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Ciência cega

Milagres Científicos

Milagres Científicos

“A ciência sem religião é imperfeita, a religião sem ciência é cega” – Albert Einstein.

Eu entendo que Einstein defendia as ciências, afinal ele era um cientista, mas quem disse que não é a ciência que é cega?

As ciências tiveram origem em experiências feitas pelo ser humano e sua origem é tão remota quanto a nossa. Hoje, rejeitamos as experiências da alquimia e os fundamentos milenares da religião.

Nossas tecnologias mais avançadas são baseadas em pura teoria, e catástrofes surgiram desse nosso conhecimento limitado. Atualmente há equipamentos capazes de adentrar o universo obscuro do átomo, na minha infância isso não era possível.

Foi por isso que eu sempre critiquei a ideia de se levar tão a sério as teorias, forçando um avanço tecnológico ao qual não estamos preparados para controlar, manipular, como é o caso da energia nuclear. Foi assim que as primeiras bombas atômicas explodiram, foi assim que o mundo quase acabou.

É preciso muita sensibilidade para acreditar na religião, em Deus e em muitos mistérios entre o Céu e a Terra. Também é preciso muita sensibilidade para amar, entender as pessoas e receber os dons divinos dos milagres, fazer e receber.

Uma pessoa que não tem uma religião e não acredita em nada, naturalmente também não poderá escrever uma poesia, revelar seus sonhos em forma de texto.

Ninguém está pedindo para que as pessoas se emocionem, chorem diante das belezas desse mundo, parece até que o mundo parou de dar valor a isso. O problema é que essa falta de sensibilidade está trazendo consequências muito graves.

A sociedade está se tornando fria, egoísta. As pessoas estão abandonadas e só sente suas próprias emoções, pior, acostumam-se com a violência e a falta de sensibilidade.

Agora dependemos da fé na religião para sobreviver, e religião é como amigo, quando mais se precisa é que sabemos quem são os verdadeiros.

Milagres existem

Ciência social insensível

Deus existe

Fantasmas existem

Espírito da alma

Profissões em baixa em Portugal

Obscuro universo do átomo

janeiro 15, 2013 Posted by | Cinema | , , , , , | 7 Comentários

Profissões em alta em Portugal

Profissões sem Crise

Profissões sem Crise

Engenharia da Informática – esse curso eu tenho acompanhado no mercado de trabalho, aqui no Brasil, e há momentos em que as pessoas não parecem muito animadas, mas na realidade, para quem tem o dom, é um bom curso, até porque exige muita atualização e talvez por isso sempre tem vagas.

Engenharia Química – outro curso que está em alta, tanto em Portugal, quanto no Brasil. O Brasil tem falta de profissionais em várias áreas.

Medicina – não existem médicos desempregados em nenhuma parte do mundo, até porque essa é uma profissão que, assim como informática e direito, é útil em várias áreas diferentes. O problema é o preço do curso e o tempo que um profissional precisa se dedicar aos estudos.

Direito – como eu disse, direito é uma área que pode ser muito útil, inclusive para o crime, como eu disse em alguns textos. A maioria dos políticos corruptos é advogado, nos concursos públicos também nota-se a importância dada às leis – pena que não seja sinônimo de honestidade, justiça.

Todos os processos burocráticos, contratos comerciais, relações com instituições públicas, bancárias, etc., sempre há necessidade de conhecimento especializado.

Medicina Dentária – há quinze ou vinte anos atrás, eu me lembro que não havia cursos de odontologia em Portugal, por isso o mercado se abriu para os brasileiros, o que deixou muitos barbeiros portugueses muito invocados – pelo jeito o mercado continua em alta nessa área.

Enfermagem – a quantidade de cursos de enfermagem aumentou muito nos últimos anos, aqui no Brasil, isso ocorreu devido ao crescimento econômico e, principalmente pelo aumento da expectativa de vida dos brasileiros. Em Portugal, também é um dos melhores e com emprego mais garantido.

Gestão bancária – Considerado como um curso de grande saída para o mercado de trabalho português, esse curso fecha a lista de graduações para quem não quer ficar desempregado.

Pesquisa realizada pelo Ministério da Educação de Portugal.

Profissionais em falta no mercado

Profissões do futuro

janeiro 8, 2013 Posted by | oportunidades | , , , , , , | 3 Comentários

Profissões com falta de pessoas qualificadas

Profissionais mais Procurados

Não podemos aprender sem a teoria, mas também não devemos exagerar. As faculdades brasileiras já não atendem a demanda, e o mercado de trabalho sentiu isso.

Todas as pesquisas confirmaram a falta de interesse pelas áreas exatas, o que comprova uma falha nos sistemas de ensino.

Alguns concursos de matemática mostraram brasileiros entre os melhores do mundo.

Na área de ciências e tecnologia, os brasileiros também se destacaram, mostrando que o nosso problema é a falta de investimento no setor.

Enquanto no exterior os governos atuam nas áreas com déficit em educação, no Brasil, o governo prefere investir onde já há algum progresso, com interesses políticos envolvidos.

O resultado disso é que algumas áreas não conseguem manter o interesse dos alunos e, sem interesse, essas áreas ficam sem profissionais, causando transtorno no país inteiro.

A engenharia já é considerada uma profissão do futuro há um bom tempo, nessa área, bons engenheiros são muito disputados. As faculdades não tem apresentado bons sistemas de ensino para atrair esses alunos e o governo nunca se preocupou muito.

Há trinta anos atrás, eu já observava a falta de engenheiros e técnicos nas áreas de mineração. O setor de petróleo volta a sentir a falta desses profissionais.

Além da engenharia, já há falta de contadores também. Em contabilidade, nem é só pela falta, segundo especialistas é a capacitação que preocupa.

Os contadores estão despreparados e precisam se adaptar ao mercado internacional, normas e regras.

Em administração também foi constatada deficiência na formação. Apesar dos cursos de administração terem se espalhado por todo o país, esses alunos não atendem às exigências das empresas.

Engenheiros e pedreiros – No setor de construção civil, já faltam até pedreiros.

Já mencionamos os problemas nas áreas exatas, isso explica a falta de engenheiros civis, mas a falta de pedreiros pode significar uma má remuneração desses profissionais, além disso, o mundo inteiro tem verificado uma diminuição na tradição, transferências de conhecimentos de geração para geração.

A falta de reconhecimento na importância dos grandes mestres, tem diminuído a qualidade dos profissionais e, em algumas regiões, já há falta deles.

Tecnologia da informação – Eu estranhei a carência de profissionais nessa área, mas eu tenho notado em todas as profissões citadas acima, a baixa remuneração e educação de má qualidade, como fatores que agravam esses problemas, além disso, tecnologia da informação é uma área onde a educação continuada e investimentos são fundamentais.

Muitos profissionais abandonam essa área e migram para outras, justamente por não receberem o retorno necessário à sua qualificação contínua e trabalho apresentado.

Conclusão: Nos últimos anos, as empresas públicas ou privadas, tem verificado a importância do capital humano para o bom desenvolvimento de seus projetos, mas seus esforços nessa área ainda deixam muito a desejar.

Repetindo o que eu já disse antes, muitos profissionais estão estudando fora, muitos jovens desistiram do sistema elitista dos vestibulares brasileiros e decidiram estudar na Argentina, onde não há vestibulares.

Os números saltaram de 150 mil para 250 mil brasileiros estudando na Argentina, e poderia ser muito maior. Se a Argentina oferecesse cursos em português, já teriam ultrapassado um milhão de estudantes brasileiros.

Os brasileiros precisam reaprender a ensinar, e o resto do mundo a reconhecer o valor dos grandes mestres.

By Jânio

Profissões do futuro

março 7, 2012 Posted by | oportunidades | , , , , , , | 8 Comentários

A teoria da PPP na prática

Recebi o video-denúncia por comentário e resolvi publicar

dezembro 4, 2011 Posted by | Policia | , , , , , , , | 1 Comentário

Faltam vacinas contra gripe influenza

Comércio da morte

A volta do descaso

Quando recebi um e-mail, dentro da Facebook, comunicando sobre a compra de um grande lote de vacinas contra o H1N1, decidi que era hora de parar de falar sobre essa doença.

No início da vacinação, comecei a desconfiar. Primeiro o grupo de risco, mulheres grávidas e bebês, idosos e doentes crônicos, sempre seguindo a velha fórmula de controlar tudo no limite.

Quando fui tomar a vacina, a mulher me perguntou se eu já tivera doença crônica, eu respondi que tivera várias, enumerei todas elas. A mulher me olhou com desconfiança e me perguntou se eu havia ficado muito mal, quase morrendo, respondi que só não morri porque fui para outra cidade e ameacei ligar para o Ministério da Saúde.

A mulher permaneceu irredutível, me explicou que eu teria que passar por uma bateria de perguntas. Descobri, da pior maneira, como uma epidemia se alastra. Primeiro há uma certa falta de respeito por parte de atendentes, submetidos à um sistema sem gerenciamento nenhum, em seguida, são as pessoas que desistem do tratamento, devido à falta de respeito a que são submetidas.

Pedi para a mulher esquecer a vacina, eu iria ver uma ficha que eu tinha no posto de saúde. Pedi para ela vir comigo, ela se recusou. Ela me disse que trabalhava só na parte de vacina; haviam três atendentes, aparentemente, estudando o manual de como atender os pacientes.

Voltei a portaria, onde o atendente olhou para mim e disse: O que o senhor quer? – eu respondi: Não quero nada, mas o senhor poderia pegar a minha ficha, por favor.

Ele pegou rapidamente a ficha, perguntei se ele poderia me dar a ficha para eu entregar para a mulher, ele disse que não, só entregaria para a enfermeira, a mulher teria que vir pegar. Eram apenas vinte metros, a distância.

Eu disse que, como a maioria dos brasileiros, já havia desistido da vacina, disse para ele deixar, aí, ele me disse para chamar um enfermeiro logo á dez metros. Eu chamei o enfermeiro meio contra a minha vontade, torcendo para ele não vir, mas ele veio, olhou a ficha de doenças crônicas e me deu um papel, autorizando a vacina.

Essa ideia de vacinar por etapas, iniciou-se logo com os primeiros casos de gripe, felizmente parece que não aumentou, por razões óbvias, há muita vacina no estoque. O motivo de não se vacinar todos de uma vez é o velho problema de infra-estrutura, não há funcionários suficientes.

Depois fiquei sabendo que não haveria vacina para todos, aqui notamos o velho problema de corte de gastos, sempre no setor errado.

No ano passado, quando começou a epidemia, também nos Estados unidos, pensei, se chegou nos Estados Unidos, poderia-se pelo menos tomar certas medidas para evitar o pior.

O problema não é a gripe H1N1, é toda a saúde em geral, a frase “esta tudo sob controle”, soa como: “Esperem sentados porque não faremos nada”.

Esse ano, nos Estados Unidos, mesmo com a vacina em fase de testes, não deu tempo de produzir vacinas suficiente para atender toda a população americana, no Brasil daria tempo. Ficaram pensando, se nos Estados Unidos Vacinaram só a metade, vacinaremos só a metade também, assim sobrará mais dinheiro em nosso caixinha.

Assim começou o jogo do empurra, onde os laboratórios não tem capacidade de atender o governo, já que a iniciativa privada e alguns municípios decidiram que todos deverão tomar a vacina. Como o tempo passa a ser um elemento importante, no combate à Gripe influenza, chegamos novamente a um impasse.

Enquanto em alguns municípios as pessoas desistiram de tomar a vacina, ninguém tem comparecido para tomar a vacina – ninguém sabe porquê – eu sei, falta de respeito; em outras cidades os prefeitos exigem que todos, sem nenhuma exceção, sejam vacinados, todos estão no grupo de risco.

Depois não adianta vir me dizer que o Ministério da Saúde está preparado para atender a todos, não só nunca esteve, como corre o risco de ver a população renegar o atendimento, como acontece no Rio de Janeiro, onde as pessoas não abrem a porta para o combate a dengue. Se quiserem entrar, tem que chamar a polícia e derrubar a porta.

Nos Estados Unidos, em situações de emergência, o Presidente se retira, quem assume é o governo Secreto. No Brasil, todos os políticos se escondem, apenas a população acredita que não haverá problemas.

Ainda há a suspeita de que muita gente vai ganhar muito dinheiro com essa doença, principalmente se a vacina não der para todos, resta saber até quando esse estoque ficará escondido.

By Jânio

abril 24, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , | 2 Comentários

   

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