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Arábia Saudita, Egito, Bahrein e Emirados rompem relações diplomáticas com Catar

Conflitos no Oriente Médio

Da Agência EFE

A Arábia Saudita, o Egito, Bahrein e os Emirados Árabes Unidos romperam relações diplomáticas com o Catar, ao qual acusam de apoiar o terrorismo. A informação é da Agência EFE.

“O governo do Reino (saudita) decidiu romper relações diplomáticas e consulares com o Estado do Catar e fechar todos os portos terrestres, marítimos e aéreos” para meios de transporte de nacionalidade catariana, segundo a agência oficial saudita, SPA.

O Cairo acusa o emirado do Catar de “apoiar as operações terroristas no Sinai e de intervir nos assuntos internos do Egito e dos países da região, de modo a ameaçar a segurança nacional árabe e favorecer as diferenças dentro das sociedades árabes”.

Segundo a agência oficial de notícias WAM, os Emirados Árabes reiteraram o seu compromisso e apoio aos países do Golfo e acusaram o Catar de “minar a segurança e a estabilidade da região, bem como de descumprir os compromissos e acordos internacionais”.

Da mesma forma que os Emirados Árabes, o Bahrein decidiu romper relações porque o Catar “financia o terrorismo”, que está associado com o Irã, informou a agência oficial barenita BNA.

Agência Brasil

junho 5, 2017 Posted by | Internacional | , , , , , , | Deixe um comentário

‘Not the Onion’: Antiwar activist slams UN vote letting Saudi Arabia on Women’s council

abril 25, 2017 Posted by | english | , , , , | Deixe um comentário

Anistia Internacional: Arábia Saudita usou armas brasileiras em ataques no Iêmen

segredo terrorista

Terrorismo Comercial

Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

A Anistia Internacional denunciou que uma coalizão liderada pela Arábia Saudita utilizou armamentos fabricados no Brasil em três ataques no Iêmen nos últimos 16 meses. Segundo a entidade, o primeiro foi documentado em outubro de 2015, o segundo em maio de 2016 e o terceiro ocorreu, às 10h30, do dia 15 de fevereiro deste ano. Neste foram atingidas três áreas residenciais e uma área rural na cidade de Sa’da, ferindo dois civis e causando danos materiais.

Segundo a Anistia Internacional, o uso, a produção, a venda e o comércio de munições cluster, um tipo de projétil, que se abre no ar e espalha submunições explosivas e podem ser jogados ou disparados de um avião ou lançados de foguetes superfície-superfície, é proibida nos termos da Convenção sobre Munições Cluster (CCM), de 2008, subscrita por mais de 100 países signatários.

O Brasil não assinou a convenção e é um dos principais produtores mundial deste tipo de munição, ao lado de Estados Unidos, China, Índia, Rússia, Israel e Paquistão, que também não são signatários da CCM.

De acordo com a diretora de pesquisa do escritório da Anistia Internacional em Beirute, Lynn Maalouf, a coalizão liderada pela Arábia Saudita justifica de modo absurdo o uso de munições cluster, alegando que está em conformidade com a lei internacional.

“As munições cluster são, de forma inerente, armas que infligem dano inimaginável às vidas civis. O uso de tais armas é proibido pela lei internacional humanitária em qualquer circunstância. À luz de evidências crescentes é mais urgente do que nunca que o Brasil faça sua adesão à Convenção sobre Munições Cluster e que a Arábia Saudita e os membros da coalizão parem todo uso destas armas”, disse a diretora.

A Anistia Internacional informou que entrevistou oito moradores do local, inclusive duas testemunhas, sendo que uma delas foi ferida no ataque. Além disso, manteve contato com um ativista local e analisou fotos e vídeo fornecidos pelo Yemen Executive Mining Action Center, que inspecionou a área 30 minutos após o ataque. Vestígios identificados pela Anistia Internacional mostram que o ataque partiu de um foguete Astros II superfície-superfície, um sistema de lançamento múltiplo, carregado por caminhão, fabricado pela empresa brasileira Avibras.

Conforme testemunhas, os foguetes atingiram as áreas residenciais de Gohza, al-Dhubat e al-Rawdha, atingindo, ainda, na dispersão de submunições, casas em al-Ma’allah e Ahfad Bilal, cemitérios novos e velhos no centro da cidade e áreas agrícolas.

Falhas

A Anistia Internacional chamou atenção, ainda, para a elevada taxa de falhas desses armamentos, o que, para a entidade, significa que uma alta quantidade deles não explode no momento do impacto, tornando-se minas terrestres que representam uma ameaça para os civis durante anos após o ataque.

A entidade informou ainda que após ter documentado o uso de munições cluster, pela primeira vez em outubro de 2015, enviou uma carta formal à Avibras.

Por meio de nota, a Avibras informou que todos os produtos de defesa fabricados por ela respeitam estes aspectos humanitários e não poderia avaliar as origens dos artefatos encontrados no Iêmen por não ter acesso ao local do conflito.

“É importante destacar que os artefatos produzidos atualmente pela Avibras diferem dos mostrados pelas imagens dos noticiários, principalmente quanto ao confiável dispositivo de autodestruição que atende aos princípios humanitários e legislações no âmbito da ONU, bem como de Oslo”, informou a empresa.

A Avibras disse que, na produção e no fornecimento de seus produtos de defesa, “sempre cumpriu as legislações e os requisitos estabelecidos para o setor, inclusive os acordos internacionais no âmbito da ONU [Organização das Nações Unidas] e os acordos nos quais o Brasil é signatário”.

A empresa acrescentou que as suas exportações são autorizadas por órgãos públicos brasileiros competentes e “destinadas a nações amigas que também cumprem estas legislações”.

Edição: Fábio Massalli

março 10, 2017 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Morte e vida de Nimr Al-Nimr

morte do clérigo

Crimes Políticos

Nimr Baqr al-Nimr (emárabe: نمر باقر النمر, Nimr Bāqr an-Nimr, também romanizado Bakir al-Nimr, al-Nimer, al-Nemer,al-Namer, normalmente citado como Xeique Nimr;19592 de janeiro de 2016) foi um clérigo xiita de al-Awamiyah, província daArábia Saudita.[1] Tinha uma atuação popular entre os jovens e era crítico ao governo saudita. Era um defensor de eleições diretas da Arabia Saudita. Em 2009, criticou as autoridades de seu país e propôs a independência de sua província.[2]

Prisão

Um mandado de prisão foi emitido contra ele e outras 35 pessoas foram detidas juntas. Durante os protestos de 2011–12 contra o governo saudita, al-Nimr pediu aos manifestantes que não usassem a violência contra os policiais, prevendo que a governo responderia de forma ainda mais dura contra a população[3] . Segundo o jornal inglêsThe Guardian, ele seria o líder da revolta.

Execução

Em 15 outubro de 2014, foi sentenciado a morte por uma corte criminal pela acusação de procurar apoio estrangeiro e desobediência cível”. Al-Nimr foi executado, provavelmente, dia 2 de janeiro de 2016, com outros 46 prisioneiros.[4] Sua execução foi condenada pelo governo iraniano e pela comunidade xiita do oriente médio, e também por personalidades sunitas não sectárias.[5] O governo não devolveu o corpo à família e declarou ter cremado todos os executados.[6]

Ver também

Fonte: Wikipedia

Comentário:

Eu sempre considerei a execução de Saddam Hussein um grande erro e, apesar de tomar conhecimento  da vida de Nimr apenas depois de sua morte, vou arriscando um palpite: esse erro foi maior que a execução de Saddam.

Apesar de o ocidente considerar o islamismo como uma religião de muçulmanos de uma ideologia só, a realidade é que há muitas diferenças no Oriente-Médio, entre os países, regiões e, principalmente, na política. Apesar de toda a propaganda política que procurava legitimar a guerra do Iraque, obscurecendo a realidade daquele país, o tempo mostrou que a interferência não ajudou em nada.

A execução de Nimr poderá provocar algo inédito no islamismo da região, unanimidade, já que não estamos falando de grupos terroristas mas, sim, de religiões, apesar de o ocidente não saber a diferença. 

Quando um governo mata um clérigo (autoridade religiosa), fica evidente que algo está errado. Nimr foi executado como um criminoso político e esse foi um grande erro das Arábias.

Segundo um especialista russo, a possibilidade de uma guerra entre a Arábia Saudita e o Irã é remota, entretanto, eu diria que o caldeirão do caos do Oriente-Médio ganhou ainda mais combustível para algum fato diabólico que poderia ocorrer no futuro e que devemos procurar evitar a todo custo.

A execução de Nimr fez com que o Iraque ficasse indignado, mas foi no Irã que as consequências foram mais desastrosas. A crise diplomática com o Irã causou uma reação em cascata entre os aliados da Arábia Saudita, mas isso não fará  muita diferença para o Irã que  já vem enfrentando o boicote americano há muito tempo, o problema é muito maior que isso.

Segundo o especialista russo, a manipulação do preço do petróleo por parte da Arábia Saudita, já sabemos que o petróleo é usado como moeda pelo Irã que se encontra isolado, poderá provocar uma guerra entre os dois países.

By Jânio

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A morte de Muammar Gaddafi 

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janeiro 5, 2016 Posted by | Internacional | , , , , , | 1 Comentário

   

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