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ONG: Manipulando la caridad

fevereiro 17, 2018 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Asciende a 1.000 el número de muertos en Haití

Ya son 1.000 las víctimas mortales del huracán Matthew, mientras que los brotes de cólera dificultan la situación de los supervivientes.

Andres Martinez CasaresReuters
Tras el paso del huracán Matthew, el huracán más poderoso en el Atlántico desde 2007, las autoridades de Haití han enterrado a algunas de las 1.000 víctimas mortales en fosas comunes, informa Reuters.

Al mismo tiempo, varios brotes de cólera han aparecido en el país caribeño y dificultan la labor de las autoridades, que tratan de conseguir agua, alimentos y medicamentos en buenas condiciones para los miles de personas que viven en centros de acogida.

Esa enfermedad, que provoca diarreas graves y puede resultar mortal en cuestión de horas si no se trata a tiempo, se transmite a través del agua contaminada y tiene un período de incubación corto, una característica que facilita la propagación de la infección.

RT-TV

outubro 10, 2016 Posted by | Espanhol | , | Deixe um comentário

O que o Brasil faz no Haiti

interesses estratégicos

Ajuda humanitária

Muita gente achou que o Brasil iria passar vergonha em Honduras, estavam enganados, vergonha mesmo estamos passando no Haiti.

Depois do terremoto, o país já sofrido do Haiti se tornou um verdadeiro caos.

Quando disseram que os Estados Unidos haviam tirado  a autoridade do Brasil, além de cometer outras ações pouco diplomáticas, como expulsar jornalistas dos aeroportos, eu até achei normal, os americanos sempre foram truculentos assim.

As ordens de comando, as normas de conduta e de segurança,  são aplicadas tanto para países ricos e estáveis, como em estado de guerra em países pobres. Tentem imaginar um monte de jornalistas acampados nos aeroportos dos Estados Unidos, com aviões pousando e decolando o tempo todo, sem chances.

Hugo Chaves deve estar morrendo de rir, quando viu o exército americano tirando a autoridade do Brasil. Nem ele imaginaria que os americanos fariam tão bem, o que nem ele conseguiu perfeitamente em Honduras, humilhar o Brasil.

Comentando no blog do Erick Figueiredo, eu chamei a atenção para as semelhanças psicológicas entre Chaves e Requião, governador do Paraná. Quando eles denunciam, suas denúncias devem ser levadas a sério, são como conversas de comadres, pela janela de suas casas, podem até falar demais, mas precisam de credibilidade, por isso não podem dizer inverdades.

Quando o Brasil foi escolhido para comandar as forças de paz no Haiti, a escolha caiu como uma luva, o Brasil tem muito a ver com o Haiti, pais mais pobre das Américas. Até  seus potenciais são parecidos, o Haiti foi o país mais rico das Américas no passado, disputado, ora pela França, ora pelos Estados Unidos.

Como o Haiti não teria futuro, assentado bem no centro das falhas geológicas, ou placas responsáveis pelos terremotos, nada melhor  que escolher o Brasil para controlar tanta pobreza, o Brasil é especialista nisso, afinal somos o país do futuro.

Zilda Arns era uma esperança, oferecido pelo Brasil, para esse povo tão necessitado. Com sua morte, o Brasil perdeu sua função no país.

Depois do terremoto, o clima que se instaurou é um clima de guerra, o Brasil não tem a menor condição de controlar essa situação. O Haiti precisa, urgentemente, de infra-estrutura e não será o Brasil que poderá oferecer esse tipo de serviço.

O Haiti precisará de estradas e hospitais, coisa que no Brasil não se conhece, pelo menos na iniciativa pública.

Após o terremoto, vi um depoimento emocionado de um soldado que dizia: “Eu estava dentro do mercado quando ouvi o estrondo, correndo, precisei de apenas dez passos para salvar minha vida, coisa que outros não tiveram tanta sorte. Fiquei imaginando a cena e não me senti muito bem, parece que alguma coisa estava errada.

As famílias do Brasil perderam contado com seus soldados, mas os soldados vieram ver seus pais, esposas e filhos aflitos, afinal de contas, a comunicação do Haiti já era. Eu posso parecer egoísta, mas ainda acho que tem alguma coisa errada nessa história.

Os americanos não pretendem sair do país tão cedo, o controle do aeroporto será prioridade, assim como a coordenação da infra-estrutura caótica de um país destruído.

Pode até ser que eles tenham interesses implícitos, mas, nesse momento, a prioridade é outra, além disso, há outros países, além do Brasil, nessa missão de salvamento.

O que o Brasil poderá fazer muito bem, será doação de dinheiro, nisso os nossos políticos são muito bons, afinal não são eles que estão trabalhando para conseguir, é o mínimo que o povo espera deles.

Se a intenção  do Brasil é um lugar no conselho de segurança da ONU, não é bem por aí companheiro.

By Jânio

fevereiro 2, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , | 5 Comentários

Noticiários internacionais já admitem mais de cem mil mortos na tragédia do Haiti

tragédia no haiti

Entre a cruz e a espada

A América central é considerada o paraíso do turismo, todos os países são muito visitados, apesar dos furacões que nascem na região. Todos os países da região são muito conhecidos pelos turistas: Jamaica, Cuba, Haiti e todos os outros países da região.

A beleza natural da região contrasta com os sistemas políticos, dominados por interesses internos e externos. Um exemplo disso é o Haiti, outrora o país mais rico das Américas, hoje é o mais pobre, tentando se recuperar, depois da tragédia do último terremoto.

Durante sua longa história, desde a chegada de Colombo às Américas. O Haiti passou por dominações Francesas, espanholas e americanas.

Apesar de ser um povo guerreiro e forte, formado em sua maioria por descendentes de africanos, conseguiram abolir a escravatura cem anos antes da abolição no Brasil, em 1.794.

Do final do século XIX ao começo do século XX, dezesseis dos vinte governantes foram mortos ou depostos.

Em 1.957 teve início a ditadura sangrenta de Françóis Duvalier, Papa Doc, governando até 1.971. Durante esse período, o ditador cometeu muitos assassinatos e instaurou o terror, como forma de inibir quem se opusesse a ele.

Com a sua morte em 1971, assumiu seu filho Jean-claude Duvalier, conhecido como Baby Doc, pressionado por manifestações populares, o filho do ditador Papa Doc não resistiu e fugiu com a família para a França.

O Haiti viveu sempre assim, entre os interesses externos e internos, até 1.990, quando foi eleito o padre Jean-Bertrand Aristide, seu governo durou apenas um ano, quando foi deposto por um golpe militar. O General Raul Cedras assumiu o poder, iniciando assim uma sanção econômica dos Estados Unidos, um jeito moderno de ditar as regras.

Aristide voltou ao poder, com a ajuda dos americanos, em 1.994, assumindo um país totalmente desestruturado. Em 2.004, sob suspeita de crimes políticos e fraudes, Aristide foi deposto e exilado na África do Sul. O Brasil passou a comandar a força de paz, mantendo o país longe de guerrilhas e ataques terroristas, desde então.

Em 2.003, o país sediou os Jogos Panamericanos de São Domingos, o s Jogos transcorreram sem nenhum incidente, mesmo assim, suspeitas de fraude obrigaram o Presidente Aristide a renunciar.

O terremoto de Janeiro de 2.010, foi o mais duro golpe sofrido pelo Haiti, dessa vez foi a natureza se mostrou instável. O Haiti fica sobre uma falha geológica, onde foi o epicentro do terremoto.

A tragédia exigiu que os países agissem rápido, o socorro as vítimas precisa ser feito imediatamente. O objetivo é resgatar o máximo de pessoas que possam estar sob os escombros ou correndo risco de vida. o grande problema agora, é a falta de estrutura do país mais pobre das Américas, para lidar com uma catástrofe como essa, onde nem as notícias conseguem ser veiculadas, apesar de toda a tecnologia moderna, só a internet se salvou.

Todos os países se mobilizaram na esperança de criar uma logística suficiente desembarcar e transportar dados os medicamentos, voluntários, alimentos e outros produtos necessários à sobrevivência dos afetados pelo terremoto.

By Jânio

janeiro 16, 2010 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , | 5 Comentários

Família Arns – Um exemplo a ser seguido

Exemplo de família

A força da tradição

O Brasil é carente de bons exemplos na área social, apesar de já ter eleito vários reis e rainhas do futebol, da música e vários outros mais.

Temos muitos heróis, mas só depois de mortos, herói depois de morto causa uma certa desconfiança.

 Depois que Getúlio Vargas se matou e disse a famosa frase “Saio da vida para entrar na história”, virou herói, até José Sarney usou essa frase, e olha que ele nem tinha morrido, apenas deixava o mandato de Presidente da República.

O que nós precisamos muito no Brasil, é de tradição, mas tem que ser de bons exemplos, não precisamos de tradições de burgueses, relembrando um passado de sofrimento, o que o Brasil sempre teve.

A catástrofe do Haiti, onde é estimado cerca de cem mil mortes, com milhões de pessoas afetadas pelo terremoto que arrasou o país, nos trouxe várias notícias de mortes de brasileiros que trabalhavam no força de paz.

Um notícia que ninguém esperava era da morte de Zilda Arns, a pessoa mais importante do Brasil, na área social, criadora da Pastoral da Criança.

 A tradição da família Arns continua, mas a perda para o Brasil foi muito grande. Evidentemente que a obra de Zilda está pronta, ela terminou o projeto da Pastoral, iniciado em 1.985, na minha opinião, o maior e mais bem sucedido projeto social da história do país.

Zilda recebeu vários prêmios nacionais e internacionais, inclusive nos Estados Unidos, suas lições foram bem assimiladas e permanecerão eternamente dando frutos.

Quando ela disse que um real era suficiente para atender a uma criança, com a ajuda do voluntariado, eu pensei, esta aí, um bom projeto social. O fome zero, do Betinho, era um bom projeto, enquanto não havia tanto dinheiro envolvido, quando entrou dinheiro da política, o projeto se perdeu.

Gabriel Arns e Helena Steiner, tiveram mais de dez filhos. Imigrantes alemães, passaram para seus filhos uma educação rara de se ver nos dias de hoje.

Dom Paulo Eraristo Arns, Cardeal, Arcebispo de São Paulo, que lutou pela volta da democracia no Brasil, responsável por várias mudanças no Brasil, o país com o maior número de católicos no mundo.

Dom Paulo, o membro da família Arns mais conhecido até então, viu em sua irmã Zilda, convidada pela CNBB para criar a Pastoral da criança, o projeto social mais bem sucedido do Brasil, até hoje, exportado para vários países, uma nova força solidária da família Arns.

Zilda Arns era médica sanitarista, não demorou muito para que ela se destacasse na saúde pública, ficando conhecida do Brasil inteiro.

Flávio Arns é sobrinho de Zilda e é senador pelo Paraná, deverá fazer parte da nova geração de Arns, em prol da sociedade, uma família que deverá ser um exemplo para o Brasil, espalhando sua família em todas as áreas sociais, política e religiosa.

Essa é a tradição que o Brasil precisa, talvez a primeira família onde pode se identificar, claramente, o compromisso social, sem interesse, e, o melhor de tudo, criando projetos que funcionem.

Durante muito tempo, a Igreja evitou entrar na política, quando entrou, Padre Roque se destacou ao lado de Roberto Requião, na CPI que denunciava a rede de corrupção no Paraná e no Brasil. Hoje temos também vários pastores, eleitos democraticamente.

Aos poucos, o Brasil vai se tornando de fato democrático, com a participação de toda a sociedade. A melhor classe de cidadãos começa a se encorajar a entrar para a política, um lugar sujo onde poucas pessoas se aventuram.

A família Arns está na política também, esperamos que, no futuro, muitas outras famílias tradicionais se formem no Brasil, para que exemplos possam ser seguidos e a educação melhorada, criando um país melhor para todos.

By Jânio

janeiro 15, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , | 11 Comentários

   

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