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Faltam vacinas contra gripe influenza

Comércio da morte

A volta do descaso

Quando recebi um e-mail, dentro da Facebook, comunicando sobre a compra de um grande lote de vacinas contra o H1N1, decidi que era hora de parar de falar sobre essa doença.

No início da vacinação, comecei a desconfiar. Primeiro o grupo de risco, mulheres grávidas e bebês, idosos e doentes crônicos, sempre seguindo a velha fórmula de controlar tudo no limite.

Quando fui tomar a vacina, a mulher me perguntou se eu já tivera doença crônica, eu respondi que tivera várias, enumerei todas elas. A mulher me olhou com desconfiança e me perguntou se eu havia ficado muito mal, quase morrendo, respondi que só não morri porque fui para outra cidade e ameacei ligar para o Ministério da Saúde.

A mulher permaneceu irredutível, me explicou que eu teria que passar por uma bateria de perguntas. Descobri, da pior maneira, como uma epidemia se alastra. Primeiro há uma certa falta de respeito por parte de atendentes, submetidos à um sistema sem gerenciamento nenhum, em seguida, são as pessoas que desistem do tratamento, devido à falta de respeito a que são submetidas.

Pedi para a mulher esquecer a vacina, eu iria ver uma ficha que eu tinha no posto de saúde. Pedi para ela vir comigo, ela se recusou. Ela me disse que trabalhava só na parte de vacina; haviam três atendentes, aparentemente, estudando o manual de como atender os pacientes.

Voltei a portaria, onde o atendente olhou para mim e disse: O que o senhor quer? – eu respondi: Não quero nada, mas o senhor poderia pegar a minha ficha, por favor.

Ele pegou rapidamente a ficha, perguntei se ele poderia me dar a ficha para eu entregar para a mulher, ele disse que não, só entregaria para a enfermeira, a mulher teria que vir pegar. Eram apenas vinte metros, a distância.

Eu disse que, como a maioria dos brasileiros, já havia desistido da vacina, disse para ele deixar, aí, ele me disse para chamar um enfermeiro logo á dez metros. Eu chamei o enfermeiro meio contra a minha vontade, torcendo para ele não vir, mas ele veio, olhou a ficha de doenças crônicas e me deu um papel, autorizando a vacina.

Essa ideia de vacinar por etapas, iniciou-se logo com os primeiros casos de gripe, felizmente parece que não aumentou, por razões óbvias, há muita vacina no estoque. O motivo de não se vacinar todos de uma vez é o velho problema de infra-estrutura, não há funcionários suficientes.

Depois fiquei sabendo que não haveria vacina para todos, aqui notamos o velho problema de corte de gastos, sempre no setor errado.

No ano passado, quando começou a epidemia, também nos Estados unidos, pensei, se chegou nos Estados Unidos, poderia-se pelo menos tomar certas medidas para evitar o pior.

O problema não é a gripe H1N1, é toda a saúde em geral, a frase “esta tudo sob controle”, soa como: “Esperem sentados porque não faremos nada”.

Esse ano, nos Estados Unidos, mesmo com a vacina em fase de testes, não deu tempo de produzir vacinas suficiente para atender toda a população americana, no Brasil daria tempo. Ficaram pensando, se nos Estados Unidos Vacinaram só a metade, vacinaremos só a metade também, assim sobrará mais dinheiro em nosso caixinha.

Assim começou o jogo do empurra, onde os laboratórios não tem capacidade de atender o governo, já que a iniciativa privada e alguns municípios decidiram que todos deverão tomar a vacina. Como o tempo passa a ser um elemento importante, no combate à Gripe influenza, chegamos novamente a um impasse.

Enquanto em alguns municípios as pessoas desistiram de tomar a vacina, ninguém tem comparecido para tomar a vacina – ninguém sabe porquê – eu sei, falta de respeito; em outras cidades os prefeitos exigem que todos, sem nenhuma exceção, sejam vacinados, todos estão no grupo de risco.

Depois não adianta vir me dizer que o Ministério da Saúde está preparado para atender a todos, não só nunca esteve, como corre o risco de ver a população renegar o atendimento, como acontece no Rio de Janeiro, onde as pessoas não abrem a porta para o combate a dengue. Se quiserem entrar, tem que chamar a polícia e derrubar a porta.

Nos Estados Unidos, em situações de emergência, o Presidente se retira, quem assume é o governo Secreto. No Brasil, todos os políticos se escondem, apenas a população acredita que não haverá problemas.

Ainda há a suspeita de que muita gente vai ganhar muito dinheiro com essa doença, principalmente se a vacina não der para todos, resta saber até quando esse estoque ficará escondido.

By Jânio

abril 24, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , | 2 Comentários

São Paulo passa a ser o centro da Gripe Influenza no Brasil.

influenza em São Paulo

influenza em São Paulo

O mapa da epidemia começa a se definir no Brasil, a epidemia que tinha como suposta porta de entrada os aeroportos, mostrou sua periculosidade onde o Brasil sempre foi mais frágil, nas fronteiras.

O mundo é um ambiente de aprendizados constantes, quando não há interesse, ou quando o interesse está focado para outro objetivo, egoístas e de ganância, acontece isso que estamos vendo, tudo se repetindo.

Já vimos esta história, quando houve o despreparo com o controle de entrada de gado no Brasil, provocando um prejuízo para os criadores, a carne brasileira foi boicotada no mundo inteiro. A situação só não foi pior porque o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

No caso da Gripe Influenza, novamente a vigilância sanitária revelou  a debilidade da infra-estrutura no Brasil. No caso do gado, muita gente chegou a conclusão que associações de criadores, agropecuaristas, poderiam controlar esta situação, não deixando o Governo despreparado cuidar deste controle.

Outro fato que tem me chamado muito a atenção, é o fato do brasileiro estar tão acomodado, primeiro por parte do Governo, ao afirmar que tudo estava sobre controle, agora, por parte do próprio povo.

Nós temos a informação da internet, muito mais verdadeira e completa do que todas as outras mídias juntas, falta só o bom senso das pessoas.

Estou sentindo que as pessoas estão pensando a mesma coisa que o Governo, a ideia de que todo o povo tem o Governo que merece, ou seja, nossos representantes são o nosso espelho, me assusta.

Os casos da gripe, aparentemente, se estabilizaram no Rio Grande do sul, isto aconteceu também no Paraná, mas em São Paulo o número disparou e ultrapassou o número de casos do Ro Grande do Sul.

Depois que os casos se alastram, começa-se a pensar em divulgar notícias, como ninguém pode sair de casa, as escolas devem ser fechadas, depois que epidemia se espalha nem precisa mais dizer isso. Estou com um péssimo presságio de que São Paulo vai passar pela mesma situação do México.

Devido a gripe se espalhar com extrema facilidade em aglomerações, era inevitável que a região metropolitana de São Paulo fosse  se transformar no principal foco de contágio do Brasil.

A ideia de descartar o prolongamento das férias dos alunos, a meu ver foi um erro, medidas de prevenção devem ser tomadas antes e não depois, estou cansado de dizer que o Brasil prefere remediar a se prevenir.

Vamos deixar a ganância de lado e pensar como seres humanos que somos, quando emitido o alerta, vamos parar, pensar e tomar a decisão certa.

Nós tivemos todo o tempo do mundo para tomar todas as precauções, para planejar os melhores procedimentos a serem tomados.

Dá para entender que o México e os EUA não tenham tido tempo de se prevenir e planejar contra esta terrível doença, mas nós tivemos muito tempo, não há desculpa. Usar as estatística para se explicar dizendo que a gripe apresenta uma mortalidade bem menor do que a esperada é, no mínimo, desumana.

Se eu tivesse filhos nas regiões mais afetadas, eu começaria a pensar mais nisto.

Pelo que foi constatado pelos médicos as crianças são as maiores vítimas, devemos evitar viajar com nossos bebês, evitar as escolas. Se não houver outro jeito, esteja preparado, tomando as medidas de higiene, tão necessárias neste momento.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO  – 29 de Agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

julho 25, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , , | 2 Comentários

Gripe influenza A começa a assustar o Brasil.

Nova epidemia no Brasil

Nova epidemia no Brasil

No Universo da microbiologia está sendo travada uma batalha invisível e interminável.

Sempre se questionou como o ser humano se desenvolveu tão rápido na Terra.

O ser humano possui, em seu organismo, anticorpos que são constantemente desenvolvidos para a proteção de nossa saúde.

A gripe, além de ser a doença mais comum, é a a doença que mais desafios apresenta ao ser humano, aos nossos anticorpos, ao nosso sistema imununológico.

O vírus da gripe é o que poderíamos chamar de vírus mutante, ou x-vírus, já que não sabemos nada sobre ele, a partir do momento em que ele sofre uma mutação, deixando a medicina  de volta na estaca zero.

As epidemias e pandemias, são constante,  e tem aumentado devido ao desmatamento, fazendo com que os vírus que são naturais de um certo hospedeiro, de um certo habitat, passe a procurar um novo hospedeiro.

O processo é tão naturalmente perfeito que a mais nova epidemia de gripe mundial, influenza A, geneticamente alterada, confundida erroneamente com H1N1, que é totalmente humano, surpreende pelo seu processo de evolução.

Tudo começa quando um animal da raça suina é infectado, por exemplo um porco, o porco que já possui a gripe suina, foi infectado simultaneamente pelo vírus das gripes humanas, H1N1, e pelo vírus da gripe aviária.

O vírus da gripe influênza de várias espécies infectando o mesmo animal, simultâneamente, reorganiza-se geneticamente, criando um novo tipo de vírus, desenvolvido no suino, seu hospedeiro.

Este virus mutante, resultado da mistura do H1N1 humano, gripe aviária e gripe suina, deixou o mundo em alerta. No começo chegou-se a acreditar em uma periculosidade maior do que ela realmente apresenta, tamanha velocidade de contágio.

Não é a primeira vez que a gripe nos presenteia com um vírus tão poderoso assim, nem será a última, a única certeza é que a história sempre se repete.

Apesar das aparências, o contágio de suino para o ser humano não é muito comum, foram registrados apenas 50 casos desde meados do século XX.

A contaminação entre os seres humanos é rápida, a OMS, hoje, dia 17 de Julho de 2009, reconheceu, não há mais como se controlar a doença. a doença se espalhou por todas as regiões do mundo.

O Brasil, aparentemente fora do mapa da doença, sentiu na pele a força da epidemia e já conta, só no Rio Grande so Sul, com cerca de mil infectados, o estado também apresenta o maior número de mortes, pelo influenza,no país.

Países com uma baixa qualidade na infra-estrutura, como o Brasil, onde a vigilânia sanitária praticamente não funciona, quando deveria, são um grande foco de transmissão de doenças contagiosas.

Os sintomas são típicos da gripe comum, onde o perigo maior é para quem tem uma imunidade menor, histórico de doenças pulmonares, por exemplo.

A principal diferença para a gripe normal, é a velocidade com que a doença se desenvolve, seu desenvolvimento é abrupto, cerca de vinte e quatro a quarenta e oito horas do contágio.

Nas regiões mais afetadas, como foi o caso do México, recomenda-se evitar sair de casa, aperto de mãos e beijos, lavar bem as mãos e em casos extremos, uso de máscaras.

A principio, a doença deve ser tratada como uma doença comum, casos em que a evolução seja muito abrupto, ultrapassando os 39 graus de febre, deve-se procurar imediatamente o médico.

Lavar bem as mãos, evitar locais públicos em regiões mais afetadas, viajar para esses lugares é a melhor prevenção.

Como uma gripe comum, deve-se evitar se aproximar de pessoas com tosses e espirros constantes, sendo que o vírus só viaja cerca de um metro de distância.

Além de espirros e tosses, o influenza A apresenta, entre seus sintomas, todos os sintomas típicos de uma gripe comum, com exceção da evolução rápida de seu quadro clínico, chegando a apresentar acima de 39 graus de febre, em curto espaço de tempo.

Deve-se evitar viajar para regiões afetadas, ou pelo menos adiar estas viagens. A Argentina é o país onde tem vindo os principais casos, devido a proximidade, o epicentro da pandemia é o México.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

Principal fonte; Wikipedia

ATUALIZAÇÃo – 29 de Agosto de 2009

http://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1

By Jânio.

julho 18, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 6 Comentários

   

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