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“Lo que quiere Trump es volver al imperialismo agresivo”

Publicado em 23 de maio de 2017

“Hoy Europa no es independiente y está supeditada a la OTAN: cuando EE.UU. dice que hay que bombardear un país, Europa aplaude”, lamenta el secretario general del Partido Comunista Español, José Luis Centella Gómez. ¿Por qué la UE es un fracaso para la gente común? ¿Qué intereses hay detrás de los intentos de Europa de acorralar a Rusia con la OTAN? ¿Quién tiene la culpa de que hoy en Europa cada vez más personas votan a los partidos de extrema derecha? Véanlo en Entrevista, de RT.

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maio 23, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Influências do destino manifesto

império americano

Influências Imperialistas

O historiador William E. Weeks observou que três temas-chave foram frequentemente abordados pelos defensores do destino manifesto:

a) a virtude do povo americano e as suas instituições;

b) a missão de difundir essas instituições e assim refazer o mundo à imagem dos Estados Unidos;

c) o destino em Deus para fazer este trabalho.

A origem do primeiro tema, mais tarde conhecido como excepcionalismo americano, foi muitas vezes atribuída a herança cultural da América puritana, particularmente no famoso John Winthrop de “Cidade sobre o Monte”, sermão de 1630, em que ele faz um chamado para o estabelecimento de uma comunidade virtuosa que seria um brilhante exemplo para o Velho Mundo. Em seu influente panfleto de 1.776, “Senso Comum”, Thomas Paine cita esse conceito, argumentando que a Revolução Americana foi uma oportunidade para criar uma nova sociedade, melhor:

Temos em nosso poder a chance de começar o mundo novamente. A situação, semelhante ao presente, não ocorre desde os dias de Noé. O nascimento de um novo mundo está na mão…

Muitos norte-americanos concordaram com Paine, e chegaram a acreditar que a virtude dos Estados Unidos fora o resultado de sua experiência excepcional na liberdade e na democracia. Thomas Jefferson, em uma carta a James Monroe, escreveu que “é impossível não olhar para a frente a tempos distantes quando a nossa multiplicação rápida expandiria-se para além desses limites, e cobriria todo o norte, se não até o sul do continente”. Para os americanos nas décadas que se seguiram, a sua proclamação de liberdade para a humanidade, consubstanciado na Declaração de Independência, só poderia ser descrito como a inauguração de “uma nova escala de tempo”, porque o mundo iria olhar para trás e definir a história de acordo com os eventos que ocorreram antes e depois da Declaração de Independência. Então os americanos deviam ao mundo a obrigação de expandir e preservar essas crenças.

A origem do segundo tema é menos precisa. A expressão popular da missão dos Estados Unidos foi elaborada pelo presidente Abraham Lincoln em sua mensagem ao Congresso, 01 de dezembro de 1862. Ele descreveu os Estados Unidos como “a última e melhor esperança da Terra. “A “missão” dos Estados Unidos foi mais elaborada durante o discurso de Lincoln em Gettysburg, no qual ele interpretou a Guerra Civil Como uma luta para determinar se qualquer nação com ideais democráticos poderia sobreviver, o que tem sido chamado pelo historiador Robert Johannsen de “a indicação mais duradoura da América sobre o Destino Manifesto e sua missão”.

O terceiro tema pode ser visto como uma conseqüência natural da crença de que Deus tinha uma influência direta na fundação e outras ações dos Estados Unidos. Clinton Rossiter, um estudioso, descreveu esta visualização como prova de “que Deus, na hora certa, preparava o caminho da história, convocando certas almas resistentes das antigas nações, cheias de privilégios… e que concederia sua graça. Ele também concederia uma responsabilidade peculiar”.

Os americanos imaginaram que eles eram não só eleitos por Deus para manter o continente norte-americano, mas também para “espalhar os princípios fundamentais enunciados na Declaração de Direitos”. Em muitos casos, isso significava colonizar os vizinhos participantes e os países eram vistos como obstáculos ao invés do destino que Deus havia fornecido aos Estados Unidos.

A análise de Faragher da polarização política entre o Partido Democrata e o Partido Whig é que:

“A maioria dos democratas eram partidários sinceros da expansão, ao passo que os whigs (especialmente no norte) se opuseram. Os Whigs acolheram a maior parte das mudanças provocadas pela industrialização, mas defenderam fortes políticas governamentais que orientariam o crescimento e desenvolvimento dentro dos limites existentes no país; Temiam (corretamente) que a expansão levantasse uma questão controversa a respeito da escravidão nos territórios americanos. Por outro lado, muitos democratas temiam a industrialização defendida pelos Whigs…

Para muitos democratas, a resposta para os males sociais do país era continuar a seguir a visão de Thomas Jefferson de estabelecer a agricultura nos novos territórios, a fim de contrabalançar a industrialização”.

Outra possível influência era a possível predominância racial, ou seja, a ideia de que a raça anglo-saxã americana era “separada, naturalmente superior” e “destinada a trazer um bom governo, a prosperidade comercial e o cristianismo para o continente americano e ao mundo. “Este ponto de vista também considerou que “raças inferiores estavam condenadas a condição subordinada ou extinção”. Isto foi usado para justificar “a escravização dos negros e da expulsão e possível extermínio dos índios”

Fonte: RT

A origem do imperialismo

Carta da independência dos EUA

Destino Manifesto – o início

março 5, 2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Destino manifesto – o início

imperialismo e expansionismo

Destino Manifesto

No século 19, Manifest Destiny era a crença amplamente difundida nos Estados Unidos, pela qual os colonos norte-americanos estariam destinados a se expandir por todo o continente. Historiadores, em sua maior parte, concordam que há basicamente três características para o Manifest Destiny:

a) As virtudes especiais do povo americano e as suas instituições;

b) A missão da América de resgatar e refazer o oeste à imagem da América agrária;

c) Um desejo irresistível de realizar essa tarefa essencial.

O historiador Frederick Merk diz que este conceito nasceu de “um senso de responsabilidade em resgatar o Velho Mundo pelo bom exemplo, gerado pelas potencialidades de uma nova terra para a criação de um novo paraíso”.

Os historiadores têm enfatizado que “Destino Manifesto” era um conceito muito contestado pelos americanos proeminentes (como Abraham Lincoln, Ulysses S. Grant, e a maioria dos Whigs) que o rejeitaram. O Historiador Daniel Walker Howe escreveu, “American imperialism did not represent an American consensus; it provoked bitter dissent within the national polity….[Whigs] saw America’s moral mission as one of democratic example rather than one of conquest.” Nationwide, probably most Democrats supported Manifest Destiny and most Whigs strongly opposed it. O historiador Daniel Walker Howe escreve: “O imperialismo americano não representam um consenso americano; ao invés disso provoca uma amarga dissidência dentro da política nacional…. Whigs viu uma necessidade moral dos Estados Unidos como um dos exemplos democráticos, em vez de um exemplo de conquista”, provavelmente a maioria dos democratas tenham apoiado o Manifest Destiny e a maioria dos Whigs foram fortemente contra.

O Manifest Destiny, veio do tom retórico até a maior aquisição de território dos EUA. Foi usado pelos democratas na década de 1840 para justificar a guerra com o México e também foi usado para dividir metade do Oregon contra a Grã-Bretanha. Mas o Manifest Destiny sempre foi criticado por causa de suas limitações internas e a questão da escravidão, diz Merk. Isso nunca chegou a ser uma prioridade nacional. Em 1843 John Quincy Adams, originalmente um dos principais defensores, havia mudado de idéia e passou a repudiar o Manifest Destiny porque significava a expansão da escravidão no Texas.

Merk conclui:

Desde o início o Manifest Destiny revelava-se como um grande projeto, em seu sentido de se expandir pelo continente, mas com pouco apoio. Faltou consenso nacional, ou quantidade de pessoas proporcional a sua magnitude. A razão era que ele não refletia o espírito nacional. A tese de que ele encarna o nacionalismo, encontrada em grande parte da literatura histórica, é apoiado por poucas evidências concretas.

Fonte: Wikipedia

Gestado – Choque de raças

Os 25 pontos chaves do racismo

Suástica – o símbolo obscuro do nazismo

Eugenia – Da genética ao nazismo

fevereiro 24, 2014 Posted by | Política | , , , , , , , , | 1 Comentário

O Contrato Social

primeira republica

República Moderna

“O homem nasceu livre e em toda parte acha-se acorrentado…

Renunciar à sua liberdade é desistir da sua qualidade de homem, dos direitos de liberdade, mesmo de seus deveres…

Tal renúncia é incompatível com a natureza do homem.”

“A alienação total de cada associado com todos os seus direitos á comunidade. Aqueles que se entregam a todos, não se dão à ninguém. Como não existe associado sobre o qual adquiramos os mesmos direitos que lhe concedemos sobre nós, ganharemos o equivalente a tudo o que perdermos, e mais força ainda, para conservarmos o que temos.”

“O Estado, em relação aos seus membros, é senhor de seus bens, graças ao contrato social…

O Estado é juiz da liberdade de cada pessoa. Pode impor uma religião civil, necessária à sociedade, banir os que não creiam nela, condenar a morte os que, depois de aderirem à essa religião, “se portem como se nela não acreditassem”, pois esta atitude constitui uma porta aberta para a arbitrariedade.”

Rousseau.

vejam bem, a democracia não surgiu na época do Iluminismo, Independência dos Estados Unidos ou Maquiavel, Surgiu muito tempo antes.

O princípio básico da democracia, sempre será liberdade, direito, responsabilidade.

“O direito de uma pessoa termina onde começa o direito da outra”. Essa é uma regra implícita, é preciso saber o que a outra pessoa pensa , o que ela sente, enfim, é preciso se colocar no lugar dela.

Em época de Web 2.0, uma pessoa que não conheça estes fundamentos é uma pessoa excluída, socialmente, digitalmente, economicamente…

“Libertas Quae sera tamen.” Essa expressão faz referência ao princípio básico da democracia, não a partir do Iluminismo ou de Maquiavel, mas da República/Império Romano, por sua vez inspirada na democracia da Grécia antiga.

Essa expressão foi traduzida como “Liberdade ainda que tardia”, sua tradução , entretanto, lembra-me uma discussão cordial com uma professora, quando eu disse: “…mas se eu fosse uma criança de seis anos, faria uma tradução literal e inocente: “Libertas que serás também”, ou seja, não mudaria nada.

Considerando a tradução da criança de seis anos, chegamos a conclusão de que os inconfidentes eram, de fato, muito irônicos em sua essência filosófica.

Toda a expressão “Liberdade ainda que tardia”, concentra-se em uma única palavra da expressão latina, “Libertas”. Ao invés de traduzir toda a expressão, os inconfidentes ironizavam, não o Império, mas o próprio povo.

Poderíamos dizer que a tradução é ambígua, ao mesmo tempo em que provocava a monarquia, em latim, incitava o povo: “Já chegará tarde, essa tal liberdade.”

Rousseau faz uso de uma argumentação clássica: “É preciso ser homem” – Ao mesmo tempo, inteligentemente, foge de uma possível armadilha, uma ideia revanchista, ideia revolucionária: Renunciar à sua liberdade é desistir da sua qualidade de homem, dos direitos de liberdade, mesmo de seus deveres…

Rousseau também faz um alerta: “A alienação total de cada associado com todos os seus direitos á comunidade. Aqueles que se entregam a todos, não se dão à ninguém. Como não existe associado sobre o qual adquiramos os mesmos direitos que lhe concedemos sobre nós, ganharemos o equivalente a tudo o que perdermos, e mais força ainda, para conservarmos o que temos.”

Traduzindo: A submissão do cidadão ao sistema, não deve tirar a sua força para crescer, mas acrescentar benefícios ainda maiores. Deve fazer com que sua comunidade cresça diante de seus olhos, motivando-o a continuar lutando para “vencer na vida”, vendo senão a si, aos seus entes queridos entrarem na “Terra prometida”, a qual lhe é de direito, já que lhe fora prometido.

O princípio da ética também é observado claramente: “Aquele que se entrega a todos, não se dá à ninguém”. Nesse caso, o cidadão deve pensar unicamente na sociedade como um todo, deve obedecer, servir, a sociedade, não ao interesse e ideologia do ditador que toma o poder.

Na última linha do texto citado, Rousseau é taxativo. Segundo o seu pensamento, quem não seguir as leis, deve ser banido da sociedade onde imperam essas leis, e vai mais longe, quem aderir a essas leis depois romper com elas, deve ser condenado a morte, pois essas pessoas são o maior perigo para o fim dessa sociedade.

Portanto, vivemos numa anarquia total, desde o momento em que vendemos, ou compramos o voto, até o momento em que nos corrompemos diante das dificuldades, impostas inteligentemente pelo Estado Elitista, através de altas cargas de tributo.

Todos que não vivem na elite, classe média alta, e não aderem a “PPP”, estão definitivamente banidos da sociedade.

Somos escravos, vivemos fora do círculo, sem nenhum dever ou direito.

Sem condições de nos submetermos as regras duras, impostas pelo sistema, somos obrigados a nos prostituir diante da sociedade, Igreja e de nossos próprios ideais.

Na outra ponta, no lado de cima, as regras sociais continuam valendo: “O Estado é juiz da liberdade de cada pessoa. Pode impor uma religião civil, necessária à sociedade, banir os que não creiam nela, condenar a morte os que, depois de aderirem à essa religião, se portem como se nela não acreditassem, pois esta atitude constitui uma porta aberta para a arbitrariedade.”

Qualquer pessoa que ameace as estruturas elitizadas da comunidade do poder, será condenado a morte. Aqueles que não concordarem com ela, deverão permanecer fora, banidos, sem direitos nem obrigações em relação á ela.

Os Estados Unidos foram os primeiros a aderir à evolução de democracia, até agora.

Na França, a principal idealizadora da nova ordem democrática, houve um princípio de mudanças, inspirados na Independência dos Estados Unidos, que por sua vez haviam se inspirado no Iluminismo, sendo apoiados pela França, em sua luta pela independência.

…mas Robespierre tornou-se um sanguinário, condenando a guilhotina todos os que lhe faziam oposição, fazendo muitos inimigos, até o golpe da burguesia.

By Jânio

março 11, 2011 Posted by | Policia | , , , , , , , , , , , , , , , , | 7 Comentários

   

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