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Mnuchin Massacre

fevereiro 3, 2018 Posted by | english | , , | Deixe um comentário

Masacre en Davos

fevereiro 3, 2018 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Si el dólar se muere, ¿en qué invertir ahora?

setembro 23, 2017 Posted by | Espanhol | , | Deixe um comentário

La locura de los bancos centrales

Transmitido ao vivo há 11 horas

En este episodio de Keiser Report, Max y Stacy hablan sobre los ‘refugiados de los intereses negativos’ y los ‘yanquis inversos’, como consecuencias de todo aquello a lo que nos han llevado los bancos centrales. En la segunda mitad, Max continúa su entrevista con Craig Hemke, de TFMetalsReport.com, en la que hablan sobre el bitcóin, el yen, el dólar y el oro.

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maio 31, 2017 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Dólar tem maior alta desde junho

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Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*

Em alta pela quarta sessão seguida, a moeda norte-americana aproximou-se de R$ 3,45 e atingiu o maior valor desde junho. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (14) vendido a R$ 3,441, com alta de R$ 0,048 (1,43%). A cotação fechou no nível mais alto desde 16 de junho (R$ 3,47).

O dólar operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 14h, chegou a ser vendido a R$ 3,463, mas o ritmo de alta diminuiu nas horas finais de negociação. Apenas este mês, a divisa acumula alta de 7,9%, mas no ano a queda chega a 12,85%.

dólar
A alta do dólar poderia ser maior se não fosse a atuação do Banco CentralArquivo/Agência Brasil

A alta poderia ser maior não fosse a atuação do Banco Central, que rolou (renovou) cerca de US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial tradicional (que equivalem à venda de dólares no mercado futuro) e leiloou US$ 500 milhões em contratos novos. Na sexta-feira (11), a autoridade monetária voltou a vender dólares no mercado futuro.

O dólar sobe desde quarta-feira (9) após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas. Há a possibilidade de que o Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, aumente os juros da maior economia do planeta mais que o previsto por causa da política de alta dos gastos públicos de Trump. Taxas mais altas nos Estados Unidos atraem capitais para títulos do Tesouro norte-americano, o que resulta em alta do dólar em todo o planeta e afeta países emergentes como o Brasil.

Na bolsa de valores, o dia foi de recuperação. Depois de três sessões seguidas de queda, o índice Ibovespa, da Bolsa de São Paulo, reverteu a tendência e fechou esta segunda-feira com alta de 0,8%. De quarta (9) a sexta-feira (11) da semana passada, o Ibovespa tinha acumulado queda de 7,75% após a vitória de Trump.
* Com informações da Prensa Latina

Edição: Fábio Massalli
 

novembro 15, 2016 Posted by | Política | , | Deixe um comentário

O que o aumento do dólar provoca na América Latina

Quem ganha com o dólar na América-Latina

Alta do Dólar

Recentemente, vários moedas latino-americanas sofreram queda acentuada em relação ao dólar norte-americano. Esta mudança abrupta influenciou as moedas de diferentes maneiras nas nações da região. Inclusive num mesmo países existem setores que podem tirar proveito do dólar mais forte, mas também existem áreas que sofrem com a inflação provocada por esta mudança.

Quem perde?

As nações mais afetadas pelo dólar mais forte são aquelas envolvidos na importação, uma vez que a sua economia depende de matérias-primas e produtos adquiridos no exterior. Bebidas, roupas, transporte, peças automotivas e alimentos, estão entre entre os produtos  importados. Assim, os 18 países da América Latina e do Caribe que são importadores natos (compram mais alimentos do que vendem) irão sofrer sérios problemas a este respeito, uma vez que o preço dos alimentos importados vai crescer dramaticamente, relata a BBC . Neste grupo de risco estão o México, Colômbia, Peru, Venezuela, Guatemala e República Dominicana, onde os preços de produção podem subir até 50%, tornando-se uma importante causa de inflação na região.

Quem ganha?

Enquanto uma parte do povo latino-americano poderia sofrer com os altos preços, nos mesmos países, alguns setores poderiam tirar proveito. Este é o caso da Colômbia, México, Chile, Brasil e Peru, já que eles têm indústrias que exportam bens e serviços. A vantagem vem da oportunidade de vender os seus produtos nos mercados internacionais, obter o pagamento em dólares mais caros e mudanças também no mercado interno com um preço superior.

Além disso, o fortalecimento da moeda americana ajuda o sector do turismo, uma vez que passar as férias na América Latina fica mais barato para os turistas norte-americanos e  Europeus. Assim, o sector do turismo no México (29 milhões de turistas por ano), Argentina (5,9 milhões), Brasil (5,8 milhões), República Dominicana (5,1 milhões) e outras nações Latino-americano iriam receber um valor extra com dólares mais valorizados.

Além disso, as famílias latino-americanas e caribenhas que têm parentes que trabalham no exterior e recebem remessas em dólares, poderão se beneficiar com um valor maior em relação as moedas  nacionais.

Países que não serão afetados

Países dolarizados como Panamá, El Salvador e Equador não sofrerão mudanças drásticas, embora as exportações possam encarecer, porque um preço com dólar em alta seria menos competitivo. Ao mesmo tempo, a população destas três nações  terão acesso a produtos importados mais baratos.

Fonte: RT-TV

Países latino-americanos que mais resistentes a crise

Países mais ricos das Américas

FMI rompe relações com a Argentina

agosto 22, 2015 Posted by | Internacional | , , , , | Deixe um comentário

Latinoamérica: Quién se beneficia y quién pierde tras el alza del dólar

consequências da alta do dólar

Alta do Dólar

Recientemente varias divisas latinoamericanas han sufrido una fuerte caída frente al dólar estadounidense. Este brusco cambio del curso de divisas ha influido de diferentes maneras en las naciones de la región. Incluso en un mismo país hay sectores que pueden aprovecharse de un dólar más fuerte, pero también hay ámbitos que sufrirán con la inflación que supone este cambio.

¿Quién pierde?

Las naciones más afectadas por un dólar fuerte serán las que se dedican a la importación, ya que su economía depende de las materias primas y productos comprados en el exterior. Bebidas, vestimenta, medios de transporte, piezas de automóviles y alimentos, entre ellos. Así, los 18 países de Latinoamérica y el Caribe que son importadores netos (compran más alimentos que venden) sufrirán problemas serios en este aspecto, ya que el precio de la comida importada crecerá drásticamente, informa BBC Mundo. En este grupo de riesgo están México, Colombia, Perú, Venezuela, Guatemala y República Dominicana, donde los precios de producción pueden subir hasta el 50%, suponiendo una importante inflación en la zona.

¿Quién gana?

Mientras que al pueblo latinoamericano le puede tocar sufrir con altos precios, en los mismos países algunos sectores lo van a aprovechar. Este es el caso de Colombia, México, Chile, Brasil y Perú, ya que cuentan con industrias que exportan bienes y servicios. El beneficio viene de la oportunidad de vender sus productos en los mercados internacionales, obtener el pago en dólares más caros y cambiarlos en el mercado interior a un precio mayor.

Asimismo, el fortalecimiento de la moneda estadounidense beneficia al sector turístico, ya que las vacaciones en América Latina serán más baratas para los turistas de EE.UU. y Europa. De este modo, el sector turístico de México (con 29 millones de turistas anuales), Argentina (con 5,9 millones), Brasil (con 5,8 millones), la República Dominicana (con 5,1 millones) y de otras naciones latinoamericanas obtendría una corriente extra de dólares.

Además, las familias latinoamericanas y caribeñas que tienen familiares trabajando en el extranjero y reciben remesas en dólares, podrán aprovechar el curso para recibir más divisas nacionales.

¿A quién no le afecta?

Los países dolarizados como Panamá, El Salvador y Ecuador no sufrirán los cambios drásticos, aunque las exportaciones se pueden encarecer, porque con un precio en dólares al alza serían menos competitivas. Al mismo tiempo, la población de estas tres naciones obtendrá más acceso a todo lo importado con un precio más bajo.

Fuente del articulo: RT-TV

agosto 22, 2015 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Blindagem da economia brasileira

Natureza de Brasileiro

Guerra Cambial:

Comentário: Esse é um processo econômico inverso ao protecionismo e funcionou muito bem durante muito tempo, até a crise da globalização. Como um país auto-sustentável, o Brasil sempre teve o privilégio de manter a economia fechada, explorando o próprio povo.

Os emergentes se beneficiaram da crise da globalização e assumiram posições estratégicas, inclusive tirando vantagens da própria globalização, mas sem expor suas economias. Os países emergentes tem a desigualdade social e o descaso com seus cidadãos(baixo IDH) em comum.

Com esse novo cenário econômico mundial, o Brasil resolveu reclamar da guerra cambial, mas sem falar de sua alta taxa de juros, que sempre foi criticada pelos países ricos. Curiosamente, os mais prejudicados com a alta taxa de juros nunca reclamaram.

A alta taxa de juros sempre escondeu a cadeia corrupta que se esconde por trás da política econômica brasileira. Enquanto os países ricos exploravam o mundo inteiro com a economia aberta, o Brasil explorava o próprio povo, que sendo sustentável, resistiu.

A crise dos países ricos e do dólar, trouxe um novo questionamento aos emergentes que não querem ter suas economias afetadas pelo fim do imperialismo proporcionado pelo dólar. Como o valor do dólar esta atrelado ao depósito de ouro desses países, seria preciso criar uma nova moeda, bancada pela economia mais forte e é aqui que começa o problema.

Em minha modesta opinião, as economias emergentes tem uma forte influência da economia brasileira e a economia brasileira, como nós sabemos, é planejada para encobrir a corrupção.

A China tem feito o possível para desacelerar sua economia, pois sabe que essa bolha não vai durar muito tempo. O Brasil, por sua vez, já taxou a entrada de investimentos estrangeiros na bolsa e, como se isso não bastasse, taxou em 6% os financiamentos empresariais no estrangeiro, com menos de três anos, para evitar a especulação.

O que isso significa? A Cada medida, como essas, adotada pelo governo brasileiro, mais fechada, blindada, torna-se a nossa economia e mais forte os políticos que trabalham para os banqueiros também.

Os países ricos que tentam se segurar em qualquer ajuda econômica que possam conseguir, agora tem a segunda maior economia do mundo controlando os vilões fictícios e a sexta maior economia muito próxima de se tornar a quinta, sem falar dos outros emergentes, Rússia, Índia e South Africa.

A ganância dos banqueiros levou-os a decretar o fim do império do dólar, como seu dinheiro está em dólar, correm o risco de perder tudo. A saída para eles agora, seria investir em riquezas que não sejam intangíveis, como o ouro, mas melhor mesmo seria criar uma nova moeda com a ajuda dos emergentes.

Os altos executivos brasileiros vivem de corrupção, por isso tem muita experiência em economia internacional, infernos fiscais, etc., e serão eles os encarregados de criar essa nova moeda para os bilderbergers, talvez uma moeda baseada em outros bens de valores inigualáveis, como foi o ouro, e isso o Brasil também tem.

A Rússia é encrenqueira e anti-capitalista demais, a China é estatal. Como a África do Sul e a Índia tem muitos problemas, ainda mais que o Brasil, o Brasil apresentará o seu admirável mundo novo ao Club de Bilderberg, inclusive com o seu próprio Club incubado.

Comentário: Na medida em que a crise foi se agravando, pudemos notar que o texto acima foi se concretizando. Quando maior a crise, mais visível se tornou a corrupção e os problemas de países ricos, até então eles só viviam da exploração externa.

Problemas tão comuns da corrupção brasileira, puderam ser notados nas economias ricas, nem a poderosa Inglaterra conseguiu disfarçar seus problemas. A máscara caiu.

Comentário: Em nenhum momento os textos acima falam da economia brasileira como um todo, e de sua rede de problemas em série, por isso apresentamos um aspecto mais genérico, relacionado a tal guerra cambial.

O problema começa nos impostos altos, impossibilitando a concorrência.

Altos impostos são a maior fonte de corrupção, instabilidade e, consequentemente, lucro fácil para os bancos.

Falta de concorrência, traz a inflação.

Para controlar a inflação, ao invés de diminuir os impostos, o governo utiliza a taxa de juros.

Esse controle econômica custa caro para os cofres públicos, já que o governo emite títulos de uma dívida com juros muito altos.

Com a taxa de juros altas, aumentam os grandes investidores em dívida pública e encarece o crédito bancário.

A falta de dinheiro nos bancos, leva o governo a injetar mais dinheiro na economia, sem resolver problema algum, a não ser aumentar a dependência do governo ao capital privado e proteger a corrupção.

… e não é só isso, os juros altos atraiu mais dólares, comprometendo a política cambial do governo, já que o dólar caiu. A queda do dólar proporcionou um aumento de exportação e diminuição de exportação.

A blindagem econômica, cada vez mais forte, poderá levar as empresas estrangeiras a se aliarem aos corruptos daqui, para criar meios de participar desse mercado emergente. Alguns anos atrás, a receita descobriu um esquema de mercadorias que entravam ilegalmente no país, ganhando selo da Zona Franca, o mesmo esquema Brasil-Paraguai.

Conclusão: Fica claro que o governo não conseguirá manter essa blindagem, haverá uma reação dos países ricos que não aceitarão competir com nosso sistema escravista.

O próprio governo já começa a baixar as tão criticadas taxas de juros, que já foram muito mais altas, além disse, após o simulado ataque de 11 de setembro, a pressão aos corruptos aumentou em infernos fiscais.

Recentemente, pudemos testemunhar o confisco de dinheiro de ditadores, líbio e egípcio.

Será que o Brasil se tornará o novo oásis para investidores?

Se continuar o protecionismo, não. Apenas a elite brasileira terá direito aos lucros desse novo milagre econômico, mesmo assistindo ao campo de concentração nas filas de hospitais públicos, e massacres em favelas.

Como disseram os leitores e passaremos a repetir, precisamos de educação e informação, principalmente de informação. Para isso, precisamos proteger a internet.

Fonte de informações: Wikipedia

Comentários: By Jânio

março 5, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

   

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