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BC aumenta projeção de déficit das contas externas para US$ 30 bilhões este ano

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Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

O Banco Central (BC) espera um déficit maior nas contas externas este ano. A estimativa, divulgada hoje (24), para o saldo negativo das transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, subiu de US$ 28 bilhões para US$ 30 bilhões. Esse valor vai corresponder a 1,45% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Nos dois primeiros meses deste ano, o déficit ficou em US$ 6,020 bilhões.

A maior parte do saldo negativo previsto para este ano está na conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), com déficit estimado em US$ 47,6 bilhões. A previsão anterior era US$ 44,1 bilhões.

A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) deve apresentar resultado negativo de US$ 36,7 bilhões, contra US$ 31,2 bilhões, previstos anteriormente.

A balança comercial (exportações e importações de produtos) deve contribuir para reduzir o déficit nas transações correntes. A estimativa para o ano é de superávit de US$ 51 bilhões. A previsão anterior era US$ 44 bilhões.

Para a conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) a estimativa positiva permaneceu em US$ 3,3 bilhões.

Investimento estrangeiro

Os dados do balanço de pagamentos também incluem os investimentos estrangeiros. De janeiro a fevereiro, o investimento direto no país (IDP), recursos que entram e vão para o setor produtivo da economia, chegou a US$ 16,834 bilhões. A previsão para o ano foi mantida em US$ 75 bilhões.

Também foi registrada a entrada de investimento em ações negociadas em bolsas de valores no Brasil e no exterior e em fundos de investimento no total de US$ 1,614 bilhão, nos dois meses do ano, com previsão para o ano de US$ 10 bilhões. No primeiro bimestre, houve saída de investimentos em títulos negociados de US$ 1,057 bilhão. A previsão para o ano é de saída de US$ 7 bilhões, contra a previsão anterior, também negativa, de US$ 10 bilhões.

Edição: Graça Adjuto

março 24, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Governo fecha 2016 com pior déficit primário da história

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Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
Apesar da ajuda do programa de regularização de recursos no exterior, a chamada repatriação, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrou 2016 com o pior déficit primário da história. No ano passado, o resultado ficou negativo em R$ 154,255 bilhões, contra déficit de R$ 114,741 bilhões registrado em 2015.

O déficit primário é o resultado negativo das contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública. Apenas em dezembro, o Governo Central registrou déficit de R$ 60,124 bilhões. O resultado é o segundo pior para o mês, perdendo apenas para dezembro de 2015 (R$ 60,633 bilhões). No ano retrasado, no entanto, o déficit havia sido inflado pelo reconhecimento de passivos do Tesouro com bancos oficiais e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O déficit primário ficou abaixo da meta revisada de R$ 170,5 bilhões estabelecida para o Governo Central 2016. O principal fator que ajudou o governo a ficar dentro da meta foi a regularização de ativos no exterior. Também conhecido como repatriação, o programa arrecadou R$ 46,7 bilhões no ano passado, dos quais R$ 24 bilhões ficaram com o Tesouro Nacional, e o restante foi partilhado com estados e municípios.

Saiba Mais
Mercado prevê que Selic chegará a 9% ao ano em 2018
A deterioração das contas públicas no ano passado ainda foi resultado da crise econômica que tem reduzido a arrecadação nos últimos anos. Em 2016, as receitas líquidas do Governo Central caíram 4,1% descontando a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As despesas totais caíram, mas em ritmo menor: 1,2% também descontado o IPCA.

Em relação às despesas, o principal fator que pressionou as contas públicas no ano passado foram os gastos com a Previdência Social, que cresceram 7,2% acima da inflação em 2016. Os gastos com o funcionalismo público caíram 0,5% descontado o IPCA. As demais despesas obrigatórias caíram 22,5% também descontada a inflação, principalmente por causa do reconhecimento de passivos com os bancos públicos e o FGTS, que ocorreram no fim de 2015 e não se repetiram em 2016, e da reversão parcial de desonerações, como a da folha de pagamento.

As despesas de custeio (manutenção da máquina pública) caíram 8,1% no ano passado, considerando a inflação oficial. Depois de passarem boa parte de 2016 acumulando variação negativa, os investimentos federais, que englobam obras públicas e a compra de equipamentos, somaram R$ 64,925 bilhões, alta real (descontada a inflação) de 7%.

Apesar da alta dos investimentos, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) gastou R$ 42,042 bilhões, queda real de 17,8% em relação a 2015. Em relação ao programa Minha Casa, Minha Vida, a retração real foi ainda maior: 64,3%. No ano passado, o principal programa habitacional do governo federal executou R$ 7,965 bilhões, contra R$ 20,709 bilhões em 2015.

O número divulgado hoje (30) refere-se somente às contas do Governo Central, com a metodologia acima da linha, que leva em conta os gastos registrados em tempo real no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). Amanhã (31), o Banco Central divulga o déficit primário de 2016 para o setor público, conta que inclui os estados e os municípios e considera a metodologia abaixo da linha (variação de endividamento dos entes públicos).

Edição: Amanda Cieglinski

Agência Brasil

 

janeiro 30, 2017 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Taxa Selic cai para 8%

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A demora do governo em baixar a taxa Selic, sempre foi criticada pelos empresários, economistas, analistas, jornalistas e até blogueiros. A taxa Selic sempre será uma arma cruel, uma forma de blindar o governo de sua própria incompetência.

FHC abusou do taxa de juros e utilizou-a no momento mais conturbado da economia, às vésperas da vitória de Lula. A entrada de Lula prometia mudar, mas o máximo que aconteceu foi voltar ao que era.

Durante o reinado da Selic no Brasil, vários impérios foram formados e muito dinheiro foi levado para o exterior, ilicitamente ou aproveitando as brechas de nossa legislação. Naturalmente, a inflação não poderia cair, num ambiente de absoluta falta de competitividade, onde a maioria dos empresários depende de ligações com os políticos para sobreviver.

Apesar da inflação ter sido sempre considerado um monstro da economia popular, ela é um dos termômetro que regula as atividades econômicas do governo e do país em geral.

Normalmente, a única forma de baixar a inflação, seria aumentando a competividade entre as empresas, para fazer isso, o governo teria de baixar os impostos. Acontece que isso não interessava para os financiadores da política, que preferem os cartéis.

Da mesma forma que essa máfia tem preferência em monopolizar suas áreas de atividade, o governo também sempre preferiu a forma mais fácil, afinal, baixar os impostos implica em diminuir o roubo, lavagem, manipulação, etc., o que afeta toda a aristocracia. Para evitar que a economia se transformasse em um caos, com a inflação descontrolada, o governo utilizava a Selic.

Com a taxa de juros alta, havia pouco investimento, devido aos problemas que essa distorção econômica acarretava, inclusive na competividade com outros países.

A economia fraca levou o Banco Central a baixar a taxa Selic por várias vezes seguidas, mas isso não resolveu o problema da desaceleração econômica. Como a inflação também está sob controle, o governo continuará baixando os juros.

Levando-se em conta que a Selic já estava muito abaixo do que o governo esperava 8,5%, forçando inclusive uma mudança na aplicação mais popular do país, a poupança, para evitar que outros investimentos fossem atraídos pela rentabilidade maior, os cortes de 0,5% surpreendem.

Os analistas continuam apostando num novo corte na próxima reunião do Copom, já que a economia parece estagnada.

Para a macro-economia isso não é bom sinal, significa que a aristocracia já conseguiu sugar a última gota sangue que a classe média tinha, pior, todo as nossas riquezas se encontram no exterior, graças a pessoas como Sílvio Santos, Ricardo Teixeira, Rede Globo, ONGs e várias outras instituições oportunistas.

O Governo conseguiu derrubar toda a classe média, sem baixar os impostos. Isso não é nada bom, um péssimo exemplo para outros países imperialistas.

É difícil saber se os atuais 8% serão suficientes para alavancar a economia, mas o governo só se preocupa com uma coisa, a inflação.

Enquanto a desaceleração afetava mais a indústria, a desculpa era a crise mundial mas, a a partir do momento em que o comércio passou a ser afetado, foi preciso que o governo baixasse os juros, afinal, o mercado internacional tem influencia limitada num país auto sustentável.

O fato do governo não baixar os juros e continuar sendo irresponsável quanto a aplicação desses recursos, provenientes dos impostos, sempre haverá um grande risco. Isso ocorre porque toda vez que aumentar as vendas, mesmo que pouca coisa, haverá muita inflação.

A inflação é causada pela falta de concorrência, que é causada pelos impostos elevados. A taxa de juros não é a causa, é a consequência.

Enquanto isso, vale lembra a filosofia que pode ser aplicada aos políticos: “Roubar menos, mas roubar sempre”.

By Jânio

julho 14, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | 1 Comentário

   

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