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Indígenas participam do “Terra Livre” em Brasília

abril 25, 2018 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Ex-ministro Geddel Vieira Lima já está preso na Polícia Federal em Brasília

Da Agência Brasil*
Brasília - Geddel Vieira recebe manifesto de apoio levado pelo líder do governo na Câmara, deputado André Moura (Valter Campanato/Agência Brasil)
Geddel Vieira Lima foi preso ontem em SalvadorValter Campanato/Agência Brasil

O ex-ministro Geddel Vieira Lima já está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. Ele chegou no início da madrugada de hoje (4), vindo de Salvador. A prisão preventiva foi pedida pela PF e pelos integrantes da Força-Tarefa da Operação Greenfield, a partir de informações fornecidas em depoimentos do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada.

O ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima foi preso ontem (3) pela Polícia Federal em Salvador por tentar, de acordo com a PF, obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal.

Em janeiro deste ano, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa do ex-ministro, alvo da Operação Cui Bono, que investiga o suposto esquema de corrupção na Caixa no período entre 2011 e 2013 – período em que Geddel ocupou a vice-presidência de Pessoa Jurídica da instituição.

Ao decretar a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal no Distrito Federal, autorizou a busca e apreensão de aparelhos celulares do investigado e a quebra do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos. O objetivo é buscar elementos para comprovar os contatos de Geddel com a esposa do doleiro Lúcio Funaro, preso na Operação Lava Jato.

Na decisão, o juiz diz que Geddel entrou em contato por diversas vezes com a esposa de Funaro para verificar a disposição do marido preso em firmar acordo de colaboração premiada, o que pode caracterizar um exercício de pressão sobre Funaro e sua família. Segundo o magistrado, não é a primeira vez que Geddel tenta persuadir pessoas ou pressioná-las, lembrando o episódio em que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero acusou Geddel de atuar para a liberação da construção de um imóvel em Salvador.

Para o juiz, há provas até o momento da participação de Geddel no esquema de irregularidades apuradas na Operação Cui Bono e, se permanecer solto, ele pode atrapalhar as investigações.

“É que em liberdade, Geddel Vieira Lima, pelas atitudes que vem tomando recentemente, pode dar continuidade a tentativas de influenciar testemunhas que irão depor na fase de inquérito da Operação Cui Bono, bem como contra pessoas próximas aos coinvestigados e os réus presos Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Lúcio Bolonha Funaro”, diz o juiz em sua decisão.

 

Defesa

defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima definiu como “absolutamente desnecessário” o decreto de prisão preventiva do político. Em nota à imprensa, o advogado Gamil Föppel disse que há “ausência de relevantes informações” para basear a decisão e definiu como “erro” da Justiça Federal a autorização para a prisão.

Föppel diz ainda que o ex-ministro, desde o início das investigações, se colocou à disposição para prestar esclarecimentos, mas nunca foi intimado pela Justiça. Para a defesa, isso representa  uma “preocupação policialesca muito mais voltada às repercussões da investigação para a grande imprensa, do que efetivamente à apuração de todos os fatos”.

A defesa de Geddel diz ainda que o empresário Joesley Batista, em seu depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República (PGR) como parte do acordo de deleção premiada, teria sido “enérgico em pontuar que jamais pagou propina” ou qualquer vantagem indevida a Geddel.

“Sabedor da sua inocência e confiante na altivez do Poder Judiciário, o senhor Geddel Vieira Lima segue inabalável na reparação do cerceamento às suas liberdades fundamentais”, diz a nota.

*Colaboraram Sayonara Moreno, Sabrina Craide e Alex Rodrigues

Edição: Denise Griesinger
Agência Brasil

 

julho 4, 2017 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

O monstro de Brasília levanta uma grande questão. Monstro?

O lado negro

Estranhos desejos

Um caso de polícia, em Brasília, expõe um problema social crônico do Brasil, ou melhor vários.

O “monstro” pedófilo levanta uma questão: Seria um caso de psicose, pedofilia ou seu caso deveria ser tratado como crime comum?

Esse “monstro” foi preso por pedofilia, cumpriu quatro anos de prisão e foi liberado, sendo diagnosticado como mentalmente são. Depois de sair da prisão, verificou-se que o homem não estava tão normal assim.

Casos como esse, sempre nos trazem a memória a história de Jack “o estripador”, onde há suspeita, inclusive, de que o famoso psicopata pertenceria à família real. Evidentemente que um escândalo, como esse, não poderia vir à público em hipótese alguma, chegando às proporções que chegou.

No Brasil, o caso mais curioso foi, se eu não me engano, “Bandido da Luz Vermelha”, um criminoso que assaltava as residências e estuprava suas vítimas.

Depois de preso, por pressão da mídia, recusou-se a hipótese que o homem era louco, como consequência, ele cumpriu toda sua pena, durante longos anos, em seguida, antes de ser solto, chegou-se a conclusão de que ele não tinha condições de sair às ruas.

O problema é que aceitar o fato de que o preso era louco, seria confessar um erro da justiça, podendo haver indenização da vítima. Sendo solto, o “louco” foi para Santa Catarina, na casa de parentes que também não o aceitavam; foi morto depois de brigar com pescadores, deixando a justiça em paz com a sua consciência.

Há um conflito de interesses aqui, um bandido é um marginal, portanto abaixo da linha de pobreza. Se um marginal começa a ter direitos, isso não é bom para um sistema burguês, onde o pobre não tem direitos.

Em Brasília, o caso não foi diferente, o homem que deveria ir para um sanatório, foi preso, cumpriu uma pena irrisória, quando em um sanatório sua pena seria muito maior, ou por toda sua vida, caso sua doença fosse comprovadamente crônica.

Quem foi que disse que o estado está preocupado com o que acontece com o povo? – Quanto menos tempo o estado ficar responsável por uma pessoa, mais dinheiro sobra no caixa, esse sim interessa aos políticos.

Não temos estrutura carcerária para manter nossos presos na cadeia por muito tempo, mesmo assim mantemos os presos errados, os cabeças, causa do caos no Brasil, não ficam mais de alguns meses, como foi o caso de José Roberto Arruda e Paulo Maluf. Sarney nem processado foi, o pedido de CPI foi arquivado.

Ficou comprovado o caso de pedofilia, e, pelo menos nesse caso, não será possível negar que a pedofilia esta acompanhada de uma doença. Também não será fácil negar que há vários níveis de psicose, alguns doentes não tem cura e precisam permanecer reclusos o resto da vida.

Também não dá para aplicar a pena de morte, pelos vários motivos já observados por vários comentaristas, em outros posts sobre o tema.

Qualquer pessoa que conheça um pouquinho de história, saberá que houve, no passado, sociedades inteiras que foram controladas por regimes fascistas, onde toda a população seria condenada a morte, a república romana é um exemplo disso, considerada quase perfeita, pelo tempo que durou, mas que seria, toda a sociedade, condenada a morte, pelas atrocidades que cometeram contra os cristãos e outros povos.

Mesmo recentemente, temos muitos exemplos de sistemas caóticos e até o sistema americano é suspeito de forjar motivos para suas guerras sujas.

Portanto, a solução não é tão simples como a pena de morte. Não se pode cometer crimes e suicidar-se, como Adolf Hitler, escapando das responsabilidades, se bem que isso já estaria acontecendo no Brasil, se as leis fossem rígidas.

Quando Maquiavel desafiou o sistema, em busca de uma nora Roma, onde o povo estaria unido, desobedeceu princípios de lógica, em nome desse sonho. Idéias, consideradas ultrapassadas, vieram a tona, na mente de Maquiavel.

Num ponto ele estava certo, a natureza do homem é má, pelo menos é isso o que prova o julgamento a que foi submetido.

No caso Isabella Nardoni, nem fiquei fora das críticas – E se fosse sua filha infeliz? – então é isso, as pessoas estão se colocando no lugar das vítimas, criando um problema à justiça.

By Jânio

abril 15, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , | 4 Comentários

Durval Barbosa prendeu Arruda e ainda ameaça

Arquivo vivo

Dono da verdade

Eu sempre digo que a corrupção brasileira é um jogo de gente grande, o povo sempre assiste alheia a tudo. A democracia, no Brasil, surgiu quando a burguesia descobriu que era mais fácil controlar o povo do que a  aristocracia.

Segundo a burguesia, o controle do povo deve ser feito de maneira completa, qualquer notícia, precisa ser averiguada e verificado os efeitos que essa notícia terá sobre o sistema. Como fazer isso? – Talvez preparando as notícias e apresentando-as à imprensa através de assessores de imprensa, deixando os veículos de divulgação bem preguiçosos.

É muito comum, até entre as maiores empresas de notícias do país, comprar as notícias de agências, até as imagens. As faculdades de comunicação social, certamente, devem alertar seus pupilos para o risco do que se divulga.

Assim, a internet se transforma em um veículo perfeito para divulgações de informações verdadeiras, isso é bom, mas as farsas são corriqueiras na rede também, é preciso calcular os riscos, ser precavido; em alguns casos podemos chegar às verdadeiras notícias antes dos grandes veículos de comunicação, evitando a manipulação dessas informações.

O que não faltam, nesses casos, são ferramentas para verificar a autenticidade das informações. há câmeras, celulares e filmadoras portáteis por toda parte, algumas pessoas fazem qualquer coisa para conseguir seus quinze minutos de fama, outras acidentalmente, e há aqueles que são doentes mesmo, precisam de um tratamento psiquiátrico.  Todos registrando os fatos em tempo real.

O que sabemos é que as informações se transformaram em armas, em mãos erradas e nas mãos certas também. É preciso estar ciente de que estamos sendo filmado, toda vez que se está em ambientes públicos, ou  na própria casa, caso se esteja envolvido em questões importantes; todos deveríamos estar envolvidos na questões importantes. Através da parabólica e  dispositivos de audiência, pode-se  invadir a privacidade de qualquer pessoa, até os traficantes estão sendo filmados.

Durval Barbosa, o homem que denunciou o chamado mensalão do DEM. em Brasília, vem ameaçando autoridades importantes, dizendo ter mais informações relevantes sobre corrupção. Até onde eu sei, chantagem é crime, portanto o Senhor Durval estaria, na minha modesta opinião, infringindo a lei.

Eu me lembro que PC Farias, ex-tesoureiro de Collor (ex-presidente do Brasil) afirmou,  frente aos parlamentares: “Vocês são hipócritas!” – dando a entender que todo mundo tinha problemas com a justiça, e ele sabia disso.

As informações importantes, quando relacionadas a crimes, podem resultar em tragédias, mas algumas pessoas, como o Sr. Durval, não se importam com isso, calculam muito bem o perigo que correm. Roberto Jefferson fez isso quando denunciou o primeiro mensalão, sabendo que a “teta” tinha secado e sua carreira terminada, entregou todo mundo.

No caso de Durval Barbosa, ele age como se conhecesse muita coisa e como se pretendesse negociar essas informações. Ele tem uma vantagem sobre Roberto Jefferson, não é tão hipócrita; também sobre PC Farias, sua família não é tão desunida;  PC pagou muito caro pelo isolamento.

Finalmente, podemos dizer que Brasília não é Alagoas. Brasília não tem sua taxa de analfabetismo tão alta, não tem grandes coronéis dominando o “mando político” e as comunicações, através de suas redes de comunicação. Definitivamente, Brasília é diferente, menos a corrupção.

Os possíveis envolvidos sabem que é preciso cautela. Se na primeira vez que Durval fez a ameaça, ele cumpriu, aqui vale o ditado popular: “Cachorro mordido por cobra, tem medo de linguiça.”

Durval não é fraco, como PC, nem é kamikaze como Roberto Jefferson; Durval é um político da era moderna, o primeiro a se utilizar de ameaças e chantagens, colocar políticos e a imprensa em xeque, ou em cheque mesmo, sem que a polícia possa fazer nada.

By Jânio

abril 2, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 17 Comentários

   

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