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O homem que inspirou a criação do Google

interesses econômicos

Campanhas contra NSA

O pai do algoritmo que deu origem ao motor de busca da Google não é um dos multimilionários do Silicon Valley e sim um matemático e programador italiano que apresentou sua grande idéia há 17 anos.

Em 1.997, Massimo Marchiori mostrou em uma conferência realizada na Califórnia, o desenho de um avançado buscador de internet. Um estudante quatro anos mais jovem que o orador, um americano chamado Larry Page que criaria, com seu amigo Serguéi Brin, a Google.

Page ouviu atentamente o italiano falar sobre sua revolucionária proposta tecnológica, um projeto denominado Hyper Search.

De fato, o Hyper Search é baseado em um algoritmo que muitos desenvolvedores consideram ser a inspiração do PageRank, o instrumento empregado pela Google para organizar e classificar seus conteúdos com base na relevância das páginas Web.

“Quando terminei minha apresentação, um homem muito gentil se aproximou de mim e me disse que o algoritmo parecia muito interessante”, explicou Marchiori a Bloomerg. Aquele garoto era Page, que disse ao programador italiano que gostaria de contribuir com o desenvolvimento do projeto.

Depois da conferência, Marchiori regressou para casa com a esperança de tornar seu sonho em realidade. No entanto, nenhum instituto lhe ofereceu o financiamento que ele precisava para desenvolver aquele inovador motor de busca.

Nos EUA, Page teve mais sorte. O co-fundador da empresa Sun Microsystems, Andy Bechtolsheim, entregou-lhe um cheque de 100.000 dólares para que realizasse seu projeto.

Marchiori, que atualmente tem 44 anos, afirma que não sente inveja pelo sucesso de Page. De fato, ele está desenvolvendo um motor de busca chamado Volunia, que promete tornar-se um sério concorrente para a Google.

Fonte: RT-TV

Como surgiu a Google

Os maiores erros da Google

A lógica booleana

Acesso às páginas bloqueadas

maio 17, 2014 Posted by | google | , , , | Deixe um comentário

Site para criar banners

ferramentas para blogs

Banner 3D

Criador de Banners

Banner Animado

A seguir eu vou postar o link para um site criador de banners. É o criador de banners mais simples da internet, para quem não tem muito tempo.

Outros sites podem criar banners mais trabalhados, mas esse é muito útil caso o parceiro exija um banner.

Entre no site

01 – 3Dtextmaker

02 – CLICK HERE TO CREATE 3D TEXT – Click aqui para riar um texto em 3D

03 – Serif – Escolha, por exemplo, century school e a palavra aparece logo abaixo. Você pode experimentar outros tipos de fontes.

04 – Select a color – Escolha a cor

05 – Set your dimensinons – Coloque os tamanhos. Dois formatos prontos podem ser escolhidos, entretanto, para parcerias é necessário um padrão específico que deve ser digitado nas caixas de texto (largura e altura).

07 – Set other variable – Coloque outras variáveis, ou mantenha a que está. Nesse passo você pode mudar o tamnho da fonte (fonte size) caso necessário, e o looping (executa o efeito e para (run) time (tempo de duração), ou continua executando sem parar (run forever).

08 – Finalmente, coloque o texto.

09 – Click em Make the Text para testar o que foi criado.

10 – O ideal é criar mais de um, para escolher o melhor.

By Jânio

Editor de imagens

Ferramentas para blogueiros

maio 7, 2013 Posted by | blogosfera | , , , | Deixe um comentário

Criador do Antivírus McAfee é preso

Criador do McAfee

Criador do McAfee

O criador do antivírus McAfee, John McAfee, foi preso na fronteira entre Belize e México, sob suspeita de assassinar um vizinho, segundo seu blog oficial, whoismcafee.com.

A BBC informa que a polícia pretende interrogar McAfee, de 67 anos de idade, sobre o caso da morte do também americano Gregory Faul na ilha de Ambergris, no Caribe.

Mcafee já se declarou inocente pela morte de Faull e declarou que havia se escondido em Belize por medo que a polícia quisesse matá-lo. Em maio de 2.012, McAfee já havia sido preso em Belize, acusado de posse ilegal de armas e drogas, mas essas acusações foram retiradas mais tarde.

Fonte: RT-TV

dezembro 2, 2012 Posted by | Internacional | , , , , , | 1 Comentário

007 – A maior produção da história do cinema

007 - Os filmes

Melhor produção do Cinema

Em quem você pensa, quando o assunto é agente secreto? – Se você respondeu 007, saiba que esse é apenas um número de identificação do nome, ou codinome, do agente mais famoso da história, James Bond.

Parece irônico, o fato de o agente mais famoso do mundo ser ficção, mas a inspiração é real. Curiosamente, a principal característica do personagem também é a ironia.

O criador do personagem, Ian Fleming, conhecia o universo do serviço secreto bem de perto, chegou a trabalhar no serviço secreto da marinha britânica, apesar de, pelo que se especula, nunca ter chegado a ser um agente secreto.

No final das contas, o dom falou mais alto.

Eu sempre digo que o nosso verdadeiro dom vem da infância, do primeiro elogio real, onde você sente que não é apenas um elogio, mas você é realmente melhor no que faz.

Ian Fleming foi ajudante de tipógrafo e redator, antes de embarcar em suas aventuras, rumo a realização de seus sonhos.

No final de sua vida, o filho pródigo retornou onde tinha começado, realizando, finalmente, todos os seus sonhos, antes de morrer. Ian Fleming morreu dois anos depois de ver seu livro virar sucesso de cinema, com três filmes e Sean connery na pele do famoso agente secreto James Bond.

Há muitos detalhes, na trajetória do famoso agente, que são notáveis, um exemplo, é o famoso jargão: “Meu nome é Bond…James Bond” – onde o personagem vacila para se identificar, o mais próximo da verdade sobre ele é o número 007, onde “OO” implica em liberdade total, licença para matar, se a situação exigir, o que também serve como um aviso para se manter afastado.

O personagem é exatamente o inverso da personalidade de Ian Fleming, seu criador: Antipático, sem carisma, reprovava em testes/concursos e não tinha a menor vocação para jogos, onde perdia tudo o que tinha. A boa vida parecia manter-se a distância de Fleming, a astúcia também.

Quando escreveu “Cassino Royale”, em 1953, Fleming finalmente realizava seus sonhos, as mulheres que ele nunca conquistara, pela falta de carisma e astúcia, agora se jogavam aos seus pés. O mundo inteiro queria saber quem era ele, de onde vinha ele, quem era, de fato, James Bond, cuja única certeza era de morte “OO7”.

Apesar do sucesso que teria, Cassino Royale não foi a história que lançou OO7 ao mundo, foi o segundo livro “Live em let die” o responsável por conseguir a vitrine do mundo, EUA, para OO7. A partir daí o sucesso foi rápido.

Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond/OO7, a maior produção da história do cinema estava para começar, tudo o que se referia à história de 007 se tornaria imortal, inclusive as histórias dos próprios produtores.

Como todas as histórias de super-produções, não dá para ver o filme e dizer que não há nada de seu interesse, sempre vai haver um motivo para que você veja o filme. Um leitor do livro pode querer comparar as obras literária e cinematográfica; os amantes da boa música podem se interessar pelo talento de John Barry, responsável pelas músicas da maioria dos filmes de 007; os convidados mais que especiais fazem papéis de vilões, como são os casos do eterno encrenqueiro Orson Welles, Adolfo Celi e até Louis Jourdan; alguns não tem nada a ver com o gênero, mas quem é que não quer ser imortal?

Certa vez, quando um grande amigo me perguntou qual a parte do filme, de 007, que eu tinha gostado mais, não vacilei – da música – respondi. Meu amigo ficou extremamente decepcionado, eu insisti: “Vai dizer que você não acha uma obra-prima as aberturas dos filmes da série, acompanhadas de um bela e linda canção romântica?

Vendo a cara de frustração de meu amigo, lembrei-lhe das cenas de ação, com dublês, aí ele se animou. Não é para menos, a série 007 é reconhecida pelo arrojo de seus dublês que faziam a festa, na ausência de efeitos especiais, boa parte da história das dublagens de ação pode ser contada através da série 007.

A história do cinema, de certa forma, pode ser contada através da série, não só com os dublês de ação, mas com as belas canções, atrizes que se consagraram com esses filmes como as musas de pintores famosos.

Além de tudo isso, há particularidades ligadas a própria série, como é o caso do estrelismo de Sean Connery. Alegando estar ficando marcado pelo personagem, e com medo de ficar conhecido apenas como 007, como foi o caso de celebridades como Johnny Weissmuller, o tarzã.

Sean Connery abandonou a série a partir do quinto filme “Com OO7 só se vive duas vezes”, deixando os produtores numa bela encrenca, Sean Connery não era apenas um ator, era um bom ator, apesar de não ser o primeiro a ser cotado para interpretar o personagem.

Com a saída de Connery, os dois filmes seguintes foram muito aquém do desejado, Connery chegou a declarar que nunca mais encarnaria o personagem novamente.

Connery só viria a comprovar o velho ditado capitalista: “Todo homem tem seu preço” – mais tarde, mais de dez anos depois.

Depois de dois filmes, os produtores “imploraram” para que Sean Connery voltasse, Cannery pediu uma fortuna e mais condições no contrato. Treze anos depois, logo no título vinha estampado “Never say never Again”, apesar de não ser da mesma produtora, James Bond se vingaria do ator que o personificou pela primeira vez, Sean Connery.

Depois do trauma da saída de Sean connery, a série se estabilizou, OO7 desencarnou-se de Connery, o que foi bom para ele e para Connery também, que pode seguir sua carreira de ator, apesar de uma pequena dor de cotovelo.

Dentro de dois anos OO7 completará 50 anos, como uma das três séries que mais faturam e cativam o público durante várias gerações, ao lado de Tarzã e Guerra nas Estrelas.

A seguir postarei algumas das canções da série que fazem parte da minha vida.

by Jânio

maio 8, 2010 Posted by | Cinema | , , , , , , , , | 11 Comentários

   

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