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Histórias brasileiras que viraram filmes em Hollywood

best sellers brasileiros

Brasil em Hollywood

A crítica, não especializada, tem reclamado da mania da mídia brasileira só dar valor as obras nacionais, quando essas já conseguiram o seu valor lá fora. Isso não tem acontecido há pouco tempo não, já é um problema antigo.

Muito tempo antes, de Jorge Amado, em 1.971, Hall Bartlett filmava a primeira adaptação para o cinema de capitães de areia, com o título de “The sandpit generals”, além desses, o filme ainda foi apresentado ao público com os títulos de “The Defiant” e “The Wild Pack “.

Como era de se esperar, o filme, uma produção independente, não foi muito popular nos EUA, talvez isso explique o fato de ter sido exibido com três títulos diferentes.

O motivo da rejeição ao filme é bastante óbvia, no centro do capitalismo, a obra  de Jorge Amado, com tendências socialistas, teve sorte de não ter sido queimada em praça pública.

A história dos meninos abandonados que se unem para sobreviver, em meio a pobreza e conflitos com a polícia, rodou o mundo e se tornou um grande sucesso na Rússia. Mesmo sem ganhar nenhum prêmio, nos festivais em que participou, tornou-se uma referência.

Na produção independente, a presença do brasileiro Dorival Caymmi, músico consagrado nos Estados Unidos, é notável.

Para quem quiser conhecer o filme em inglês, é possível encontrar “The sandpit generals” no site www.filestube.com é só fazer uma busca.

Outro filme destacado, baseado na obra de Jorge Amado, é “Dona Flor e seus dois Maridos”. A história da viúva Dona Flor, que traz seu marido da morte, já que o seu recatado novo marido parecia não ter o jeito de malandro do falecido.

A trama atinge o ponto alto quando o espírito do morto volta, sendo visto, e sentido, apenas pela viúva.

Esse filme também foi refilmado nos EUA com o título de “Kiss Me Goodbye”, ou “Meu Adorável Fantasma”.

Com esse filme, Sally Field foi indicada  ao Globo de Ouro. Além de Sally Field, o filme ainda traz no elenco nomes consagrados como James Caan  (no papel de Vadinho) e Jeff Bridges (no papel do novo marido da viúva).

Na versão americana, a história ganhou mais ritmo e foi adaptada para a maior região metropolitana do mundo, New York.

Apesar de a autora dos livros de Harry Potter ter dito a um repórter brasileiro “Se há escritores no Brasil eu desconheço”, parece que o carisma Baiano é universal, porque o novo escritor a atingir recordes de vendas, é um brasileiro, um novo baiano.

Claro que seu sucesso não é tão novo assim, seu grande fã era Bill Clinton, quando esse ainda era presidente. A novidade foi o recente filme que percorreu todos os festivais de cinema, baseado em sua obra “Verônica resolve morrer”.

Notem que não é só no cinema que os baianos fazem tanto sucesso, na música os brasileiros mais famosos nos EUA, e em outros países também,  são os baianos, e não é só para cantar para a colônia brasileira não.

Paulo Coelho é um fenômeno de vendagens de livros no Brasil a pelo menos duas décadas, mas não demorou para que atingisse todo o mundo.  Com fãs pelo mundo inteiro e com seu livro Verônica decide morrer, ele cria uma ideia nova  e original.

Talvez seu livro não seja brilhante, mas é popular, assim como Jorge Amado, Caymmi, Caetano e tantos outros que fazem sucesso pelo mundo afora, Paulo coelho atingiu o ponto máximo que um escritor latino americano pode atingir.

Agora saberão que há escritores no Brasil, não só no Brasil mas no mundo todo.

Verônica, o livro, foi adaptado e virou um filme com uma atriz popular, a atriz Sarah Michelle Gellar.

Quando assisti ao filme “Segundas intenções”, com Sara, fiquei pensando: “…mas esse filme não é brilhante, não tem uma boa história, nenhuma idéia para se tirar, então porque ele me atrai tanto?”

A resposta é que o filme “Segundas intenções” mostrava o ambiente da adolescência de uma maneira que era difícil ser mais realista, com falsidades, tendências ao suicídio e tudo o que é próprio dos jovens.  Assistir ao filme é como reviver a adolescência, sem nunca querer voltar no tempo.

Com a adaptação de “Verônica decide morrer”, a atriz Sarah Michelle Gellar, novamente encarna uma personagem que, apesar de ter vinte e poucos anos, vive um drama típico da adolescência, a vontade de morrer. A ideia do médico, para curar a paciente, é totalmente original e criativa, ideal para um filme adolescente.

Fontes: Wikipedia.

Texto: Jânio

julho 17, 2010 Posted by | Cinema | , , , , , , , , , , , , , | 11 Comentários

Na época de Gengis Khan

imperador do mundo

a historia de Gengis Khan

Quem vê o povo pacífico da Mongólia nos dias de hoje, nem imagina que ali viveu o maior imperador que a Ásia já viu. Poderíamos até dizer que foi o maior imperador da história da humanidade, se levarmos em conta a extensão do seu império.

Texto da Wikipedia:

“Gengis Khan, Gengis Cã ou Gengis Cão, grafado também como Genghis Khan. Tchinghis Khaan, 1162–18 de agosto de 1227), Temudjin (nome de nascimento) nasceu na Mongólia na década de 1160, provavelmente em 1162. Supõe-se que seja descendente de um líder mongol conhecido como Kabul Khan, do clã Bojigin, que por breves anos obteve controle sobre uma Mongólia unificada. Entretanto, na época do nascimento de Temudjin, os mongóis estavam divididos em diversas tribos e clãs, cada uma governada por um cã, ou “Senhor”, que impunha-se mais pela força do que pela descendência nobre. Com Temudjin não seria diferente. Seu pai, Yesugei, foi envenenado por membros da tribo dos tártaros quando o jovem tinha 9 anos de idade. Sem que os filhos de Yesugei tivessem idade para assumir o controle da tribo, esta passou a ser comandada por um novo Khan que expulsou a família do clã para evitar futura contestação de sua liderança, forçando-os a sobreviver nas estepes, sem gado ou cavalos.

Aparentemente, a família de Temudjin teria recuperado sua fortuna através de doações de clãs solidários e através do contato com outros desgarrados.”

É atribuído a Gengis Khan a fama de sanguinário, mas ele soube controlar, como ninguém, um império que abrangia quase todo o mundo, com exceção da Europa. Como na Europa estavam os Reinos mais ricos e povoados, Gengis Khan acabou não tendo, na história, a fama que tinha César e o Império Romano.

Júlio César teve a vantagem de ter, ao seu lado, a estrutura social de Roma, podendo negociar com grandes reinos da época, convencendo-os de que a melhor maneira de sobreviverem seria não fazendo a guerra contra Roma.

Gengis Khan, por outro lado, era implacável na região da Ásia, chegando a conquistar até mesmo a China, curiosamente, com a mesma tática preferida de César, criando um cerco para evitar a entrada de mantimentos em sua capital, tática usada até os dias de hoje pelos EUA.

Várias melhorias, em estratégias de guerra, são atribuídas a ele:

O controle do cavalo apenas com os joelhos, um estilo onde o cavaleiro pode fazer com que o cavalo vire a esquerda, ou a direita, dependendo do toque dos joelhos, sem o uso das rédeas. Esse estilo propiciou aos seus guerreiros uma habilidade inigualável, podendo atacar seu adversários enquanto seus cavalos galopavam, tornando seu exército de 200.000 homens imbatível.

Outra melhoria atribuída a Gengis khan, é a hierarquia, onde um líder comanda dez homens, e assim comandado por um superior que tem em seu comando dez líderes, e assim sucessivamente até o General. Isso pode ser notado nos dias de hoje, quase na mesma proporção: Cabo, Sargento, Capitão, Tenente…

Os arcos usados pelos guerreiros de Gengis Khan eram bem mais eficientes que os arcos tradicionais, além de um número elevado de guerreiros que faziam parte tanto da infantaria, como eram arqueiros também.

Entre os fatos que chamam a atenção, na história de Gengis Khan, é o fato dele ter feito uma carnificina na Pérsia, atual Irã, quando, no envio de um de seus diplomatas, devolveram-lhe só sua cabeça.

A conquista da capital da China, cercada com um enorme muro, foi um outro feito extraordinário. Foi com a China que aprendeu a aproveitar suas conquistas, ao invés de destruir tudo.

Vendo pelo mapa suas conquistas, que iam do Irã a Sibéria, percorrendo toda a extensão do Planeta, ficamos imaginando como um homem pode controlar tantos povos diferentes, tantas culturas.

Mesmo depois de sua morte, seu império continuou em franca expansão, escrevendo seu nome na história de praticamente todas as nações da Ásia, por onde passou.

Outro fato que chamou-me a atenção, foi o curto tempo em que Gengis Khan conseguiu tamanho feito de conquistar todo o Oriente.

Com o tempo, o povo nômade da Mongólia, com seus guerreiros hábeis, misturando a cavalaria e o arco, foram superados pelas novas armas, não sem antes espalhar o nome e a lenda do maior imperador da Terra, em extensão, que o mundo já viu.

By Jânio

junho 10, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

   

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