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Wikileaks mostra o câncer americano

EUA x wikileaks

câncer Americano

Depois que o Governo americano decretou guerra a Julian Assange – Wikileaks – e não estamos falando só de guerra ideológica, autoridades aliadas aos EUA chegaram a insinuar seu assassinato, muitas verdades vieram a tona. Isso me lembrou outro caso famoso, Hugo Chaves, onde uma autoridade americana sugeria a sua morte, como forma econômica de se resolver e evitar problemas.

A reação de wikileaks/Assange foi imediata.

O site divulgou informações de que os EUA estariam proibindo as instituições financeiras online de processar doações ao Wikileaks – Até aí, tudo bem.

O problema é que, ao mesmo tempo que proibia doações ao Wikileaks, os EUA permitiam doações às organizações como A Ku klux Klan. Sim, Julian Assange mexeu no câncer americano.

Com os seus tradicionais aliados, dessa vez foi o “The Guardian”, Assange divulgou textos do site da Ku Klux kan.

Para fazer as doações seria preciso concordar com: “Sou branco e sem mistura de raça no sangue.”

O texto começa todo errado, mostrando o que dizia um grande pensador brasileiro: “A ignorância é a mãe de todas as guerras.”

O texto tenta ser fundamentalista, esquecendo-se que a base da eugenia é a genética, os avanças científicos mostram que não existe DNA 100% ariano, caucasiano ou seja lá como esses racistas se chamam.

…e o texto continua…

“Não estou casado com uma pessoa que não seja branca, não tenho relações com pessoas que não sejam brancas e não tenho descendentes que não sejam brancos.”

Com o perdão da palavra, isso parece conversa de c****.

Além de ter perdido, até a época da publicação, cerca de quinze milhões, Assange acusa os EUA de estar ajudando, mesmo que passivamente, organizações como a Ku Klux Klan.

Segundo o professor de Direito Internacional José Gabilondo, as empresas sabem o que o Governo pensa a respeito das atividades do Wikileaks, por isso nem é preciso dar uma ordem direta, ou criar leis específicas – Traduzindo: a manipulação é clara e quem tomar uma decisão contrária, sofrerá consequências.

“Os EUA tem muitas formas de intervir, resistir, castigar, delimitar o Wikileaks. As grandes empresas nem precisam esperar que o governo americano formalize uma denúncia.”

Resumindo: Os EUA não aceitam liberdade de expressão, não quando essas opiniões trazem prejuízo econômico.

Fonte: RT

By: Jânio

julho 6, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , | 7 Comentários

   

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