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A CPI do Banestado

A história obscura da política brasileira

Crimes Secretos do PSDB

A Comissão Parlamentar (Mista) de Inquérito (CPI) de Evasão de Divisas, ou CPI do Banestado foi criada pela Câmara dos Deputados do Brasil em 26 de Junho de 2003 a fim de investigar as responsabilidades sobre a evasão de divisas do Brasil para paraísos fiscais, entre 1996 e 2002, quando foram retirados indevidamente do país mais de US$ 20 bilhões através de contas CC5 do Banco do Estado do Paraná ou Banestado, segundo estimativas reveladas pela operação Macuco, realizada pela Polícia Federal.

O presidente da CPI foi o senador Antero Paes de Barros (PSDB), o vice-presidente foi o deputado Rodrigo Maia (PFL) e o relator foi o deputado José Mentor (PT).

O desempenho do relator da CPI, o deputado José Mentor, foi bastante criticado, sendo ele acusado por alguns parlamentares de ter sabotado a CPI. Mentor foi autor também de um polêmico projeto que se aprovado daria anistia a todas as pessoas que enviaram ilegalmente para o exterior. Segundo o deputado, tal medida teria como objetivo repatriar recursos no exterior. Após um ano e meio de investigações, Mentor concluiu o relatório sugerindo o indiciamento de 91 pessoas pelo envio irregular de dinheiro a paraísos fiscais através de contas CC5, desvios que chegariam na ordem de US$ 20 bilhões. Entre os indiciados, Gustavo Franco (presidente do Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso), o ex-prefeito de São PauloCelso Pitta e o dono das Casas Bahia (maior rede varejista do Brasil), Samuel Klein.[1] Por sua vez, o PSDB queria apresentar uma “outra versão da CPI” na qual, por exemplo, as acusações contra Gustavo Franco apareceriam de forma “mais branda”.[2] O presidente da CPI do Banestado, senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), após vários desentendimentos com o relator, resolveu encerrar os trabalhos da comissão sem que o texto apresentado pelo deputado passasse pela votação dos integrantes da CPI. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Roberto Busato, criticou duramente os resultados da CPI: “Fica frustrada a votação de seu relatório em função de pura briga política de políticos que ficaram todo o tempo sob holofotes, me parece tentando apenas captar vantagens eleitorais e não com o objetivo de prestar um serviço à nação”, criticou Busato.[3]

O processo foi julgado pelo ministro Dias Toffoli do Supremo Tribunal Federal, após impedimento de julgamento a partir da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo.[4] [5]

Com a quebra de sigilo em massa determinada pela Justiça, milhares de inquéritos foram abertos em todo o País, mas nunca houve a condenação definitiva de um político importante ou de representantes de grandes grupos econômicos. Empresas citadas conseguiram negociar com a Receita Federal o pagamento dos impostos devidos e assim encerrar os processos contra elas.

O Ministério Público chegou a estranhar mudanças repentinas em dados enviados pelo governo FHC. Em um primeiro relatório encaminhado para os investigadores, as remessas da TV Globo somavam o equivalente a 1,6 bilhão de reais.

Mas um novo documento, corrigido pelo Banco Central, chamou a atenção dos procuradores: o montante passou a ser de 85 milhões, uma redução de 95%. A RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul e atualmente envolvida no escândalo da Zelotes, também foi beneficiada pela “correção” do BC: a remessa caiu de 181 milhões para 102 milhões de reais.

A quebra do sigilo demonstrou que o Grupo Abril, dono da revistaVeja, fez uso frequente das contas CC5. A Editora Abril, a TVA e a Abril Vídeos da Amazônia, entre outras, movimentaram um total de 60 milhões no período. O SBT, de Silvio Santos, enviou 37,8 milhões.

As mesmas construtoras acusadas de participar do esquema na Petrobras investigado pela Lava Jato estrelavam as remessas via Banestado. A Odebrecht movimentou 658 milhões de reais. A Andrade Gutierrez, 108 milhões. A OAS, 51,7 milhões. Pelas contas da Queiroz Galvão passaram 27 milhões. Camargo Corrêa, outros 161 milhões.

Ligações externas

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Referências

maio 1, 2016 Posted by | Política | , , , | 2 Comentários

A justiça caolha do golpe

maio 1, 2016 Posted by | Política | , , | 1 Comentário

O bordel de Sérgio Moro

O crepúsculo da máfia

Políticos Prostituídos

Não é coincidência que Curitiba tenha sido escolhida para ser a capital do golpe de estado no Brasil, além de capital do golpe de estado, Curitiba também é a capital da lavagem de dinheiro.

Durante o governo de Jaime Lerner, o estado financiou empresas estrangeiras através do Banestado, Banco do Estado do Paraná. As montadoras entravam apenas para montar seus carros e ainda recebiam todo o dinheiro necessário para sua infra-estrutura, em seguida, abandonavam a fábrica que não tinha financiamento próprio.

O esquema da máfia de Jaime Lerner era quase perfeita e seguia a filosofia de Paulo Maluf, rouba mas faz. Além das fábricas, também privatizaram os pedágios para os amigos e parentes, um grupo que também usava dinheiro público para financiar seus próprios investimentos, ou seja, o roubo das rodovias públicas que eles não construíram.

Os desvios de recursos públicos foram todos efetuados na gestão de globalização e privatização de FHC.

Depois de fraudar os financiamentos do Banestado, começaram a enviar dólares para o exterior, todos os bancos do Brasil participaram desse processo de lavagem. os bancos de todo o país utilizavam o Banestado para enviar dinheiro de seus clientes para os paraísos fiscais.

As consequências das atividades dessa máfia logo começaram a aparecer, os bancos entraram em concordata e pediram ao governo federal, FHC, que apoiassem o processo de privatização, onde as despesas ficariam com o Banco Central e as instituições seriam repassadas para os seus novos donos, em sua maioria, grupos estrangeiros.

Por que escolheram o Paraná para essas atividades ilícitas? Porque o Paraná possui uma das máfias mais bem constituídas do mundo. Atualmente, o Paraná passa por um de seus piores momentos, cerca de noventa por cento dos deputados estaduais fazem parte de um esquema criminoso usado para receber propina e dar suporte aos crimes de Beto Richa. Os criminosos atuais não são tão eficientes como seus pais, por isso, parte de seus crimes acabam sendo descobertos. Entretanto, como a máfia controla praticamente todas as instituições burocráticas do estado, assim como as autoridades jurídicas delegadas para promover a justiça, a maioria dos processos são arquivados através de decisões políticas.

Foi por isso que o pequeno estado do Paraná foi o escolhido para deflagrar o golpe de estado, utilizando como ferramenta a operação Lava a Jato. As autoridades do Paraná possuem informações suficientes para prender mais de noventa por cento dos sonegadores de impostos do Brasil, empresários que fizeram lavagem de dinheiro durante os escândalos dos bancos, época em que FHC promoveu a privatização de praticamente todos os maiores bancos do país.

O golpe também poderá parar os processos que atingem cerca de 350 deputados federais do país, como se os estaduais fossem todos honestos.

Com tantas informações sobre crimes não seria possível prender nenhum político, já que a maioria dos partidos está envolvida com corrupção, então foi preciso promover o vazamento seletivo de informações para prender apenas políticos ligados ao PT e blindar os demais partidos de direita, principalmento o PSDB que seria preservado para reassumir o governo, depois da eventual cassação de Temer e Eduardo Cunha. O PSDB teria então cerca de 350 bilhões de dólares que a Presidente Dilma não consegue usar para dar suporte a crise financeira pela qual passa o governo, PSDB voltaria a ter como parceiro o DEM e acabaria com o eterno reinado do PMDB.

Como podemos ver, tudo foi planejado nos mínimos detalhes à prova de erros.

Acontece que nem todos somos idiotas, a mesma trama que está sendo forjada como pretexto para o golpe, já foi utilizada antes, durante e depois da eleição da Presidente. A direita tinha tudo para manipular os eleitores: agências de pesquisas, as redes de televisão e, contrariando o bom senso e subestimando a inteligência da população, usaram de todos os recursos na véspera da eleição e, mesmo assim, perderam. A partir daí, só havia uma chance de tomar o poder, promovendo um golpe.

A imprensa nacional está acovardada, seguindo a cartilha da Globo, emissora que volta ser manchete no mundo inteiro como a principal protagonista desse golpe, essa já é a terceira vez que a Rede Globo derruba um governo descaradamente, com o objetivo de usar a máquina do estado para atender os seus objetivos corporativos.

Dessa vez temos duas situações interessantes a serem observadas: de um lado a Rede Globo que se tornou a segunda maior emissora do mundo, graças ao uso do poder político no país, onde cada organização do governo tem a participação da fundação Roberto Marinho, ONG da Rede Globo. De outro lado está a internet, com a capacidade de informar em tempo real tudo o que vem sendo tramado pela extrema direita. Cada vez que a direita faz um movimento em seu tabuleiro, seus peões são expostos na internet, seu passado, presente e futuro, assim como seus interesses e ligações com o golpe.

Outro fato bastante interessante é a forma como a imprensa internacional tem alertado o mundo inteiro para o perigo que está se formando na sétima maior economia do mundo, economia que já esteve em sexto e quase atingiu o quinto lugar entre as maiores do mundo. Certamente que o mundo inteiro já vê com preocupação a forma como a Rede Globo começa a se espalhar pelos quatros cantos do planeta, levando também a sua forma de controlar o poder, antes de executar a atividade de informar e entreter.

Vale observar também que os paraísos fiscais estão no limite e isso coincide com a ascensão da Rede Globo no mercado internacional, já que nem todos os paraísos fiscais reagem da mesma forma em relação a crise mundial.

A morte de Eduardo Campos foi um recado das organizações secretas obscuras, eu já falei duas ou três vezes sobre isso por aqui. O segundo recado das organizações secretas já foi dado e está em curso, entretanto, eu só vou falar sobre isso quando o fato estiver consumado.

By Jânio

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maio 1, 2016 Posted by | Política | , , , | 1 Comentário

   

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