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Ascensão e queda do império inca

território inca

Todas as pessoas que conhecem a China, com suas diversas línguas e dialetos, costumes e tradições, ficam maravilhados com as riquezas culturais propiciadas por suas tradições, entretanto, não é preciso ir tão longe para se maravilhar com tantos conhecimentos históricos e curiosidades da natureza humana.

Um bom exemplo disso, fica na América do Sul, nas ruínas do outrora majestoso Império Inca. Os números reunidos por pesquisadores a respeito desse povo, que viveu entre 1.200 e 1.553 depois de cristo, mostram como uma Nação pode evoluir tão rapidamente, desenvolver tanto, acumulando em tão pouco tempo tantos conhecimentos.

imperador inca

Evidentemente que se pensarmos bem, chegaremos a conclusão de já existir uma cultura razoável na região, afinal, um grande Estado não consegue se desenvolver, se não houver bases tornando isso possível. Daí, concluímos já haver muita cultura e respeito, na região onde nasceria o grande Império Inca, apesar dos conflitos havidos ali, antes de seu nascimento.

Estudos iniciados em 2.004, mostram ter havido ali uma civilização avançada em cerca de 3.000 anos antes de Cristo. O que mostra toda a sabedoria de Sócrates a respeito da natureza humana – “´Só sei que nada sei” – quando mais se aprende, mais se descobre a respeito de nossa própria pequenez.

machu picchu

Levanta uma dúvida, também, sobre a certeza de ser a Ásia os colonizadores da Europa. Eu sempre defendi uma tese de o homem só poder pensar em sima de uma estrutura de pensamento completa, não consegue pensar dentro do hipotético. Surgindo, daí, muitos pensamentos confusos. Sócrates quem o diga.

Nessa região falava-se cerca de 😯 línguas diferentes, a mais falada, no tentanto, era quichua a língua escolhida para ser a língua oficial do império, até por ser também a mais falada.

A vastidão do império pode ser notada com uma breve análise do mapa, onde pode se sentir a grandiosidade desse povo. O Império Inca se estendia pelo Equador, Colômbia, Argentina e Chile, mas eram Peru e Bolívia os países onde, em toda a totalidade de seus territórios, estava localizada parte do império.

Por volta de 1.800 a.c essa civilização extremamente avançada deixou a região do Norte do Peru, espalhando sua cultura por boa parte da América do Sul, dando origem, muito tempo depois ao grande Império Inca.

A civilização inca se destaca, entre tantas outras técnicas e criações, pela suas estradas e irrigação, uma mostra de milhares de anos de evolução, totalmente isolada do resto do mundo.

Quando a Civilização Inca, finalmente atingia seu apogeu, por volta do século quinze, graças a genialidade de seus governos que pregava um sistema de vida se lutas, sem fome e feliz, do outro lado do mundo, o homem vivia em sua mania de expansão, egoísmo e busca de novos territórios. No choque dessas duas vertentes evolucionistas, as consequências trágicas mostram o que a sabedoria popular está cansada de repetir. É mais fácil destruir do que construir, matar a dar a luz, assim terminando com tudo.

Pachacuti, um dos mais brilhantes e poderosos homens da cultura inca, era também um grande diplomata, antes de invadir um território, enviava um mensageiro, com a proposta de se juntar ao império, mantendo o controle local, e tendo em troca educação, passando a se tornar parte da nobreza do império.

Essas téticas lembram muito a Cézar, do império romano, mostrando a evolução do homem de duas formas, dos dois lados do mundo.

Em troca de se aderirem ao império, os povos pagavam impostos, recebiam toda a tecnologia do império, como os eficientes sistemas postais, onde os mensageiros, chasquis, transportavam mensagens em uma forma de escrita, onde uma pequena cortina feita de pequenas cordas, ou barbantes, onde os nós significavam a mensagem.

Os postos postais se localizavam de 20 em 20 km, propiciando um tráfego de informação muito eficiente. Durante um único dia, uma mensagem poderia percorrer centenas de quilômetros, cento e vinte cinco milhas, por esse sistema, útil também para se enviar mensagens oficiais.

Além do eficiente serviço postal, outro sistema muito eficiente, eram as estradas. Eram milhares de quilômetros de estradas, percorrendo todo a vastidão do império.

Por essas estradas, eram transportados, principalmente, alimentos, além de serem úteis para as guerras.

No auge de seu império, os incas chegaram a atingir toda a região andina, cerca de 3,000 km.

O imperador Manco Capac, ou Manku Qhapaq, foi o primeiro imperador do império inca, Tawantinsuyu em quíchua, o último foi Atahualpa, assassinado pelos espanhóis, de pois de pagar toneladas em tesouros pelo seu resgate.

Em seu lugar foi nomeado um imperador fantoche.

Na religião politeísta dos incas, eram construídos templos, em forma de pirâmides, dedicados ao deus Sol. A semelhança, aqui, em relação à civilização egípcia é clara, a diferença é que, enquanto os faraós egípcios eram o próprio deus, e eram enterrados nas pirâmides, na civilização inca, o imperador era divinizado, acreditavam numa força superior, mas as pirâmides eram templos e não túmulos, mesmo assim a cultura egípcia é muito parecida.

O fato dos incas terem o calendário de trinta dias, poderia se explicar o fato de Matuzalem, famoso personagem bíblico ter morrido com mais de 900 anos, poderia ser um erro na tradução, como nós sabemos a tradição cristã exige fidelidade na escrita, o que foi estendido para a tradução dos textos também.

Cada mês tinha o seu festiva, na cultura inca, onde Janeiro, significava pequena colheita, até dezembro, festival magnífico.

Os incas adoravam os deuses e ofereciam sacrifícios humanos, mas os escolhidos se sentiam honrados pois só as corretas eram escolhidas, mulheres belas ou crianças. Eles acreditavam em reencarnação e mumificação seus mortos.

O imperador era chamado de “O Inca”, daí surgiu a expressão civilização inca.

A escrita feita através de um cordão, onde eram amarrados outros, onde ficavam os nós. Cada cordão poderia significar unidade ou dezena.

Atahualpa, o último imperador inca, viveu num momento conturbado, numa guerra civil contra seu próprio irmão, em disputa da vaga de imperador deixada por seu pai.

Foi nesse cenário, com o país abalado pelas guerras, imperador enlouquecido que surgiu Francisco Pizarro, com seu exército de espanhóis.

Os incas praticavam o escambo, mas, com a chegada dos espanhóis, conheceram o valor do ouro, das doenças europeias. Com a mote do imperador por Pizarro, o império entrou em decadência.

O império abalado pela guerra civil, a invasão dos espanhóis, provocando infração, ganância pelo ouro, andes desconhecida pelos incas, e o descontentamento do povo, gerado fome, falta de alimento e crueldade dos invasores, provocou a ruína da civilização inca.

Assim, numa região onde tão montanhosa, onde um homem comum tem dificuldade sequer de sobreviver, os incas criaram um sistema de agricultura quase perfeito, numa altitude de zero a seis mil metros, as plantações eram as mais variadas.

O império acabou, mais os povos sobreviveram, sem organização ou tradição de culturas, coisa que dificilmente será recuperado.

Definitivamente, o império inca, com dez milhões de habitantes, tinha muito a ver com o império egípcio.

Principal fonte: Wikipedia

by Jânio

novembro 10, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , | 4 Comentários

   

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