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Faltam vacinas contra gripe influenza

Comércio da morte

A volta do descaso

Quando recebi um e-mail, dentro da Facebook, comunicando sobre a compra de um grande lote de vacinas contra o H1N1, decidi que era hora de parar de falar sobre essa doença.

No início da vacinação, comecei a desconfiar. Primeiro o grupo de risco, mulheres grávidas e bebês, idosos e doentes crônicos, sempre seguindo a velha fórmula de controlar tudo no limite.

Quando fui tomar a vacina, a mulher me perguntou se eu já tivera doença crônica, eu respondi que tivera várias, enumerei todas elas. A mulher me olhou com desconfiança e me perguntou se eu havia ficado muito mal, quase morrendo, respondi que só não morri porque fui para outra cidade e ameacei ligar para o Ministério da Saúde.

A mulher permaneceu irredutível, me explicou que eu teria que passar por uma bateria de perguntas. Descobri, da pior maneira, como uma epidemia se alastra. Primeiro há uma certa falta de respeito por parte de atendentes, submetidos à um sistema sem gerenciamento nenhum, em seguida, são as pessoas que desistem do tratamento, devido à falta de respeito a que são submetidas.

Pedi para a mulher esquecer a vacina, eu iria ver uma ficha que eu tinha no posto de saúde. Pedi para ela vir comigo, ela se recusou. Ela me disse que trabalhava só na parte de vacina; haviam três atendentes, aparentemente, estudando o manual de como atender os pacientes.

Voltei a portaria, onde o atendente olhou para mim e disse: O que o senhor quer? – eu respondi: Não quero nada, mas o senhor poderia pegar a minha ficha, por favor.

Ele pegou rapidamente a ficha, perguntei se ele poderia me dar a ficha para eu entregar para a mulher, ele disse que não, só entregaria para a enfermeira, a mulher teria que vir pegar. Eram apenas vinte metros, a distância.

Eu disse que, como a maioria dos brasileiros, já havia desistido da vacina, disse para ele deixar, aí, ele me disse para chamar um enfermeiro logo á dez metros. Eu chamei o enfermeiro meio contra a minha vontade, torcendo para ele não vir, mas ele veio, olhou a ficha de doenças crônicas e me deu um papel, autorizando a vacina.

Essa ideia de vacinar por etapas, iniciou-se logo com os primeiros casos de gripe, felizmente parece que não aumentou, por razões óbvias, há muita vacina no estoque. O motivo de não se vacinar todos de uma vez é o velho problema de infra-estrutura, não há funcionários suficientes.

Depois fiquei sabendo que não haveria vacina para todos, aqui notamos o velho problema de corte de gastos, sempre no setor errado.

No ano passado, quando começou a epidemia, também nos Estados unidos, pensei, se chegou nos Estados Unidos, poderia-se pelo menos tomar certas medidas para evitar o pior.

O problema não é a gripe H1N1, é toda a saúde em geral, a frase “esta tudo sob controle”, soa como: “Esperem sentados porque não faremos nada”.

Esse ano, nos Estados Unidos, mesmo com a vacina em fase de testes, não deu tempo de produzir vacinas suficiente para atender toda a população americana, no Brasil daria tempo. Ficaram pensando, se nos Estados Unidos Vacinaram só a metade, vacinaremos só a metade também, assim sobrará mais dinheiro em nosso caixinha.

Assim começou o jogo do empurra, onde os laboratórios não tem capacidade de atender o governo, já que a iniciativa privada e alguns municípios decidiram que todos deverão tomar a vacina. Como o tempo passa a ser um elemento importante, no combate à Gripe influenza, chegamos novamente a um impasse.

Enquanto em alguns municípios as pessoas desistiram de tomar a vacina, ninguém tem comparecido para tomar a vacina – ninguém sabe porquê – eu sei, falta de respeito; em outras cidades os prefeitos exigem que todos, sem nenhuma exceção, sejam vacinados, todos estão no grupo de risco.

Depois não adianta vir me dizer que o Ministério da Saúde está preparado para atender a todos, não só nunca esteve, como corre o risco de ver a população renegar o atendimento, como acontece no Rio de Janeiro, onde as pessoas não abrem a porta para o combate a dengue. Se quiserem entrar, tem que chamar a polícia e derrubar a porta.

Nos Estados Unidos, em situações de emergência, o Presidente se retira, quem assume é o governo Secreto. No Brasil, todos os políticos se escondem, apenas a população acredita que não haverá problemas.

Ainda há a suspeita de que muita gente vai ganhar muito dinheiro com essa doença, principalmente se a vacina não der para todos, resta saber até quando esse estoque ficará escondido.

By Jânio

abril 24, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , | 2 Comentários

Presidente dos EUA decreta estado de emergência.

Nova batalha

Nova batalha

Alguém se lembra da H1N1, gripe suína?

Com o fim do inverno, no Brasil, ela parou de assustar, apesar do trauma que deixou. O inverno passou para o hemisfério norte, para lá também foi a preocupação com a gripe.

O inverno nem começou, nos EUA, mas como o inverno lá é mais rigoroso que no hemisfério sul, os problemas já começaram. Isso se deve, em parte, pelo fato do início do frio haver mais pré-disposição para resfriados, condição normal para quem está saindo do verão.

Com isso o Presidente Obama decretou estado de emergência em todo o território federal, estado de emergência, nos EUA, é um caso sério, onde podem ser tomadas medidas de acordo com a situação, onde normas podem ser suspensas ou adaptadas para atender ao problema imediato.

Segundo declaração vinda do Governo Federal, quarenta e seis estados já apresentam surtos da gripe, vinde mil pessoas já foram hospitalizadas. Mil pessoas mortas já foram confirmadas em decorrência do vírus influenza, conhecido na América como Flu H1N1.

Além dos mil casos de mortes confirmados, pelo menos outras duas mil e quatrocentas mortes estão associadas à gripe.

As autoridades estão atentos aos idosos, grávidas e crianças, das mil mortes, pelo menos 95 são crianças.

Para piorar a situação, mostrando que o primeiro mundo também apresenta falha de planejamento, a produção de vacinas atrasou, dos quarenta milhões de vacinas esperados, apenas 16 milhões ficaram prontas até agora, o que prejudicará o trabalho. Para um país que tinha planos de doar vacinas para países mais pobres, foi um desastre total.

Resta saber se o Brasil, por estar saindo da primeira epidemia, estará pronto para a segunda, enfrentada agora pelos EUA. Epidemia globalizada é assim.

By Jânio

outubro 24, 2009 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , | 8 Comentários

Brasil é o país com os maiores casos de mortes pela gripe influenza A (H1N1)

influenza h1n1

Nesta quarta feira, dia 26 de Agosto,  o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos estados do Sul e Sudeste, principais afetados pela epidemia da gripe suína, divulgaram um recorde que nenhum de nós esperava ouvir, o Brasil passa a ser o país com o maior número de vítimas fatais, relacionadas a gripe influenza A (H1N1).

O Brasil passou a ser o país  com maior número de mortes, relacionados a gripe suína, atingindo o número alarmante de 557 vítimas fatais. Os Estados Unidos, que desde o começo da epidemia apresentavam o maior número de mortes, passam a ser o segundo em vítimas fatais, com 522 mortes;  em terceiro vem a Argentina, 439 óbitos; México com 179; Austrália 132, Chile 128 e Tailândia 119.

Como foi constatado desde o início da epidemia, os estados do Sul continuam entre os mais sofridos, os estados onde as famílias mais sofrem com as perdas de parentes.

A relação de vítimas fatais segue abaixo:

1 – São Paulo – 223 mortes – 40% de todas as vítimas fatais.

2 – Paraná    – 151 mortes – 27,1% do total de mortos.

3 – R, G, Sul –  98 mortes – 17,6% dos óbitos.

4 – R. Janeiro – 55 mortes –  9,9% dos casos fatais.

Para amenizar a péssima notícia, o Ministério da Saúde, acrescentou que o Brasil, na realidade não é o país mais afetado do mundo, nem é o caso com maior número de mortes. Na concentração de mortes, taxa de mortalidade, a cada cem mil, o Brasil aparece em sétimo colocado.

Na taxa de mortalidade, a cada cem mil,  a relação é:

1 – Argentina – 1,08

2 – Chile     – 0,75

3 – Costa Rica – 0,67

4 – Uruguai – 0,65

5 – Austrália – 0,61

6 – Paraguai – 0,61

7 – Brasil – 0,29

As gestantes continuam sendo as as maiores vítimas, com 480 casos relacionados ao vírus influenza A(H1N1), 58 faleceram vítimas da gripe.

Apesar do resultado ter sido divulgado no dias 26 de agosto, quarta-feira, os números foram computados no dia 25 de agosto, terça-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, os números de contaminação seguem em queda.

Não é para menos, as únicas pessoas que acreditaram  que tudo estava sob controle, foram exatamente as autoridades do Governo. O povo não esperou para ver.

Com o final do inverno, o susto deverá passar, mas, como ficou comprovado nos Estados Unidos, a doença deverá fechar, no mínimo o primeiro ciclo de um ano, fato que já aconteceu nos Estados Unidos.

Mesmo já estando com a vacinação em andamento, não acredito num total controle do Governo. Os Estados Unidos já tem previsão de pelo menos 90.000 vítimas da doença.

Epidemia é assim, minha gente, você vai para o posto de saúde, fica na fila, se não tinha o vírus, acaba contraindo.

Outros fatos que já estamos alertando desde o início.

a) Os números oficiais referem-se a casos já confirmados, não exatamente aos números exatos de casos, principalmente contágio, o que é diferente de vítimas fatais.

b) A Argentina, maior concentração de vítimas fatais, taxa de mortalidade, como alertamos desde o início, é o país que enfrenta mais dificuldade de realização de exames laboratoriais.

c) Estados onde há a perspectiva de catástrofe, como foi o início da doença, Rio Grande do Sul, ou estado onde já houve epidemia de dengue, Rio de Janeiro, contrariando as expectativas, não foram os mais afetados, os mais afetados foram exatamente os que não tinham esta perspectiva, como foi o caso do Paraná e São Paulo.

d) A teoria do pessimismo, como ficou comprovado, mais uma vez foi superior a teoria do otimismo, coisas de gestão pública.

by Jânio

agosto 29, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 11 Comentários

Gripe influenza contamina políticos.

o mapa da doença

o mapa da doença

As suspeitas levantadas pelo Made in Blog, foram confirmadas hoje, os casos de vítimas fatais da doença não são precisos.

Pelo fato da doença apresentar uma evolução muito rápida, em seu quadro clínico, levando algumas vezes a morte, muitas dessas mortes não foram registradas como gripe influenza, além de muitos exames ainda estarem na fila, só na Argentina onde os casos já ultrapassam 300, a demora para se obter o resultado dos exames pode demorar até um mês. Apenas os casos confirmados são registrados.

Analisando o número de mortes, o Paraná seria o estado com maior número de mortes, no Brasil, devido a sua população ser muito menor que São Paulo, por exemplo, sendo Santa Catarina o estado que mais controle teve da epidemia.

A calma do Senhor secretário de Saúde do Paraná, hoje, foi de dar dó, só não foi mais ridículo que as pessoas reclamando que precisavam estudar.

Enquanto o Secretário apresentava os números da doença, salientava o fato da relação estar desatualizada, com uma paciência digna de um grande político.

Não é de se admirar que a lista esteja desatualizada, chegam novos casos o tempo todo. “fiquem em suas casas, se todos fizessem isso não teríamos uma epidemia”.

Este discurso poderia até funcionar ha 50 anos atrás, quando não havia informação, assim como outra grande frase, “Esta tudo sob controle”.

O primeiro Deputado a contrair a nova gripe Influenza,  foi  Capitão Assunção do PSB do Espírito Santo, outro político a contrair o vírus foi o Presidente de Costa Rica.

O Rio grande do Sul já registra 55 mortes pela gripe, Rio de Janeiro 35, no Paraná sobe para 39, totalizando em todo o país, até o momento, 192 mortes. O número é bem maior do que o México que apresentava 140 óbitos.

Os Estados Unidos, que no começo da epidemia era o segundo país com mais registros da doença, passa a ser o país com maior número de vítimas fatais, passando dos 400, seguido pela Argentina, de onde veio a grande maioria das vítimas no Brasil, no início da epidemia.

O que o México fez, deveria servir de exemplo para o resto do mundo, quando a cidade do México, capital do país  entrou em quarentena, criando um enorme prejuízo à economia mexicana, mas poupando muitas vidas,  que para muitos é poucos principalmente aqueles que dão mais valor aos animais de estimação aos menos favorecidos.

Todo mundo já sabe como se prevenir mas, em todo caso…

Evite aglomerações e locais fechados como bancos, escolas, clubes, boates, etc.

Qualquer sinal de gripe abrupta, muito rápida, com muita febre, não espere que alguém venha lhe pedir, procure seu médico particular. Caso seja grave ele lhe encaminhará ao posto de saúde.

Evite se ficar a menos de um metro de pessoas que estejam espirrando ou com algum sintoma de gripe.

Lave as mãos frequentemente com água e sabão, ou álcool em gel, não se esquecendo que após lavar, não deve tocar a torneira, de banheiros públicos,  com as mãos, use um papel ou toalha, na falta desse use o braço para desligar a torneira, nunca use as mãos.

Quando acabar a epidemia, vamos rezar muito para que isso aconteça, não  deixe os cuidados de lado, nem a higiene.

Em hipótese alguma viaje para locais de risco, a não ser que você já more, mesmo assim evite viajar para outros estados.

Caso esteja contaminado, não se desespere, faça o tratamento, e procure usar máscara para não transmitir a doença para crianças, gestantes e idosos, as maiores vítimas.

ATUALIZAÇÃO – 29 de Agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 12, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , | 3 Comentários

Brasil já responde por 12% das morte pela gripe Influenza.

influenza no Brasil

influenza no Brasil

Notícia mai recente:

Nesta quarta feira, dia 26 de Agosto,  o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos estados do Sul e Sudeste, principais afetados pela epidemia da gripe suína, divulgaram um recorde que nenhum de nós esperava ouvir, o Brasil passa a ser o país com o maior número de vítimas fatais, relacionadas a gripe influenza A (H1N1).

O Brasil passou a ser o país  com maior número de mortes, relacionados a gripe suína, atingindo o número alarmante de 557 vítimas fatais. Os Estados Unidos, que desde o começo da epidemia apresentavam o maior número de mortes, passam a ser o segundo em vítimas fatais, com 522 mortes;  em terceiro vem a Argentina, 439 óbitos; México com 179; Austrália 132, Chile 128 e Tailândia 119.

Como foi constatado desde o início da epidemia, os estados do Sul continuam entre os mais sofridos, os estados onde as famílias mais sofrem com as perdas de parentes.

A relação de vítimas fatais segue abaixo:

1 – São Paulo – 223 mortes – 40% de todas as vítimas fatais.

2 – Paraná    – 151 mortes – 27,1% do total de mortos.

3 – R, G, Sul –  98 mortes – 17,6% dos óbitos.

4 – R. Janeiro – 55 mortes –  9,9% dos casos fatais.

Para amenizar a péssima notícia, o Ministério da Saúde, acrescentou que o Brasil, na realidade não é o país mais afetado do mundo, nem é o caso com maior número de mortes. Na concentração de mortes, taxa de mortalidade, a cada cem mil, o Brasil aparece em sétimo colocado.

Na taxa de mortalidade, a cada cem mil,  a relação é:

1 – Argentina – 1,08

2 – Chile     – 0,75

3 – Costa Rica – 0,67

4 – Uruguai – 0,65

5 – Austrália – 0,61

6 – Paraguai – 0,61

7 – Brasil – 0,29

As gestantes continuam sendo as as maiores vítimas, com 480 casos relacionados ao vírus influenza A(H1N1), 58 faleceram vítimas da gripe.

Apesar do resultado ter sido divulgado no dias 26 de agosto, quarta-feira, os números foram computados no dia 25 de agosto, terça-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, os números de contaminação seguem em queda.

Não é para menos, as únicas pessoas que acreditaram  que tudo estava sob controle, foram exatamente as autoridades do Governo. O povo não esperou para ver.

Com o final do inverno, o susto deverá passar, mas, como ficou comprovado nos Estados Unidos, a doença deverá fechar, no mínimo o primeiro ciclo de um ano, fato que já aconteceu nos Estados Unidos.

Mesmo já estando com a vacinação em andamento, não acredito num total controle do Governo. Os Estados Unidos já tem previsão de pelo menos 90.000 vítimas da doença.

Epidemia é assim, minha gente, você vai para o posto de saúde, fica na fila, se não tinha o vírus, acaba contraindo.

Outros fatos que já estamos alertando desde o início.

a) Os números oficiais referem-se a casos já confirmados, não exatamente aos numeros exatos de casos, principalmente contágio, o que é diferente de vítimas fatais.

b) A Argentina, maior concentração de vítimas fatais, taxa de mortalidade, como alertamos desde o início, é o país que enfrenta mais dificuldade de realização de exames laboratoriais.

c) Estados onde há a perspectiva de catástrofe, como foi o início da doença, Rio Grande do Sul, ou estado onde já houve epidemia de dengue, Rio de Janeiro, contrariando as expectativas, não foram os mais afetados, os mais afetados foram exatamente os que não tinham esta perspectiva, como foi o caso do Paraná e São Paulo.

d) A teoria do pessimismo, como ficou comprovado, mais uma vez foi superior a teoria do otimismo, coisas de gestão pública.

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Notícia antiga

Já é sabido que, com o fim do inverno, a gripe Influenza perderá a força de contaminação no Brasil, mas, pelo que eu pude notar, já há casos de contaminação no Nordeste, o que mostra que a doença deve continuar fazendo vítimas, mesmo depois do fim do inverno.

Todos nós sabemos que no nordeste não há inverno, portanto o número de casos, naturalmente, deveria ser menor. O número de casos é pequeno, como o inverno está prestes a acabar, levando se em conta que a contaminação tenha vindo de fora, fica evidente que o Nordeste ficará fora da epidemia, apesar de registrar casos, todo cuidado é poco.

No Sul a sombra da morte continua, a tristeza entre as famílias com vítimas é de dar pena, pelo que podemos constatar nos noticiários.

O estado do Paraná, que parecia sobre controle, no último artigo escrito aqui, registrava 25 casos de mortes, dois dias depois, o número sobe para 31 mortos, vítimas da doença. O número é bem acima do Rio de Janeiro que apresenta grandes aglomerações.

O fato do Rio de Janeiro ter maior controle, em relação a gripe Influenza, é porque a Dengue já vinha castigando o estado há um bom tempo, a experiência da equipe da saúde foi fundamental no combate da doença, que apesar de ter começado a se alastrar mais cedo, hoje apresenta um número de vítimas menor que o do estado do Paraná, no Rio o número de mortes é de 28.

O número de mortes, por gripe Influenza, chega a 170, infelizmente não é o fim do drama, mas a população já está bem mais preparada e informada, para cooperar na prevenção da epidemia.

São Paulo, onde estão as maiores aglomerações, onde o perigo é maior, apresenta o maior número de casos, são 69 casos até agora, 19 em apenas quatro dias, o Paraná registrou cinco mortes apenas nos últimos dois dias.

As gestantes, como dissemos nos artigo anterior, continuam sendo as maiores vítimas, por dependerem mais dos hospitais e postos de saúde para acompanhamento.

A grande reclamação dos pacientes que procuram os hospitais é, justamente, o fato de não haver uma triagem adequada, separação de casos mais graves e menos graves, o que acaba aumentando ainda mais o número de casos, segundo eles.

O Conselho de Medicina do Paraná foi bastante conservador, em relação a denúncia de que médicos estariam se recusando a ajudar no combate da doença. Segundo a instituição, os médicos precisam de condições adequadas para o trabalho, sem isso, não é possível. È isso o que dá tratar de epidemia como se fosse parte da política.

No Rio Grande do Sul, onde iniciou a epidemia, o número de casos chegou a 34 vítimas.

Segundo dados recentes, o Brasil responde por 12% dos casos de mortes por gripe influenza no mundo.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO – 29 de agosto de 2009.

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 8, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 6 Comentários

São Paulo passa a ser o centro da Gripe Influenza no Brasil.

influenza em São Paulo

influenza em São Paulo

O mapa da epidemia começa a se definir no Brasil, a epidemia que tinha como suposta porta de entrada os aeroportos, mostrou sua periculosidade onde o Brasil sempre foi mais frágil, nas fronteiras.

O mundo é um ambiente de aprendizados constantes, quando não há interesse, ou quando o interesse está focado para outro objetivo, egoístas e de ganância, acontece isso que estamos vendo, tudo se repetindo.

Já vimos esta história, quando houve o despreparo com o controle de entrada de gado no Brasil, provocando um prejuízo para os criadores, a carne brasileira foi boicotada no mundo inteiro. A situação só não foi pior porque o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

No caso da Gripe Influenza, novamente a vigilância sanitária revelou  a debilidade da infra-estrutura no Brasil. No caso do gado, muita gente chegou a conclusão que associações de criadores, agropecuaristas, poderiam controlar esta situação, não deixando o Governo despreparado cuidar deste controle.

Outro fato que tem me chamado muito a atenção, é o fato do brasileiro estar tão acomodado, primeiro por parte do Governo, ao afirmar que tudo estava sobre controle, agora, por parte do próprio povo.

Nós temos a informação da internet, muito mais verdadeira e completa do que todas as outras mídias juntas, falta só o bom senso das pessoas.

Estou sentindo que as pessoas estão pensando a mesma coisa que o Governo, a ideia de que todo o povo tem o Governo que merece, ou seja, nossos representantes são o nosso espelho, me assusta.

Os casos da gripe, aparentemente, se estabilizaram no Rio Grande do sul, isto aconteceu também no Paraná, mas em São Paulo o número disparou e ultrapassou o número de casos do Ro Grande do Sul.

Depois que os casos se alastram, começa-se a pensar em divulgar notícias, como ninguém pode sair de casa, as escolas devem ser fechadas, depois que epidemia se espalha nem precisa mais dizer isso. Estou com um péssimo presságio de que São Paulo vai passar pela mesma situação do México.

Devido a gripe se espalhar com extrema facilidade em aglomerações, era inevitável que a região metropolitana de São Paulo fosse  se transformar no principal foco de contágio do Brasil.

A ideia de descartar o prolongamento das férias dos alunos, a meu ver foi um erro, medidas de prevenção devem ser tomadas antes e não depois, estou cansado de dizer que o Brasil prefere remediar a se prevenir.

Vamos deixar a ganância de lado e pensar como seres humanos que somos, quando emitido o alerta, vamos parar, pensar e tomar a decisão certa.

Nós tivemos todo o tempo do mundo para tomar todas as precauções, para planejar os melhores procedimentos a serem tomados.

Dá para entender que o México e os EUA não tenham tido tempo de se prevenir e planejar contra esta terrível doença, mas nós tivemos muito tempo, não há desculpa. Usar as estatística para se explicar dizendo que a gripe apresenta uma mortalidade bem menor do que a esperada é, no mínimo, desumana.

Se eu tivesse filhos nas regiões mais afetadas, eu começaria a pensar mais nisto.

Pelo que foi constatado pelos médicos as crianças são as maiores vítimas, devemos evitar viajar com nossos bebês, evitar as escolas. Se não houver outro jeito, esteja preparado, tomando as medidas de higiene, tão necessárias neste momento.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO  – 29 de Agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

julho 25, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , , | 2 Comentários

   

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