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Brasil já responde por 12% das morte pela gripe Influenza.

influenza no Brasil

influenza no Brasil

Notícia mai recente:

Nesta quarta feira, dia 26 de Agosto,  o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos estados do Sul e Sudeste, principais afetados pela epidemia da gripe suína, divulgaram um recorde que nenhum de nós esperava ouvir, o Brasil passa a ser o país com o maior número de vítimas fatais, relacionadas a gripe influenza A (H1N1).

O Brasil passou a ser o país  com maior número de mortes, relacionados a gripe suína, atingindo o número alarmante de 557 vítimas fatais. Os Estados Unidos, que desde o começo da epidemia apresentavam o maior número de mortes, passam a ser o segundo em vítimas fatais, com 522 mortes;  em terceiro vem a Argentina, 439 óbitos; México com 179; Austrália 132, Chile 128 e Tailândia 119.

Como foi constatado desde o início da epidemia, os estados do Sul continuam entre os mais sofridos, os estados onde as famílias mais sofrem com as perdas de parentes.

A relação de vítimas fatais segue abaixo:

1 – São Paulo – 223 mortes – 40% de todas as vítimas fatais.

2 – Paraná    – 151 mortes – 27,1% do total de mortos.

3 – R, G, Sul –  98 mortes – 17,6% dos óbitos.

4 – R. Janeiro – 55 mortes –  9,9% dos casos fatais.

Para amenizar a péssima notícia, o Ministério da Saúde, acrescentou que o Brasil, na realidade não é o país mais afetado do mundo, nem é o caso com maior número de mortes. Na concentração de mortes, taxa de mortalidade, a cada cem mil, o Brasil aparece em sétimo colocado.

Na taxa de mortalidade, a cada cem mil,  a relação é:

1 – Argentina – 1,08

2 – Chile     – 0,75

3 – Costa Rica – 0,67

4 – Uruguai – 0,65

5 – Austrália – 0,61

6 – Paraguai – 0,61

7 – Brasil – 0,29

As gestantes continuam sendo as as maiores vítimas, com 480 casos relacionados ao vírus influenza A(H1N1), 58 faleceram vítimas da gripe.

Apesar do resultado ter sido divulgado no dias 26 de agosto, quarta-feira, os números foram computados no dia 25 de agosto, terça-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, os números de contaminação seguem em queda.

Não é para menos, as únicas pessoas que acreditaram  que tudo estava sob controle, foram exatamente as autoridades do Governo. O povo não esperou para ver.

Com o final do inverno, o susto deverá passar, mas, como ficou comprovado nos Estados Unidos, a doença deverá fechar, no mínimo o primeiro ciclo de um ano, fato que já aconteceu nos Estados Unidos.

Mesmo já estando com a vacinação em andamento, não acredito num total controle do Governo. Os Estados Unidos já tem previsão de pelo menos 90.000 vítimas da doença.

Epidemia é assim, minha gente, você vai para o posto de saúde, fica na fila, se não tinha o vírus, acaba contraindo.

Outros fatos que já estamos alertando desde o início.

a) Os números oficiais referem-se a casos já confirmados, não exatamente aos numeros exatos de casos, principalmente contágio, o que é diferente de vítimas fatais.

b) A Argentina, maior concentração de vítimas fatais, taxa de mortalidade, como alertamos desde o início, é o país que enfrenta mais dificuldade de realização de exames laboratoriais.

c) Estados onde há a perspectiva de catástrofe, como foi o início da doença, Rio Grande do Sul, ou estado onde já houve epidemia de dengue, Rio de Janeiro, contrariando as expectativas, não foram os mais afetados, os mais afetados foram exatamente os que não tinham esta perspectiva, como foi o caso do Paraná e São Paulo.

d) A teoria do pessimismo, como ficou comprovado, mais uma vez foi superior a teoria do otimismo, coisas de gestão pública.

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Notícia antiga

Já é sabido que, com o fim do inverno, a gripe Influenza perderá a força de contaminação no Brasil, mas, pelo que eu pude notar, já há casos de contaminação no Nordeste, o que mostra que a doença deve continuar fazendo vítimas, mesmo depois do fim do inverno.

Todos nós sabemos que no nordeste não há inverno, portanto o número de casos, naturalmente, deveria ser menor. O número de casos é pequeno, como o inverno está prestes a acabar, levando se em conta que a contaminação tenha vindo de fora, fica evidente que o Nordeste ficará fora da epidemia, apesar de registrar casos, todo cuidado é poco.

No Sul a sombra da morte continua, a tristeza entre as famílias com vítimas é de dar pena, pelo que podemos constatar nos noticiários.

O estado do Paraná, que parecia sobre controle, no último artigo escrito aqui, registrava 25 casos de mortes, dois dias depois, o número sobe para 31 mortos, vítimas da doença. O número é bem acima do Rio de Janeiro que apresenta grandes aglomerações.

O fato do Rio de Janeiro ter maior controle, em relação a gripe Influenza, é porque a Dengue já vinha castigando o estado há um bom tempo, a experiência da equipe da saúde foi fundamental no combate da doença, que apesar de ter começado a se alastrar mais cedo, hoje apresenta um número de vítimas menor que o do estado do Paraná, no Rio o número de mortes é de 28.

O número de mortes, por gripe Influenza, chega a 170, infelizmente não é o fim do drama, mas a população já está bem mais preparada e informada, para cooperar na prevenção da epidemia.

São Paulo, onde estão as maiores aglomerações, onde o perigo é maior, apresenta o maior número de casos, são 69 casos até agora, 19 em apenas quatro dias, o Paraná registrou cinco mortes apenas nos últimos dois dias.

As gestantes, como dissemos nos artigo anterior, continuam sendo as maiores vítimas, por dependerem mais dos hospitais e postos de saúde para acompanhamento.

A grande reclamação dos pacientes que procuram os hospitais é, justamente, o fato de não haver uma triagem adequada, separação de casos mais graves e menos graves, o que acaba aumentando ainda mais o número de casos, segundo eles.

O Conselho de Medicina do Paraná foi bastante conservador, em relação a denúncia de que médicos estariam se recusando a ajudar no combate da doença. Segundo a instituição, os médicos precisam de condições adequadas para o trabalho, sem isso, não é possível. È isso o que dá tratar de epidemia como se fosse parte da política.

No Rio Grande do Sul, onde iniciou a epidemia, o número de casos chegou a 34 vítimas.

Segundo dados recentes, o Brasil responde por 12% dos casos de mortes por gripe influenza no mundo.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO – 29 de agosto de 2009.

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 8, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 6 Comentários

As primeiras leis da história.

Código de Hamurabi

Código de Hamurabi

A importância da estabilidade para um sistema de governo é antiga, quanto maior a estabilidade de um povo maior o seu crescimento.

Para se chegar a uma estabilidade, em épocas remotas, alguns fatores eram de extrema importância: Tradição, respeito as leis, comunidades, boas lideranças e a religião, em alguns povos o elemento mais importante a reger a sociedade.

Esse sistema não mudou muito até hoje, pelo menos não em relação as culturas que influenciaram enormemente a cultura ocidental, vindas da região da Mesopotâmia.

Alguns códigos de leis se destacaram nessa época, entre eles: Códigos de Ur Nammu (rei de Ur), 2.050 a.c, código de Eshnunna (1.930 a.c), código de Lipit Ishtar de Isin (1.870 a.c)

O mais importante conjunto de leis da antiguidade, tanto pela sua conservação, quanto pela sua modernidade, é o código de Hamurab da Babilônia (1.700 a.c).

Estes conjuntos de leis não são os mais antigos, realmente, são, sim, os mais antigos registros de leis que foram escritos, portanto não passaram de geração para geração, tradicionalmente, como a maioria das leis da época.

A semelhança das leis do código de Hamurabi com as leis de Torah dos Hebreus, é grande, mas, como em toda lei, analisando os detalhes, nota-se que, em sua essência, são bastante distintas ente si.

Veja algumas diferenças entre as leis de Hamurabi e as leis dos Hebreus:

1 – Caso de roubo:

a) Hamurabi – Pena de morte para roubo de templo ou propriedade estatal, ou por aceitação de bens roubados. (Seção 6)

b) Torah – Roubo punido por compensação à vítima. (Ex. 22: 1-9)

2 – Fuga de escravos:

a) Hamurabi – Morte por ajudar um escravo a fugir, ou abrigar um escravo foragido. (seção 15 e 16)

b) Torah – Você não é obrigado a devolver um escravo ao seu dono, se ele foge do dono dele para você. (Deut. 23:15)

3 – Casa mal construída:

a) Hamurabi – Se uma casa mal construída casa a morte de um filho do dono, então o filho do construtor será condenado a morte. (Seção 230)

b) Torah – Pais não devem ser condenados a morte por conta dos filhos, e os filhos não devem ser condenados a morte por conta dos pais. (Deut. 24:16)

4 – Incesto:

a) Hamurabi – Se um senhor (homem de certa importância), teve relações sexuais com sua filha, ele deverá abandonar a cidade. (seção 154)

b) Torah – Pena de morte por incesto. (Lev. 18:6, 29)

5 – Distinção de Classes Sociais:

a) Hamurabi – Severas penas para pessoas que prejudiquem outras pessoas de classe superior, penas médias se a pessoa prejudicada for de classe inferior. (196, 205)

b) Torah – Você não deve tratar o inferior com parcialidade, e não deve preferenciar o superior. (levi 19:15)

O código de Hamurabi possuia 281 leis, mais uma excluída por causa de crendices da época, distribuídas por 3.600 linhas.

O monolito talhado em pedra possuia 2,5 metros de altura, 1, 60m de ciscunferência na parte superior, 1,90 m na base.

Esse formato de circunferênica era muito usado na época, inclusive em assinaduras, com formato de um pequeno tubo de petra ou outro material, podia-se esculpir esses caracteres da escrita cuneiforme, os tubos funcionariam como um carimbo da assinatura. Várias cópias do código de Hamurabi foi espalhado por toda a cidade, as leis ficavam bastante expostas ao povo e aos visitantes, apesar de poucas pessoas conseguirem ler o que estava escrito.

A finalidade do código de Hamurabi era: “Para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos” e “para resolver todas as disputas e sanar todos os ferimentos”.

O monolito foi encontrado na antiga cidade de Susa, onde fica hoje o Irã, em 1901, pelo que parece o código se encontrava na cidade de Susa desde 1.200 antes de Cristo, devido a diversas invasões na Babilônia.

Quem descobriu o monolito em 1901 foi Jacques de Morgan, traduzido por Jean-Vincent Scheil, se encontra no Museu do Louvre, na sala 3, departamento de antiguidades orientais.

As leis do Código de Hamurabi não toleram desconhecimento ou não intensão do crime, apesar de poucas pessoas poderem ler.

Os honorários, de um médico por exemplo, era pago de acordo com a lasse social do enfermo.

As decisões judiciais eram executadas em tribunais, as decisões eram escritas e sujeitas a apelação.

Apesar de ser derivado da tradição dos Sumérios, o código de Hamurabi prestou grande colaboração a estabilidade social da época, entre suas leis mais conecidas estão a lei de Talião, equivalência da punição em relação ao crime, “olho por olho e dente por dente”, visto hoje parece arcaico, mais foi uma grande revolução na época por limitar a punição ao réu, além de ser extremamente desburocratico para um povo que não sabia ler a lei.

As classes sociais, de acordo com o Código de Hamurabi se dividem em: Homens livres, subalternos e escravos.

Todo o código versava sobre direitos, comercial, penal e civil e principalmente dentro das áreas: Trabalho, família, propriedade, escravidão.

Devido a semelhança da execução das leis relativas ao código de Hamurabi com as leis de hoje, o código é muito famoso e conhecido, o primeiro registro, preservado em sua totalidade, que se tem registro.

By Jânio:

Principal fonte: Wikipedia.

agosto 8, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , | 9 Comentários

   

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