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A televisão brasileira está cada vez mais estranha, não é mesmo? E o melhor de tudo é que o monopólio da Globo foi quebrado, mas isso não basta.

Durante 50 anos a Globo praticamente ignorou a concorrência e mamou nas tetas do governo mas, finalmente, a teta ganhou novos bezerrinhos. Antes, a Globo sabia onde buscar o dinheiro; depois, foi a vez do Sílvio Santos descobrir o mapa da mina; agora chegou a Record.

Todas essas três redes estão numa disputa pelo fim do monopólio, ironicamente, até a Globo já está reconhecendo isso. Nenhuma empresa do setor de comunicação consegue sobreviver sem o patrocínio do governo, exceto a internet, apesar das ameaças constantes de censura e espionagem. O mais curioso é que o país é tão elitizado que as empresas parecem ignorar o mercado publicitário, principalmente o mercado online.

A rede de televisão que mais investe para competir com a Globo é a Record, surpreendentemente, acabou disputando com o SBT e suas novelinhas mexicanas. O SBT, depois de repetir Chiquititas, Carrossel e Chaves durante os seus trinta e cinco anos de existência, finalmente reconheceu que é uma rede de crianças, mesmo que tenha de passar o programa do Chaves as quatro da madruga anos atrás. E por falar no madruga, os atores do programa Chaves tem aparecido na internet em estado deplorável, enquanto o programa rende milhões pelo mundo afora.

A “rede das crianças” não conseguiu, ou não quis, contratar a rainha dos baixinhos, se bem que a rainha dos baixinhos também não quer ser dos baixinhos, só rainha, o que não é fácil, mesmo num país de monarquias absolutistas como o Brasil. Temos o rei das piscinas, rainha do basquete, rei da fórmula 1, rainha da beleza – apesar de fora dos padrões brasileiros, Gisele foi reconhecida fora do país – rainha do axé, etc. A rainha do axé não vai poder estar na estréia do programa da rainha dos baixinhos, que não é dos baixinhos, pelo menos por enquanto.

Os fofoqueiros de plantão já estão falando em boicote contra o programa da Xuxa, mas a verdade é que só com ex-paquitas abandonadas já daria para realizar pelo menos uma centena de programas de entrevista. O Pelé não fez uma campanha para ajudar os campeões do mundo de futebol que estavam abandonados? Então, agora chegou a vez da Xuxa fazer uma campanha para ajudar as paquitas, afinal, não queremos ver paquitas abandonadas em casa de repouso, não é mesmo? Eu já estou realizando a campanha SOS Wikipedia, não custa nada fazer a campanha SOS Paquitas também.

Não se via uma expectativa tão grande na TV desde a estreia do Gugu, que começou bem mas esfriou com o seu estilo apelativo. O Bacci está caindo na real também e fugindo dessa armadilha.

O fato é que todas essas três redes sabem onde buscar seu dinheiro, tem uma fonte inesgotável de investimentos e, apesar da Record estar bem longe da Globo no Ranking mundial, a vigésima sétima posição não é nada mal.

A Record já tem quatro redes de tvs e só perde para a bandeirantes e rede católica de comunicação.

A Bandeirantes e a RedeTV tem de se contentar com os pequenos nichos, como o sensacionalismo dos realities policiais e o humorismo politicamente incorreto, que dá mais dor de cabeça que lucro.

O Masterchef foi uma surpresa. Eu sempre achei essa ideia de reality de culinária meio maluca, mas as pessoas gostam de realities, tanto que já são quatro nas quatro maiores redes do país, apesar do Masterchef reinar absoluto.

Fazer sucesso numa rede pequena como a Band não é fácil, o Bacci sabe do que eu estou falando. Entretanto, Milton Neves, Datena, Boechat e os narradores de futebol conseguiram essa façanha. A RedeTV precisa melhorar o salário dos apresentadores do encrenca para não perdê-los.

O humorismo politicamente incorreto está sofrendo um revés tão grande que eu me surpreendo de Darwin já não ter sido processado. O infeliz da vez foi o humorista do pânico.

O próprio humorista reconheceu a m**** que fez e ainda passou a rezar para que tudo pare por aí, já que o Rafinha Bastos está pagando até hoje o preço por uma piada que ninguém vai conseguir entender nunca.

A boa notícia é que além das cinco grandes redes de TV, o país já possui dezenas de emissoras, o ideal seria que fossem centenas. A má notícia é que nenhuma delas concentra o mínimo de audiência suficiente para afetar o elitismo das grandes.

Também não dá para pedir muito, afinal, estamos no inferno Brasil.

A internet e a baixa nos preços das TVs pagas ainda não é suficiente, mas tem sido um golpe duro nas máfias da comunicação, prova disso é que as grandes redes já pensam em abandonar a exibição de filmes em rede aberta.

By Jânio

Rafinha Bastos é politicamente incorreto

Temas mais polêmicos da internet

Vendedoras de sonhos e pesadelos

Eu acredito na mídia

 

agosto 18, 2015 Posted by | televisão | , , | 1 Comentário

Priest

priest movie

Matador de Vampiros

Priest é mais um filme da Sony. Assim como outras produções americanas, inclusive da própria Sony, foi afetada pela crise.

A crise fez com que filmes que deveriam estrear em 2.010, tivessem suas estreias programadas apenas para o ano de 2.011. Esses são os casos das boas produções, as piores demoram mais, isso quando estreiam.

Já passamos por isso no Brasil, quando alguns diretores clássicos, fotógrafos e produtores, tiveram que fazer filmes pornôs para sobreviver. Hoje, o Brasil está mudado, até blogs podem receber milhões.

Voltando ao filme: Priest é baseado em quadrinhos Coreanos – Eu pensava que só o Japão gostava de comics, animes e terror – com o mesmo nome.

O filme foi dirigido por Scott Stewart,  e é um filme classificado como cinema fantástico.

Em um Universo paralelo, a humanidade e os vampiros tem travado uma batalha há séculos, mas as novas gerações de guerreiros vivem como veteranos do Vietnã, ou seja, na marginalidade, abandonados. Esse é o caso do guerreiro Priest.

Priest tem de voltar a ativa, quando sua sobrinha é raptada por vampiros, para isso ele contará com a ajuda do namorado dela.

O filme que começou a ser produzido em 2.005, passou por várias mudanças, desde o Diretor até as datas de estréia. Primeiro houve a mudança na direção, depois o filme passou por uma conversão de 2D para 3D, e, por fim, ainda teve sua estréia adiada para a próxima temporada de verão (maio), inverno no Brasil.

Na história de Cory Goodman, baseada na história em quadrinhos do coreano Min-Woo Hyung, o próprio Min-Woo prestou consultoria ao diretor Stewart.

Os vampiros gerados por computador, devido aos seus poderes, não são de origem humana. Segundo o diretor: Vivem em cavernas e são sensíveis ao sol, como os albinos.

O Diretor também se inspirou em “The Searchers”, com John Wayne. Sendo os comanches – índios arredios e “selvagens”, como poucas vezes vistos, associados aos vampiros.

Segundo o Diretor:

“Eles são um inimigo que eu realmente não entendo, mas eles lutaram durante séculos. Eles são misteriosos e estranhos, com sua própria cultura.

Você sente que eles pensam e se comunicam, mas você realmente não entende o que eles estão dizendo.”

“Os priests da nossa história são como cavaleiros Jedi. Eles têm essas habilidades sobrenaturais para lutar contra vampiros e salvaram a humanidade, mesmo antes do filme começar. Agora, uma geração depois, a sociedade mudou, e os Priests não são mais úteis. Eles são quase como veteranos do Vietnã, eles são rejeitados pela sociedade, injuriados e temidos.

Paul Bettany – Priest

Cam Gigandet –  Hicks, o xerife Wasteland

Maggie Q  –  Sacerdotisa

Lily Collins –  Lucy, a sobrinha de Priest

Karl Urban – Black Hat

Stephen Moyer – Aaron

Christopher Plummer – o monsenhor Orelas

Brad Dourif – vendedor

Direção – Scott Stewart

Produção – Michael DeLuca, Joshua Donen, Mitchell Peck

Roteiro Adaptado – Cory Goodman

Argumento – Quadrinhos Priest de Min-Woo Hyung

Música – Christopher Young

Cinematografia – Don Burgess

Edição – Lisa Zeno Churgin

Studio – Tokyopop

Distribuição – Screen Gems

Previsão de estréia – 13 de maio de 2011

Tempo de duração – 144 minutos

País – Estados Unidos

Idioma – Inglês

Gênero – Terror

Trailer

Fonte: Wikipedia

By: Jânio

março 26, 2011 Posted by | Cinema | , , , , , , , | 7 Comentários

Battle LA – A Batalha de Los Angeles

Invasão Alienígena

Batalha de Los Angeles

Battle – Los Angeles – A Batalha de Los Angeles.

A maior produção da Sony em 2.011, 100 milhões de dólares, “A Batalha de Los Angeles” começou a criar polêmicas antes mesmo de sua estréia. Acontece que produtores da Sony Pictures Entertainment começaram a desconfiar que haviam sido enganados pela empresa Hydraulx dos cineastas Greg e Colin Strause, encarregados dos efeitos especiais.

Segundo a Sony, havia possibilidade de seus recursos terem sido investidos em sua principal concorrente, na produção dos efeitos especiais de “Los Angeles – Invasão Alienígena”, criado pelos mesmos irmãos Strause para a concorrente. A equipe das Skyline, por sua vez, disse ser apenas uma estratégia da Sony para que “Battle – Los Angeles” e “Los Angeles – Invasão Alienígena” não tivessem estréias simultâneas nos cinemas.

O filme “Los Angeles – Invasão alienígena” será distribuído pela Universal, enquanto o fime da Sony, “Batle – Los Angeles” será distribuído pela Columbia Pictures.

O filme “Battle – Batalha de Los Angeles” teve como base do argumento, relatos reais de aparições de OVNIs em todo o mundo, mas para dar mais realismo ainda, o diretor Jonathan Liebesman utilizou os filmes “Falcão Negro em Perigo e United 93” como referências para seu estilo de filmagens em documentário, utilizou também filmes dos fuzileiros navais do Youtube, na batalha de Fallujah.

Liebesman também optou por não utilizar o 3D, preferiu utilizar três câmeras para conseguir o resultado desejado. Utilizando a tecnologia 4K, o diretor obteve uma resolução de 4.096 por 2.160, uma imagem mais que perfeita – Espero que um dia inventem um óculos assim.

A base do argumento é “The Battle of Los Angeles”, na época da “Grande Guerra”, quando objetos não identificados foram registrados como naves de reconhecimento. Por ser um fato real, o filme torna essa paranoia americana mais real ainda, tratando o fato como realmente foi insinuado, dando aos americanos e aos cinéfilos do mundo inteiro essa visão paranoica dos americanos.

Todas as maiores cidades do mundo caem diante dos invasores alienígenas, Los Angeles é a última cidade a resistir ao ataque invasor.

Segundo o ator Aaron Eckhart, sargento do pelotão de resistência no filme: “Nossa intenção era passar a ideia de uma invasão alienígena real”, para isso, os atores passaram por três semanas de treinamento em um acampamento militar.

Mesmo seguindo o estilo documentário/guerra/realidade, Liebesman teve problemas em representar os alienígenas extraterrestres, por isso, os desenhos dos alienígenas ficaram a cargo de Paul Gerrad, encarregado de criá-los em computador.

Segundo o argumento, os alienígenas estariam interessados nos recursos naturais da Terra, principalmente a água. O diretor representa os alienígenas como um exército nazista, com táticas, médicos e hierarquia. Ainda bem que não usaram o Vietnã, Iraque ou Afeganistão, como base do argumento.

As filmagens ocorreram em setembro de 2009 a dezembro de 2009, em Shreveport e Baton Rouge, Louisiana. A pós produção ocorreu de 2010 até 2011.

Resta saber qual será o resultado da disputa com o filme da Universal, provavelmente, os dois farão muito sucesso, mas os produtos e marketing agregado à produção, poderão apresentar alguma queda de vendas, em relação ao planejado.

Houve a participação de conselheiros militares, participação da infantaria do segundo batalhão de fuzileiros navais de Carolina do Norte e outros pelotões, no final do filme.

Michelle já é conhecida do público brasileiro, pela sua atuação em Avatar.

Battle estreou nos Estados Unidos, liderando as bilheterias, sua estréia no Brasil deverá ser nessa sexta-feira, quando os brasileiros de 17 salas de cinema conhecerão a tecnologia 4k.

ELENCO:

Aaron Eckhart como Sargento Michael Nantz

Michelle Rodriguez USAF como primeiro-sargento Santos Elena

Will Rothhaar como Imlay Lee

Bridget Moynahan como Martinez Michele

Jim Parrack como LCpl. Kerns Pedro

Michael Peña como Rincon Joe

Lucas Till como Grayston Scott

Ne-Yo como Kevin Harris

Joey King como Kirsten

Aisha Tyler

Tisha Campbell-Martin como Maleria Evens

Noel Fisher como soldado – Lenihan Shaun

Taylor Handley como LCpl. Corey Simmons

Ramón Rodríguez como segundo tenente William Martinez

Neil Brown Jr. como Richard

Cory Hardrict como Lockett

Dirigido por Jonathan Liebesman

Produzido por Jeffrey Chernov

Neal H. Moritz

Ori Marmur

Escrito por Christopher Bertolini

Música de Brian Tyler

Edição por Christian Wagner

Studio – Relativity Media – Original de Cinema

Distribuído por Columbia Pictures

Previsão de lançamento – 11 março, 2011, mas estréia na próxima sexta-feira

Tempo de duração: 116 minutos

País – Estados Unidos

Idioma – Inglês

Fonte: Wikipedia

By Jânio

março 16, 2011 Posted by | Cinema | , , , , , , , | 7 Comentários

   

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