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A duvidosa teoria da evolução de Darwin

evolução da vida

evolução da vida

Charles Darwin  se tornou imortal com suas teorias sobre evolução das espécies, criou muita polêmica e revolta ao unir seus estudos aos de Mendel, pai da genética, estudava o cruzamento das plantas, não porque suas teorias significassem o fim do mundo, mas porque mudavam a maneira como víamos o mundo até então.

Não dá para dizer que Darwin não fosse inteligente, levando se em conta o número de adeptos de suas idéias, as ambições e os interesses acabaram impulsionando suas teorias que ganharam muito mais força.

Seu primo adotou suas idéias que passaram pela Eugenia – Da genética ao Nazismo.

O nazismo morreu junto com o fanatismo que o alimentava, ficou a genética, que mudou de forma e foi adotada em outras áreas, de onde nunca deveria ter saído, como veterinária, botânica e biotecnologia, mesmo assim a polêmica continua.

A história do homem na Terra, através de registros,  não é longíqua, pouco mais de 5.000 anos, os primeiros registros não passam de 3.000 anos antes de Cristo, além disso, é pura especulação.

Alguns registros em cavernas, levam a crer na existência de tribos primitivas expressando sua cultura nas paredes de cavernas.

As idéias de uma evolução do homem a partir do homo erectus e homo sapiens, são idéias muito interessantes, principalmente se juntarmos a essas idéias, descobertas arqueológicas, crânios e esqueletos, levando a reforçar essas teorias, mas ninguém é obrigado a acreditar nelas.

Muitas pessoas acreditam em um mundo primitivo, onde mamutes gigantes, dinossauros e outros animais muito próximos dos elefantes, crocodilos e tartarugas gigantes, viviam no planeta em busca da sobrevivência.

As ossadas de Dinossauros são encontradas frequentemente, uma espécie de animal que não existe mais, assim como outras já encontradas.

Diante de todas essas descobertas, não fica provado um elo de ligação evolutiva entre as espécies, na minha opinião, nem mesmo entre as próprias espécies ficou provada uma evolução.

Não dá para negar as ossadas encontradas, assim como não dá para negar o fato de os seres humanos nem sempre serem totalmente parecidos.

Muita gente diria que o Corcunda de Notre Dame era uma pessoa com deformações, outras poderiam encontrar sua ossada a milhares de anos, no futuro, e dizer ser ele um homem primitivo. A maioria das pessoas poderiam dizer que o Corcunda de Notre Dame é um ser Humano nascido com deformação, a filosofia poderia afirmar que a verdadeira deformação são pessoas com esse pensamento.

Há cinco mil anos atrás, desde os descobrimentos dos primeiros registros do homem, notamos uma fato bem interessante, naquela época o homem era muito mais inteligente do que imaginávamos, como notamos nos Códigos de Hamurabi.

Os egípcios possuíam uma Cultura tão antiga quanto curiosa, sua ciência não se encaixa em nenhuma linha evolução imaginável até agora, não se pode especular sobre a evolução de uma cultura como a  egípcia. Sua inteligência é tão notável que já surgiram teoria sobre presença extraterrestre entre eles, pelo menos ficaria mais fácil de se explicar assim.

Outra cultura muito antiga, a cultura hebraica, também não aceita a teoria da evolução, criada por Darwin, sua cultura é tão antiga que, a partir de certa época, a própria história se perde no tempo.

Entre os povos nômades, a força da tradição era suficiente para passar a sua história através dos tempos, mas chegou-se a um momento onde as leis tiveram de ser escritas, sendo assim, escrita também a suas história.

Até os índios, pelo que nós sabemos, alguns falam diversas línguas, deixando a clara ideia de que primitivos são pessoas de pensamento imperialista, voltado a guerra, ambição e poder, não os povos indígenas.

Aí vem a pergunta, será que houve uma evolução das espécies como teorizou Darwin, ou será que o que houve foi apenas uma adaptação natural das espécies, onde as mais fortes sobreviveram, sendo as outras vencidas pelos novos tempos.

Eu prefiro acreditar que as especies melhor adaptadas aos novos tempos sobreviveram, mas repudio as idéias nazistas de querer acelerar esse processo, se o homem tiver de decretar o fim de sua própria espécie, ele o fará dentro de seu devido tempo, com sua própria tecnologia.

By jânio

setembro 10, 2009 Posted by | Reflexões | , , , , , | 11 Comentários

Eugenia – Da genética ao Nazismo.

a bomba ideológica

a bomba ideológica

Em que você pensa quando alguém fala em genocídio? – certamente, deve pensar em campos de concentração, no holocausto, numa época em que o mundo conheceu o lado mais obscuro da mente humana.

Pensar que Adolf Hitler está morto, pode nos aliviar, isso faz com que possamos dormir mais tranquilos, mas os elementos formadores do Nazismo ainda estão presentes no mundo, não se pode apagar o que uma pessoa pensa ou sente.

Um dos elementos idealizadores do nazismo é uma ciência, seu nome é Eugenia.

O termo Eugenia foi criado por Francis Galton, em 1883, e significava bem nascido. A Eugenia consiste, basicamente, em procurar, através da ciência, maneiras de acelerar a evolução da espécie humana de maneira artificial.

O melhoramento genético, através da Eugenia, não é seu único fundamento, ela também proíbe a mistura de raças como forma de melhoramento genético, qualifica o pobre como responsável pela sua situação financeira, uma pessoa incapaz de progredir.

Dentro desses parâmetros, a Eugenia foi dividida em duas partes, a chamada Eugenia positiva e a Eugenia negativa. A Eugenia Positiva incentivava as famílias geneticamente perfeitas a ter mais filhos, enquanto a Eugenia negativa achava que pessoas deficientes, de baixo QI, pobres e outras menos favorecidas, não deveriam se reproduzir.

Notando que a quantidade de pobres aumentava mais do que os ricos, as classes mais elevadas achavam que isso poderia representar problema no futuro.

Na época em que a Eugenia foi concebida, teve a total aprovação das classes cientificas, da população intelectual em geral, talvez até por não saberem até onde isso ia dar.

A Eugenia, apesar de ter surgido na Inglaterra, seus primeiros registros na legislação, aconteceu nos Estados Unidos, primeiro em Indiana, depois aprovado por vinte e sete estados americanos.

A semente plantada nos Estados Unidos, que já apresentava algumas comunidades racistas, ganhou o reforço da Ciência e da lei, até a bem pouco tempo, em meados da década de 80, do século vinte, o estado do Alabama ainda proibia o casamento inter-racial.

A Eugenia foi patrocinada pelos maiores magnatas norte-americanos como Rockfeller, ou gênios da literatura como H G wells. Nos postos alfandegários era traçado o futuro de italianos, índios ou outras raças, podendo ser deportados ou esterilizados, impedindo que pudessem ter filhos.

Já na antiguidade havia sinais de Eugenia, práticas abortivas, seleção das espécies, até Platão chegou citar a seleção dentro da República.

Francis Galton utilizou a obra de seu primo  Charles Darwin para elaborar os primeiros conceitos de Eugenia, baseado na Origem das Espécies, onde era citado a seleção natural, Galton sugeriu a seleção artificial.

De 1.870 a 1.933, a Eugenia teve muita força, apesar de ser uma ciência experimental, sem comprovação científica, ganhou muita força, principalmente, nas comunidade racista, onde teve seu principais patrocinadores.

Na Alemanha, onde o problema era bem mais sério, devida a sua situação econômica, mesmo depois de passada a fase áurea da Eugenia, Hitler não abandonou a ideia de criar sua versão da Eugenia Nazista. Além da Eugenia e de outro componente que sempre a acompanhava, o racismo, Hitler somou a isso, o Facismo italiano, o ódio dos judeus, pelo povo alemão, e ainda conseguiu como aliado, o comunismo Russo, uma verdadeira  bomba ideológica.

Quando um amigo meu me disse que os povos norte-americanos, ingleses e alemães tinham a mesma origem, exitei em aceitar – “Afinal de contas, você está querendo me dizer que a segunda guerra foi uma briguinha de comadres?” – ao que ele me respondeu: “É triste meu amigo, mas é verdade”.

A admiração que o Presidente americano tinha pelo Jovem Hitler, antes de se tornar o ditador nazista, nos faz pensar que o holocausto por muito pouco não se tornou o Apocalipse.

Vejam bem que o ódio não se cria em alguém, você pode odiar ou não, o que Hitler fez foi incitar esse ódio, acompanhado de argumentos e todos os meios que ele tinha.

Tanto a Itália quanto a Alemanha, atravessavam períodos de incerteza, o povo precisava de alguém determinado, de um líder, nato, capaz de unir todo o povo com o objetivo de sair daquela situação, foi isso o que os ditadores Hitler e Mussolini fizeram.

A Sociedade  Eugênica Brasileira foi criada em 1,918, em 1.931 foi criado o Comitê Central de Eugenia, presidido por Renato Kehl e Belisário Penna, com o intuito de patrocinar a Eugenia e evitar a mistura de raças.

A Eugenia ajudou a criar muitos genocídios pelo mundo afora, o movimento eugênico era um pretexto para o imperialismo britânico, nessa época explodia o ódio racial em forma de ciência, onde só a supremacia da raça branca européia foi poupada.

Foram vários os genocídios, patrocinados pelo império britânico, A Guerra do Paraguai, Índia, África e o mais conhecido, o Holocausto, que decretou o fim da ditadura em relação as raças, pelo menos a nível mundial.

De todos os grandes genocídios, apenas o Holocausto, extermínio de judeus ficou famoso e falado, e foi justamente o extermínio de judeus que não tinha o patrocínio dos britânicos, posicionados contra os alemães, já que conheciam as idéias de Hitler. A concorrência de Hitler, no imperialismo mundial, não agradava nada aos britânicos.

O Presidente Getúlio Vargas também tinha muita simpatia pelas idéias de Hitler, mas nosso destino foi selado quando o Presidente norte-americano ofereceu dinheiro pelo apoio na guerra, foi um grande negócio para o Brasil

A Metalúrgica de Volta Redonda foi o preço da ideologia de Vargas, assim o Brasil se posicionou contra a Alemanha, o que nos poupou muito sofrimento.

Os movimentos eugênicos, comunistas e nazistas, no Brasil, não tiveram tanta força, nem adeptos, a ideologia implica em  muitos sacrifícios, o Brasil nunca teve um grande movimento idealista, nem para o bem, nem para o mal.

A Eugenia, além de evitar a mistura das raças, tratava de esterilização de doentes físicos e mentais, além dos homossexuais.

A Eugenia nazista tirou a força do movimento, mas ela ainda se faz presente em conceitos da genética, animais e plantas. Seus vestígios se fazem notar em guerras como a da Sérvia, Iraque, onde quer que haja instabilidade social ou guerra, sempre haverá um  falso idealista pronto para lembrar da Eugenia.

Até hoje, há seitas racistas nos Estados Unidos, Iraque e em outros países do mundo, na verdade, nenhum país está livre desse pesado fado, os racistas não aparecem com muita frequência,  preferem ficar ocultos, mas a ciência nunca abandonou os conceitos de Darwin, continua ativa até hoje.

Principal fonte: Wikipedia
By jânio.

agosto 15, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , | 15 Comentários

   

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