Made in Blog

Política, curiosidades, notícias, entretenimento, blogosfera,

No amor e na guerra

papel e polvora

amor e guerra

A vida é cheia de ambiguidades e controvérsias, negar esse fato significa mergulhar numa viagem sem volta ao mundo dos sonhos e do imponderável.

Para o mundo ocidental, é muito difícil aceitar elementos tão antagônicos quanto o bem e o mal ou o amor e o ódio, a paz e a guerra. Apesar de estarmos convivendo com isso o tempo todo, em nosso dia-a-dia, não aceitamos, nem conseguimos relacionar dois elementos tão antagônicos.

Da forma como o mundo evolui, hoje, ou aceitamos essa condição, ou corremos o risco sermos vitimados de várias novas doenças psicológicas que deverão nos acometer.

A China é a maior nação do mundo, talvez a mais rica, culturalmente, também.

Quando vemos a potência econômica que é a China hoje, nem imaginamos a potência tecnológica que ela foi no passado.

Em que você pensaria, se alguém lhe perguntasse sobre as maiores invenções da China Antiga?

Sem sombra de dúvidas, as duas maiores invenções do passado pela China, são o papel e a pólvora.

Você poderia se perguntar – O que o papel e a pólvora tem a ver um com o outro? – Além de serem duas descobertas da China, na minha opinião as duas maiores invenções da China são o papel e a pólvora, justamente, porque me vem a cabeça.

O papel foi tão importante para o conhecimento, quanto o computador é, nos dias de hoje. O papel acelerou e otimizou o processo de divulgação e popularização das informações de uma forma incrível, mesmo que muitas pessoas tenham se recusado a aceitar tais conhecimentos.

Podemos dizer que as informações e conhecimentos, através do papel, fez com que todas as pessoas pudessem ter acesso a verdade, apesar da manipulação de alguns fatos. O papel pode transmitir o amor, mas também o ódio, não dá para evitar o lado mal da natureza do homem.

A sabedoria não está no fato de se evitar o mal, mas a forma com que se convive com ele, quais são nossos verdadeiros objetivos, ideais. Independente disso, o mal estará presente em nossas vidas, tanto quanto o bem.

Além do papel, que surgiu para resolver nossos problemas, a China inventou também a pólvora, com o mesmo objetivo.

Podemos pensar que sem a pólvora não haveria tanta violência, mas a realidade é que as guerras, antes da pólvora, eram muito mais sangrentas, o ser-humano quase tão selvagem quanto os animais.

A pólvora fez com que o processo da guerra se acelerasse, com isso, o período de paz era maior, propiciando aos homens saborear o doce sabor de se viver em paz. Com isso, as nações começaram a buscar alternativas para seus problemas, antes de se chegar as vias de fato.

Basta-nos imaginar que no maior império da história, no Império Romano, a única certeza era a de que iria ser traído, que alguém iria tomar o poder, não importa os cuidados que se tomasse.

Na idade média, a Igreja se utilizou das Cruzadas, para descarregar a ira que havia em uma parte dos homens, homens violentos que poderiam ser perigosos para a sociedade.

Há formas modernas de se controlar esse mal, dentro da mente do homem, mas só para as pessoas cultas ou que se interessam pela cultura. Pode-se ir da psiquiatria até ao vale-tudo, passando pelo futebol, boxe, artes marciais, etc.

É nas artes marciais onde percebe-se o registro do bem e do mal, claramente, num registro milenar. Curiosamente, o mal sobrepõe-se ao bem, deixando bem claro a necessidade de lutarmos para resolvermos nossos problemas e nossos conflitos, sob o risco de sucumbiremos à inúmeras doenças psicológicas.

Nos EUA, sempre divulgou-se o sonho americano, no suposto novo Império Romano. Poderia até ser considerado, mas se levarmos em conta a velocidade da evolução da tecnologia, nos dias de hoje.

Mas a poderosa potência norte-americana cedeu lugar a poderio gigantesco da China, carregada de ambiguidades, controvérsias e contrastes, culturais, sociais e econômicos. Uma cultura controlada com mãos de ferro, um sistema que não podemos criticar, mas ao qual corremos o risco de sucumbir.

A ditadura da China traz um passado sombrio, pouca história, e algumas certezas absolutas: A pena de morte deixa claro que quem não está no poder, não deve brincar com o sistema.

Assim como o papel surgiu para resolver nossos problemas, a pólvora também, mas de duas maneiras completamente diferentes, deixando claro que tanto uma, quanto a outra, podem propiciar o amor e o ódio, a paz ou a guerra.

By Jânio

maio 21, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , , , , | 4 Comentários

Polêmico e contraditório – Não foi irônica a vitória de Dourado?

vitória irônica

programa irônico

O fim do Big Brother 10 foi deprimente, essa foi uma edição que eu não assisti sequer um episódio, e não gostei de nem um.

Poderia ser pior, olha o exemplo de Farm, ou A fazenda, da Record. O reality da Record, que só emocionou a própria emissora, e pretendia afetar o BBB, foi um fracasso tão notável que até agora eu não sei quem ganhou.

A ideia de apresentar um reality, simultâneamente ao  outro, foi péssima. Reality é trash, lixo, as pessoas assistem porque querem ver os seus camundongos dentro de suas gaiolas, querem decidir seus destinos; como os camundongos são de classe média baixa, metáfora melhor para a manipulação, pela classe média alta, não há.

Na sua maioria, a classe média baixa que se apresenta para um programa desses, deve ter carisma, bom senso para coisas inúteis e uma certa interpretação, sorrir nos momentos mais bizarros. A fórmula está no seu limite, mas resiste; se levarmos em conta que muita gente tem serpentes de estimação, outros jacarés, onças, etc, então o BBB, na tv, é ser normal.

Como digitar sobre uma coisa que não se acompanha? – Simples, pela imprensa. Dificuldade é encontrar alguém disposto a comentar sobre o tema reality show, mas vamos lá.

Eu diria que tudo nesse mundo pode ser motivo de análise e reflexão, no caso do Big Brother 10, não foi diferente. Difícil é imaginar que tudo é feito de propósito, como um fetiche de filmes eróticos, onde se encontra sempre uma fantasia para os tarados de plantão.

Nesse BBB 10, quem mais chamou a atenção foi Ana Mara, a PM que foi exonerada do cargo enquanto participava do reality, deixando seus companheiros de profissão irritados. Nem mesmo os dois gays, incluídos, propositadamente, para provocar polêmica, parece ter dado resultado, ou talvez o resultado tenha sido inverso.

Acontece que Dourado, acusado de ser homofóbico, uma das raras citações na mídia online, acabou ganhando o jogo. Além dos escândalos e das cenas de nudez, que são comuns, a homofobia foi um dos poucos assuntos abordados online.

Parece que o fato de ter dois gays, no mesmo programa, inflacionou o mercado. A produção já desistiu de incluir pessoas pobres, há muito tempo, por serem imprevisíveis, o que prejudica a manipulação e o roteiro.

Pelo que parece, até análise  psicológica está sendo feita, pois já não se vê falar de nenhum ato de loucura, ou claustrofobia, no programa.

Ex-BBBs também não tem bons cachês, depois de dez edições, são tantos BBBs no mercado que até perderam o charme, são estrelas demais.

Resta agora só uma pergunta: Será que a Record vai insistir na estratégia? – Se a Globo continuar, seu clone também, a debandada para internet pode ser grande, a cultura brasileira pode melhorar.

By Jânio

março 31, 2010 Posted by | televisão | , , , , , , , , , , | 6 Comentários

   

Karmas e DNA.

Direitos autorais: Fernanda vaz.

Academia New Star Fitness

A fine WordPress.com site

Gramofone Lunar

Músicas, Versos e Outras Histórias

baconostropicos

Documentário "Baco nos Trópicos"

relutante

leve contraste do sentimentalismo honorário

entregue a solidão

é oque me resta falar e oque me sobra sentir

RB Solutions

Soluções em informática, comunicação e tecnologia

Bora' para Ireland

Smile! You’re at the best WordPress.com site ever

sarahrosalie

A topnotch WordPress.com site

Suburban Wars

"Let's go for a drive, and see the town tonight"

Made in Blog

Política, curiosidades, notícias, entretenimento, blogosfera,

%d blogueiros gostam disto: