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setembro 19, 2019 Posted by | divulgação gratis | , , , | Deixe um comentário

JBS ajudou a financiar campanhas de 1.829 candidatos de 28 partidos

Alex Rodrigues, Yara Aquino e André Richter – Repórteres da Agência Brasil

Apostando em um futuro bom relacionamento com prováveis candidatos que fossem eleitos em 2014, a J&F (holding controladora do grupo JBS) destinou mais de R$ 500 milhões para ajudar a eleger governadores, deputados estaduais, federais e senadores de todo o país, segundo os delatores.  Em um dos depoimentos que prestou ao Ministério Público Federal (MPF), com quem firmou acordo de delação premiada já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o diretor de Relações Institucionais e Governo da J&F, Ricardo Saud, entregou um levantamento detalhado em que aponta todos os candidatos financiados pela empresa.

De acordo com Saud, o total em dinheiro repassado por meio de “pagamentos dissimulados” alimentou as campanhas de 1.829 candidatos. Destes, 179 se elegeram deputados estaduais em 23 unidades da federação e 167, deputados federais por 19 partidos.

O delator não deixa claro quais pagamentos foram feitos via caixa 2 e quais foram doações oficiais. No depoimento, divulgado após a retirada do sigilo da delação, ele dá a entender que os valores citados se referem apenas às campanhas de 2014. Em outro depoimento, o dono da JBS, Joesley Batista, também afirmou que a maioria das doações feitas pela empresa tratava-se de propina disfarçada por contrapartidas recebidas.

“Doamos propina a 28 partidos”, contou Saud, admitindo que os mais de R$ 500 milhões destinados a agentes públicos para as eleições de 2014 formavam um “reservatório de boa vontade”. “Era para que eles não atrapalhassem a gente”, afirmou.

O delator cita ainda que foram distribuídas “propina para 16 governadores eleitos e para 28 candidatos ao Senado que disputavam a eleição, a reeleição ou a eleição para governador”, acrescentou. Segundo ele, os governadores eleitos pertenciam ao PMDB (4), PSDB (4), PT (3), PSB (3), PP (1) e PSD (1).

Ao entregar a documentação aos procuradores, Saud enfatizou a importância do “estudo” que fez por sua própria conta. “Acho que, no futuro, isso aqui vai servir. Aqui estão todas as pessoas que direta ou indiretamente receberam propina da gente.” Os documentos liberados pelo STF não trazem a lista de todos os nomes que fariam parte deste levantamento aponta por Saud.

Agência Brasil

 

 

maio 19, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Reforma política: ministro do TSE critica financiamento empresarial de campanha

Débora Brito – Repórter da Agência Brasil
Brasília - O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, e o deputado Vicente Cândido durante audiência pública da Comissão Especial da Reforma Política, na Câmara dos Deputados (Marcelo Cam
Brasília – O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, e o deputado Vicente Cândido durante audiência pública da Comissão Especial da Reforma Política, na Câmara dos Deputados Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em audiência pública realizada hoje (10) pela comissão especial que analisa as propostas de reforma política na Câmara, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin defendeu o financiamento público de campanha. Para o ministro, a atual forma de financiamento eleitoral é um dos problemas mais graves do sistema político brasileiro.

Benjamim, que é o relator no TSE do processo que pede a cassação da chapa da campanha Dilma-Temer, avaliou que a solução baseada no financiamento empresarial “se mostrou a mãe do desastre que nós temos hoje”. Ele argumentou que o atual sistema é “perverso” e criou um “submundo de contribuições” que privilegia os doadores em detrimento dos cidadãos, além de colocar a classe política em um “ambiente de clandestinidade”.

O ministro afirmou ainda que o Brasil passa por uma crise na democracia e que não é possível atribuir o problema da corrupção a apenas um partido. “Nós não temos no Brasil um partido político que seja a mãe ou o pai da corrupção. Então, se imputar a um determinado partido político, qualquer que ele seja, como sendo responsável pela crise ética no Brasil hoje, creio que é esquecer o passado de 500 anos do nosso país”, declarou.

Para Benjamin, é preciso reconhecer que a democracia tem um custo alto e, por isso, ele sugeriu que sejam criados mecanismos em que o próprio eleitor participe do financiamento. “Democracia, como direitos humanos e outros grandes temas da cidadania, tem custo. Alguém acredita que se possa fazer eleição, mesmo em condomínio, sem custo? Então, esta é a primeira constatação que temos que fazer. Então, se tem custo, evidentemente alguém vai ter que pagar por isso. E a questão é: quem vai pagar por isso e de que forma?”, questionou o ministro.

Além do financiamento, o ministro classificou como graves as crises partidária e de transparência. Ele criticou a atuação de pequenos partidos que não apresentam densidade ideológica, nem capacidade de gestão e apontou o problema do atual sistema que permite a eleição de candidatos desconhecidos pelo eleitor.

Benjamim afirmou que o relatório parcial apresentado pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator das propostas de reforma política que tramitam na Câmara, traz soluções “corajosas” para estes desafios. Mas, alertou que a sociedade como um todo deve participar do debate acerca da reforma política, pois as mudanças têm “efeitos práticos e concretos” na vida do cidadão.

Questionado sobre o voto em lista preordenada, Benjamin disse que tem preferência pelo voto distrital misto, mas entende a inviabilidade de se adotar este sistema diretamente sem uma transição. O voto em lista fechada, como ficou conhecido, é uma das propostas do relator da reforma política na Câmara.

O ministro Herman Benjamim disse que um grupo de corregedores eleitorais deve terminar hoje à tarde um conjunto de sugestões de reforma político-eleitoral que serão enviadas à comissão especial que analisa atualmente três relatórios elaborados por Vicente Cândido.

O primeiro propõe mudanças nas regras para os mecanismos de democracia direta, como referendo popular, plebiscito e projetos de iniciativa popular; o segundo relatório trata da unificação dos prazos de desincompatiblização de pré-candidatos e o terceiro propõe as mudanças na forma de financiamento das campanhas e sugere a adoção do voto em lista fechada para as próximas eleições, entre outros pontos.

Os dois primeiros relatórios já foram aprovados pelos membros da comissão e o terceiro deve ser votado na próxima semana. Para que as mudanças já sejam válidas nas eleições de 2018, a reforma deve ser aprovado pelo Congresso Nacional até o mês de outubro deste ano.

Agência Brasil

 

maio 10, 2017 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Caso Panamericano começa a feder

Quem quer dinheiro

Ex-banqueiro

É, meus amigos, aconteceu o que todo mundo temia. Começaram a revirar o estrume do caso Panamericano, e encontraram o que procuravam.

Se 2,5 bilhões já era maior que o valor real do banco, descobriu-se que o rombo é maior, são quatro bilhões. Agora já não é uma questão de desconfiança, é uma realidade.

A busca agora é pelos laranjas: Auditores processados estrategicamente por Sílvio Santos; Venda estratégica do banco pelo Grupo Sílvio Santos – E eu fiquei sem entender nada.

Vejam bem: Sílvio Santos declarou pessoalmente que estaria processando os auditores e gerentes do Panamericano, sendo os auditores da iniciativa privada. Sílvio também disse para o povo brasileiro não se preocupar, suas empresas garantiriam o financiamento – Se o empresário está falido, como poderia garantir o financiamento?

O empréstimo veio de uma instituição privada,  mas quem arcará com essa conta?

Justamente quando descobriu-se que o valor é muito maior que 2,5 bilhões, o empresário anuncia que vendeu o banco. Segundo informações da imprensa, o BTG Pactual informou que teria pago cerca de 450 milhões, para ser sócio da Caixa Econômica –

Sendo assim, o maior perdedor foi a Caixa, o governo, contribuintes que pagam imposto; quem ganhou foi o Grupo Sílvio Santos, depois de conseguir um empréstimo bilionário do fundo privado, cerca de 2.5 bilhões – ou seriam quatro? – vendeu o banco e faturou mais 450 milhões.

só uma coisa eu não entendi: Se o empresário afirmou que havia garantido o empréstimo da empresa falida, com as outras empresas; se ele não pretende vender as outras empresas, como ficaria garantido o financiamento?

Aqui, o negócio começa a “feder”, tudo não passou de estratégia para ganhar tempo. Henrique Meirelles foi irônico, quando disse que a investigação foi dentro da lei, e que não concordava com a lei – A data dos acontecimentos, 11 de setembro, foi um aviso para bom entendedor.

As declarações de Sílvio Santos não poderiam ser mais desastrosas, patéticas, cretinas.

“A única coisa que foi vendida foi o banco, As minhas empresas que estavam como garantia foram liberadas.”

“O SBT que vocês jornalistas queriam comprar não está mais à venda”.

“Dois bilhões de dívidas, quatro bilhões de lucro, isso nada mais é do que zeros, que ficam à esquerda ou à direita”

“Eu fico muito contente que não dei prejuízo para ninguém. Tenho certeza que as ações do PanAmericano vão se valorizar.”

Não é à toa que o banco faliu. Na realidade, desde o início a falência era o principal objetivo.

O problema não começou no dia onze de setembro, tudo teve início muito antes, foi muito bem planejado, com muita gente envolvida.

O empréstimo do fundo privado poderia ser feito, visto que o Grupo Sílvio Santos controlava o banco, quem arcaria com o prejuízo, na realidade seria a Caixa, caso o banco fosse vendido – Foi o que aconteceu, os desvios do dinheiro público ficam cada vez mais sofisticados.

A Petrobrás é um bom exemplo de como lavar dinheiro no exterior. Investe o dinheiro público como se esse não tivesse dono, não se incomodando, quando Hugo Chavez ou Evo Morales estatiza tudo.

Qual é o sentido de uma empresa estatal, cujo objetivo deveria ser o desenvolvimento do país, investindo fora dele? – Foi como montar uma empresa para Chaves ou Morales, com um monte de brasileiro sem saber o que aconteceu.

Se a usina de Itaipu fosse em território estrangeiro, hoje estaria estatizada para aquele país também.

A explicação dada hoje é a de que um proer privado garantirá a dívida, ou seja, os cerca 450 milhões seriam utilizados para pagar quatro bilhões de dívidas.

Fechado o negócio, o BTG Pactual assumiria essa dívida para pagá-la até o ano de 2.028 – Para quem já comprou Baú da In(felicidade), sabe como funciona isso.

Veja como começou o escândalo do Panamericano:

https://icommercepage.wordpress.com/2011/01/09/as-moscas-do-panamericano/

By Jânio

fevereiro 2, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | 7 Comentários

   

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