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Estrangeiros fazem declarações difamatórias e irritam a burguesia

Declarações polêmicas

Sinceridade ou aparências

Sylvester Stallone irrita a burguesia brasileira ao fazer declaração polêmica. Depois da declaração, o ator teria se desculpado, mas parece que os brasileiros não esquecerão tão cedo suas declarações.

Eu confesso que não acompanhei toda a polêmica, o pouco que eu vi, não achei tão polêmico não.

Stallone teria declarado, em entrevista, que filmou parte de seu último filme no Brasil, pelo fato das leis brasileiras permitirem certos excessos.

Entre os tais excessos: Machucar pessoas durantes as filmagens; explodir tudo o que quiser, sem tantas medidas de segurança; no final das filmagens, os brasileiros ainda davam um macaquinho para levar de lembrança.

Pelo fato de Stallone ser estrangeiro, tudo bem, ele nem tem o direito de ficar dando declarações caluniosas contra o Brasil. Olhando sob outros pontos de vista, podemos até ver o Brasil sob a ótica externa.

Machucar pessoas durante as filmagens – A burguesia parece que não está bem informada sobre os locais onde foram feitas as locações. Nas comunidades das favelas, não só machucam, morrem pessoas.

Pode-se explodir tudo – Acontece que a justiça brasileira não funciona, quando funciona, funciona de forma invertida, nas leis contra os mais fracos. Antes de criticar o astro, os brasileiros trataram-no como um rei das arábias.

Um macaquinho de lembrança – No Rio eu não sei, mas na Amazônia, eu não duvido que a fiscalização desse de presente uma onça pintada, ou um jacaré.

Essa não é a primeira vez, nem será a última que os astros americanos fazem piadinhas de mau gosto com o Brasil.

Robin Williams, o ator, disse que o Brasil só ganhou as olimpíadas devido às suas credenciais: Dez mulatas e um Kg de cocaína.

Todos já sabiam de sua queda pelas afro-descendentes, sabíamos também de seus vícios do passado.

Num país onde a liberdade de expressão é levado à sério, é bastante comum excessos como esses, onde as celebridades falam sem pensar.  Quando tais celebridades pensam, já falaram, aí é tarde.

Um famoso rapper chegou a declarar que precisava comprar camisinha, pois o Brasil era conhecido pelo sexo. Nesse caso, notei que quem ficou mais ofendido foram os homens.

Países de primeiro mundo são bastante conhecidos pela sua liberação sexual.

A Suécia e a Dinamarca são conhecidas pela sua liberação sexual, há pelo menos trinta ou quarenta anos; Espanha e França, pelas suas praias de nudismo; a Grécia pelas suas Ilhas paradisíacas e sem pudor; a Holanda é o país mais radical, onde a maconha é liberada, assim como a prostituição.

No Brasil, quando a burguesia se sente ofendida, faz uso de seu poder de controle e manipulação para se manifestar. Os meios de comunicação são mobilizados para mostrar toda a sua indignação.

No caso do rapper, chegou a ser agredido em seu show, apesar de que quem se deu mal foi o agressor.

Oliver Stone, recentemente, tentou entrar sem visto no país.

É difícil imaginar como um intelectual do nível de Oliver Stone, tenha cometido uma gafe dessas. Parece que o polêmico autor tinha segundas intenções; pelo menos dessa vez, chegou-se a um acordo.

Quando se vai tocar em assuntos delicados, o mínimo que se espera, é que a pessoa pense antes de falar. Para atacar a burguesia, aqueles que controlam o poder, é preciso cuidado.

Bóris Casóy deve saber do que eu estou falando, quando quis dizer que os garis eram as últimas pessoas que deveriam desejar boas festas, devido ao seu salário injusto, ele se atrapalhou, acabou mostrando um pouco de sua personalidade.

Sou contra campanhas de “calar a boca” justamente por isso, como vamos conhecer a realidade do mundo, sem que as pessoas falem o que realmente sentem.

Continuo achando que há muito mais o que se preocupar, no Brasil, do que fofocas de celebridades. Eles realmente nem fazem ideia de nossos problemas, nosso baixo IDH, e, principalmente, da maneira oportunista como a burguesia se utiliza dos meios de comunicação, em seu próprio benefício; inclusive apoiando e derrubando governos.

By Jânio

julho 28, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , | 8 Comentários

Relação de todos os presidentes do Brasil

Donos do Poder

Presidentes do Brasil

A farsa da independência do Brasil não durou muito, assim, logo seria decretada a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889. Há quem afirme que a proclamação do Brasil também foi um golpe, onde o próprio Marechal Deodoro da Fonseca, responsável pela instauração da República, assumiria o poder, mas que não duraria muito tempo na presidência.

Isso é compreensivo, pois o jogo do poder no Brasil não é fundamentado em interesse do povo, mas em seus próprios interesses. Assim, quando pensamos que a justiça está sendo feita, na realidade o que está acontecendo é um novo golpe, patrocinado por um novo grupo organizado pela própria elite, com a finalidade de atender os seus interesses.

Analisando bem a nossa história política, temos poucos momentos de importância. Os dois presidentes mais citados de nossa história, são, sem sombra de dúvida, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, sendo seus atos mais importantes: A criação da CLT, por Vargas, e a construção de Brasília, por Juscelino. A partir da construção de Brasília, o eixo Rio-São Paulo deixava de influenciar tão diretamente na república, criava-se um nova incubadora para a corrupção, muito pior do que era antes.

No caso dos governos militares, pouco há para ser dito, com raras exceções, como é o caso de Vargas, mesmo assim temos que admitir que nem todos os governos militares foram iguais, mesmo os dois últimos, responsáveis pela transição do regime militar para o civil, havia grandes diferenças. João Batista Figueiredo era completamente diferente de Ernesto Geisel, apesar disso, houve a mudança, apesar de Tancredo não sobreviver para contar a história. Sarney assumiu o poder, no auge de sua história política no Brasil, onde empregou até a própria filha Roseana Sarney, mas essa já é uma outra história.

Getúlio Vargas talvez seja o mais importante presidente da história do Brasil, mas nem ele escapou de promover golpes, além de ser simpatizante de Hitler, mas nesse caso ele não teve culpa, Hitler conseguiu enganar o mundo inteiro, a verdade só veio a tona quando Hitler iniciou suas invasões. Para nossa sorte, os americanos pagaram mais pelo apoio brasileiro, com a usina de Volta Redonda.

Jânio Quadros, meu xará, não teve muita história para contar, mas pela sua votação histórica, acabou sendo reconhecido pela sua importância e capacidade de conseguir votos. Sua ideia de renunciar ao mandato, para voltar nos braços do povo, enquanto seu vice estava fora, foi uma das piores idéias políticas de todos os tempos.

Não foram incluídas nas listas, as duas juntas governativas (1930 e 1969), os presidentes interinos Ranieri Mazzilli (em 1961 e 1964) e os três presidentes:Rodrigues Alves, Tancredo Neves e Júlio Prestes, que não chegaram a governar, dois morreram, o terceiro, Prestes, foi vítima de golpe militar. Tudo sempre seguindo as regras da burguesia, formadores de opinião pública, detentores dos principais órgãos de comunicação, os mesmos que mais tarde sentiriam os duros golpes da ditadura, promovidos pelo próprio regime militar que, pelo visto, não quis continuar servindo de fantoche, criando suas próprias regras. Mais tarde, o próprio regime militar anunciaria a abertura política, deixando o próprio povo tomar os rumos de seu destino, foi aí que a burguesia voltou a ditar as regras.

Se não há muito o que se falar do regime militar, é porque eles não permitiam que a história fosse escrita, se abrissem a boca morriam, pelo menos no período da ditadura. Não havia investigação, os maiores problemas eram resolvidos pelo serviço secreto brasileiro.

Foram 33 mandatos, 28 presidentes, sendo estes os responsáveis pela situação na qual o país se encontra, incapaz de fazer cumprir uma única lei, quando o assunto envolve políticos importantes para a manipulação do poder.

Foram poucos os presidentes que terminaram seus mandatos, a maioria, ou morreu ou foi deposto, alguns tiveram problemas de saúde. Não faltaram nem casos de renúncia, casos mais raros.

A grande verdade é que a República Federativa Brasileira foi criada pelos militares, nunca deixou de ser um pouco militar. Apesar de ter perdido muito sua força, o regime militar continua sendo uma forte influência na política brasileiro. Os políticos brasileiros de hoje são, na grande maioria, socialistas, mas os donos do poder continuam sendo os políticos conservadores.

PRESIDENTES DO BRASIL

1 – Marechal Deodoro da Fonseca – 15 de novembro de 1889 á 23 de novembro de 1891 – regime militar, renunciou – Vice – Floriano Peixoto

2 – Floriano Peixoto – 23 de novembro de 1891 à 15 de novembro de 1894 – regime militar – sem vice.

3 – Prudente de Morais 15 de novembro de 1894 à 15 de novembro de 1898 – Partido Republicano Federal PR – Vice Manuel Vitorino.

4 – Campos Sales – 15 de novembro de 1898 à 15 de novembro de 1902 Partido Republicano Paulista PRP – Vice Rosa e Silva.

5 – Rodrigues Alves – 15 de novembro de 1902 à 15 de novembro de 1906 – Partido Republicano Paulista PRP – Vice Silviano Brandão.

6 – Afonso Pena – 15 de novembro de 1906 à 14 de junho de 1909 Partido Republicano Mineiro PRM – Vice Nilo Peçanha.

7 – Nilo Peçanha – 14 de junho de 1909 à 15 de novembro de 1910 Partido Republicano Fluminense PRF – Sem vice.

8 – Hermes da Fonseca – 15 de novembro de 1910 à 15 de novembro de 1914 Partido Republicano Conservador PRC – vice Venceslau Brás.

9 – Venceslau Brás – 15 de novembro de 1914 à 15 de novembro de 1918 Partido Republicano Mineiro PRM – Vice Urbano Santos.

*** Rodrigues Alves — Não Governou, morreu – Partido Republicano Paulista PRP – vice Delfim Moreira.

10 – Delfim Moreira – 15 de novembro de 1918 à 28 de julho de 1919 – Partido Republicano Mineiro PRM – Sem Vice.

11 – Epitácio Pessoa – 28 de julho de 1919 à 15 de novembro de 1922 – Partido Republicano Mineiro PRM – Vice Delfim Moreira.

12 – Artur Bernardes – 15 de novembro de 1922 à 15 de novembro de 1926 Partido Republicano Mineiro PRM – vice Estácio Coimbra.

13 – Washington Luís – 15 de novembro de 1926 à 24 de outubro de 1930 – Partido Republicano Paulista PRP – vice Melo Viana.

*** Júlio Prestes — Nâo governou, deposto — Partido Republicano Paulista PRP – Vice Vital Soares.

*** Mena Barreto – 24 de outubro de 1930 à 3 de novembro de 1930 – regime militar em governo provisório – Sem vice.

14 – Getúlio Vargas – 3 de novembro de 1930 à 29 de outubro de 1945 – Partido Aliança Liberal AL – Sem vice.

15 – José Linhares – 29 de outubro de 1945 à 31 de janeiro de 1946 – Sem partido – Sem vice.

16 – Eurico Gaspar Dutra – 31 de janeiro de 1946 à 31 de janeiro de 1951 – Partido Social Democrático PSD – Vice Nereu Ramos.

17 – Getúlio Vargas – suicidou-se- 31 de janeiro de 1951 à 24 de agosto de 1954 – Partido Trabalhista Brasileiro PTB – Vice Café Filho.

18 – Café Filho – 24 de agosto de 1954 à 8 de novembro de 1955 – Partido Social Progressista PSP – Sem vice.

19 – Carlos Luz – 8 de novembro de 1955 à 11 de novembro de 1955 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

20 – Nereu Ramos – 11 de novembro de 1955 à 31 de janeiro de 1956 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

21 – Juscelino Kubitschek – 31 de janeiro de 1956 à 31 de janeiro de 1961 – Partido Social Democrático PSD – vice João Goulart.

22 – Jânio Quadros – renunciou – 31 de janeiro de 1961 à 25 de agosto de 1961 – Partido Trabalhista Nacional PTN – vice João Goulart.

23 – Ranieri Mazzilli – 25 de agosto de 1961 à 7 de setembro de 1961 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

24 – João Goulart – deposto – 7 de setembro de 1961 à 1 de abril de 1964 – Partido Trabalhista Brasileiro PTB – Sem vice.

25 – Ranieri Mazzilli – 2 de abril de 1964 à 15 de abril de 1964 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

26 – Castelo Branco – 15 de abril de 1964 à 15 de março de 1967 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – Vice José Maria Alckmin.

27 – Costa e Silva – 15 de março de 1967 à 31 de agosto de 1969 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – vice Pedro Aleixo.

*** Junta Governativa Provisória de 1969 – 31 de agosto de 1969 à 30 de outubro de 1969 – regime militar – Sem vice.

28 – Emilio Medici – 30 de outubro de 1969 à 15 de março de 1974 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – Vice Augusto Rademaker.

29 – Ernesto Geisel – 15 de março de 1974 à 15 de março de 1979 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – Vice Adalberto dos Santos.

30 – João Figueiredo – 15 de março de 1979 à 15 de março de 1985 – Partido Democrático Social PDS (militar) – vice Aureliano Chaves.

*** Tancredo Neves – Nâo governou, morreu — Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB – Vice José Sarney –

31 – José Sarney – 15 de março de 1985 à 15 de março de 1990 – Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB – Sem vice.

32 – Fernando Collor – deposto – 15 de março de 1990 à 29 de dezembro de 1992 – Partido da Reconstrução Nacional PRN – vice Itamar Franco.

33 – Itamar Franco – 29 de dezembro de 1992 à 1 de janeiro de 1995 – Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB – Sem Vice.

34 – Fernando Henrique Cardoso – 1 de janeiro de 1995 à 1 de janeiro de 2003 – Partido da Social Democracia Brasileira PSDB – Vice Marco Maciel.

35 – Luís Inácio Lula da Silva – 1 de janeiro de 2003 à 1 de janeiro de 2011 – Partido dos Trabalhadores PT – vice José Alencar.

Fonte: Wikipedia

Texto: By Jânio

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março 19, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 35 Comentários

O que a morte pode nos ensinar.

experiência pós morte

experiência pós morte

A morte é o elemento mais próximo da vida, depois do nascimento.

Enquanto todos evitam falar da morte, em suas infâncias, ela sempre se faz presente, sempre esta ali, convivemos com a morte o tempo todo.

Estamos sempre perdendo algum ente querido, morrem os avós paternos, depois perdemos algum tio ou tia, avô e avó maternos, mas nada é tão traumático quanto perder um irmão(a), Primo(a) ou algum amigo(a) próximo, alguém com quem se convive diariamente.

A morte sempre esta intimamente ligada a vida, como diz o ditado: “Para se morrer basta que se esteja vivo”.

A morte passa diante de nós o tempo todo, o risco de morte é muito maior do que se pensa.

Há casos de mortes tão misteriosos que por mais que se analise, não se chega a nenhuma conclusão. Veja bem que não incluímos, aqui, as mortes matadas e ligadas à conspirações, mesmo quando vem a tona, e sempre vem, investigação dá muito trabalho, por isso as autoridades preferem arquivar.

Essa vida conturbada deixa  as pessoas meio céticas em relação a tudo que se fala. Todos acabam ficando meio ateus, zumbis ou mortos vivos, onde não há mais ideologias nem crença, os meios não importa aos fins. Tudo passa a ser movido por interesses, onde o humor negro sempre se faz presente.

Faz-se constantemente piadas a respeito de Deus, do céu e do inferno, apresentando um estilo supostamente independente em relação a tudo.

A postura de ateu, diante da vida, quando começa a incomodar a todos, atinge, de fato, o seu objetivo de rebeldia, mas algumas pessoas são teimosas, principalmente os mais jovens, eles não dão o braço a torcer.

É aí que começam as chantagens, se você não acreditar em Papai Noel, não ganha presente. A criança passa a acreditar, só pelos presentes, no fundo ela continua  não acreditando em nada.

Depois dos quatro ou cinco anos a descrença começa a incomodar ainda mais, a  sociedade, a descrença passa a ser um perigo ás instituições religiosas, a conclusão a que se chega, é a de que esta na hora da criança a aprender a rezar, mas como fazer isso, depois de uma vida inteira renegada ao esquecimento, a crença não se impõe, é preciso se dar o exemplo, quantas pessoas poderiam se dar ao luxo de dar o exemplo.

A partir do momento em que as crenças são impostas as pessoas, como mais uma matéria de escola, a religião passa a ser uma coisa chata que os jovens fogem, a religião é cheia de protocolos, tudo o que estas pessoas estão querendo escapar.

A vida continua assim, até que um grande choque, provocado pelo desequilíbrio abrupto de seu modo de vida, coloca a pessoa a mercê do destino. Pela primeira vez a pessoa sente uma força maior que a controla, neste momento, os conselhos de seus pais começam a fazer sentido.

Entre todos os choques, há vários fatores que comprometem a estabilidade de uma pessoa, a morte, com certeza, é o mais forte.

Após o choque, leva-se um tempo até que a pessoa possa aceitar a vida como ela era, durante algum tempo a pessoa se vê dentro de um dilema, mudar ou não seu modo de vida.

A morte pode deixar traumas em uma pessoa, mas varia de uma pessoa para outra, varia também dependendo da intensidade, onde todos os sentidos vitais do ser humano são acionados ao mesmo tempo, criando uma energia de corpo e alma as quais o indivíduo não esta acostumado a sentir.

A partir deste momento, a pessoa passa a ter uma relação muito forte em relação a morte, pela primeira vez tem-se a sensação que a jornada do destino está completa: o nascimento, a vida e a morte.

Este é um trauma difícil de superar, após a morte, tem-se a sensação que esta na hora de zerar tudo, começar tudo de novo. Tudo o que se vivera até ali, soa como falso, é como se todo o mundo fosse uma grande farsa.

Ao redor as pessoas parecem controladas por uma força invisível e misteriosa que as cega, levando-as a contrariar a lógica das coisas, fazendo tudo errado.

Leva-se um tempo, mas o trauma passa, fugindo das lembranças do trauma de viver próximo do fim, o indivíduo é impelido a se adaptar, novamente, a sociedade, as vezes, até com a ajuda de profissionais especializados em transtornos mentais.

É preciso voltar ao mundo, pior do que isso, é preciso se adaptar a ele, cometendo os mesmos erros, se não todos, a maioria, sujeitando se as leis, éticas e etiquetas, provenientes dos bons costumes e moral.

A pessoa nasce de novo, começa a aprender como viver a vida, num ritmo menos acelerado, procurando fugir, ao máximo, das armadilhas que o destino lhe oferece.

A partir daí, sua vida passa  a seguir um outro propósito, ficando totalmente reprogramada, passando a obedecer aos comandos de sua própria consciência, de maneira muito mais sensível. Basta um assalto a mão armada, e o que para muitos pode parecer uma coisa normal, vira um alarme, avisando que sua vida pede socorro. Acostumar-se novamente a esta sensação pode ser um perigo, o de perder novamente o sentido diante da vida, passando a não se importar com nada, como se a vida não fizesse sentido, não tivesse a menor importância.

A sensação de que se está fazendo tudo errado, quer dizer também que o que a burguesia  impõe, como certo, esta tudo errado. Na hora da morte, a primeira sensação que se perde é o próprio medo da morte, o medo vai até o momento em que ha a sensação de que não ha mais nada a se fazer.

Depois de algum tempo, além da certeza de que está tudo errado, os valores são diferente do que se supõe, os tabus são coisa de criança, resta a certeza de que nada muda porque somos muito fracos.

Seria preciso que todos passassem pela experiência da morte ao mesmo tempo, para que houvesse uma mudança no mundo. Só durante uma catástrofe coletiva, o ser humano pode confiar, ser solidário, cooperar, e ver o mundo como uma nave, onde todos somos passageiros.

Hoje todos acreditam em Deus, mas, como outrora, é como se todos fossem ateus, suas crenças não fazem muita diferença diante dos fatos da vida, onde deveriam seguir suas consciências.

Todos estão atrás de dinheiro fácil, fazem qualquer coisa por ele, até matar, se for preciso, alguns não matam, seguindo as leis dos homens, mas desejam a morte da outra, ou mandam matar.

As pessoas sonham, olhando para as que ganham mais, se esquecem que há outras que ganham menos.

A pior classe continua sendo a do político, que rouba o essencial para a vida. Enquanto ele rouba, outros passam de fome, falta de médicos, falta de educação e dignidade.

O mais importante, hoje, é conviver o mais harmoniosamente possível, diante das leis dos homens, esta é mais preocupante, as leis divinas, ao que parece, só começarão a fazer efeito depois da morte mesmo.

Roubar de quem não pode se defender, não tem nenhuma forma de defesa, é uma covardia.

A covardia é coisa de animal, talvez pior, não é própria do ser humano.

A covardia é um pecado do qual dificilmente haverá perdão, porque a alma é fraca, o problema não esta na fraqueza da carne, todos somos, mas a fraqueza da alma, para essa não há remédio.

Não é minha intensão, aqui, julgar os políticos, mas se você tem parente político, abra seus olhos, diga a ele que se tem o rabo preso, abandone enquanto é tempo. É certo que a política é a melhor forma de ganhar dinheiro fácil, mas quando se conhece a morte, nota-se que o caminho para o inferno é o mais curto.

julho 14, 2009 Posted by | Reflexões | , , , | 6 Comentários

   

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