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Meu testamento ao PLaneta Terra

Ciclo da vida

O início e o fim

Eu vejo as calamidades das chuvas cada vez mais perto, enquanto as pessoas discutem se o fim do mundo será devido ao aquecimento global ou resfriamento global, algumas sentem um certo prazer em dizer que o mundo acabará de uma ou outra maneira.

E eu me pergunto: Será que o mundo se cansou de tantas destruições que nós provocamos, de todas as guerras e mortes que provocamos, ficando calados? – Esse nosso mundo maravilhoso.

Talvez tenha chegado finalmente a hora de nossa partida, de uma nova Era Glacial, quando o planeta nos mostrará o quanto nós somos pequenos, como será fácil limpar o mundo de nossos pequenos pensamentos. È, esse mundo maravilhoso sabe o que deve ser feito.

Se eu tivesse vivido um só dia, um só dia teria valido a pena. Por ter visto esse Sol brilhar, criando esse céu azul, como se fosse um manto sagrado, com as nuvens fazendo as sombras, enquanto nós trabalhávamos e levávamos nossa vida mesquinha.

Mesmo que eu tivesse visto o céu estrelado, durante um só minuto, minha vida teria valido a pena. Durante esse tempo, eu teria formado minha consciência divina, me tornando imortal, tudo graças a esse mundo maravilhoso.

Quando as crianças sorriem, eu vejo a vida que me falta, por um breve momento desejo não saber nada e ser como elas. Será que o conhecimento me fez mal, ou será que escolhi mal o que queria conhecer. O sorriso da criança parece dizer: “como o mundo é maravilhoso.”

A medida que o fim se materializa em minha mente, as cicatrizes dos que se foram começam a desaparecer de meu lado esquerdo do peito, outras começam a surgir do lado direito, indicando que é dos vivos que terei saudade.

Não haverá mais pressa para se chegar a lugar algum, não haverá mais guerra, pena de morte, aborto ou eutanásia, nosso tempo de adoção, pela Terra, terá chegado ao fim, nesse mundo maravilhoso.

Nesse momento, devemos abaixar a cabeça, sentimos vergonha de ser a pior das espécies inteligentes já vividas nesse planeta. A próxima deverá ser melhor, agora notamos o quanto esse mundo é maravilhoso, mas agora já é tarde, o processo de mudanças climáticas é irreversível.

Querido Planeta Terra, você me deixará muitas saudades, dos momentos bons que passamos juntos, dos seres maravilhosos que presenciei e dos quais nunca entendi seus mistérios, porque sua natureza era outra.

Depois de tanto tempo tentando te entender, descobri que não conheci nem a mim mesmo. Você foi muito bom comigo, me desculpe por tudo o que te fiz, mas eu sempre achei que era mais forte que você.

Eu entendo que não mereço mais pisar o seu solo, que eu não honrei, respirar o teu ar que poluí, além de todas as matanças indiscriminadas que patrocinei. Hoje, me sinto pior do que todos os mendigos, os quais me estenderam a mão pedindo alguma ajuda, por isso não estenderei a minha, pois sei que você não me dará uma segunda chance; essa era está para terminar, assim como outra se iniciará, fechando e iniciando o ciclo natural da vida na Terra.

“Aqui jaz o homem”

By Jânio  

I see trees of green, red roses too.
I see them bloom for me and you.
And I think to myself,
What a wonderful world.

I see skies of blue and clouds of white,
The bright blessed day, The dark sacred night.
And I think to myself,
What a wonderful world.

The colours of the rainbow so pretty in the sky.
Are also on the faces of people going by.
I see friends shaking hands, saying: “How do you do?”
They’re really saying:”I love you”.

I hear babies cry, I watch them grow,
They’ll learn much more, than I’ll never know.
And I think to myself,
What a wonderful world.

Yes, I think to myself,
What a wonderful world.
Vejo árvores verdes e também rosas vermelhas
Vejo-as florescer para mim e para você.
E eu penso comigo mesmo,
Que mundo maravilhoso.

Eu vejo o céu azul e nuvens brancas,
O brilhante dia abençoado, a sagrada noite escura.
E eu penso comigo mesmo,
Que mundo maravilhoso!

As cores do arco-íris, tão bonitas no céu.
Encontram-se também nos rostos das pessoas a passar.
Eu vejo amigos se cumprimentando, dizendo: “Como você vai?”
Eles estão realmente dizendo: “Eu te amo”.

Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescendo,
Eles vão aprender muito mais, do que eu jamais vou saber.
E eu penso comigo mesmo,
Mas que mundo maravilhoso!

Sim, eu penso comigo mesmo,
Mas que mundo maravilhoso!

Vejo árvores verdes e também rosas vermelhas
Vejo-as florescer para mim e para você.
E eu penso comigo mesmo,
Que mundo maravilhoso.

Sim, eu penso comigo mesmo,
Mas que mundo maravilhoso!

By Louis Armstrong

janeiro 30, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , | 9 Comentários

O preconceito da sociedade: Por Bóris Casóy e Garis

o preconceito de boris casoy

Campanha contra Boris Casóy

A vida é cheia de interpretações, é através dessas interpretações que tomamos decisões que podem nos ser importantes ou ser importante para outrem.

O apresentador, provisório,  do Jornal da Bandeirantes, o outro estava de férias, se viu em uma situação nada favorável, quando, sem saber que seu microfone estava ligado, falou o que não devia.

Veja o texto do Senhor  Bóris Casóy.

“Que m****! Dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. Dois lixeiros! O mais baixo da escala do trabalho…”

A sinceridade da opinião do apresentador mostra uma sinceridade só comparável com sua imaturidade. Eu fico impressionado como as pessoas tem mania de falar, ou dizer, besteiras, só por acharem que ninguém está ouvindo.

Isso mostra como as pessoas precisam pensar mais, não só no que falam, mas na vida de um modo geral, afinal, mais do que falar, fazer, pode ser muito mais prejudicial.

Eu tenho um amigo que é radicalmente contra a mendicância, sempre que o encontro me lembro da campanha curitibana: “Não dê dinheiro, dê um livro.”

A ideia de tratar a sociedade como se todos fôssemos uma pessoa só, é bem oportunista.

Eu costumo dizer que, antes de oferecer um livro, é bom se certificar que a pessoa que pede não tenha mais de sete anos, não seja da mesma vila e, principalmente, não esteja armada.

Antes de tomarmos uma decisão impensada, melhor seria se nos envolvêssemos  melhor com essa pessoas. Eu tenho insistido na tese que não devemos tratar melhor nosso animal de estimação que um mendigo, ali está um ser humano.

Vamos imaginar que, oferecendo um livro, estamos ofendendo a pessoa que pede, nesse caso o que poderia acontecer? – na primeira hipótese, estaríamos sendo injustos, já que a pessoa realmente não come há muitos dias, essa pessoa irá reagir a nossa oferta, talvez até aumente sua esperança de conseguir um prato de comida, ou a migalha que irá para nossos animais de estimação.

Segunda hipótese – o homem realmente é um aproveitador, se encontra em plena saúde, não aceita comida, apenas dinheiro. Qualquer gesto, mal interpretado, pode resultar em uma reação inesperada. Nesse caso podemos fazer a justiça, mas correremos o risco de perdermos nossa vida.

Como podemos ver, não dá para ver toda uma classe, ou sub-classe,  de pessoas como um todo, é preciso individualizar.

Os Garis do Rio tomaram uma decisão no mínimo polêmica, colocaram pedras sob o viaduto, para evitar a mendicância. os mesmos garis ofendidos por boris Casoy.

Recado para os Garis do rio.

A minha pergunta é: Afinal de contas, vocês conhecem alguém que tenha ficado rico pedindo esmolas? – por mais que eu me esforce, eu não consigo me lembrar de ninguém.

Segunda pergunta – Vocês se lembram de um dia em que vocês tenham dado mais de uma esmola ou uma pequena ajuda, se lembrarem, eu tiro o meu chapéu para vocês, eu não me lembrei.

Eu concordo em trocar a esmola por um alimento ou remédio, desde que a pessoa apresente a receita. Poderíamos até deixar a caixinha de ajuda na farmácia, inclusive fazer uma campanha e procurar conhecer o suposto mendigo.

Poderíamos escolher um desse mendigos e oferecer-lhe uma pequena ajuda para que ele aprenda a ler e escrever. Depois poderíamos explicar-lhe a importância da informação.

http://noticias.uol.com.br/album/100129_album.jhtm?abrefoto=29#fotoNav=28

By Jânio

janeiro 30, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , | 8 Comentários

   

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