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Arte da cópia

Janela Indiscreta

Filme Suspeito

O brasileiro, de um modo geral, ainda não assimilou muito bem o pensamento como conceito de trabalho, a negação desse conceito, que não é valorizado em cidades pequenas, exceto por interesses, tornou as pessoas menos criativas.

Pessoas pouco criativas não tem iniciativas, não ajudam a formar a opinião pública e tendem a seguir a primeira ideia que lhe são fornecidas. É assim que surgem religiões, ideologias, sistemas políticos e movimentos das mais variadas espécies.

Nas escolas, a falta de criatividade é combatida na medida do possível, com as ferramentas disponíveis.

Redação é uma matéria que exige muita criatividade, por isso é a preferida pelos alunos que gostam de letras, mas nem tanto pelos alunos que dominam as ciências exatas.

Depois de muita insistência para que os alunos escrevessem, sem resultados, uma professora optou por uma técnica, como incentivo. Apresentava textos prontos, de autores conhecidos, para que os alunos escrevessem a partir dele.

No início, os alunos só apresentavam cópias, logo passaram a criar plágios, com partes de escritas autorais, mais tarde aprenderam a desenvolver o senso crítico e tomaram gosto pela escrita.

Eu fiquei surpreso, ao assistir a um documentário sobre o grande clássico “Era Uma Vez no Oeste”. Nesse documentário, o autor mostrava cenas em que Sérgio Leone havia se inspirado em Diretores clássicos, com sequências inteiras, sem perder o estilo e nem afetar o resultado final da história.

Brian de Palma foi um dos diretores mais criticados da história do cinema de Hollywood, devido a sua insistência em se inspirar em Alfred hitchicock. Apesar disso, inteligentemente, ele variava muito o seu trabalho.

Não dá para dizer que “Carrie – A Estranha” tenha sido cópia de algum outro filme, pelo menos que eu me lembre, já no caso de “Dublê de Corpo”, fica claro sua inspiração em “Uma Janela Indiscreta”, “O Homem Errado”, entre outros do mestre do suspense.

Felizmente, apesar da semelhança das cenas, músicas, em filmes como “Vestida Para Matar”, o estilo de Brian de Palma era outro, assim, ele pode provar o seu talento em filmes com: “Os Intocáveis” (gangsters), “Um Tiro na Noite” (suspense), “Scarface” e “A Fúria” que mostrava o seu talento para o tema fantástico, paranormalidade.

Eu assisti um filme muito interessante de um pintor iniciante que ganhava a vida fazendo cópias. Apesar de sua tradição familiar, ligado à pintura, ele não gostava da ideia de morrer pobre e criava cópias exatas de Rembrandt.

Depois da morte do pai e de ser confundido como ladrão de pinturas famosas, já que suas cópias eram parecidas demais, voltou a seguir a tradição da família.

A divulgação do manifesto do terrorista extremista de direita, se é que isso existe, na Noruega, tornaram famosos partes copiadas de ideologias políticas dos mais variados tipos, deixando claro que o norueguês estava em busca de fama. Ele também provou o perigo da fragilidade da segurança daquele país.

Todos nós copiamos, de certo modo, até na hora de rezar, ao repetir as orações.

Quando eu ia na igreja, a atenção que eu tinha com as palavras dessas orações, deixavam-me totalmente relaxado. Talvez por estar dentro de uma igreja e não pensar em outra coisa, senão na religião, davam a minha mente um descanso que eu não tinha nem quando estava dormindo.

A oração pronta propicia descanso mental aos fiéis, desde que não hajam dúvidas ou conflitos a respeito do assunto que o fiel rezou.

Quando eu vejo um filme de Charles Chaplin, vejo como ele é copiado até hoje e chego a pensar se ele foi totalmente original em sua época, só de uma coisa eu não duvido nunca, de sua habilidade e talento.

Pessoas iguais

By Jânio

agosto 24, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , | 7 Comentários

Criatividade na prática

desenvolvimento técnico

Liberdade de Criação

Segundo a filosofia popular, todo ser humano é inteligente, mas isso não basta para manter um sistema de elite. É preciso criar sistemas separatistas onde poucos possam passar no teste, qual a melhor forma senão metódos de ensino onde a memória possa ser testada ao limite.

Assim, ao invés de ensinar, criam uma infinidades de fórmulas, fazendo com que um número reduzido seja considerado inteligente.

Na realidade são técnicas desenvolvidas, privilégio de poucas pessoas do sangue azul. Essa suposta inteligência é posta à prova, quando são exigidas habilidades criativas.

Todas as profissões da burguesia moderna evoluem na medida em que suas técnicas vão sendo desenvolvidas, quando suas técnicas centenárias falham, um desafio à sua criatividade é lançado.

Poderíamos dizer que há uma inteligência teória e outra prática, assim como criatividade. Naturalmente, a inteligência teórica é a menos inteligente, vem sendo desenvolvidas em Laboratórios, grupos, Universidades, repassadas aos alunos de acordo com seu poder aquisitivo.

No caso da inteligência prática, ela é desenvolvida através da criatividade de pessoas inteligentes.

A criatividade é autônoma, empreendedora e surge em decorrência de uma determinada necessidade.

Naturalmente, essa inteligência prática pode ser transformada em inteligência teórica, reunida em Universidades com recursos suficientes para desenvolvê-la e pesquisá-la, passando então a ser privilégio de um determinado grupo.

Poderíamos dizer até que esses conhecimentos práticos são codificados, organizados de um modo que poucas pessoas tenham acesso aos conhecimentos práticos.

Foi desenvolvida uma maneira de testar a inteligência, através do QI, mas a tentativa de criar um método de testar a habilidade criativa falhou.

Tanto o QI, quanto os vestibulares e concursos, podem avaliar uma boa porcentagem de pessoas, quanto a sua competência, mas em uma parcela de pessoas, esse método falhou.

A criatividade já foi associada a um dom dos deuses, outras vezes à loucura – Talvez isso ocorra porque a criatividade não pode ser controlada, não obedece sistemas padrão.

Quanto maior o controle sobre uma determinada pessoa, menor será a sua criatividade. A criatividade não pode ser desenvolvida em laboratórios, suas técnicas sim.

A criatividade não pode seguir um padrão, ela não tem limites de tempo e espaço, nem sempre as idéias criativas podem ser aproveitadas, ficando limitadas ao campo da filosofia. Outras vezes, podem ser aproveitadas, mas sem o devido controle, expondo o planeta ao ego de cientistas malucos.

No caso da criatividade em grupo, eu não diria que é uma criatividade em equipe. Eu diria que cada membro dessa equipe trabalha sua criatividade individualmente, apesar de ser assessorado pelo resto do grupo, o processo criativo é individual.

Exemplo de criatividade organizacional: Identificação do problema, teorização do problema (modelo Mental), solução do problema (1% de inspiração e 99% de transpiração). Isso acontece pela falta de experiência prática, ou experiência pouco desenvolvida.

Segundo exemplo teórico de criatividade: “Criar só é possível quando o cérebro detém uma grandiosa e alargada variedade de conhecimentos e informações” – Esse é o grande problema de teorizar o que deveria ser prático, na prática o processo é inverso.

Essa confusão é natural, afinal, o trabalho em equipe passa a idéia de que a criatividade é coletiva, o que é um erro de interpretação.

Uma idéia que está bem consolidada é o fato da motivação ser essencial para o processo criativo – Cabeça quente é sinal de pouca inteligência, portanto, vamos esfriá-la um pouco.

Arte e Cultura – É o campo onde o conceito da criatividade pode ser melhor estudado, sendo a liberdade fundamental.

Pesquisa e desenvolvimento – Nesse caso, eu considero teoria a partir da criatividade. Novidade, inventividade, aplicação prática (técnica, teoria), trabalho em equipe.

Fica muito difícil identificar a diferença entre técnica teórica e criatividade, a não ser para quem convive no setor. Quando um artista é mais popular, vende milhões de álbuns de música, ele desenvolveu a técnica.

Quem criou o ritmo, esse era de fato criativo, mas ele certamente morreu na miséria.

A curiosidade (pesquisa) e a prática (experiência) são a base para o desenvolvimento do conhecimento, base da criatividade. Definitivamente o raciocínio é mais importante que a memória.

Ter boa memória não quer dizer ter maior capacidade mental, significa ter boa memória somente. Da mesma forma, ser criativo não significa ter maior capacidade mental, significa ser criativo.

Cada pessoa tem o seu campo de atuação, sua importância dentro de uma equipe, isso não quer dizer criatividade em equipe. Ter boa memória não significa ser criativo, mas pode significar criatividade em estratégias de memorização.

Ter uma boa capacidade de memorização já foi muito importante, hoje o computador assumiu essa função, já no caso da “burrocracia”…

“Aumentar a criatividade é exercitar o pensamento” – Concordo, desde que hajam estratégias bem definidas, raciocínios inteligentes.

Fonte: Wikipedia

By Jânio

junho 11, 2011 Posted by | Ciências | , , , , , | 7 Comentários

Os virais conquistam os internautas

Conquista ou manipulação

Marketing Inteligente

Os virais são uma ótima forma de marketing, mas começaram na marginalidade. No início da internet, era o ambiente propício ao marketing viral, os virais foram usados a exaustão pelos lammers (crackers iniciantes querendo se aparecer).

O tempo passou e os virais encontraram seu espaço. Apesar disso, muita gente com grande força na mídia, tem dificuldade em direcionar seus virais.

Para se criar um bom viral, não basta ter uma boa ideia na cabeça, é preciso criatividade para conquistar as pessoas, e sensibilidade para saber o que as pessoas estão pensando, sentindo, sua reação.

Um bom criador de virais tem que ter estilo, ideologia, princípios, isso evita que o profissional cometa excessos, infrinja a lei ou irrite seu público alvo.

A maioria dos virais são bem humorados, carismáticos, procuram uma identificação com o seu público. Esse é o tipo de viral mais simples, mais comum, mas há o viral inteligente, resultado da evolução do marketing, muito presente na internet.

Um profissional que envia spam para todo mundo, na tentativa de atingir um novo público, é considerado ultrapassado, em época de web 2.0.

É nas redes sociais onde o viral ganha mais força, dependendo, é claro, da reputação de seu criador. A Twitter é o melhor exemplo de rede social para a criação de virais.

Não basta ter uma ideia na cabeça para se criar um bom viral, um viral mal administrado pode ser um risco à reputação de um usuário.

O viral “Cala boca Galvão”, fez um grande sucesso, apesar de eu não achar uma grande idéia, mandar alguém calar a boca. Virais que surgem de programas sensacionalistas de televisão, possuem um grande potencial, apesar de não serem bons; o sucesso acontece porque a popularidade do programa ajuda a espalhar o viral.

O Tiririca pode ser considerado um dos maiores guerrilheiros do brasil, não é de hoje que ele tem incomodado muita gente. Tiririca já teve um disco apreendido, por fazer piadas de gosto duvidoso e racistas.

Nem tudo o que começa com marketing de guerrilha se torna um bom viral, Tiririca é um bom mau exemplo disso.

Eu acredito que seja preciso um objetivo ideológico, socio-econômico, filosófico, político, etc. Um viral não precisa necessariamente prejudicar alguém, para ser um bom viral, também não precisa visar lucro, mesmo que isso ocorra, não deve ser o seu objetivo principal.

Os melhores virais surgem naturalmente, e eles se espalham rapidamente também, alheios a vontade de seu criador. Pessoas criativas e sensíveis, tem facilidade para criar virais, tem facilidade para administrá-los.

Um caso como o de Geisy Arruda, por exemplo, poderia ter começado como marketing pessoal, combinado com marketing de guerrilha, caso fosse censurado, traria alguns resultados, mas a longo prazo. Quando atingiu a internet, tornou-se um viral, com consequências inesperadas, tanto para Geisy, quanto para a instituição onde ela estudava.

Nesse caso específico, a hipocrisia da sociedade foi a arma usada para o sucesso da ideia. Funcionou, mas … e depois?    

Sem objetivo certo, toda a ideia fica perdida. Se a menina não quer terminar a faculdade, mas estuda teatro,  cursos, aula de canto, aula de interpretação, fica difícil. Ter um objetivo antes de criar toda a confusão, torna tudo mais fácil.

As regras da vida são simples: Posturas arrojadas, corajosas, pretensiosas,  exigem capacidade e preparo dessas pessoas. O planejamento antecipado dessas estratégias, definirão o sucesso ou o fracasso no futuro, é preciso estar preparado.

Pensar, ter ideologias, objetivos, ajudam muito, caso as consequências de um viral sejam desastrosas.

Quando um famoso apresentador, de uma grande rede tv, fingiu entrevistar o chefe do PCC, cometeu um grande erro, marketing de guerrilha é para quem não  tem dinheiro para investir, para quem não tem nada a perder; o viral que surgiu a partir daí, foi catastrófico, o apresentador teve sorte da internet não ser tão forte naquela época.

Quando o patrão do mesmo apresentador espalhou a história que tinha morrido, foi menos agressivo em sua ideia, mas não menos idiota, muita gente chegou a afirmar que o apresentador estava louco.

Na internet, agregadores de notícias a base de imagens, tem sido grandes promotores de virais, em seguida vem os indexadores de artigos, com a possibilidade de “amarrar” o texto aos sistemas de buscas, através de tags (etiquetas, palavras chaves). A rede Twitter fica restrita a celebridades reais, ou virtuais, no caso de usuários engajados  em comunicação, interativos.

Assuntos atuais são grandes fontes para virais e audiência dos sites e blogs, isso acontece porque a tv não consegue dar a cobertura que o fato merece, assim os telespectadores passam a pesquisar na internet. A TV é um universo diferente da internet, muito conteúdo que não tem procura na tv, vira febre na internet.

Em todos esses casos citados, os virais tem época para perder a força, são a curto prazo.

Virais de longa duração são os mais inteligentes, envolvem mais ideologias e conhecimentos. Esses tipos de virais não são tão difíceis de se criar, desde que a pessoa tenha uma base mínima de conhecimento; pode-se aproveitar desde temas censurados nas mídias de massa, denúncias, até assuntos que fazem parte de nossas próprias experiências.

Temas discutidos nas escolas são ótimos assuntos para se criar virais de grande duração, isso porque já foram devidamente testados, estão prontos para serem disseminados.

Sabe aquele ditado: “Em Terra de cego, quem tem um olho é Rei”? – Essa é uma ideia que eu sempre aproveitava na escola, para criar meu marketing pessoal.

Vocês podem não acreditar, mas com um simples espanhol, nível iniciante, eu conseguia conquistar corações e mentes, tanto de professores de inglês, quanto de português. Para fechar com chave de ouro, bastava fazer algumas traduções de tupi-guarani, latim ou francês, para conseguir a glória.

Nessa época, eu conheci alguns meninos-gênios,  daqueles que gostam de se autopromover, infelizmente, sem nenhuma sensibilidade.

È preciso saber o que dizer e a hora certa para isso; é preciso saber o que as pessoas sentem, descobrir as suas carências, para aproveitar a hora exata. Não é à toa que a internet tornou-se o ambiente ideal, para a criação de grandes virais.

Sites como Delícious, Google, Alexa, WordPress, apresentam um raio-x da internet, o que as pessoas gostam e o que elas procuram. Podem mostrar mais que isso: O que elas pensam, as palavras mais fortes, usadas pelos sites famosos, etc.

E você, já criou um viral?

By Jânio

outubro 20, 2010 Posted by | divulgação gratis | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

Autodidata – Faça você mesmo

Descobertas e necessidade

Aprendizado Natural

É curioso como em pessoas, com um certo grau de formação, são verificados interesses pelo tema autodidática, também conhecido como autodidaticismo. Talvez por necessidade de continuar aprendendo, mas com liberdade de pensamento.

Esse tema, como tantos outros, apresenta muita contradição quanto a sua essência e filosofia.

Uma pessoa autoditada é aquela que aprende algo sozinha, sem formação específica na área, curiosamente, é muito mais comum do que parece.

Através da autodidática, podemos ver como as pessoas escolhem mal suas profissões, formando-se em uma área, mas atuando em outra.

Vejam bem: Em grandes centros urbanos, é possível fazer um curso técnico no colegial, isso poderia indicar a vocação de uma pessoa, mesmo antes do vestibular; em pequenas cidades isso já não é possível.

Apesar disso, mesmo em grandes centros urbanos, não é o que acontece. A busca por profissões de acordo com o mercado acaba prevalecendo.

Para se saber qual a nossa vocação, é preciso voltar no tempo: Ver quais foram os professores que mais nos elogiaram; quais foram nossas melhores notas na escola; quais foram os nossos melhores trabalhos; maior interesse, etc.

Apesar dessas regrinhas básicas, ainda tem o problema financeiro. Em algumas profissões, é quase impossível ter um rendimento satisfatório.

Por esse e por outros motivos, a lei da oferta e da procura, as pessoas não escolhem a profissão em que mais se adaptam e dominam, escolhem aquelas que tem mais retorno.

Qualquer profissão poderia ser a ideal, desde que sua educação  tornasse o processo de ensino prazerosa, compensando a baixa remuneração, o que raramente acontece.

Assim, temos fazendeiros formados em medicina, cientistas trabalhando no serviço público, políticos trabalhando no comércio, etc.

É fácil  observar notícias de pessoas que inventaram algo simples, fora de suas áreas, mas que será tão desenvolvido que dificilmente alguém notara seu princípio básico e o seu inventor.

A área de informática, por ser muito dinâmica, passou por essa fase. No início não haviam faculdades, tudo era criado por profissionais autodidatas, até hoje isso pode ser observado.

Hoje, encontramos mais informações em blogs ou pequenos portais que em sites das grandes corporações. Fica evidente que a profissionalização da informação manipulou sua essência, a de informar e mostrar a verdade.

A autodidática tem influenciado muito a própria didática, pela sua liberdade de criação, ausência de métodos e técnicas rígidos, levando a descobertas de novos rumos para o conhecimento. Se por um lado o autoconhecimento pode encontrar um limite para o seu autodesenvolvimento, por outro lado é extremamente criativo, útil e empreendedor.

O empreendedorismo possui uma relação muito direta com a autodidática, assim como possui uma certa relação com o pioneirismo também. Se o processo do pioneirismo aumenta os riscos no empreendedorismo, a autodidática diminui.

É sabido que quanto mais conhecimentos em áreas diversas o empreendedor possua, maior será a facilidade com que resolverá problemas essenciais para o seu crescimento.

Estudiosos afirmam que o autodidata deveria concluir sua formação, com a qual teria as portas abertas no mercado tradicional, onde é fundamental um título.

No mercado tradicional, os títulos são mais importantes que a ideologia, a filosofia e a capacidade de cumprir metas de um bom autodidata. Poderíamos dizer que as faculdades são centros preparatórios de empregados, profissionais que não pensam, apenas obedecem e executam suas funções com as tecnologias que lhe são passadas.

A autodidatica não deve ser confundida com ensino alternativo, também não pode ser visto como um aprendizado isolado. O autodidata se vale de livros e pessoas com sabedorias suficientes para passar algum conhecimento,  as bibliotecas são seu lugar favorito.

Um autodidata pode aprender sozinho, por tentativas e erros, mas a consulta e acompanhamento por conhecimentos externos são constantes. Autodidatas são responsáveis por esclarecer muitas teorias, ou partes delas, que não foram totalmente entendidas.

Aqui notamos, novamente, a presença do autodidata na informática. O hacker, que não deve ser confundido com lammers ou crackers, são pessoas que desafiam constantemente as estruturas de programação de sistemas, sendo responsáveis pelo sucesso da web 2.0 e a criação de vários softwares, além de sua presença frequente em fundações de tecnologia.

A autodidática promove o desenvolvimento natural do autodidata, propiciando o aprendizado natural em várias áreas diferentes.

Mesmo na informática, podemos notar que em alguns setores há profissionais que controlam suas funções, mas não dominam totalmente, muitas vezes sendo vítimas de suas próprias ferramentas. Isso acontece porque as escolas ensinaram a fazer, mas não explicaram totalmente a funcionalidade do processo aprendido.

A internet foi um passo importante na evolução dos autodidatas, informações que poderiam levar dias, semanas ou meses para serem acessadas, hoje podem ser acessados à distância de um clique. Todas as pessoas que usam a internet, devem dar o máximo de importância a otimização.

A lincagem através dos sites, acelera muito o acesso às informações. Não se deve ter medo de incluir links de sites e portais, nem subestimar a real importância deles.

A maioria dos internautas aprende rápido; aprende a aprender rápido; desenvolve uma aptidão autoditática muito grande. Eu considero a interação uma filosofia de vida, a melhor forma de encontrar respostas que poderiam levar anos para serem encontradas.

Cada processo na rede, interativo ou não, leva a busca de autoconhecimento, força a memória. Assim como é difícil para uma pessoa adaptar-se ao computador, é difícil adaptar-se a internet, mas no fim todos aprendem, sem exceção; a dificuldade de se adaptar não implica em dificuldade de aprender.

Assim como a autoditática não contradiz a ditática, a didática não contradiz a autodidática; um Doutor pode se tornar um autodidata, tanto quanto um autodidata pode se tornar um Doutor. Qualquer forma de pensamento contrária a esse preceito, tende a retardar a evolução do conhecimento.

Motivados por descobertas constantes, os autodidatas seguem uma linha de pensamento paralela ao pensamento acadêmico, mas por incrível que possa parecer, ele sempre será muito mais crítico, não aceitará respostas fáceis, terá em seu caminho das pedras,  palavras interrogativas: Como?; por que?; onde?; quando?; quem?…

Muitas perguntas são respondidas ainda na infância de um autodidata. Experiências da descoberta do fogo, densidade da água, presença do ar e a importância da Terra, são inevitavelmente descobertas na prática.

Quando a pessoa se torna autodidata na vida adulta, a sensação pode ser como se finalmente tivesse encontrado vida inteligente na Terra, onde a vida e o aprendizado estão lado a lado, sem nenhuma regra, movidos pela necessidade de fazer, ter, viver, sentir e ser feliz.  

Dizer que um gênio da música, como Bethoven, Bach, Mozart, Vivaldi, aprenderam a tocar com quatro anos, criaram sua primeira sinfonia aos sete anos, tornando-se conhecidos mundialmente aos dez, contraria qualquer método conhecido de didática, está mais próxima da autodidática, mas também não pode ser confundida com essa.

A genialidade e a inteligência são diferentes. Ainda não foram descobertos os princípios da genialidade, só o que se sabe é que não há explicação para tamanha facilidade de aprendizado, ou assimilação de conhecimentos.

Um gênio possui conhecimentos infinitos em uma determinada área, é como se o seu cérebro encontrasse respostas imediatas para todas as perguntas cabíveis, relevantes, com o acompanhamento de um tutor. A princípio, esse tutor também encontrará suas respostas, através de seu pupilo, mas, com o tempo, o gênio estará só em busca de seu próprio aprendizado.

Naturalmente, em algumas áreas, a sociedade não vê com bons olhos esses gênios. A partir do momento em que o raciocínio de um gênio evolui acima  do conhecimento de sua época, passa a ser uma ameça ao poder, passa a representar uma espécime de animal racional superior, quase um mutante.

Contrariamente ao gênio, a inteligência segue por dois caminhos diferentes, didática e autodidática, onde ambas deverão ter controle do que fazem, não necessariamente o domínio que está presente apenas na autodidática.

Grandes nomes, como Albert  Einstein, devem ser vistos como gênios, apesar de serem também autodidatas. Autodidata no aprendizado da matemática e da física, capaz de encontrar explicações convincentes para outras áreas, mesmo sem dominá-las completamente. A bomba atômica foi consequência dessa falta de domínio.

Nostradammus pode ser considerado um homem inteligente, tanto pelas várias áreas que ele conhecia, quanto pelo domínio dessas áreas até certo ponto, suficiente para não ser desacreditado e criar sua própria lenda. Também não há evidências sobre seu aprendizado autodidata.

Mecânicos desenhistas, carpinteiros, músicos, são apenas algumas áreas onde se pode verificar a autodidática. A maioria das faculdades surgiu da autodidática, da oferta e procura.

Bill Gates é considerado um autodidata, pelo menos no aprendizado, não na filosofia, contrastando diretamente com seus inimigos mortais, os hackers.

Autodidatas famosos:

Gottfried Wilhelm Leibniz – Matemático e Filósofo alemão – Criador da Arte combinatória, precursora da computação.

Jack London – Escritor americano autor de Chamado selvagem.

Bill Gates –  Americano fundador da Microsoft.

Alexander Grahan Bell –  Inventor escocês.

Stanley Kubrick – Cineasta americano.

Woody Allen – Cineasta americano.

Henry Ford  – Americano fundador da Ford,

Charles Dickens – Romancista Inglês.

Walt Disney – Cineasta americano.

Albert Einstein – Fisico alemão.

Jimi Hendrix – Músico americano.

José Saramago – Escritor português.

Machado de Assis – Escritor brasileiro.

Como podemos ver, pelo menos a metade dessa lista de celebridades, não seguia a filosofia autodidata, era sangue “ruim mesmo”.

Podemos notar os egocêntricos: Como Einstein, que queria saber o que Deus pensava; Walt Disney, que deu seu próprio nome a empresa; Grahan Bell, empresário e inventor envolvido em brigas por patentes, etc.

Fora esses, não dá para negar que há nomes consagrados, bons exemplos a serem seguidos.

Fonte: Wikipedia

By Jânio

outubro 12, 2010 Posted by | Ciências | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

Uma forma de melhorar a qualidade de vida

transporte alternativo

Qualidade de vida

Quando o automóvel foi inventado, haviam tantos problemas que só mesmo os aficcionados por tecnologia possuíam paciência suficiente para suportá-lo. Os conservadores torciam o nariz, dizendo ser uma invenção dispensável, nessa época a bicicleta reinava absoluta.

A febre consumista ainda era desconhecida, todas as pessoas conheciam as vantagens de se ter uma boa bicicleta. O que incomodava era o preço, dinheiro era difícil de se conseguir.

Em países asiáticos, para controlar o consumismo e mascarar os problemas de gestão pública, o uso de bicicleta, e similares, é muito incentivado pelo governo.

Cuba, um caso raríssimo de resistência ao capitalismo, ao poderio econômico dos Estados Unidos, e ao boicote covarde deste, ainda vive nesse tempo remoto.

No Brasil, parece que estão aderindo a essa moda, descobrindo as várias utilidades das bicicletas, triciclos e carros sem motor, movido a pedais. A criançada conhece os carros de pedais, não é de hoje, e adoram.

No estado do Pará, cidade de Atuá, para ser mais específico, a bicicleta já era muito popular. Essa tradição vem ganhando força com as novas tecnologias, nas bicitaxi, já é possível pedalar pela cidade assistindo a um DVD, mostrando uma realidade alternativa, quase ficção, só vendo para crer.

As bicitaxi ganharam rodas, conforto, além de serem extremamente lucrativas, é o único tipo de táxi conhecido, onde o passageiro tem que trabalhar, pedalando. Os passageiros não tem reclamado, não é para menos, afinal, as vantagens também aumentam: economia, saúde e estética estão entre essas vantagens.

Todas as pessoas conhecem os benefícios de uma boa bicicleta, principalmente em cidades pequenas, onde são muito usadas, pelos meninos, para entregar compras, estudar, comprar remédios em farmácias ou outras urgências.

Com todas as vantagens, desse meio ecologicamente correto de transporte, me admira não haver mais incentivo a esse comportamento saudável de se locomover. Uma melhora na infra-estrutura, relacionada a esse tipo de transporte, melhoraria muito a qualidade de vida nas grandes cidades, nas pequenas também.

By Jânio

janeiro 8, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , | 5 Comentários

O burro que virou zebra.

burro ou zebra?

burro ou zebra?

A idéia de prender animais em zoológicos, não me agrada em nada. O mesmo vale para assarinhos em gaiolas, criar onça em casa, cobras, lagartos, etc.

Na minha opinião, todo animal deve viver em seu habitat natural, é a natureza como ela é.
Recentemente, no nordeste, com o crescimento do poder aquisitivo de alguns habitantes e com a entrada de motos no cotidiano local, fez com que os jumentos, antes tão úteis, fossem abandonados pelos seus donos, a mesma coisa que acontecia com os camelos em outros países.
Segundo os proprietários desses jumentos, as motos eram muito melhores para fazer o serviço, antes executado pelo jumento.
Na Faixa de gaza, região de conflito, habitada pelo povo palestino, um zoológico foi bem criativo.
Na falta de uma zebra, animal muito procurado pelas crianças, e devido ao alto custo de se trazer uma zebra de longe, além dos transtornos com Israel, o dono do Zoo, Mohammed Bargouthi, usou a criatividade e pintou dois jumentos, o que atendeu a procura pelas zebras.
Como podemos ver, na Faixa de Gaza, os problemas sociais não são motivos para se perder o bom humor e a criatividade.
Para quem acha que o bom humor é sinal de burrice, nada como dos simpáticos burros, pintados de zebra, para provar o contrário.
By Jânio
burro ou zebra?

burro ou zebra?

A ideia de prender animais em zoológicos, não me agrada em nada. O mesmo vale para passarinhos em gaiolas, criar onça em casa, cobras, lagartos, etc.

Na minha opinião, todo animal deve viver em seu habitat natural, é a natureza como ela é.

Recentemente, no nordeste, com o crescimento do poder aquisitivo de alguns habitantes e com a entrada de motos no cotidiano local, fez com que os jumentos, antes tão úteis, fossem abandonados pelos seus donos, a mesma coisa que acontecia com os camelos em outros países.

Segundo os proprietários desses jumentos, as motos eram muito melhores para fazer o serviço, antes executado pelo jumento.

Na Faixa de gaza, região de conflito, habitada pelo povo palestino, um zoológico foi bem criativo.

Na falta de uma zebra, animal muito procurado pelas crianças, e devido ao alto custo de se trazer uma zebra de longe, além dos transtornos com Israel, o dono do Zoo, Mohammed Bargouthi, usou a criatividade e pintou dois jumentos, o que atendeu a procura pelas zebras.

Como podemos ver, na Faixa de Gaza, os problemas sociais não são motivos para se perder o bom humor e a criatividade.

Para quem acha que o bom humor é sinal de burrice, nada como dos simpáticos burros, pintados de zebra, para provar o contrário.

By Jânio

outubro 11, 2009 Posted by | Piadas | , , , , | 4 Comentários

   

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