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Melhores musicais da história do cinema

historia dos musicais

melhores musicais

Até a década de 60, fazer um musical era muito fácil. Segundo os produtores, até a música era melhor; os atores eram melhores e bem escolhidos.

Naqueles tempos, Fred Astaire, Ginger Rogers e outras dezenas de celebridades e anônimos seguiam os caminhos indicados pelos grandes diretores.

Há muitas histórias, como foi o caso do casamento de Vincent Minelli com Judy Garland, pais de Liza Minelli.

Liza Minelli – Apesar do casamento de seus pais ter sido um fracasso, onde a bebida piorou a situação, passando a herança do vício para sua filha Lisa. Liza sobreviveu e se tornou conhecidíssima, no mesmo gênero que consagrou o encontro de seus pais, em “O Mágico de Oz”

Os tempos mudaram, os atores perderam aquele ar teatral, a cada filme, as pessoas exigem mais realismo, chegando ao ponto de não se saber o que é real e ficção. De certa forma as pessoas, hoje em dia, tem mais dificuldade para sonhar, apesar da vontade; algumas, inclusive, querem mergulhar num sonho para nunca mais voltar, o que acaba transformando o sonho em pesadelo.

Os vendedores de sabonete, pessoas “bonitas” com muito carisma e pouco talento, podem se tornar grandes vendedores, digo, atores e atrizes. Um ingrediente imprescindível na formula de um grande enlatado feito para exportação.

As músicas clássicas, eruditas e de músicos consagrados, deram lugar ao pop e o rock, músicas de contra-cultura, engajadas e políticamente incorretas.

As minorias viraram moda, mostrando nas roupas das pessoas, um mundo que elas se negam a ver ou aceitar.

A seguir, listamos os musicais pop-rock, onde a elite da sociedade e as classes marginalizadas se encontram.

HAIR – Marcou a época do movimento Hippie, uma época em que as ideologias saiam do papel e se tornavam realidade. O filme figura entre os filmes mais polêmicos da história, tratando de temas cotidianos de maneira clara, chamando a sociedade para discutir e abrir seus olhos contra a manipulação das elites.

Pregando a paz e o amor, em forma de “V”, com os dedos, o movimento era radicalmente contra o envolvimento dos EUA, ou de qualquer outro país, nas guerras. Temas tabus, como a virgindade, controle de natalidade, drogas, nudez, tudo era tratado a contra gosto da sociedade.

GREASE – NOS TEMPOS DA BRILHANTINA – 1.977 – Uma grande homenagem do diretor aos grandes músicas, com participação de celebridades daquela época. A dupla, John Travolta e Olívia Newton-John, foi lançada ao estrelato com esse filme.

A história mostra o cotidiano de estudantes de um colégio de uma pequena cidade, onde a australiana Sandy se apaixona pelo bad boy vivido por John Travolta, criando um conflito entre estilos de vida e ideologias diferentes.

SATURDAY NIGHT FEVER – OS EMBALOS DE SÁBADO A NOITE – 1.978 – Esse foi o filme que deveria ter consagrado a carreira de john Travolta, que já havia feito “Carrie – A Estranha” e “Grease”, ao invés disso, sua carreira ficou por aqui. Só voltaria ao estrelato cerca de vinte anos depois.

John Travolta interpreta um jovem cansado de trabalhar quase de graça em um pequeno mercado, enquanto sonha em ganhar um concurso de dança.

Os embalos de sábado a noite deram a John Travolta um estilo que lhe valeram a fama de canastrão, mesmo tendo virado ídolo e sendo copiado por estrelas do porte de Michael Jackson, entre outras. O filme também transformou as músicas dos Bee Gees em grandes hits e deu fama ao diretor John Badham.

ALL THAT JAZZ – O SHOW DEVE CONTINUAR – 1.979 – Talvez um dos últimos grandes diretores de musicais, Bob Fosse morreu cerca de dez anos depois desse filme. A história mostra a vida do próprio diretor que sofre um enfarte e vê todo o seu passado, onde sua vida é disputada por quatro mulheres: sua esposa, namorada, filha e a morte. O filme é comovente, situando um momento de transição do cinema Hollywoodiano, da arte para o pop-rock.

FAMA – 1.980 – A história mostra o cotidiano de vários jovens estudantes de arte, lutando contra seus limites, vivendo seus sonhos e frustrações.

FLASHDANCE – 1.983 – O ex-publicitário Adrian Lyne começava a sua tragetória de filmes para incomodar, mais tarde faria 9 1/2 Semanas de amor. Flashdance tem a cara de propaganda de sabonete, com muita música de sucesso e uma história juvenil para acompanhar.

FOOT LOOSE – Ritmo louco – 1.984 – Esse filme tem o mesmo estilo de Flashdance. Numa cidadezinha de interior, vários jovens se rebelam contra a censura e costumes e se encontram para noitadas com muita dança e bebida. Os destaques são os hits da época.

Dirty Dancing – 1.987 – Esse primeiro sucesso de Patrick Swayze, lembra tando flashdance, que chega a citá-lo em sua música principal. Fora isso, o filme tem muitas música de sucesso, músicas de mambo e muita dança.

A pobre menina rica começa a se envolver com jovens dançarinos de mambo, comtra a vontade da família.

LOVE IS IN THE AIR – 1.992 – A força do cinema australiano volta com a corda toda, mais uma vez mostrando o choque de culturas e a vitória do amor sobre as diferenças.

MOULIN ROUGE – O AMOR EM VERMELHO – 2.001 – Depois de um bom tempo sem produzir grandes músicais, o cinem voltou com força.

Uma dançarina francesa tem que se entregar a um homem rico, para conseguir dinheiro para financiar a peça escrita pelo seu amado, sem que esse saiba o motivo. O que ele não sabe também, é que ela está condenada a morte, doente de tuberculose.

A australiana, Nicole Kidman, ex mulher de Tom Cruise, é a estrela principal, ao lado e Ewan Mcgregory.

Veja a lista dos vinte e cinco melhres músicais da história segundo o pelo American Film Institute .

01 – Cantando na Chuva (BR) – \ Serenata à Chuva (PT) – 1952 – Direção: Stanley Donen – Com: Gene Kelly, Debbie Reynolds, Donald O’Connor.

02 – Amor, Sublime Amor (BR) – \ West Side Story (PT) – 1961 – Direção: Robert Wise – Com Jerome Robbins Natalie Wood, Rita Moreno, George Chakiris.

03 – O Mágico de Oz (BR) – \ O Feiticeiro de Oz (PT) – 1939 – Direção: Victor Fleming Judy Garland.

04 – A Noviça Rebelde (BR) – \ Música no Coração (PT) – 1965 – Direção: Robert Wise – Com: Julie Andrews, Christopher Plummer, Eleanor Parker.

05 – Cabaret (BR) – / Cabaret, Adeus Berlim (PT) – 1972 – Direção: Bob Fosse – Com: Liza Minnelli, Joel Grey, Michael York.

06 – Mary Poppins (BR/PT) – 1964 – Direção: Robert Stevenson – Com: Julie Andrews, Dick Van Dyke.

07 – Nasce uma Estrela (BR) -1954 – Direção: George Cukor Judy Garland, James Mason.

08 – Minha Bela Dama (BR) – \ Minha Linda Senhora (PT) -1964 – Direção: George Cukor – Com: Audrey Hepburn, Rex Harrison.

09 – Sinfonia de Paris (BR) – / Um Americano em Paris (PT) – 1951 – Direção: Vincent Minnelli – Com: Gene Kelly, Leslie Caron.

10 – Agora Seremos Felizes (BR) – 1944 – Direção: Vincent Minnelli – Com: Judy Garland, Margaret O’Brien.

11 – O Rei e Eu (BR) – 1956 – Direção: Walter Lang- Com: Yul Brynner, Deborah Kerr.

12 – Chicago (BR/PT) – 2002 – Direção: Rob Marshall – com: Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones, Richard Gere, Queen Latifah, John C. Reilly.

13 – Rua 42 (BR/PT) – 1933 – Direção: Lloyd Bacon Warner Baxter – Com: Bebe Daniels, George Brent.

14 – O Show Deve Continuar (BR/PT) – 1979 – Direção: Bob Fosse – Com: Roy Scheider, Jessica Lange.

15 – O Picolino (BR) – 1935 – Direção: Mark Sandrich – Com: Fred Astaire, Ginger Rogers.

16 – Uma Garota Genial (BR) – Funny Girl (PT) – 1968 – Direção: William Wyler – Com: Barbra Streisand, Omar Sharif.

17 – A Roda da Fortuna (BR) – 1953 – Direção: Vincente Minnelli – Fred Astaire, Cyd Charisse.

18 – A Canção da Vitória (BR) – Canção Triunfal (PT) – 1942 – Direção: Michael Curtiz – Com: James Cagney.

19 – Um dia em Nova Iorque (BR) – 1949 – Direção: Stanley Donen – Com: Gene Kelly, Frank Sinatra, Ann Miller.

20 – Grease – Nos Tempos da Brilhantina (BR) – / Grease – Brilhantina (PT) – 1978 – Direção: Randal Kleiser – Com: John Travolta, Olivia Newton-John.

21 – Sete Noivas para Sete Irmãos (BR) – 1954 – Direção: Stanley Donen, Com: Howard Keel, Jane Powell, Russ Tamblyn.

22 – A Bela e a Fera (BR) – / A Bela e o Monstro (PT) – 1991 – Direção: Gary Trousdale – Com: Kirk Wise – Vozes de: Angela Lansbury, Jerry Orbach.

23 – Garotos e Garotas (BR) – 1955 – Direção: Joseph L. Mankiewicz – Com: Marlon Brando, Jean Simmons, Frank Sinatra.

24 – Magnólia – O Barco das Ilusões (BR) – 1936 – Direção: James Whale – com: Irene Dunne, Allan Jones, Paul Robeson.

25 – Moulin Rouge – O Amor em Vermelho (BR) – / Moulin Rouge – 2001 – Direção: Baz Luhrmann – Com: Nicole Kidman, Ewan McGregor.
Fonte: Wikipedia

Melhores filmes de ficção científica

Top movies com pessoas paranormais

Filmes de viagens no tempo

Texto: By Jânio

junho 3, 2010 Posted by | Música. | , , , , , , , | 13 Comentários

Personagens mais influentes da tv e cinema

Realidade Brasileira

Personagens influentes

Olhem essa listinha de celebridades abaixo, ela resulta da pesquisa de uma das revistas mais importantes relacionadas a entretenimento.

A pesquisa deveria mostrar apenas a importância dos personagens mais populares e, consequentemente, que influenciam mais o público do mundo inteiro.

O resultado da pesquisa, evidentemente, não causa espanto, nem deveria, afinal todos os personagens são muito conhecidos e estão na mídia. O que pode impressionar são os perfis desses personagens que tanto agradam as pessoas.

Analisando-os, do ponto de vista social, podemos ter a visão de uma sociedade decadente que tende a piorar na medida em que as pessoas passam comandar o mercado, impondo seus desejos.

01 – HOMER SIMPSON – Em primeiro lugar, vem o anti-social, encrenqueiro, desbocado e sem noção do Homer Simpson – eu também gosto de assistir – é claro que é bom ver sátiras da classe média-burguesa, ver a forma como as pessoas se comportam diante das situações cotidianas. O problema começa quando uma sátira desse nível é apresentado para as crianças, que vêem nessas, a melhor maneira de resolver seus problemas: Enviar o patriarca para um asilo, bater no pai, além de outras coisas que é bom nem lembrar, para as crianças é um veneno.

02 – HARRY POTTER – Olha só que bacana, a igreja Católica colocou esse bruxinho na lista das obras proibidas…e pensar que essa mesma autora afirmou sem meias palavras “Se há algum escritor no Brasil, eu desconheço”, deixando os fãs dos bons baianos Paulo Coelho e Jorge Amado desconsolados, sem falar nas dezenas de outros autores – Será que é castigo? – o Brasil é o país mais Católico do mundo, pelo menos por enquanto.

03 – BUFFY, A CAÇA-VAMPIROS – Ainda bem que não é o Angel, não é mesmo? – Essa jovem caçadora de vampiros não dá tréguas para os vampiros endemoniados que vivem na escuridão de nossa sociedade.

04 – TONY SOPRANO – Tinha que ter um mafioso na lista, afinal o mundo está cheio deles, vivemos na era das conspirações. Uma família de mafiosos é tudo o que precisamos para estruturar nossa sociedade.

05 – CORINGA, DE CAVALEIRO DAS TREVAS – Batman já é um personagem contraditório, uma forma americana de ver o mundo, onde o psicótico Coringa é somente um fruto dessa sociedade; Batman é a causa.

06 – RACHEL GREEN, DE FRIENDS – Com uma linguagem onde vale tudo para fazer rir, pelo menos esse seriado atinge o público certo.

07 – EDWARD MÃOS DE TESOURA – Conto de fadas moderno, mais uma versão de Frankenstein. Tim Burton costuma assustar, mas não nesse filme.

08 – HANNIBAL LECTER – Mais um psicopata que sente prazer em ser diferente, mostra o nível em que o cinema pode chegar. Esse é o motivo de policiais terem a mente tão distorcida, agora o cinema faz questão de presentear o público também.

08 – CARRIE BRADSHAW, DE SEX AND THE CITY – Esse seriado é o favorido das lésbicas e simpatizantes, feministas e afins. Até agora, apesar do sucesso, não chegou a tv aberta, apesar de todo o sucesso – Será que as conquistas da mulher assustam tanto assim?

10 – BOB ESPONJA – Eu já assisti esse desenho, mas confesso que não me lembro nada, o que é um mal sinal.

11. Cosmo Kramer – Seinfeld – Pode até ser famoso mas eu desconheço totalmente.

12. Fox Mulder e Dana Scully – Arquivo X – Curiosamente, depois do décimo lugar, tudo parece mais comum.

13. Jack Sparrow – Piratas do Caribe – Um anti-herói – ou seria anti-vilão? – para ninguém botar defeito. Pode ser bom ou mau, dependendo da classificação que ele receba.

14. Jeff “The Dude” Lebowski – O Grande Lebowski – Desconheço.

15. Shrek – Não me lembro de nada fora do comum não.

16. Bridget Jones – Não é tão forte assim, principalmente por não ser direcionado ao público infantil.

17. Lara Croft – personagem violento, nada que os games não tenham mostrado.

Source – Revista Entertainment Weekly

from: Audiência da TV

Texto: By Jânio

junho 3, 2010 Posted by | televisão | , , , , , , , | Deixe um comentário

   

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