

Qual é o preço de uma Guerra Mundial

guerra economica

Preço da Guerra

São muitos os fatores que podem levar a uma guerra, mas apenas um que pode levar a extinção total dessas guerras.

No auge de seu poderio militar – criação da bomba atômica – os EUA cometeram um exagero. Já com a guerra vencida, apenas o Japão dava sinais de resistência, os americanos cometeriam um excesso.

As explosões das bombas atômicas tinham como objetivo principal, acabar com uma guerra que se tornava dispendiosa demais para os seus financiadores, além de mostrar seu potencial militar.

Se a principal causa de uma guerra é o poder econômico, o final dela também é.

A intolerância à novas guerras não se deve a consciência do povo, mas a consciência dos gastos que ela implica aos seus financiadores.

O poder de destruição do homem cresceu muito, é quase infinito, já o seu poder de criação é quase nulo.

Felizmente, a história das guerras, com seus custos elevados, faz com que essa alternativa ao poder econômico, seja coisa do passado.

Hoje, ainda há focos de guerras, terrorismos e conspirações pelo mundo todo, mas as guerrilhas espalhadas pelo planeta, começam a se tornar um fardo muito pesado.

Guerras regionais já se tornaram um problema para a economia americana, a principal financiadora da indústria bélica.

A Segunda Guerra Mundial foi uma farsa, na realidade era a segunda parte da Primeira Guerra Mundial, que também era uma farsa, ou seja, tudo não passou de uma estratégia para encobrir os gastos astronômicos de uma única Grande Guerra Mundial.

A internet tem feito um trabalho muito melhor e mais pacífico, nas atuais revoluções, com sua forma viral de espalhar mensagens e criar campanhas.

Veja os gastos de uma guerra regionalizada, como foi a Guerra do Iraque, depois compare com a segunda parte da Grande Guerra Mundial.

GASTOS DA SEGUNDA PARTE DA GUERRA MUNDIAL

Segundo o historiador/sociólogo Edward M. Burns, os custos da segunda metade da Grande Guerra dariam para:

01 – Comprar uma boa casa para cada família dos EUA, Grã-Bretanha, França, Bélgica, Espanha e Portugal.

02 – Uma grande biblioteca para cada cidade de 200.000 habitantes ou mais dos EUA, Grã-Bretanha e Rússia.

03 – Uma boa universidade em cada uma dessas cidades.

04 – Um carro zero para cada família dos EUA, Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Dinamarca e Noruega.

05 – Os salários de 100.000 professores e 100.000 enfermeiras, durante 100 anos.

06 – Educação universitária para cada moça e rapaz, entre 17 e 21 anos, nos EUA.

GASTOS COM A GUERRA DO IRAQUE

Só em tanques e aviões, já que a vida humana não tem preço, a Guerra do Iraque gastou.

EUA – 378.000 homens – 2.000 tanques – 1.100 aviões

Egito – 35.500 homens – 600 tanques – 20 aviões

Grã-Bretanha – 25.000 homens – 168 tanques – 55 aviões

Síria – 20.000 homens – 300 tanques – 0000

Arábia Saudita – 20.000 homens – 200 tanques – 130 aviões

França – 12.000 homens – 200 tanques – 75 aviões

Total dos aliados dos EUA – 700.000 homens – 4.000 tanques – 1.800 aviões

Iraque – 450.000 homens – 3.600 tanques – 450 aviões

Total dos aliados do Iraque – 1.000.000 homens – 5.000 tanques – 750 aviões

Os países mais ricos (G-7) na época da Guerra do Iraque eram: EUA. Inglaterra, Japão, Canadá, Alemanha, França e Itália.

A China ainda era um país de economia fechada, sem números oficiais.

By Jânio

fevereiro 23, 2011 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , , | 8 Comentários

   

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