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Casos políciais mais comentados e polêmicos

crimes polêmicos

Assassinato de Mércia

Quando a justiça deixa de funcionar num país, as pessoas também deixam de acreditar nela.

Há um ditado popular que diz: “A ocasião faz o ladrão”. Quando as pessoas ficam indefesas, numa terra sem lei, num regime de canibalismo, onde noventa por cento da renda vai para os dez por cento mais ricos, hipoteticamente falando, fatos bizarros começam a acontecer.

As classes mais pobres vivem como crianças indefesas, diante da criminalidade. Os jovens ricos e sem nenhum escrúpulo, são os maiores beneficiados pela sociedade que protege os ricos.

Nos últimos anos, as famílias ricas  tem sentido na pele a violência gerada em seu próprio meio, em alguns casos tem sido feita a justiça.

Dizem que um bandido de classe privilegiada só será condenado, exclusivamente, quando atentar contra sua própria classe, essa é a única lei que não atinge os pobres. Assim, o bandido que mata outro bandido, será condenado, mesmo que ninguém denuncie; filhos que matam pais, ou o contrário; políticos que roubam dos próprios políticos, etc.

A cultura latina, apesar de grandes líderes populares ou revolucinários, como Simon Bolívar, San Martin, Che Guevara, não conseguem se adaptar a um sistema satisfatório de distribuição de renda. Fazer política, distribuindo cesta básica, é diferente de se criar leis que valorizem as classes operárias.

Para nossos ricos, não importam o que seus filhos façam, eles podem.

Recentemente, tem ocorrido crimes que tem origem nessa falta de noção de nossos ricos. Eles tem sido vítimas em seu próprio meio, uma realidade que começa a ser desvendada pelas novas tecnologias.

Na maioria dos casos, o dinheiro resolve o problema mas, vez por outra, uma tragédia acontece.

Os casos mais curiosos são aqueles que acontecem na instituição mais forte da sociedade, a família.

A seguir, vamos relacionar os casos que mais repercutiram na mídia:

Caso Suzane von Richthofen: Acompanhada dos irmãos Daniel e Christian Cravinhos, namorado e irmão dele, antagonizaram um dos maiores escândalos da alta sociedade brasileira, a mídia tentou inutilmente associá-los ao famoso Barão Vermelho, oficial nazista responsável por abater vários aviões aliados, na época da segunda guerra.

A velha estratégia de transformar pessoas normais e mal educadas em monstros, não deu certo, a própria família do antigo oficial negou o parentesco.

O motivo de Suzane ter planejado o assassinato de seus próprios pais, teria sido a impossibilidade de continuar o namoro, além da herança que fecharia o romance com chave de ouro.

Diz o ditado que o diabo manda cometer o pecado, mas não diz como, há até quem diga que Deus e o Diabo estão em nós mesmos. em nossa própria consciência, cabe a nós decidirmos o destino a ser traçado. Ninguém pode afirmar ao certo o que acontece, em crimes como esse, o que se sabe é que há o envolvimento e há consequências.

Tudo fica na mão do  promotor e advogado de defesa: Como os assassinos entraram, quem abriu a porta, como foi o planejamento, etc. É um caso clássico de paixão violenta, onde a falta de estrutura familiar é responsável para que essa paixão realize o que outros apenas pensam ou falam.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Suzane_von_Richthofen

Isabella de Oliveira Nardoni – Outro caso clássico de falta de estrutura familiar. A gravidez indesejada de Ana Carolina, a separação prematura, quando Isabella ainda era bebê.

O que aconteceu naquele apartamento, só a própria Isabella soube, mas levou a verdade junto com ela.

Ao contrário do caso anterior, nesse o réu não confessou, continuou uma família unida. Segundo uma opinião, no post mais comentado da história do madeinblog/icommercepage, havia uma pressão provocada pelo atrito entre o casal Nardoni e a ex-mulher.

O casal não mostrou arrependimento, isso explica a frieza com que enfrentaram o julgamento, do início ao fim.

No processo, conclui-se que Isabella teria sido jogada do sexto andar do prédio London, todo o processo foi baseado no horário do telefonema, horário registrado pela câmera, etc. A justiça dos homens se tornou a justiça das máquinas, nada mais irônico e compatível com os novos tempos, numa sociedade fria e desumana.

O casal foi sentenciado de acordo com suas idades, não se sabe se foi involuntário ou de propósito, o fato é que se tiraram uma vida, toda sua vida também ficou perdida. Ficarão na cadeia por um período igual ao que tinham vivido, antes de tirar a vida de Isabela – A pergunta continua – Quem matou? – Seria preciso um casal para matar a menina?

Segundo o processo, a menina teria sido agredida no carro, então levada para cima e sido atirada. Se a menina estava inconsciente e o pai pensou que ela estava morta, atirando-a; se a rede já havia sido cortada; se houve participação da madrasta; se foi a madrasta quem matou; nada disso nunca será exclarecido. A única certeza é que o casal não confessou e foram ambos presos, revelando-se um caso atípico: De um lado uma família que deveria viver de acordo com a lei, educada; De outro, o próprio símbolo que deveria representar a justiça na sociedade, dominada por essa classe social, a Lei.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Isabella_Nardoni

Caso Mércia – Esse caso ainda não foi solucionado, mas as semelhanças com os outros é evidente.

A mídia dificilmente deixará de acompanhar o caso escolhido para ser o reality da vez.

Mércia era sócia de seu namorado Mizael Bispo de Souza, que também era ex-policial – Todo mundo sabe que amor e negócios não combinam.

Na época do desaparecimento de Mércia, ela teria recebido um telefonema do ex-namorado, ex-sócio e ex policial, quando seu carro foi visto jogado no lago, a história ficou mais misteriosa – ou menos.

Agora, o ex-namorado é o principal acusado pela morte da advogada. Toda a polícia e a mídia ficará mobilizada para esse caso, especulando e julgando, enquanto o resto do mundo ficará esquecido.

Todos as pessoas que tiverem paciência para assistir televisão, enquanto esse caso é investigado, serão envolvidos e convidados a acompanhar esse reality até o seu fim, podendo inclusive votar pelo seu desfecho.

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_M%C3%A9rcia_Nakashima
Caso Eliza – Quis o destino que outro caso surgisse, antes mesmo que o caso Mércia fosse desvendado. Teria sido um caso comum, sem repercussão, se um dos principais envolvidos no assassinato não fosse goleiro do time de futebol do Flamengo, segundo time mais popular do Brasil, um dos maiores do mundo.

Eliza teria engravidado do goleiro, que não teria gostado nada – mais um caso de gravidez indesejada – Eliza teria, inclusive.  dado entrevista afirmando que seria morta.

Um terceiro elemento, não menos importante no caso, era o amigo de Bruno. Segundo Bruno, era seu amigo que cuidava de seus assuntos pessoais, seu mais que secretário, tendo até tatuagens de seu nome no corpo.

O caso ainda não foi desvendado, mas deverá ser o principal concorrente  do caso Mércia.

Pelo visto, tão cedo, será difícil de assistir aos telejornais.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Eliza_Samudio
Caso Daniela Perez – Esse foi um caso raríssimo, onde a novela estava em horário nobre, literalmente falando.

Daniela Perez desapareceu, sendo seu parceiro na trama, o principal acusado. Pelo visto, foi o último a ver a vítima.

Também nesse caso, a namorada do acusado estava envolvida.

Uma realidade poucas vezes visto na TV, o processo de investigação revelou que a vítima foi submetida a práticas de magia negra, tortura, seguida de morte.

A autora da novela iniciou então uma campanha, não para que ele fosse condenado, mas para que se instituísse  a lei do crime hediondo.

O réu era primário, foi tratado como qualquer condenado da justiça. A lei do crime hediondo foi discutida amplamente, mas pouco se pode fazer.

Pelo que parece, não há tanto interesse em se alterar as leis no país, se bem que as alterações só valeriam para as pessoas da alta sociedade.

Os pobres sequer tem dinheiro para contratar um advogado, ficam anos na cadeia por roubar um pacote de leite.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Daniela_Perez

Altos impostos => corrupção => desvio de verbas => falta de infra-estrutura => falta de justiça => falta de educação => alta criminalidade.

… e a história se repete

By Jânio

julho 24, 2010 Posted by | Policia | , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

Caso Isabela Nardoni distorce a realidade da justiça.

dramalhão na justiça

Caso de justiça

O julgamento de Isabela Nardoni transformou-se em um espetáculo para a classe média, e para as pessoas mais pobres também, mas não foi fácil criar essa enrolação.

O primeiro passo para chamar a atenção das pessoas foi dado no início, pela imprensa marrom, dando ênfase nos detalhes sórdidos, para aumentar a audiência dos programas medíocres. Como o caso se revelou fácil de solucionar, devido aos precedentes, álibis mal sustentados e o ambiente sórdido da família onde a menina vivia, ficou fácil de se chegar aos culpados, segundo a justiça dos homens.

Na realidade, a classe média já tem uma tendência pelos culpados, mas a novela fica muito mais interessante quando os pais, nesse caso o pai do réu, faz questão de defender seu filho até o fim, mesmo não tendo certeza sobre a sua inocência – Seria complexo de culpa?

Crimes como esse não deveriam ter apenas um culpado, nesse caso dois – também não entendi – talvez a acusação queira afirmar que a madrasta má matou a menininha, para depois o pai, ou a própria, jogar a menina do prédio, sendo que o pai a defenderia por amor. Todas as pessoas próximas a vítima tem alguma culpa.

O fato é que, com a audiência garantida na classe média, só faltava criar uma estrutura de novela para o drama. Será que o drama é apropriado para menores de 16 anos? – eu censuraria até os vinte e um anos, mas tudo bem.

Aqui entram as nossas instituições falidas: polícia, legislação, profissionais da área jurídica, etc.

Não é à toa, tamanho sucesso. As pessoas não tem acesso à um reality como esse todo dia, muito menos ver a justiça ser feita, de fato, em seus mínimos detalhes. Parece incrível, mas vai acontecer uma justiça, mesmo que seja preciso mobilizar centenas de pessoas para resolver o caso, tanto da área pública, quanto da área privada – é verdade gente, a iniciativa privada já oferece profissionais na área de criminalística, mas só para os bacanas, e olha que eu nem sei de que é que a família Nardoni vive, mas deve viver bem, pelos registros do reality.

Refletindo melhor, fico imaginando a porcentagem que esse caso representa na área criminal, quantas Isabelas Nardonis são assassinadas pelo Brasil afora, só em Minas Gerais, onde mais se abandonam bebês, o que é praticamente um homicídio, já assisti a vários. Sem falar aquele de Curitiba, pelas investigações, a mãe sofria de depressão, estresse… interessante que ela jogou o bebê, mas na hora de se jogar o estresse não foi suficiente, talvez fosse até melhor que ela tivesse morrido, caso fique comprovado sua doença; a consciência pesada vai ser uma barra para ela, desde que seja inocente, é claro.

O caso de Curitiba foi “interessante” porque a mãe se entregou na hora, diminuindo o agravante.

São milhares e milhares de crimes pelo Brasil afora, alguns nem chegam a ser registrados, porque a própria família não se interessa pela investigação. A polícia nem sempre insiste, afinal, olha o trabalhão que dá uma investigação dessas.

Fica-se com a sensação de que tudo foi resolvido, que a justiça existe. Uma grande ilusão, já que os cortes, nos gastos públicos, quase sempre são feitos com o pessoal, ou seja, na qualidade do serviço público. A imprensa marrom não criou o reality? – a mídia não criou a novela? – então cabe a justiça concluir o caso e mostrar a ilusão de que tudo funciona perfeitamente bem no Brasil.

São com notícias boas que a bolsa de valores sobem e o dólar cai, essa regra vale na estatística dos políticos também, tudo sob controle, a não ser quando São Pedro resolve fazer chover, aí, obriga até o “pobre azarão” do governador Serra a esconder sua candidatura, pelo menos até a chuva passar.

Kassab não teve tanta sorte, foi cassado depois da última tempestade, não sei quem foi o responsável, mas o alagamento tem a ver com isso. Ah! isso tem!

José Roberto Arruda sente a falta de um santo protetor dos políticos, o PMDB quase criou o São Tancredo, mas não foi aceito, nem precisa, quem tem o Sarney…

Viva a República Federativa “Militar” do Brasil!

By Jânio.

março 25, 2010 Posted by | Policia | , , , , , , , | 115 Comentários

   

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