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A inversão da pergunta pela resposta

perguntas e respostas

Doutrinas e Tradições

A Bíblia é um dos livros mais antigos do mundo e, pelo menos no Brasil, o mais popular desses livros antigos.

Até o início da Idade contemporânea, praticamente ditava as regras de conduta das sociedades ocidentais, principalmente nas línguas neolatinas.

Todos os pensadores clássicos apresentam alguma ambiguidade em sua escrita, propositadamente ou não. Lendo Rousseau ou Camões, tem-se a nítida impressão de se estar frente a um conteúdo “papo-cabeça”, “talking heads”, ou qualquer outra expressão usada para designar o estilo dos jovens dos anos 80, 70, 60, etc.

Qualquer semelhança com os universitários, não seria mera coincidência.

É como se os textos não fossem escritos apenas para informar, mas para testar a capacidade de interpretação do leitor.

O uso de figura de linguagens, além de servir para direcionar informação para um público específico, poderia evitar complicações com o falso moralismo dos poderosos.

Necessitando evitar conflitos com poderosos e moralistas, esse estilo de texto se desenvolveu ainda mais, tornando-se ambíguos.

Talvez a própria Bíblia apresente os livros mais ambíguos e abertos a variadíssimas interpretações, surgindo, daí, inúmeras religiões, cada uma tentando demonstrar o seu ponto de vista.

Há uma religião que diz que o nome de Jesus – Ou seria Deus? – seria Geová. Como a igreja católica apresenta o nome Javé, seria apenas uma questão de sotaque, mas uma doutrina religiosa não para por aí.

Em minha cidade, as prostitutas faziam questão de ressaltar a importância de Maria Madalena, a mulher apedrejada, perdoada por Jesus.

Jesus, aliás, foi um dos pensadores que mais contribuiram para elucidar algumas partes da Bíblia. Talvez tenha feito mais que isso, mas o falso moralismo impede a divulgação de todos os seus ensinamentos.

Uma vez eu perguntei para um “crente” porque ele sempre desviava do assunto, focando outro tema o qual não tinha nada a ver com a discussão. Educadamente, ele me respondeu que essa era uma forma de falar sobre o que ele estava lendo no momento, um assunto no qual ele tinha mais controle.

A mais curiosa discussão presenciada por mim, foi há muito tempo.

O gerente do departamento era de uma religião, seu mais eficiente empregado de outra, e tudo estava em absoluta harmonia, até o dia em que o fiel funcionário foi demitido.

Na hora do acerto de contas, presenciei uma das discussões mais curiosas de minha vida.

Reclamando do acerto, o funcionário dizia:

– Isso não está certo, estou sendo lesado em meus direitos, exijo uma correção. Para mim, vocês não passam de um bando de ladrões, cretinos.

O gerente, que era pastor, respondeu:

– Você precisa aprender a confiar, meu filho.

– Maldito o homem que confia no homem – respondeu o jovem ex-funcionário.

Enquanto isso, o Pastor insistia:

– Amai ao próximo como a ti mesmo.

E ele completava:

– Não valorize tanto o dinheiro, lembre-se do que diz a Bíblia: “Ao homem o que é do homem, à César o que é de Cesar.

– À Juca o que é de Juca – Retrucou o funcionário.

Todos acompanhavam a discussão com atenção, até que se chegou a conclusão de que quem daria a palavra final, seria o Departamento de Recursos Humanos.

…e todos ficaram decepcionados.

Ficou claro ali, que se todos conhecessem as leis da Bíblia, certamente não abririam mais a boca e, quando abrissem, o dedo seria apontado para si mesmo.

De certa forma, a Bíblia é mais útil para quem a está lendo. Se a pessoa vê alguma lei aplicada à outra pessoa, sempre se lembrará: “Tire o cisco de seu olho, antes de procurar o cisco no olho da outra pessoa”.

Nunca devemos subestimar a inteligência das outras pessoas.

A única pergunta que me deixa curioso é: Será que Judas foi perdoado?

O futuro de Judas não me interessa, mas perdoar setenta vezes sete seria suficiente para que Judas fosse absolvido de seu pecado?

Judas se matou antes do veredicto final, interrompendo esse processo doutrinário. Ele próprio se condenou.

Mesmo assim a pergunta continua: A covardia tem perdão?

É certo que alguém haveria de trair Jesus, mas sendo um de seus discípulos, sabendo que fora usado pelo sistema, isso foi duro demais até para um traidor.

Não poderemos julgá-lo, pois está escrito: “Não julgueis para não ser julgado.”

Assistindo a um filme aparentemente infantil, Tomb Raider, vi Laura Croff destruindo uma entidade com vários braços, para mim poderia ser um entidade religiosa da Índia. Essa imagem me trouxe a lembrança de que o Ocidente talvez seja mais intolerante que o Oriente Médio.

Todas as nossas interpretações podem entrar em conflito, diante de uma simples indagação de um leigo, mostrando a falta de algo que talvez não tenhamos, a humildade. A humildade para parar de dizer nós e encarar o fato de eu ser um único e indivizível ser, responsável pelos meus próprios atos e pensamentos.

Sempre haverá a pergunta e sempre haverá a resposta, infelizmente, não necessariamente nessa ordem.

By Jânio

abril 6, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , , , | 2 Comentários

Nomes – O DNA de nossas tradições e culturas

nomes e culturas

Nomes

O nome é um peso na vida de algumas pessoas, quase um DNA, um peso tão grande que algumas pessoas não suportariam determinados nomes.

Por esse motivo, muitos nomes não são usados em bebês. Elementos como o preconceito, discriminação, religião, mitos, tabus e vários outros motivos, fazem com que alguns nomes estejam fadados ao obscuro e as lendas.

Através dos nomes, é possível observar que em qualquer cultura, o bem e o mal estão presentes. Antes de termos uma visão preconceituosa a respeito de um costume, é preciso estudarmos a fundo em que esse costume implica.

No Irã, uma mulher que trai o marido é apedrejada até a morte, isso implica em um costume primitivo. A pergunta é o que eles pensam disso, se a mulher não tem o direito de opinar, então de fato o costume é arcaico, se por outro lado a mulher tivesse os mesmos direitos dos homens de opinar e votar, então a lei seria legítima.

Legítimo também, deveria ser o direito dessas pessoas decidirem em que pais querem morar, como é o caso de Cuba, sem a parcialidade dos EUA, naturalmente.

Na medida em que a cultura vai se globalizando, a maior parte dela também vai se extinguindo, os países perdem a seu livre arbítrio. Tudo se perde, a música, as tradições, as línguas, etc.

Nos costumes indígenas, há nomes interessantes como: Filho do trovão, raio negro, lobo vermelho e outros nomes que nossos preconceitos, tabus e religião nos impediriam de pronunciar. Ao contrário do que mostra os filmes do velho oeste, nomes como cavalo manco, cachorro com medo, não implica em pessoas covardes ou más, por trás de cada nome há uma história, muitas vezes só a própria pessoa conhece.

De certa forma, o nome, em culturas indígenas, conta uma parte da vida da pessoa. No oriente, esse costume ainda é preservado.

Será que no ocidente essa tradição não existe? – Fazendo uma pequena pesquisa pela internet, logo notamos uma centena de sites com significado de nomes, desde os mais tradicionais, latinos, até os mais exóticos, ou seriam tradicionais, nomes indígenas.

Durante a pesquisa dos primeiros hieroglifos da história, o nome da antiga rainha do Egito, Cleópatra, foi fundamental para que se descobrissem os significados dos primeiros hieroglifos, iniciando a tradução dessa antiga escrita. Naquele tempo a simbologia poderia ser ainda mais forte, já que cada caractere, ou letra, era uma figura diferente, sendo o “a” uma ave.

As raízes de todas as culturas está nos nomes, mesmo com a extinção das línguas, os nomes prevalecem.

Quando uma jovem mãe quer dar nome aos filhos, nos dias atuais, ela procura um nome mais bonito. Um nome bonito, pode ser aquele mais bonito na aparência, mas não tem nenhum significado concreto, real.

Jesus, ao dar nome aos seus discípulos, seguiu a tradição, suas origens. Ao dar nome à Simão, por exemplo, disse algo como: Tu serás Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja.”

Se analisarmos minuciosamente as palavras de Jesus, verificaremos o significado delas, a relação delas com a personalidade e natureza de pedro, e a função de pedro na religião cristã. Não é uma questão de defeitos ou virtudes, mas da pessoa certa no lugar certo.

Fazendo uma pesquisa a respeito dos nomes, descobrimos que nem tudo é o que a gente pensa. Algumas vezes o nome significa exatamente o que ele é, como é o caso de “Modesto”, outras vezes muda um pouco, como o nome “Romeu”, mas há nomes que mudam completamente em relação ao esperado, esse é o caso de “Manoel”.

Entre os nomes mais tradicionais, os nomes latinos quase se misturam aos nomes hebraicos, devido a sua proximidade, no momento mais glorioso de suas histórias – ou seria nosso história? –  Assim, josé se mistura a Paulo, Pedro se mistura a joão, ou vice-versa.

Há quem diga, inclusive, que escolher um nome, baseado em sua ascendência, seja meio discriminatório.

Na realidade não são os nomes que são escolhidos, são os pre-nomes, os nomes continuam intocáveis, são de família.

Wikipedia: “O prenome, na maioria das línguas indo-europeias, é o elemento onomástico que precede o apelido de família (sobrenome) na forma de designar as pessoas. Exemplos de prenomes comuns são José, João, Carlos, Antônio, Maria, Joana, Paula etc. O prenome também é conhecido como nome de batismo ou nome de pia.

Em algumas culturas e idiomas (por exemplo em húngaro, vietnamita, chinês, japonês ou coreano), o apelido de família precede o prenome na ordem do nome completo, como Deng Xiaoping, sendo Deng o apelido de família e Xiaoping o prenome.” 

Assim: João Carlos da Silva, fica sendo: Nome – Silva; sobrenome – Carlos;  prenome – João.

Para efeito de organização, ou burocracia: Silva, João Carlos da.

Pensei em fazer uma lista de nomes portugueses, descobri que nem mesmo os próprios portugueses conhecem seus nomes, já que são latinos. Os nomes portugueses confundem-se com os espanhóis, italianos, franceses…

Assim, desisti de explicar e simplifiquei de vez, ou seja, fiz uma lista de nomes latinos mesmo.

Muitos nomes que achamos ser novos, criativos, podem até ser criativos, mas de novos não tem nada, como é o caso de Lavínia.

NOMES LATINOS:

Abílio, Adauto, Afrânio, Agnes, Alba, Agostinho, Albino, Amado, Amália, Amâncio, Amaro, Atílio, Benedito, Benício, Bento, Bonifácio, Caio, Calvino, Camila, Candido, Carmem, Cassiano, Cecilia, Celeste, Celia, Celina, Celso, César, Cícero, Cintia, Clara, Cláudia, Colombo, Conceição, Constância, Cornélio, Dante, Décio, Delfim, Deodato, Diva, Domingos, Donato, Dória, Dulce, Elvira, Estela, Evaristo, Fábia, Fábiana, Fabrício, fausto, Felícia, Félix, Fidel, Flávio, Floriano, Florinda, Fortunata, Francisco, Genésia, Germano, Graciana, Graco, Hilário, Honorato, Hortência, Imaculada, Inácio, Isaura, Jânio, Januario, Jovino, Jovita, Julia, Juvenal, Juvêncio, Laudelino, Laura, Laurêncio, Lavínia, Leda, Lena, Léo, Leocádia, Leôncio, Letícia, Lídia, Lígia, Líliam, Liliane, Livia, Lombardo, Lorena, Lourenço, Lourival, Lucila, Lucino, Lúcio, Lucíola, Lupércio, Mabel, Magna, Marcelino, Marcelo, Márcia, Marcial, Márco, Margarida, Marina, Màrio, Maristela, Martins, Maurício, Mauro, Mira, Modesto, Natália, Nemo, Nívea, Olinda,

Otávio, Patrício, Paulo, Pilatos, Plínio, Pompéia, Primo, Priscila, Quirino, Regina, Renata, Salústia, Saturnina, Serena, Sérgio, Severo, Sílvia, Silva, Socorro, Stela, Taciana, Tércio, Tertuliano, Tiago, Tibério, Tibúrcio, Ticiana, Urbano, Valentim, Valentino, Valéria, Vera, Vicente, Vinício, Virgínio, Virgília, vítor,

CURIOSIDADES DE NOMES:

Jânio vem do latim e não é o masculino de Jane, que vem do Hebraico. Jane e João significam a mesma coisa, apesar de possuir em gêneros diferentes.

José e João realmente são Hebraicos e estão diretamente ligados á religião, tradição e cultura hebraica.

Luis é de origem teutônica e significa guerreiro famoso.

Manuel não é português, é hebraico e significa Deus Conosco.

Moacir, é Tupi, significa aquele que faz sofrer.

Adão – Hebraico, Feito de terra.

Carlos – Teutônico, fazendeiro.

Romeu – Peregrino à Roma.

Roberto – Brilhante na glória.

Sandra – Diminutivo de Alexandra, o que resiste aos homens. No masculino tem o mesmo significado.

Veja o significado de seu nome:

http://br.guiainfantil.com/nomes-de-bebes/168-significados-e-origem/181-nomes-para-meninos-e-meninas-com-a.html

Texto: By Jânio

janeiro 3, 2011 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , | 15 Comentários

A escrita cuneiforme

antigas escritas

Escrita Cuneiforme

ATUALIZANDO: Recentemente, publicamos um texto com o título de “A primeira forma de escrita”, nele podem ser encontradas algumas informações sobre como foi o início da escrita no mundo, pelo menos na visão dos arqueólogos.

Quanto as datas, eu não considero precisas as técnicas utilizadas pelos arqueólogos, mas elas são úteis, todo estudo precisa partir de um ponto.

Segundo os arqueólogos, as escritas mais antigas são:

A sofisticada escrita da China, onde podemos verificar uma das formas gráficas de comunicação mais interessantes de todos os tempos. Por ser um país tradicional, a china não só preserva suas antigas culturas, como pode nos dar pistas sobre nossas origens e/ou nossas culturas, o ideograma é o melhor exemplo disso.

Segundo as técnicas dos arqueólogos, a escrita chinesa surgiu por volta de 2.000 anos antes de Cristo, mas como eu disse, será difícil mudar essa data, ou verificar uma nova.

Os hieroglifos, ou hieróglifos, são, ao lado da escrita cuneiforme, as formas de escrita mais antigas do mundo. No caso dos hieroglifos, foram descobertos no Egito e, como já dissemos, publicados em outro post.

Segundo os arqueólogos, os hieroglifos datam de 2.500 anos antes de Cristo, não podendo ter ultrapassado os 3.000 anos antes de Cristo, sendo assim, esse será um dos primeiros artigos que será atualizado, nem por isso descartaremos o conteúdo do outro post, considerado bastante relevante, já que boa parte dele refere-se à própria escrita cuneiforme.

Vamos então conhecer a escrita cuneiforme, segundo os arqueólogos, a escrita mais antiga do mundo, datando de 3.500, anos antes de Cristo.

A escrita cuneiforme, pelo que consta, surgiu no sul do Iraque, antiga Suméria. Foi nessa região que se verificou os primeiros registros da história, em cidades como Ur e Uruk.

O povo sumério apresenta características de uma grande civilização, com início e desenvolvimento, respectivamente.

No início, a escrita cuneiforme, que recebe esse nome por ser escrita com a ajuda de cunhas, era representada por formas do mundo, pictogramas ou pictografias,  com o passar dos anos, essas formas foram simplificando.

No Egito, os hieroglifos também apresentam essas características em seu desenvolvimento. No início, a escrita egípcia apresentava formas da natureza, um exemplo disso, foi a ave, que mais tarde deu origem a letra “A”, mostrando a proximidade da língua escrita á lingua falada, assim como sua fluência natural.

Curiosamente, a pedagogia se utiliza de cartilhas até hoje, como ferramenta de aprendizado. O mesmo não acontece no aprendizado de línguas estrangeiras, onde considera-se que os “adultos” tenham mais facilidade de aprendizado sem a necessidade dessas técnicas.

A simplificação da escrita é verificada também no Egito, onde haviam duas formas de escritas: Uma culta, extremamente complexa, e outra simplificada, utilizada pelo povo. Isso pode ser verificado na China também, onde o ideograma caracteriza-se com uma forma culta, sofisticada, enquanto o mandarim e outras línguas regionais tornaram-se línguas do povo.

Apesar das leis serem expostas em praça pública, raríssimas pessoas entendiam o que estava escrito, como era o caso da Babilônia.

Essa escrita passou, com o tempo, a ser mais simples e abstratas.

WIKIPEDIA: “Os primeiros pictogramas eram gravados em tabuletas de argila, em sequências verticais de escrita com um estilete feito de cana que gravava traços verticais, horizontais e oblíquos. Até então duas novidades tornaram o processo mais rápido e fácil: as pessoas começaram a escrever em sequências horizontais (rotacionando os pictogramas no processo), e um novo estilete em cunha inclinada passou a ser usado para empurrar o barro, enquanto produzia sinais em forma de cunha. Ajustando a posição relativa da tabuleta ao estilete, o escritor poderia usar uma única ferramenta para fazer uma grande variedade de signos.

Tabuletas cuneiformes podiam ser tostadas em fornos para prover um registro permanente; ou as tabuletas poderiam ser reaproveitadas se não fosse preciso manter os registros por longo tempo. Muitas das tabuletas achadas por arqueólogos foram preservadas porque foram tostadas durante os ataques incendiários de exércitos inimigos, contra os edifícios no qual as tabuletas eram mantidas.

A escrita cuneiforme foi adotada subsequentemente pelos acadianos, babilônicos, elamitas, hititas e assírios e adaptada para escrever em seus próprios idiomas; foi extensamente usada na Mesopotâmia durante aproximadamente 3 mil anos, apesar da natureza silábica do manuscrito (como foi estabelecido pelos sumérios) não ser intuitiva aos falantes de idiomas semíticos. Antes da descoberta da civilização Suméria, o uso da escrita cuneiforme apesar das dificuldades levou muitos estudiosos a suspeitar da existência de uma civilização precursora à babilônica. A sua invenção ficou a dever-se às necessidades de administração dos palácios e dos templos (cobrança de impostos, registro de cabeças de gado, medidas de cereal, etc.).

O registro mais antigo até agora encontrado data do século XIV a.C. e está escrito em símbolos cuneiformes da língua acadiana. O pedaço de barro escrito foi achado em Jerusalém por arqueólogos israelenses.”

Leia mais:

http://migre.me/1ppTc

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita_cuneiforme

By Jânio

setembro 26, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , , , | 19 Comentários

Atlântida – O continente perdido

A civilização perdida

A história da humanidade vai até onde restam vestígios identificados pela arqueologia, curiosamente, é a partir daí que o homem se torna mais evoluído e enigmático.

Os mais antigos vestígios de nossa história, são, ou eram, a civilização egípcia, os escritos dos hebreus e a civilização da Grécia, sendo as descobertas no Egito as mais conservadas, devido ao clima seco, também pelo fato de as areias terem mantido esses registros da história intactos por milhares de anos.

Saindo dos registros, além da história, começam as lendas. A lenda mais famosa, ligada a quase todas as culturas do mundo antigo, mostrando a raiz de nossas culturas, sendo lendas ou não, é a história de Atlantis, filha do deus grego Atlas.

Atlantis, ou Atlanta, possui milhares de teorias e alusões, é uma história pouco conhecida na idade média, uma época pouco tolerante com histórias fantasiosas. A intolerância, aliás, é uma bela forma de destruir vestígios culturais e históricos.

O relato mais citado a respeito de Atlantis, foi através de Platão:

Veja a tradução do texto de Platão, feita no século quinze, encontrada na Wikipedia.

“A menção conhecida mais antiga é a feita pelo filósofo grego Platão (428-347 a.C.) em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias).[3] Platão conta-nos que Sólon, no curso das suas viagens pelo Egito, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo atlante. Segundo o sacerdote, o povo de Atlantis viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava.

Quando os deuses helênicos partilhavam a terra, conta o sacerdote, a cidade de Atenas pertencia à deusa Atena e Hefesto, mas Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares.

Em Atlântida, nas montanhas ao centro da ilha, vivia uma jovem órfã de nome Clito. Conta a lenda que Poseidon ter-se-ia apaixonado por ela e, de maneira a poder coabitar com o objeto da sua paixão, teria erguido uma barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e desta relação nasceram cinco pares de gêmeos. Ao mais velho o deus dos mares batizou de Atlas. Após dividir a ilha em dez áreas circulares, o deus dos mares concedeu supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde Atlas espalhava o seu poder sobre o resto da ilha.

Nos textos de Diodoro da Sicília, Atlântida ficava próximo da Líbia, teriam sido destruídos pelas amazonas.

Os estudos nem sempre batem entre si, mas fazendo uma investigação através desses textos, as conclusões a que chegamos fazem muito sentido e acabam até a indo de encontro às nossas velhas teorias.

Segundo algumas teorias, Atlantida ficava na Antártida, antes da era glacial e segundo velhos mapas. Com as modernas tecnologias, chegou-se a conclusão que esses antigos mapas não eram tão precisos assim, portanto, o continente perdido ficaria no Atlântico, entre a Argentina e a África, comparando os antigos mapas com os modernos, via satélite.

Isso explica porque o povo de Atlantis teria sido atacado pelas amazonas. Outras teorias afirmam que esses povos teriam habitado a região da Bolívia e Peru, mais tarde emigrando para a África, onde os antigos egípcios seriam seus descendentes diretos.

Notem que segundo as lendas, relatos e pesquisas, esses povos seriam bem diferentes dos povos de hoje, habitavam regiões difíceis de se viver, mas não para eles, era justamente aí que eles mostravam toda a sua superioridade.

Esse povo era considerado extremamente evoluído, uma potência em tecnologia, mas, não desenvolviam a tecnologia da guerra. Segundo Platão eles teriam sucumbido diante de uma tentativa frustrada de invasão a Atenas, em outra versão, eles teriam sidos destruído pelas Amazonas; o que se sabe é que suas armas não era de morte, ou, pelo menos, não morte em massa, visto que eram uma civilização muito evoluída,  por isso eles teriam sido sucumbido.

Estudiosos afirmam que Platão poderia ter escrito esses textos, de maneira fictícia, baseado na guerra de Troia, ou outros acontecimentos, terremotos ou maremotos, onde cidades foram submersas, como foi o caso de Creta.

Platão, em seus textos, afirma que Atlantida teria sido destruída 9.000 anos antes de sua era, por uma catástrofe natural, maremoto ou terremoto.

Para alguns autores, Atlântida está associada a cidade perdida de Tântalis, derivado do deus Tântalo, associado também a Lídia de Atlas, assim, Atlantida seria a capital da Lídia, Tântalis, destruída por um terremoto, afundando nas águas do lago Saloe.

Seriam os deuses astronautas? – Veja a teoria fictícia de Atlantida.

Wikipedia:

“Partindo do desenho de cidade circular descrito por Platão, Floid propõe que Atlântida se tratava de uma gigantesca nave espacial, um disco-voador movido à hidrogênio, hidromagnetismo, com uma usina central de Hidro-Forças, chamada de Templo de Poseidon: um imenso OVNI descrito por muitas culturas como “A Ilha Voadora” (citada em Viagens de Gulliver), relacionada com a Jerusalém Celestial descrita na Bíblia, à Purana Hindu que desce do Céu, o Disco Solar dos Astecas, Maias, Incas e Egípcios. Sendo Atlântida uma missão colonizadora, ela teria estado em muitos pontos da Terra, pois se locomovia e se instalava em regiões; este teria sido o motivo pelo qual sua presença ora é imaginada no Mediterrâneo, ora na Indonésia, ora no Atlântico, nos Pólos e nos Andes: Atlântida seria a mesma nave descrita na epopeia dos Sumérios. Segundo esta teoria inovadora do professor Ezra Floid, Atlântida não teria submergido catastroficamente, mas intencionalmente, como parte do projeto colonizador que seu povo realizava no planeta

Após permanecer algum tempo no fundo do mar como cidade submarina, o disco-voador atlante teria usado também a hidroenergia de emersão para lançar-se diretamente no espaço sideral, provocando com sua massa e seu arranque poderoso uma enorme onda circular de tsunami no oceano onde estaria oculta. Os sobreviventes deste tsunami, após a tragédia, teriam julgado que Atlântida havia afundado. No entanto, os atlantes apenas teriam voltado para seu sistema natal.”

Essa mania dos gregos, de misturar ficção e realidade, era uma boa maneira de fazer com que suas histórias permanecessem eternizadas, de onde vinham suas inspirações, essa riqueza de detalhes?

A maior parte dos relatos eram inspirados em fatos reais, outra parte em ficção; poderíamos dizer até que a realidade era vista sob o ponto de vista fictício, onde a história virava lenda.

Essa lendas acabam aguçando as mentes dos mais curiosos, como eu, por exemplo.

Fica evidente, em todos os estudos de civilizações antigas, essas características de povos evoluídos, onde há desenvolvimento tecnológicos inesplicáveis, dignos de um futuro muito distante.

Frente a tudo isso, restam-nos apenas duas hipóteses, sobre o passado sombrio do homem:

1 – O homem teria evoluído de várias raças como: Homo-sapiens, Homo-erectus, etc.

2 – O homem não teria evoluído, o processo teria sido inverso, onde o homem teria sido muito evoluído no passado, onde não havia a ganância e a cobiça, num mundo que não conheceu nenhum tipo de governo, onde as pessoas eram livres. Nesse mundo não se impunha, era voluntário; não havia o direito autoral mas a transmição de informações e tecnologias na maior quantidade possível; um mundo onde os mestres escolhiam os seus discípulos e os seus discípulos os seus mestres; onde não se pagava para ensinar, recebia-se doações; onde os discípulos não pagavam para aprender, ao invés disso, recebiam vultuosos prêmios para aprender.

Num mundo assim tão utópico, o povo escolhia a tecnologia que queria para si, não criando armas para matar, mas sim armas para se defender; um mundo onde os homens perigosos não ficavam presos, ficavam em seu habitat natural, na selva ou fora da cidade. Se saíssem de seu habitat, seriam tratados como estranhos a sociedade.

Infelizmente, esses mundos utópicos  estão cada vez mais distantes. As diferenças gritantes entre as culturas antigas, mostram quem estava certo e quem estava errado.

Num mundo quase perfeito, bastava um erro para que tudo viesse a se perder; como um cavalo de troia, que na verdade era dos gregos, suficiente para destruir toda uma geração de pessoas.

As civilizações mais evoluídas da antiguidade, eram também as mais ingênuas, como a do Egito que bastava que se colocassem gatos a frente do exército para que o povo ficasse totalmente a sua mercê.

O choque entre culturas sempre foi desastroso para as civilizações, tanto que quando um povo era conquistado, tudo era logo destruído, para evitar a instabilidade do pensamento.

Porque esses povos tão evoluídos eram tão ingênuos, não sabemos; seriam preciso muitos dados a respeitos de suas culturas para desvendar esses mistérios.

Só para efeito de curiosidade – Atlantis é citada em vinte mil léguas submarinas, de Júlio Verne, e Stargate, entre tantas outras histórias.

Base do estudo: Wikipédia

By Jânio

dezembro 4, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , , , | 19 Comentários

   

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