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Presidente dos EUA decreta estado de emergência.

Nova batalha

Nova batalha

Alguém se lembra da H1N1, gripe suína?

Com o fim do inverno, no Brasil, ela parou de assustar, apesar do trauma que deixou. O inverno passou para o hemisfério norte, para lá também foi a preocupação com a gripe.

O inverno nem começou, nos EUA, mas como o inverno lá é mais rigoroso que no hemisfério sul, os problemas já começaram. Isso se deve, em parte, pelo fato do início do frio haver mais pré-disposição para resfriados, condição normal para quem está saindo do verão.

Com isso o Presidente Obama decretou estado de emergência em todo o território federal, estado de emergência, nos EUA, é um caso sério, onde podem ser tomadas medidas de acordo com a situação, onde normas podem ser suspensas ou adaptadas para atender ao problema imediato.

Segundo declaração vinda do Governo Federal, quarenta e seis estados já apresentam surtos da gripe, vinde mil pessoas já foram hospitalizadas. Mil pessoas mortas já foram confirmadas em decorrência do vírus influenza, conhecido na América como Flu H1N1.

Além dos mil casos de mortes confirmados, pelo menos outras duas mil e quatrocentas mortes estão associadas à gripe.

As autoridades estão atentos aos idosos, grávidas e crianças, das mil mortes, pelo menos 95 são crianças.

Para piorar a situação, mostrando que o primeiro mundo também apresenta falha de planejamento, a produção de vacinas atrasou, dos quarenta milhões de vacinas esperados, apenas 16 milhões ficaram prontas até agora, o que prejudicará o trabalho. Para um país que tinha planos de doar vacinas para países mais pobres, foi um desastre total.

Resta saber se o Brasil, por estar saindo da primeira epidemia, estará pronto para a segunda, enfrentada agora pelos EUA. Epidemia globalizada é assim.

By Jânio

outubro 24, 2009 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , | 8 Comentários

Brasil já responde por 12% das morte pela gripe Influenza.

influenza no Brasil

influenza no Brasil

Notícia mai recente:

Nesta quarta feira, dia 26 de Agosto,  o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos estados do Sul e Sudeste, principais afetados pela epidemia da gripe suína, divulgaram um recorde que nenhum de nós esperava ouvir, o Brasil passa a ser o país com o maior número de vítimas fatais, relacionadas a gripe influenza A (H1N1).

O Brasil passou a ser o país  com maior número de mortes, relacionados a gripe suína, atingindo o número alarmante de 557 vítimas fatais. Os Estados Unidos, que desde o começo da epidemia apresentavam o maior número de mortes, passam a ser o segundo em vítimas fatais, com 522 mortes;  em terceiro vem a Argentina, 439 óbitos; México com 179; Austrália 132, Chile 128 e Tailândia 119.

Como foi constatado desde o início da epidemia, os estados do Sul continuam entre os mais sofridos, os estados onde as famílias mais sofrem com as perdas de parentes.

A relação de vítimas fatais segue abaixo:

1 – São Paulo – 223 mortes – 40% de todas as vítimas fatais.

2 – Paraná    – 151 mortes – 27,1% do total de mortos.

3 – R, G, Sul –  98 mortes – 17,6% dos óbitos.

4 – R. Janeiro – 55 mortes –  9,9% dos casos fatais.

Para amenizar a péssima notícia, o Ministério da Saúde, acrescentou que o Brasil, na realidade não é o país mais afetado do mundo, nem é o caso com maior número de mortes. Na concentração de mortes, taxa de mortalidade, a cada cem mil, o Brasil aparece em sétimo colocado.

Na taxa de mortalidade, a cada cem mil,  a relação é:

1 – Argentina – 1,08

2 – Chile     – 0,75

3 – Costa Rica – 0,67

4 – Uruguai – 0,65

5 – Austrália – 0,61

6 – Paraguai – 0,61

7 – Brasil – 0,29

As gestantes continuam sendo as as maiores vítimas, com 480 casos relacionados ao vírus influenza A(H1N1), 58 faleceram vítimas da gripe.

Apesar do resultado ter sido divulgado no dias 26 de agosto, quarta-feira, os números foram computados no dia 25 de agosto, terça-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, os números de contaminação seguem em queda.

Não é para menos, as únicas pessoas que acreditaram  que tudo estava sob controle, foram exatamente as autoridades do Governo. O povo não esperou para ver.

Com o final do inverno, o susto deverá passar, mas, como ficou comprovado nos Estados Unidos, a doença deverá fechar, no mínimo o primeiro ciclo de um ano, fato que já aconteceu nos Estados Unidos.

Mesmo já estando com a vacinação em andamento, não acredito num total controle do Governo. Os Estados Unidos já tem previsão de pelo menos 90.000 vítimas da doença.

Epidemia é assim, minha gente, você vai para o posto de saúde, fica na fila, se não tinha o vírus, acaba contraindo.

Outros fatos que já estamos alertando desde o início.

a) Os números oficiais referem-se a casos já confirmados, não exatamente aos numeros exatos de casos, principalmente contágio, o que é diferente de vítimas fatais.

b) A Argentina, maior concentração de vítimas fatais, taxa de mortalidade, como alertamos desde o início, é o país que enfrenta mais dificuldade de realização de exames laboratoriais.

c) Estados onde há a perspectiva de catástrofe, como foi o início da doença, Rio Grande do Sul, ou estado onde já houve epidemia de dengue, Rio de Janeiro, contrariando as expectativas, não foram os mais afetados, os mais afetados foram exatamente os que não tinham esta perspectiva, como foi o caso do Paraná e São Paulo.

d) A teoria do pessimismo, como ficou comprovado, mais uma vez foi superior a teoria do otimismo, coisas de gestão pública.

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Notícia antiga

Já é sabido que, com o fim do inverno, a gripe Influenza perderá a força de contaminação no Brasil, mas, pelo que eu pude notar, já há casos de contaminação no Nordeste, o que mostra que a doença deve continuar fazendo vítimas, mesmo depois do fim do inverno.

Todos nós sabemos que no nordeste não há inverno, portanto o número de casos, naturalmente, deveria ser menor. O número de casos é pequeno, como o inverno está prestes a acabar, levando se em conta que a contaminação tenha vindo de fora, fica evidente que o Nordeste ficará fora da epidemia, apesar de registrar casos, todo cuidado é poco.

No Sul a sombra da morte continua, a tristeza entre as famílias com vítimas é de dar pena, pelo que podemos constatar nos noticiários.

O estado do Paraná, que parecia sobre controle, no último artigo escrito aqui, registrava 25 casos de mortes, dois dias depois, o número sobe para 31 mortos, vítimas da doença. O número é bem acima do Rio de Janeiro que apresenta grandes aglomerações.

O fato do Rio de Janeiro ter maior controle, em relação a gripe Influenza, é porque a Dengue já vinha castigando o estado há um bom tempo, a experiência da equipe da saúde foi fundamental no combate da doença, que apesar de ter começado a se alastrar mais cedo, hoje apresenta um número de vítimas menor que o do estado do Paraná, no Rio o número de mortes é de 28.

O número de mortes, por gripe Influenza, chega a 170, infelizmente não é o fim do drama, mas a população já está bem mais preparada e informada, para cooperar na prevenção da epidemia.

São Paulo, onde estão as maiores aglomerações, onde o perigo é maior, apresenta o maior número de casos, são 69 casos até agora, 19 em apenas quatro dias, o Paraná registrou cinco mortes apenas nos últimos dois dias.

As gestantes, como dissemos nos artigo anterior, continuam sendo as maiores vítimas, por dependerem mais dos hospitais e postos de saúde para acompanhamento.

A grande reclamação dos pacientes que procuram os hospitais é, justamente, o fato de não haver uma triagem adequada, separação de casos mais graves e menos graves, o que acaba aumentando ainda mais o número de casos, segundo eles.

O Conselho de Medicina do Paraná foi bastante conservador, em relação a denúncia de que médicos estariam se recusando a ajudar no combate da doença. Segundo a instituição, os médicos precisam de condições adequadas para o trabalho, sem isso, não é possível. È isso o que dá tratar de epidemia como se fosse parte da política.

No Rio Grande do Sul, onde iniciou a epidemia, o número de casos chegou a 34 vítimas.

Segundo dados recentes, o Brasil responde por 12% dos casos de mortes por gripe influenza no mundo.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO – 29 de agosto de 2009.

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 8, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 6 Comentários

São Paulo passa a ser o centro da Gripe Influenza no Brasil.

influenza em São Paulo

influenza em São Paulo

O mapa da epidemia começa a se definir no Brasil, a epidemia que tinha como suposta porta de entrada os aeroportos, mostrou sua periculosidade onde o Brasil sempre foi mais frágil, nas fronteiras.

O mundo é um ambiente de aprendizados constantes, quando não há interesse, ou quando o interesse está focado para outro objetivo, egoístas e de ganância, acontece isso que estamos vendo, tudo se repetindo.

Já vimos esta história, quando houve o despreparo com o controle de entrada de gado no Brasil, provocando um prejuízo para os criadores, a carne brasileira foi boicotada no mundo inteiro. A situação só não foi pior porque o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

No caso da Gripe Influenza, novamente a vigilância sanitária revelou  a debilidade da infra-estrutura no Brasil. No caso do gado, muita gente chegou a conclusão que associações de criadores, agropecuaristas, poderiam controlar esta situação, não deixando o Governo despreparado cuidar deste controle.

Outro fato que tem me chamado muito a atenção, é o fato do brasileiro estar tão acomodado, primeiro por parte do Governo, ao afirmar que tudo estava sobre controle, agora, por parte do próprio povo.

Nós temos a informação da internet, muito mais verdadeira e completa do que todas as outras mídias juntas, falta só o bom senso das pessoas.

Estou sentindo que as pessoas estão pensando a mesma coisa que o Governo, a ideia de que todo o povo tem o Governo que merece, ou seja, nossos representantes são o nosso espelho, me assusta.

Os casos da gripe, aparentemente, se estabilizaram no Rio Grande do sul, isto aconteceu também no Paraná, mas em São Paulo o número disparou e ultrapassou o número de casos do Ro Grande do Sul.

Depois que os casos se alastram, começa-se a pensar em divulgar notícias, como ninguém pode sair de casa, as escolas devem ser fechadas, depois que epidemia se espalha nem precisa mais dizer isso. Estou com um péssimo presságio de que São Paulo vai passar pela mesma situação do México.

Devido a gripe se espalhar com extrema facilidade em aglomerações, era inevitável que a região metropolitana de São Paulo fosse  se transformar no principal foco de contágio do Brasil.

A ideia de descartar o prolongamento das férias dos alunos, a meu ver foi um erro, medidas de prevenção devem ser tomadas antes e não depois, estou cansado de dizer que o Brasil prefere remediar a se prevenir.

Vamos deixar a ganância de lado e pensar como seres humanos que somos, quando emitido o alerta, vamos parar, pensar e tomar a decisão certa.

Nós tivemos todo o tempo do mundo para tomar todas as precauções, para planejar os melhores procedimentos a serem tomados.

Dá para entender que o México e os EUA não tenham tido tempo de se prevenir e planejar contra esta terrível doença, mas nós tivemos muito tempo, não há desculpa. Usar as estatística para se explicar dizendo que a gripe apresenta uma mortalidade bem menor do que a esperada é, no mínimo, desumana.

Se eu tivesse filhos nas regiões mais afetadas, eu começaria a pensar mais nisto.

Pelo que foi constatado pelos médicos as crianças são as maiores vítimas, devemos evitar viajar com nossos bebês, evitar as escolas. Se não houver outro jeito, esteja preparado, tomando as medidas de higiene, tão necessárias neste momento.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO  – 29 de Agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

julho 25, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , , | 2 Comentários

Gripe influenza A começa a assustar o Brasil.

Nova epidemia no Brasil

Nova epidemia no Brasil

No Universo da microbiologia está sendo travada uma batalha invisível e interminável.

Sempre se questionou como o ser humano se desenvolveu tão rápido na Terra.

O ser humano possui, em seu organismo, anticorpos que são constantemente desenvolvidos para a proteção de nossa saúde.

A gripe, além de ser a doença mais comum, é a a doença que mais desafios apresenta ao ser humano, aos nossos anticorpos, ao nosso sistema imununológico.

O vírus da gripe é o que poderíamos chamar de vírus mutante, ou x-vírus, já que não sabemos nada sobre ele, a partir do momento em que ele sofre uma mutação, deixando a medicina  de volta na estaca zero.

As epidemias e pandemias, são constante,  e tem aumentado devido ao desmatamento, fazendo com que os vírus que são naturais de um certo hospedeiro, de um certo habitat, passe a procurar um novo hospedeiro.

O processo é tão naturalmente perfeito que a mais nova epidemia de gripe mundial, influenza A, geneticamente alterada, confundida erroneamente com H1N1, que é totalmente humano, surpreende pelo seu processo de evolução.

Tudo começa quando um animal da raça suina é infectado, por exemplo um porco, o porco que já possui a gripe suina, foi infectado simultaneamente pelo vírus das gripes humanas, H1N1, e pelo vírus da gripe aviária.

O vírus da gripe influênza de várias espécies infectando o mesmo animal, simultâneamente, reorganiza-se geneticamente, criando um novo tipo de vírus, desenvolvido no suino, seu hospedeiro.

Este virus mutante, resultado da mistura do H1N1 humano, gripe aviária e gripe suina, deixou o mundo em alerta. No começo chegou-se a acreditar em uma periculosidade maior do que ela realmente apresenta, tamanha velocidade de contágio.

Não é a primeira vez que a gripe nos presenteia com um vírus tão poderoso assim, nem será a última, a única certeza é que a história sempre se repete.

Apesar das aparências, o contágio de suino para o ser humano não é muito comum, foram registrados apenas 50 casos desde meados do século XX.

A contaminação entre os seres humanos é rápida, a OMS, hoje, dia 17 de Julho de 2009, reconheceu, não há mais como se controlar a doença. a doença se espalhou por todas as regiões do mundo.

O Brasil, aparentemente fora do mapa da doença, sentiu na pele a força da epidemia e já conta, só no Rio Grande so Sul, com cerca de mil infectados, o estado também apresenta o maior número de mortes, pelo influenza,no país.

Países com uma baixa qualidade na infra-estrutura, como o Brasil, onde a vigilânia sanitária praticamente não funciona, quando deveria, são um grande foco de transmissão de doenças contagiosas.

Os sintomas são típicos da gripe comum, onde o perigo maior é para quem tem uma imunidade menor, histórico de doenças pulmonares, por exemplo.

A principal diferença para a gripe normal, é a velocidade com que a doença se desenvolve, seu desenvolvimento é abrupto, cerca de vinte e quatro a quarenta e oito horas do contágio.

Nas regiões mais afetadas, como foi o caso do México, recomenda-se evitar sair de casa, aperto de mãos e beijos, lavar bem as mãos e em casos extremos, uso de máscaras.

A principio, a doença deve ser tratada como uma doença comum, casos em que a evolução seja muito abrupto, ultrapassando os 39 graus de febre, deve-se procurar imediatamente o médico.

Lavar bem as mãos, evitar locais públicos em regiões mais afetadas, viajar para esses lugares é a melhor prevenção.

Como uma gripe comum, deve-se evitar se aproximar de pessoas com tosses e espirros constantes, sendo que o vírus só viaja cerca de um metro de distância.

Além de espirros e tosses, o influenza A apresenta, entre seus sintomas, todos os sintomas típicos de uma gripe comum, com exceção da evolução rápida de seu quadro clínico, chegando a apresentar acima de 39 graus de febre, em curto espaço de tempo.

Deve-se evitar viajar para regiões afetadas, ou pelo menos adiar estas viagens. A Argentina é o país onde tem vindo os principais casos, devido a proximidade, o epicentro da pandemia é o México.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

Principal fonte; Wikipedia

ATUALIZAÇÃo – 29 de Agosto de 2009

http://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1

By Jânio.

julho 18, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 6 Comentários

   

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