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Eleições 2.016 – Conheça os candidatos de Porto Alegre

Candidatos de Porto Alegre

Candidatos a Prefeito

Daniel Isaia – Correspondente da Agência Brasil

Nove candidatos disputam o comando do executivo em Porto Alegre. Em cinco candidaturas, há coligação com outros partidos políticos, de modo que 33 siglas estão envolvidas nas campanhas para prefeito.

Sebastião Melo

O candidato da situação é Sebastião Melo, do PMDB, que está coligado com outros 13 partidos. O peemedebista foi vereador por três mandatos na capital gaúcha na década de 2000 e atualmente é o vice do atual prefeito, José Fortunati. Melo é advogado, formado em direito na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Raul Pont

Raul Pont é a aposta do PT para retomar a prefeitura. O partido esteve à frente da administração municipal entre 1989 e 2004, inclusive com Pont como um dos prefeitos. O petista é integrante da sigla desde a fundação, no fim dos anos 1970, e já foi deputado estadual e federal. Em Porto Alegre, o PT está coligado com o PCdoB.

Nelson Marchezan

O PSDB está coligado com outros três partidos na tentativa de eleger Nelson Marchezan Junior. Filho do político gaúcho Nelson Marchezan, já falecido, o candidato tucano já foi deputado estadual e, atualmente, está licenciado do segundo mandato de deputado federal para concorrer à prefeitura.

Luciana Genro

Luciana Genro é o nome do PSOL e de outros três partidos coligados para o Paço Municipal. Filha do ex-governador e ex-ministro Tarso Genro, foi expulsa do PT em 2003 ao votar contra a reforma da Previdência do governo Lula no Congresso Nacional. Luciana foi uma das lideranças que criaram o PSOL e concorreu à presidência da República pelo partido, em 2014.

Maurício Dziedricki

O PTB se coligou com cinco partidos e lançou a candidatura de Maurício Dziedricki, eleito vereador de Porto Alegre em 2004 e em 2008. Dois anos depois, o petebista se elegeu deputado federal. Atuou como secretário estadual de Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa. Em 2014, foi eleito para a Assembleia Legislativa gaúcha.

Fábio Ostermann

Com 32 anos de idade, Fábio Ostermann, do PSL, é o mais jovem candidato à prefeitura de Porto Alegre. Liberal convicto, tem no currículo a direção do Instituto Liberdade, do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) e do Instituto Ordem Livre. Foi um dos criadores do Movimento Brasil Livre (MBL), um dos grupos que liderou as manifestações pelo impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.

João Carlos Rodrigues

O candidato do PMN, João Carlos Rodrigues, já foi filiado ao antigo PFL (hoje DEM) e ao PSC, mas ainda não obteve uma vitória nas urnas. No passado, o empresário concorreu à prefeitura de Alvorada, na região metropolitana de Porto Alegre, e ao governo do estado.

Júlio Flores

Júlio Flores, do PSTU, tenta pela teceira vez eleger-se prefeito da capital gaúcha. Atuou como bancário nas décadas de 1980 e 1990, e liderou greves contra a privatização do Banco Meridional pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Candidatou-se para os cargos de vereador, prefeito, deputado estadual, governador e senador, mas nunca foi eleito.

Marcello Chiodo

O PV lançou a candidatura de Marcello Chiodo, cabeleireiro que mantém um salão de beleza em Porto Alegre. Tentou vaga no legislativo municipal por três vezes e conseguiu uma suplência em 2008, tendo sido chamado no ano seguinte. Chiodo também já concorreu para deputado federal, em 2006, mas não foi eleito.

Legislativo

As 36 cadeiras da Câmara de Vereadores estão sendo disputadas por 574 candidatos — uma proporção de quase 16 candidatos por vaga. Eles também estão distribuídos em 33 partidos. A maior parte das siglas (14) tem entre um e dez candidatos. Apenas cinco partidos inscreveram mais de 40 nomes.

Porto Alegre é a segunda cidade mais populosa da Região Sul, com quase 1,5 milhão de habitantes. Destes, pouco mais de um milhão estão aptos a votar nos candidatos à prefeitura e à Câmara Municipal, no mês que vem.

Do total de eleitores, 45,25% são homens e 54,75% são mulheres. Estão registrados na capital gaúcha 12.974 eleitores analfabetos e 3.917 com menos de 18 anos de idade, aos quais o voto é facultativo.

Edição: Carolina Pimentel
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setembro 25, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Eleições 2.016 – Quem são os candidatos de Curitiba

Canditados a prefeito

Candidatos de Curitiba

Daniel Isaia – Correspondente da Agência Brasil

A disputa para a prefeitura da capital paranaense envolve nove candidaturas. Seis delas estão coligadas com outros partidos, de modo que 32 siglas estão envolvidas no total. Apenas três partidos não formaram coligações.

Gustavo Fruet

O candidato da situação é Gustavo Fruet, do PDT, que concorre à reeleição apoiado por mais quatro partidos. Filho do ex-prefeito de Curitiba, Maurício Fruet, morto em 1998, Gustavo foi deputado federal por três mandatos consecutivos. Em 2010, tentou disputar uma vaga para senador e ficou em terceiro lugar.

Rafael Greca

Rafael Greca é o candidato do PMN e de outros seis partidos. Foi prefeito da capital paranaense entre 1993 e 1997. No ano seguinte, foi eleito o deputado federal mais votado do Paraná. Greca também atuou como ministro de Esporte e Turismo no segundo governo Fernando Henrique Cardoso.

Requião Filho

O PMDB lançou o advogado Requião Filho como candidato à prefeitura, em coligação com o Rede Sustentabilidade. Filho do senador e ex-governador Roberto Requião, o candidato está licenciado do cargo de deputado estadual do Paraná para disputar o pleito.

Ney Leprevost

O candidato do PSD e de outros seis partidos é o jornalista Ney Leprevost. Licenciado do cargo de deputado estadual para disputar a prefeitura, ele foi eleito em duas oportunidades como vereador de Curitiba. Leprevost também atuou como secretário estadual de Transporte e Turismo.

Maria Victoria

Maria Victoria é a candidata do PP em coligação com outros cinco partidos. Foi eleita deputada estadual em 2014, cargo do qual está licenciada para disputar a prefeitura. Maria é filha dos políticos Ricardo Barros e Cida Borghetti.

Tadeu Veneri

O PT lançou candidatura própria sem coligar com outros partidos na capital paranaense. O deputado estadual Tadeu Veneri, também licenciado, foi vereador de Curitiba entre 1995 e 2002. Atualmente, está no quarto mandato consecutivo na Assembleia Legislativa do Paraná.

Ademar Pereira

O PROS também lançou uma chapa pura para a disputa da prefeitura curitibana. O candidato Ademar Pereira foi presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná (Sinepe). Atualmente, ele é vice-presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep).

Afonso Rangel

Afonso Rangel, do PRP, teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), mas recorreu da decisão. O candidato é Pró-Reitor de Planejamento e Avaliação da Universidade Tuiuti do Paraná.

Xênia Mello

A candidata do PSOL, Xênia Mello, também conta com apoio do PCB. Atualmente, é membro do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher em Curitiba. Xênia é advogada formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Mestranda em Sociologia na mesma instituição.

Legislativo

As 38 cadeiras da Câmara de Vereadores estão sendo disputadas por 1.072 candidatos ao legislativo municipal — ou seja, uma proporção de 28,2 candidatos para cada vaga. O número expressivo se explica no fato de que 11 partidos inscreveram 50 ou mais candidaturas. No total, 34 partidos participam da eleição para a Câmara.

Curitiba é a cidade mais populosa da Região Sul, com quase 1,9 milhão de habitantes. Quase 1,3 milhão estão aptos a votar nos candidatos à prefeitura e à Câmara Municipal.

Do total de eleitores, 46% são homens e 54% são mulheres. Estão registrados na capital paranaense 7.559 eleitores analfabetos e 5.565 menores de idade, aos quais o voto é facultativo.

Edição: Carolina Pimentel

setembro 25, 2016 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2.016 – Candidatos à prefeitura de São Paulo

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Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

A convenção municipal do Partido da República (PR) oficializou na noite de hoje (22) que a legenda integrará a coligação PT, PDT e PROS nas eleições municipais para prefeito em São Paulo. O nome do candidato será indicado pelo PT e deverá ser o do atual prefeito Fernando Haddad. A convenção, realizada na Câmara dos Vereadores, decidiu por unanimidade a adesão à coligação.

Outros quatro partidos vão realizar neste domingo (24) convenções municipais para homologação de seus candidatos. O Diretório Municipal do PT deverá homologar a candidatura de Fernando Haddad; o Psol, a de Luiza Erundina; o PRB deverá formalizar o nome de Celso Russomanno; e o Diretório Municipal do PSDB o de João Doria Jr.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), os partidos têm até o dia 5 de agosto para indicar seus candidatos para as eleições municipais de 2016.

Edição: Armando Cardoso

julho 23, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Político não pode ter medo

eleições 2.010

Sistema Bipartidario

Na semana passada José Serra disse uma frase emblemática, não em seu sentido geral, mas pelo fato de fazer a gente pensar, e fez.

Eu não me lembro da frase, mas me lembro do sentido dela: “Um bom político não é aquele que não tem medo, é aquele que faz, mesmo com medo.”

O que um político poderia fazer com medo? – Essa foi a primeira questão que surgiu em minha cabeça. Será que um político com medo pode fazer alguma coisa de forma correta?

A palavra “medo” é um tabu em ambientes políticos. Por exemplo: O próprio Presidente Lula usou essa palavra a seu favor, mas só depois de eleito.

“A esperança venceu o medo”, uma resposta  a vários anos de duras críticas, veiculadas pela mídia elitista do Brasil, deixando o povo com medo de mudanças.

Eu não gosto de ser parcial, nem tenho nada contra o azarão José serra, que pegou uma batata quente que nenhum membro do PSDB teve coragem, afinal, encarar um candidato do governo, quando esse está com uma popularidade nas alturas, não é para qualquer um, é coisa de azarado mesmo.

A notícia boa é que todos esses políticos sempre estarão negociando algum benefício, seja contra ou a favor do governo, enquanto nós estaremos rezando para o salário não acabar no final do mês.

O sistema bipartidário, onde somente dois partidos tem chances reais de vencer a eleição, é anti-democrático, e olha que a questão aqui é muito mais que dinheiro. Estamos falando de apoio político, com o país dividido em duas partes, posição e oposição.

Apesar desse tipo de política combinada, algumas situações não mudam:

Vocês não imaginam como Renan Calheiros trabalhou duro para criar aquele sistema de desvio de verbas para as empreiteiras, onde tinha até personalidade de Hollywood, tipo Charles Bronson ou algo assim; Chico Lopes foi um grande funcionário público, com muitos amigos que o ajudavam, claro que ele também ajudou-os fornecendo informações sigilosas do governo; Mister Dantas e os banqueiros descobriram, da maneira mais difícil, que devem confiar no Brasil, não devem fugir, essa globalização é um perigo para as muitas máfias existentes no Brasil; Roberto Jefferson foi defender o suspeito de atentar contra a vida do Desembargador de Sergipe, também já decidiu que vai defender José Serra; A turma do mensalão está toda aí e deverá ser reeleita, Collor, Genuíno, Sarney, amigos de Brasília, mensalinho do Azeredo, etc., não meus amigos, o problema não são os políticos, eles estão sendo eleitos democraticamente, segundo o sistema bipartidário.

Nesse país nós já vimos de tudo, dizem que o brasileiro tem memória curta, não é verdade, o problema é que são muitos fatos para lembrar.

Por exemplo, eu não me esqueci da Georgina de Freitas ou do Jáder Barbalho, o grande problema da política, é que que os empresários levam a maior parte da grana, sem aparecer, é por isso que eles preferem o bipartidarismo, para investir melhor, não dá para bancar todos os partidos. No Brasil tem tanto partido que o processo encareceria demais – Vocês repararam que toda as declarações dos candidatos, no IR, seu patrimônio fica entre um e dois milhões, não dá para passar disso.

Qualquer candidato com potencial para romper o sistema bipartidário, é convidado pelo próprio partido para se retirar. Volto a lembrar, não é apenas uma questão de dinheiro, é o jogo do poder.

O Brasil é um país onde até a máfia italiana tem medo de se aventurar, aqui eles ficam perdidos. Temos máfias de contrabando, máfias de fiscais, máfias de empreiteiras, máfias de mensalões e mensalinhos, roubo de carro, INSS,  perto deles, os traficantes das regiões metropolitanas são meros trombadinhas, a quantidade de dinheiro que gira no governo, e na oposição, é tão grande, que quando eles falam, os bandidos escutam.

Conversando com um amigo meu, ele me disse que bandido não tem medo de nada, só abaixa a cabeça quando a polícia pede, porque a polícia mata; pilantra só respeita a polícia.

A polícia não tem medo de nada, tem liberdade para matar, ninguém para ela. Além disso é a maior fornecedora no comércio ilegal de armas. Polícia só tem medo de uma coisa, político; vamos excluir a PF da PPP.

Quando político fala, a polícia abaixa a cabeça, ela prende eles soltam, devem respeitar a hierarquia.

Político só abaixa a cabeça quando as prostitutas falam, as prostitutas não fazem parte da teoria “PPP”, são um estranho no ninho, mas conhecem todo o podre do poder, por isso não respeitam a hierarquia.

A eleição está chegando, o resultado será dado antecipadamente pelo IBOPE, iremos as urnas apenas para confirmar o que o sistema decidiu, que tudo continuará como está.

By Jânio

agosto 25, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , , , , | 9 Comentários

Saem as primeiras prévias para as eleições 2.010

hora de decisão

eleições 2.010

Depois que a Polícia Federal foi liberada para atuar, as eleições perderam o clima de festa que tinha. Com a proibição dos shows em comícios, a eleição ficou mais monótona ainda.

Muita gente nem se lembrava das eleições para governadores, deputados e senadores, em 2.010. A própria mídia parece  mais preocupada com a eleição para a presidência, pouco se fala sobre a eleição para outros cargos.

Em Minas Gerais, o PT disparou na frente, apesar de Aécio Neves ter sido muito popular. Parece que os mineiros não gostaram de ver Aécio ser trocado pelo Serra, na preferência para a presidência.

Pelas fofocas que correm em Minas, Aécio deverá se desligar do Governo para se candidatar a presidência, como o PSDB já preferiu o Serra, para onde será que ele iria. Simon anda dizendo que Aécio é mais forte que serra, por aí, dá para se ter uma ideia de onde vai Aécio Neves. Será???

No Paraná, a eleição deverá ser decidida entre os irmãos Álvaro e Osmar dias e Beto Richa.

Como o PSDB e o PDT são aliados, a disputa deverá ser entre compadres, digo, entre irmãos.

Crivela está na frente, no Rio de Janeiro, em seguida vem Benedita da Silva, num empate técnico com Gabeira.

Joaquim Roriz, do PSC, segue isolado em Brasília, podendo até ganhar a eleição logo no primeiro turno.

No Rio Grande do Sul, Tarso Genro pensa em voltar ao poder mas, para isso, deverá enfrentar Fogaça que vem muito forte. A primeira prévia já saiu, mas ainda é cedo para apostar no vencedor.

Como podemos observar, as notícias  corrupção em Brasília, e os problemas do Rio Grande do Sul, enfrentados pela Governadora, tem influenciado muito nas prévias.

Como nós sabemos, salvo o Rio Grande do Sul e Brasília, onde os escândalos foram mais destacados, agora é que nós passaremos a ver os podres de cada um. A baixaria deve começar logo, apesar de alguns terem se adiantado nos ataques; lembrando também que nem tudo deve ser levado a sério.

E  em seu estado, como estão as pesquisas?

By Jânio

janeiro 27, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 14 Comentários

   

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