Um homem otimista
Jorge era um homem otimista, gostava de namorar, tinha muitas mulheres e pouca responsabilidade. Muita gente o considerava irresponsável, principalmente suas ex-amantes que tinham dificuldade em criar os filhos, se bem que a paternidade também era uma grande dúvida.
Curiosamente, as ex-amantes e filhos sempre conseguiam acertar a vida de alguma forma, enquanto ele continuava sua vidinha dura de sempre.
Ele era galante e sempre estava a procura de uma mulher bonita, atraente e que lhe interessasse, quase sempre conseguia conquistar seu objeto do desejo.
O tempo passou e Jorge envelheceu, mas ninguém notava, já que ele era muito conservado e aparentava ser um irmão de seus filhos. Entretanto, a vida ia se tornando cada vez mais difícil, já não era tão jovem, apesar das aparências.
Com a vida “cada vez mais devagar” e o tempo cada vez mais acelerado, a ideia de que o mundo um dia poderia acabar, passou-lhe pela primeira vez em sua mente. Jorge, que já conseguia controlar os seus ímpetos, encontrou o seu verdadeiro amor e decidiu construir o seu castelo dos sonhos.
Passava o tempo todo trabalhando e parou de beber, fumar e arriscar a sorte, de fato já encontrara a sua sorte, pensava.
Convidado para conhecer uma igreja, pensou que essa seria a hora de demonstrar ao seu amor o quanto era um bom homem. Agora o seu tempo vago era dedicado às leituras frequentes da Bíblia e à sua companheira.
Todas as pessoas admiravam a mudança radical pela qual aquele homem havia passado e não era raro algumas pessoas demonstrarem inveja.
Quando a sua vida já se encaminhava para as primeiras grandes conquistas, um fato inesperado aconteceu. O homem ao qual Jorge tanto confiava e considerava o seu melhor amigo, traiu a sua confiança.
Descobriu da maneira mais difícil que seu amigo havia fugido com sua esposa.
Perdera a esposa, o amigo e todo o tempo que havia dedicado a sua nova vida. De fato, seu castelo desmoronou, quando alguém lhe disse que sua esposa havia fugido com o pastor de sua igreja.
Agora, ele nem procurava um motivo para o que acontecera, afinal, todo o dinheiro que ele vinha economizando para comprar sua própria casa, perdeu a serventia, sua mulher não reclamou nada que fosse dele.
Pediu dispensa do emprego e decidiu mudar para longe dali, para uma cidade grande. Confiante como era, queria esquecer o mais rápido possível de sua infelicidade, felizmente tinha dinheiro para a mudança.
Já estava morando na cidade grande, mas a idade avançada parecia não ajudar muito. Um dia se perdeu em pensamentos e foi atropelado, levou algum tempo para se recuperar, entretanto, um dos muitos filhos que tivera o ajudou.
Não demorou para que tivesse de voltar para casa, onde encontraria o aconchego de um de seus muitos filhos, que via nele um homem bom, bem longe da opinião dos outros que só viam o homem irresponsável.
Algum tempo depois, o homem otimista morreu, sempre acreditando que viveria muito mais e, em nenhum momento, pensou que iria morrer, nem mesmo depois que já estava morto.
Ele se tornou o fantasma mais otimista do cemitério onde morava. Havia conseguido finalmente o seu castelo, pequeno, mas muito confortável – não precisava mais – pensou.
By Jânio
Justiça argumentativa
Durante o período mais conturbado dos últimos anos, Guerra Mundial, as ciências ocultas foram muito fortes, responsáveis inclusive por levar Hitler ao poder. Na Rússia, antes da revolução socialista, Rasputin era o homem que dava as ordens.
Como o governo dos Csares, na Rússia, e o nazismo de Hitler eram sistemas de política elitista, devemos concluir que ciências ocultas nunca foram práticas muito populares. Sociedades secretas, como a maçonaria, demonstram uma hierarquia mais rígida até que a rígida e organizada hierarquia de Gengis Khan.
Mas não era sobre isso que eu gostaria de discursar hoje, gostaria de demonstrar uma tendência notável atualmente, a valorização das ilusões sobre a realidade.
As ciências ocultas podem até parecer ilusões, mas são o lado prático da mágica, essa sim é ilusória.
Atualmente, as aparências tem sido mais importante que a realidade, mas essa tendência já vem de longa data. TV, moda, cinema, riqueza, beleza, tudo é questionável mas muito influente, infelizmente.
Em meio a todas essas formas de manipulação do pensamento contemporâneo, a área que mais afeta a sociedade, influenciada por modismos e desvios de comportamento, é a Justiça.
A Justiça sempre foi muito discutível, evoluiu muito através de estudos, análises, observações, mas o ser humano é muito criativo em seus argumentos e pode se convencer, ou convencer outras pessoas, que o errado está certo.
Entre a justiça dos Bilderbergers, CIA e Wikileaks, até a pena de morte, Texas-EUA, ou o apedrejamento no Irã, a diferença é muito pequena. A China tem a sua forma implacável de justificar os seus atos, enquanto o Brasil finge que não vê o abandono dos hospitais e salários injustos de bombeiros, professores e outros funcionários públicos.
Não é possível globalizar os costumes, cada povo tem uma forma de entender e controlar a sua natureza, buscar as suas respostas e não se deve impor mudanças quanto a isso.
Em cada processo, são chamados os réus, as testemunhas, acusação e a defesa. São apresentadas as provas materiais, relatórios de investigação e tudo passa a ser analisado para que o juiz possa dar a sentença final.
A importância do Juiz é notável em alguns casos, mas sua participação no processo da justiça é limitado. Alguns juízes tem problemas com casos inexplicáveis, sem provas materiais, polêmicas, religião, etc.
Em alguns casos, o réu passa a ser a vítima; crimes comprovados, com provas materiais e investigação, são descartados, enquanto em outros casos, a condenação é baseada única e exclusivamente nos depoimentos das testemunhas, que na realidade são os próprios réus – é como se vários mentirosos tivessem o direito de transformar suas mentiras em realidade.
O crime pode ter vários pontos de vistas diferentes, onde o conservador e fundamentalista tem uma visão oposta ao liberal e revolucionário, e isso não é nada bom pois a justiça está muito além disso.
O pior de tudo é que há argumentos, teses, teorias, suficientes para provar até que o certo está errado, ou vice-versa. Algumas vezes, a resposta está além da compreensão popular, mas há casos que estão muito próximos do pensamento da maioria.
A mitológica opinião pública faz pressão e influência nos resultados dos julgamentos, mas essa opinião pública é criada por mídias de massa, fazendo prevalescer a vontade da elite. O ponto de vista pessoal, até agora só teve força na internet, e isso foi suficiente para uma verdadeira revolução no sistema, chegando a incomodar as elites que ameaçam bloquear esse canal tão importante para a expressão popular.
O argumento elitista é: Quem não sabe escrever, não deve escrever; quem não sabe falar, não deve falar; quem não sabe pensar, não deve pensar; e tudo estaria bem, caso as pessoas concordassem com isso, mas não concordamos.
Durante toda a história, o conhecimento e a informação foi negado a população, em países imperialistas, para que a elite tivesse todo o poder em suas mãos. Essas práticas evoluíram, negativamente falando.
Hoje, essas práticas somam-se a outros maus hábitos, o resultado é uma sociedade decadente, com pessoas cientes de que tudo está errado, mas sem uma resposta para o problema.
A falência das instituições levam as pessoas à marginalidade, criando sociedades alternativas tão organizadas quanto nos sistemas tradicionais, e quando isso ocorre, surgem conflitos de interesses que podem levar às guerras.
Nas guerras, o que vale não é o que é certo ou errado, são os interesses que contam. Quem tiver mais reputação, influência, terá mais chances de vitória.
By Jânio
O maior prêmio pago do Brasil
Eu fiquei sabendo que o maior prêmio pago pela caixa foi de R$ 119.142.144,27, o problema é que esqueceram dos 4,5 bilhões de reais que o Sílvio Santos ganhou. Fazendo uma nova pesquisa, descobri que a caixa, assim como outras instituições públicas, estão investindo muito dinheiro fora do país.
Investir fora do país, será bom para eles, já que não será possível controlar ou administrar essas instituições.
A Caixa já tem filiais na Venezuela e Japão, e é tudo ideia do PT.
Quando Chavez e Morales privatizaram a Petrobrás de seus respectivos países, Venezuela e Bolívia, nessa ordem, o presidente Lula deixou bem claro que eles deveriam ter autonomia de seus países, para a ira da burguesia tucana, mesmo assim, continuaram investindo.
Voltando atrás no tempo, os militares investiram pesado em estatais, como forma financiar a infra-estrutura do país, e deu certo em partes. Logo ficou comprovado que essas instituições, administradas por compadres do poder, não estava atingindo seus objetivos, foi aí que começou a privataria tucana.
Quase todas as estatais criadas pelos militares foram vendidas, para que pudessem dar lucros, até então só davam prejuízo. Nenhuma auditoria foi feita e as empresas foram vendidas para quem pagasse mais.
Como poucos bilionários tinham condições de comprar tais estatais, essas empresas acabaram nas mãos de compadres dos políticos e até hoje ninguém sabe onde foi parar o dinheiro dessas compras. Há quem diga que esse dinheiro ia para os especuladores da bolsa.
Eu imagino que, agora, os compadres dos políticos estejam torcendo para o companheiro chavez dar um golpe na Venezuela, assim, eles teriam um lugar para morar o resto de suas vidas, condecorados como heróis, inclusive, depois de toda ajuda que deram ao presidente boliviano. Podem até ajudar a família Castro, através da Venezuela – a Bolívia já foi ajudada, com a estatização da Petrobrás.
É interessante porque eu imaginava esse mesmo caminho para o Battisti, não há a menor dúvida de que os caminhos da esquerda são diferente dos caminhos da direita.
Eu imagino os tempos em que Antônio Carlos Magalhães tinha uma equipe de espiões, ao lado de Arruda, e confiava tanto em sua “divindade” que acabou caindo. Enquanto isso, Jaime Lerner abria as portas para os infernos fiscais, através do Banestado, Banco Del Paraguai e Nova Iorque.
Maluf causava um rombo no Banespa, enquanto PC Farias comprava todos os políticos que o governo precisava. Chico lopes era o consultor do governo que vazava informações para os compadres dos políticos.
Não resta dúvidas que o PT é incompetente para roubar, mas deixar a Polícia Federal trabalhar ajudou a aumentar as reservas. A prisão dos doleiros encareceu a lavagem de dinheiro e surgiram, finalmente, os primeiros bilionários brasileiros, Made in Brasil, sem a ajuda da Suíça, Ilhas de Cayman, ou outros infernos fiscais.
… E o Brasil pagaria o maior prêmio da história…
O Chico da Fossa ganhou mais, mas foi parcelado. Foram vários prêmios, até somar mais de sete bilhões.
By Jânio
A política torta do Brasil
Eu não acredito em teoria da conspiração
Mortes misteriosas de celebridades
As economias que mais cresceram em duzentos anos
Em tempos de crise, muito se especula sobre o futuro da economia mundial. Países imperialistas de economias fechadas ao capital externo e às populações mais carentes, como são os casos dos BRICS por exemplo, desafiam a lógica.
Pelo ponto de vista de brasileiros, estamos mais próximos de um admirável mundo novo que das previsões e especulações de especialistas.
Não se sabe como países errados, como Brasil, China, Índia, Rússia e Àfrica do Sul, podem apresentar economias tão fortes, apesar de não terem preocupação nenhuma com princípios básicos, como a justiça, educação, transportes, saúde e todos os setores que completam a infraestrutura básica para o bem estar social.
O que eles não sabem, é que cada um desses países imperialistas tem um ás na manga, por exemplo:
Brasil: É um país auto sustentável, poderia ser a maior potência do mundo, se não houvesse a participação de países como EUA e Inglaterra para complicar nosso desenvolvimento e apoiar governos corruptos. Além disso, temos uma herança de um sistema elitizado de quinhentos anos, o qual desenvolvemos ao máximo, negativamente falando é claro.
China: A China é o país com a maior população do mundo, qualquer idéia sobre como governar um país como esse parece pretensiosa. Para começar, eles teriam que desmembrar esse país gigantesco, mesmo assim, teriam dificuldades para governá-lo, sem a ajuda de uma ditadura.
Os japoneses dizem que a China conseguiu um desenvolvimento tecnológico muito grande, graças a espionagem e roubo de tecnologias.
Índia – Se a China teria pirateado as tecnologias de países mais desenvolvidos, a Índia tem a seu lado a língua inglesa, assim como a África do Sul, mas como explicar tecnologias tão avançadas?
África do Sul – Assim como os outros países da BRICS, a África apresenta muitos problemas sociais, mas tem ao seu lado a comunidade de língua inglesa.
Enquanto os especialistas afirmam que nada dará certo, e que países sem preocupação com o bem estar social não terão chances, os países emergentes insistem em contrariá-los. A economia cresce diabolicamente na mesma proporção que a miséria; o que os países ricos fazem com o resto do mundo, os emergentes imperialistas fazem individualmente, atacando o seu próprio povo.
O pesquisador Dani Rodrik, da Universidade de Harvard, fez uma pesquisa para saber quais países cresceram acima de 4,5%, durante pelo menos trinta anos, de acordo com o PIB. Antes da Grande Guerra Mundial, apenas três casos foram registrados.
01) Austrália (1823-1853)
02) Nova Zelândia (1840-1870)
03) Venezuela (1907-1939) – petróleo
Após a Segunda Guerra Mundial, três grupos merecem a atenção:
01) Japão do pós-guerra – Com a ajuda do plano Marshall
02) Exportadores de petróleo – Década de 70
03) Tigres asiáticos – Hong Kong, Singapura, Coréia do Sul e Taiwan.
A Rússia teve um crescimento de quase dez anos, acima de 4,5%. De 1999 a 2008, acima de 4,7%; em 2.000, a Rússia atingiu o crescimento de 10%.
A Líbia apresentou, no período de 1950 a 1980, uma taxa de crescimento d 7,4%.
De 1949 a 1980, o crescimento na Espanha foi de 4,9%.
A participação dos EUA pode ser notada na maioria desses casos, mas eu não tenho a menor dúvida que os BRICS vão crescer muito e vão (des)equilibrar boa parte da economia mundial.
Eu só espero que não Hajam conspirações e guerras, enquanto isso.
Fonte: RT
Texto: By Jânio
Os maiores protestos da história
01 – 1.773 – Boston Tea Party não era exatamente uma festa, o abuso de poder do império britânico chegava ao limite. Como os americanos não tinham sequer representante no parlamento britânico, essa questão do monopólio do chá que vinha da Índia, foi apenas o começo da luta pela independência.
02 – 1.930 – Gandhi/Satyagraha – O monopólio britânico na Índia, levaria a um protesto, provocando a prisão de cerca de 80.000 pessoas, pessoas que desafiaram o império.
03 – 1.963 – Duzentas mil pessoas na luta pelos direitos civis nos EUA, com a participação de Martin Luther King Jr, “I Have a Drean” – Eu tenho um sonho. Não houve violência, mas, algum tempo depois, a família Kennedy não seria a única a chorar seus entes queridos.
04 – 1.969 – StoneWall – No Greenwich Village, a máfia cedeu um lugar para os gays e lésbicas beberem e se divertirem, mas quando a polícia invadiu e fechou o local, houve tumultos e confrontos com a polícia em todo o Greenwich Village.
05 – 1.969 – Guerra do Vietnã – Os americanos cobraram caro pelo envolvimento dos EUA no conflito vietnammita. Foram cerca de 500 mil pessoas no maior protesto da história, e essa foi apenas uma parte da manifestação que se espalharia por todo o mundo.
06 – 1.978 – Irã – A praça Shahyad de Teerã seria o início de uma manifestação iraniana que atingiria 10% de todo o país, foi estimado de 6 a 9 milhões de pessoas. O povo pedia a renúncia de xá Mohammed Reza Pahlavi e a volta de Grand Ayatullah Ruhollah Khomeini. O Irã apresentava a sua “democracia” ao mundo.
07 – 1.986 – Corazon Aquino volta às Filipinas, após a morte de seu marido, iniciando uma luta pela verdadeira democracia nas Filipinas.
08 – 1.989 – Quando um rebelde desarmado ficou a frente de um tanque, o mundo inteiro pôde ver o que de fato acontecia na China. Não se sabe muito, mas o pouco que se sabe chocou o mundo inteiro.
09 – 1.989 – Purple Rain – Milhares de ativistas se mobilizaram pela luta contra o apartheid na África do Sul, dias antes das eleições parlamentares. A idéia da polícia usar água com tinta roxa, contra os manifestantes, ficou conhecida no mundo inteiro, só o efeito foi o contrário.
11 – 2.011 – Egito – Os protestos no Egito dão início a uma revolução político-social no Oriente Médio.
Fontes – TIME
Guerras irreais
As guerras trazem muitas consequências desagradáveis para a vida de uma pessoa, os casos mais divulgados pela mídias nos últimos anos, sem dúvida estão relacionados à Guerra do Vietnã.
O diretor de cinema Oliver Stone foi um voluntário na guerra do vietnã, um jovem idealista que perdeu a inocência numa guerra insana, passando a ser um dos maiores críticos do jogo do poder.
Nem todos tem a sorte de Oliver Stone.
Oliver Stone perdeu a inocência, tornou-se rebelde, mas sobreviveu, mantendo sua sanidade intacta, ou quase.
O maníaco homicida Rambo, vivido por Sylvester Stallone no cinema, é considerado a encarnação de Oliver North, ou vice-versa – coronel do exército americano – um homem de passado obscuro, servindo interesses políticos e comerciais, relacionados a uma indústria bélica diabólica, patrocinadora do imperialismo americano.
Assim como na ficção – Rambo – na realidade, sua encarnação – North – acreditava e era manipulado pelas idéias, pelas propagandas criadas pelo governo americano. Oliver North era uma versão dos terroristas, supostamente “fundamentalistas”, mas que na realidade eram usados por essas idéias, ferramentas de controle mental.
A primeira vítima dessa lavagem cerebral no Brasil, foi o maníaco Wellington Menezes, autor da carnificina do Realengo. Expondo um problema crônico na infraestrutura do país: falta de manicômios, hospícios, hospitais para doentes mentais, ou seja lá como esses locais se chamem.
Era uma vez um jovem idealista milionário que acreditava que poderia mudar o mundo, também poderíamos dizer que era um grande louco que acreditava que poderia mudar os destinos de nações oprimidas, não importa, o fato é que o jovem se aliou ao império mais poderoso da terra – EUA.
Os EUA são muito parecidos com o Império Romano em alguns pontos, mas são bem distintos desses em outros pontos também.
Seu império só faz uso da crueldade fora de seu território, nisso são muito parecidos com os romanos e diferentes dos políticos brasileiros.
O erro americano ocorre quando aplicam a pena de morte aos criminosos de outros países.
Outro tipo de erro o qual podemos observar, é o comércio da indútria bélica e suas estratégias, somadas aos interesses comerciais das grandes potências.
Quando o serviço secreto americano começou a treinar o terrorista Osama Bin Laden, nem imaginava o perigo que ele representaria no futuro.
Talvez o fato dos terroristas/guerrilheiros desenvolverem suas estratégias, organização e atividades em células isoladas, tenha permitido que o jovem milionário árabe envelhecesse.
Próximo a sua morte, ele se encontrava ao lado daqueles que deveriam prendê-lo.
Surgiram os boatos de que os soldados paquistaneses estivessem protegendo-o, ou talvez comprando suas habilidades, conhecimentos e informações, passadas a ele gentilmente pela CIA.
Não se sabe ao certo, de certo é o fato de Bin laden deixar de ser útil aos dois lados. Osama já não era mais útil aos americanos há muito tempo, deixando de ser útil aos paquistaneses também, em seus últimos dias.
Talvez Osama Bin Laden fosse apenas um fantoche, talvez trabalhasse para os próprios americanos, promovendo a venda de armas através das guerras. Nas últimas imagens divulgadas do terrorista, nota-se que ele era um grande vendedor.
Terroristas convivem com o perigo, alguns são mercenários sem nação nem ideologia, cujo interesse é o lucro vindo do caos e da guerra. Nem todos são assim, a maioria são pessoas sem emprego, sem futuro, vivendo em países explorados por superpotâncias, cujo único objetivo é uma ideologia maluca que usa como pretexto trechos de livros sagrados, mal interpretados naturalmente.
Por causa de Osama Bin Laden – EUA – pelo menos três nações árabes entraram em conflito direto com o Ocidente, além de outras envolvidas indiretamente. A suposta “Guerra Santa” mostrou o outro lado do suposto “fundamentalismo“, versão do fundamentalismo de livre mercado – capilalismo – com o qual esse conflito está diretamente relacionado.
Em meio a tudo isso, o fiel ex-alidado passou a ser o homem mais procurado pelo FBI, uma polícia que deveria ser federal, mas que passou a assumir várias funções da CIA, polícia secreta que trata apenas de assuntos americanos politicamente incorretos.
O poder de Bin Laden já era conhecido pela CIA, mas o mundo só passou a saber disso no dia em que milhares de mortos do World Trade Center escreveram com sangue o princípio: “Quem viver pela espada, pela espada morrerá.”
A reação americana foi imediata, quase ensaiada, e o filho do “homem”, Bush, fez a vontade do pai, invadindo, caçando e matando Saddam Hussein. Você entendeu? – Osama atacou as torres gêmeas, e o ditador Saddam Morreu.
Saddam Hussein foi acusado de produzir armas nucleares, mas isso nunca foi suficiente para unir o bipartidarismo americano, era preciso dizer que Saddam Hussein estava protegendo Bin Laden.
Com a morte de Saddam Hussein, foi criado um novo inimigo, Paquistão, curiosamente, nunca houve uma guerra do Paquistão, houve uma guerra do Afeganistão.
No Afeganistão, país dividido, controlado pelos talibãs, seria o esconderijo perfeito para Osama Bin Laden, afinal, foi ali que ele começou sua história, trabalhando para os americanos contra a União Soviética.
Vencida a Guerra do Afeganistão, guerrilheiros do Talibã teriam fugido para o Paquistão, com eles Osama Bin Laden, o top criminoso do FBI. Acontece que o Paquistão não gosta muito de invasores – ou será que gosta?
O Governo do Paquistão prendeu muitos guerrilheiros do Talibã, mas Osama estava ali, junto de um quartel do exército.
No fundo, os árabes estavam gostando de ver a decadência do império americano.
Em países subdesenvolvidos, as confusas histórias desses países se confundem com as histórias de homens como Osama Bin Laden. São histórias difíceis de contar e de entender, regiões onde tradições, religiões, ditaduras, impérios e interesses econômicos se misturam.
só uma coisa não muda: “Quem viver pela espada, pela espada morrerá”.
O Assassinato de Osama Bin Laden foi um crime perfeito, com o corpo atirado ao mar, apesar de muita gente duvidar de sua morte.
É natural essa dúvida, afinal, criaram um mito, um super-homem que nunca morre, capaz de decidir o destino de países inteiros.
Somando as guerras e a crise mundial, podemos dizer que o assassinato de Osama Bin Laden é o assassinato mais caro da história, mas um conceito fundamentalista nunca morre: “Quem vive pela espada, pela espada morrerá”.
Portanto: “Não matarás!”
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By Jânio
O lado obscuro do jornalismo
Muita gente pode pensar que eu tenho sido muito cruel com a imprensa brasileira, principalmente a mídia de massa, quando o assunto é falar a verdade, denunciar. Eu não vou fazer a “mea culpa”, mas temos que reconhecer que quando o patrocinador é um grande capitalista, há uma cartilha a ser seguida, não é mesmo?
Muitas vezes é o próprio Governo quem patrocina – Não tem as mensagens positivas do Twitter, que valem cerca de quinhentas “pratas”? – Então. Quanto você acha que vale uma “notícia” positiva na tv?
Eu também não sei, o que eu sei é que quanto menor a audiência das grandes redes de tvs, mais ricas elas ficam.
Poderíamos até dizer que as igrejas estão bancando tudo, o problema é que as igrejas sempre estiveram presentes na tv, apesar de ser uma participação menor. Recentemente, por exemplo, vimos um pastor chorando, dizendo que iriam tirar o seu horário.
O Brasil passa por um processo de mudanças, se antes o que interessava aos políticos era o dinheiro, agora o poder tem sido mais importante que o dinheiro.
No Brasil há uma inversão de fatores, em relação aos capitalistas do primeiro mundo. Enquanto lá o dinheiro vem em primeiro plano, por proporcionar o poder, aqui, o poder vem primeiro, por proporcionar muito dinheiro.
Eu li, por exemplo, que a maior rede de tv do Brasil, passou a ser a terceira maior do mundo, justamente quando passa pela sua maior crise. A concorrência não fica muito atrás não, apesar da pouca audiência, há dinheiro jorrando para todos os lados.
Está certo que não há mais lugar seguro para se investir fora do país, portanto, pedir falência, concordata, anda meio fora de moda. Até a lavagem de dinheiro já é um péssimo negócio, com a Polícia Federal prendendo doleiros.
Ainda há Orgs internacionais, e alguns investidores malucos, mas a maioria não anda muito motivada não. E depois, os mafiosos já não são tão mal vistos assim, vários protagonistas de escândalos recentes, andam rindo à toa.
Então vamos voltar ao tempo de Napoleão:
Depois de sua grande derrota, Napoleão foi banido. A parcialidade da imprensa ficou escancarada em manchetes do jornal parisiense “Le Moniteur” em 1.815.
O problema é que antes de sua despedida desse mundo, um homem como Napoleão haveria de dar seu último suspiro, para a surpresa do “Le Moniteur”.
Veja as manchetes de 1.815:
09/03/1815 – O monstro fugiu do local do exílio.
10/03 – O Ogro desembarcou em Cabo Juan.
11/03 – O tigre apareceu em Gap. As tropas estão chegando de todos os lados para deter-lhe a fuga.
12/03 – É verdade que o monstro adiantou-se até Grenoble.
13/03 – O tirano agora está em Lyon. O terror apoderou-se de todos os que o viram chegar.
13/03 – O usurpador arriscou-se chegar a umas 60 horas da capital.
19/03 – Bonaparte adiantou-se em marchas forçadas, mas é impossível que alcance Paris.
20/03 – Napoleão chegará amanhã aos muros de Paris.
21/03 – O Imperador Napoleão está em Fontainebleau.
22/03 – Ontem à tarde, sua majestade o imperador entrou solenemente em Paris e chegou ao palácio. Nada pôde superar a alegria universal.
Esses fatos me fazem lembrar Júlio Cesar, seus soldados eram tão leais a ele que jamais lutariam contra seu General.
Júlio César foi apunhalado pela aristocracia, mas ninguém sobreviveu para usurpar-lhe o trono.
Durante as próximas gerações, o nome de César iria sustentar o império, mesmo depois de séculos de sua vida.
Eu sempre digo que quase todas as instituições sociais são burguesas, portanto não são confiáveis. Quando eu estiver errado, então teremos um Governo Perfeito e representativo.
Fonte das manchetes: Marlene & Silva
By Jânio
José Alencar e Elizabeth Taylor – Semelhanças e Diferenças
José não era de Alencar, era o próprio Alencar.
Um político que também não era santo, pois sabia que não há santos na política.
Era um homem maduro, enérgico como um empresário experiente, mas sem perder a voz macia de um líder político.
Durante sua campanha, o PT já havia planejado tudo, só faltava encontrar um vice para o Lula.
José Alencar era o candidato a vice perfeito, acrescentava o que o PT não tinha.
Foi um homem rico e pobre, empresário e político.
Era o oposto de Lula, não tinha nada de inocente, ingênuo, inexperiente ou idealista. Formava com lula, uma chapa perfeita, dando ao partido a credibilidade que faltava, diante do empresariado brasileiro.
Depois da eleição, vencida por Lula, iniciava-se a caça às bruxas. Radicais contrários ao Governo, começaram a ser expulsos.
Essa atitude do partido, transformou José Dirceu em inimigo número um dos aliados do Governo.
Com coragem, José Alencar foi firme em suas críticas à política econômica. Sempre contrário às altas taxas de juros, apesar de não especificar diretamente os principais fatores envolvidos ao universo da política de juros altos.
Pausa: Há duas formas de combater a inflação: A maneria certa e a forma errada. A maneira errada é justamente aumentar os juros, impostos, inibindo o livre mercado, aumentando a corrupção, financiamentos obscuros, calotes aos bancos, atuação de laranjas, etc.
A maneira correta de combate a inflação é a oposta: Baixando os impostos, as taxas de juros, propiciando um aumento considerável na concorrência, ao mesmo tempo em que a corrupção deixa de ser útil estrategicamente ao mercado.
Continuando: Depois de insistir em duras críticas ao Governo, Alencar foi indicado para o Ministério da Defesa, e ele não foi o único a passar por esse castigo.
O Ministério da Defesa é o único ministério onde não se pode falar nada, nesse ministério, a República Federativa Militar do Brasil reina em sua forma mais “pura”.
Depois de passar por tamanha responsabilidade, Alencar tornou-se mais moderado quanto às suas críticas. Ficando mais experiente, foi mais útil ao Governo.
A sua doença veio mostrar a hora de diminuir o trabalho, as responsabilidades, pensar mais em si mesmo.
Apesar da doença, Alencar nunca parou. Continuou o tratamento, mas não abdicou do cargo de Vice-Presidente.
Logo após o fim do mandato de Lula, exatamente três meses depois do final, José Alencar chegou ao fim de sua estrada. O conselheiro, amigo, ex-vice-presidente e leal companheiro do ex-presidente, disse adeus a família, aos amigos, partidos e ao povo brasileiro.
O Brasil perde um líder político que ousou criticar o poder, um poder ao qual ele próprio fazia parte, aos 79 anos.
Certamente ele partiu na hora certa, como ele mesmo dizia: “Deus não precisa de câncer para me levar, quando chegar a minha hora, ele me levará”.
Ele terminou os mandatos, todos os dois.
Alencar morreu com a mesma idade de Elizabeth Taylor, atriz falecida há alguns dias atrás. Eles não eram iguais, mas tinham várias coisas em comum.
Ambos eram fortes;
Começaram a trabalhar na infância, o que lhes trouxe muita maturidade e responsabilidade social;
Apoiaram pessoas expostas à opinião pública, em seus momentos mais difíceis: Michael Jackson e Lula;
Enfrentaram suas doenças e resistiram até o fim, com bom humor, ironia e sem perder a dignidade;
Ambos eram muito ricos;
Taylor enfrentou a maldição da viúva negra, Alencar enfrentou a maldição dos vices.
Encerraram sua jornada, ambos aos 79 anos;
Apesar de tanta semelhança, também Haviam diferenças:
Elizabeth Taylor não nasceu pobre como Alencar;
Enquanto Elizabeth Taylor iniciava sua carreira no auge, José Alencar trabalhava para viver:
Elizabeth taylor esteve, com sua família, dividida entre os EUA e a Grâ-Bretanha;
Alencar nunca deixou dúvidas de que era mineiro, da terra das contradições políticas;
Elizabeth Taylor sempre esteve sob as luzes dos holofotes, da fama; Alencar manteve-se discreto.
Elizabeth Taylor e José Alencar: Diferenças e semelhanças de duas pessoas que nasceram fortes…e viveram.
By Jânio.
Terremoto no Japão causa danos e provoca milhares de vítimas fatais
O maior terremoto da história do Japão deixou o país em estado de calamidade, o país que já vinha enfrentando dificuldades econômicas (o país está entre os mais endividados do mundo) terá muita dificuldade para enfrentar mais esse problema.
O governo japonês se endividou, injetando dinheiro na economia do país, essa liquidez fez com que o país retomasse o crescimento. Como consequência, o Japão era um dos países mais endividados do mundo.
Apesar desse ter sido um dos piores desastres da história do Japão, não foi o mais grave, pelo menos em relação às vítimas. Em 1.923, em Tokyo, um terremoto de 7,9 graus na escala richter, causou a morte de cerca de 140.000 pessoas.
Com uma infra-estrutura precária, o Japão, em 1.923, lembrou muito o terremoto no Haiti, onde a quantidade de vítimas fatais também foi muito grande, considerando-se sua intensidade.
Ao longo dos anos, o Japão tem sofrido muito com desastres provocados pelos terremotos, por isso desenvolveu também uma das melhores tecnologias anti-tremores do mundo, tecnologia que não foi suficiente para proteger as usinas atômicas.
Depois de ser o primeiro país a sofrer as dores de uma tragédia atômica, o país se viu obrigado a se valer da energia nuclear, para obter a energia suficiente ao seu desenvolvimento, e mais uma vez o país se viu diante do perigo.
Até agora, o terremoto mais caro da história do Japão, havia sido o de Kobe, 1.995, onde o governo gastou cerca de 100 bilhões de dólares para cobrir os danos causados.
As fábricas de automóveis já suspenderam sua produção, entre elas Sony, Toyota e Nissan, assim como outras indústrias, toda comunicação da região foi afetada. São milhares de vítimas fatais, milhares de desaparecidos e centenas de milhares de desabrigados.
Esse já é o maior desatre desde a segunda guerra mundial, no Japão, pelo menos quatro milhões de pessoas estão sem energia elétrica.
Os internautas brasileiros que vivem naquele país, alguns naquela região, estão incomunicáveis, pelo menos os que eu conheço. Quando eles puderem acessar a internet, poderemos ter mais notícias desses brasileiros.
As imagens através do Youtube, chegam a impressionar, são carros, ônibus, barcos, sendo arrastados pelo tsunami, explosões e incêncios.
Depois do atentado de 11 de setembro, mais uma vez cenas de filmes de ficção são vistas em nossa realidade, mais uma vez o Japão sente as dores de uma tragédia, tão constante em sua história.
Vídeo das imagens do terremoto no Japão
Fonte: RT – TV
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Comunicado às famílias de brasileiros no Japão
Texto: By Jânio
A teoria do poder
Durante a nossa longa historia, a humanidade passou por várias fases importantes, quando o assunto é conhecimento.
Não dá para analisar qualquer tema que seja, sem retornar a dezenas, centenas, milhares de anos atrás. Encontrar a origem de tudo, também é impossível, alíás, é impossivel encontrara origem de quase tudo.
A história escrita mostra apenas uma parte dos acontecimentos, nem sempre a arqueologia, antropologia e história se encaixam.
O império romano tem muita culpa nisso tudo, quando, com suas conguistas selvagens, tentava impor o seu padrão de sociedade.
Isso deveria servir de alerta para as sociedades modernas, afinal, a globalização de culturas implica em uma perda maior do que os seus benefícios.
Um dos maiores problemas sociais de nossa civilização, é encontrar um sistema ideal de sociedade, uma forma de controlar o poder, sem desagradar as pessoas.
O poder era visto, na antiguidade, como algo individual, algo que só o líder de uma tribo deveria possuir. Com o tempo essa mentalidade foi sendo modificada, ao mesmo tempo em que os reinos se expandiam.
De certa forma, hoje, alguns países são tão extensos que fica difícil encontrar um sistema ideal de governo.
Em grandes regiões metropolitanas, como São Paulo, Nova York ou Barcelona, apenas para citar alguns exemplos, nenhuma delas é capital de seu país, mas a sua importância é maior que a própria capital, daí os conflitos e idéias separatistas.
Parece difícil entender como cidades que não detem o poder, adquirem tamanho desenvolvimento. A resposta pode estar nas novas distribuições de poderes, em vários níveis, como municipal, estadual e federal.
Em todos os níveis de poderes, há responsabilidades, ou, pelo menos, deveria haver.
Não dá para culpar sempre só o governo federal. Apesar de as leis possuirem uma hierarquia, a isonomia desses poderes permite que cada autoridade tenha sua parte no poder, nos tributos e na administração de parte da nação.
Durante a evolução da teoria dos poderes, os filosofos, sociólogos e vários outros pensadores, fizeram a sua contribuição para o desenvolvimento de nosso sistema.
Uma das conclusões a que se chegou, é que a expansão territorial, aumento de poder, deveria ser distribuído e redistribuído. Com o passar dos anos, depois de muitas tentativas fracassadas, descobriu-se o que já se sabia na Grécia antiga, o poder deveria representar o povo.
Hoje, os países com mais Orgs, com maior representatividade popular, tendem a crescer mais. Nessa representação, estão descartadas a religião ou formas de representação que possibilitem a manipulação de corações e mentes.
Quanto maior for a manipulação do povo, pior serão as consequências. Os movimentos populares na África e Oriente Médio, devem ser estudados de perto, não por interessados em se manter no poder, mas pelas pessoas que querem evitar que isso aconteça.
Essa semana, eu vi um sociólogo/historiador que eu considerava com muito respeito, debochar da internet: “A internet não derrubou nenhuma ditadura, ela só tem ajudado a Google a ganhar dinheiro, e a dar lucro para as telefônicas.” Não me perguntem o seu nome porque eu não sei, agora, nem quero mais saber.
A Google é um belo exemplo de distribuição de poder, do poder da palavra. Foi uma das primeira organização da internet, ao lado do Linux, a reconhecer a necessidade de compartilhamento de informações e produto, de maneira gratuíta. A Google provou que isso pode dar certo.
Inteligentemente, a Google deu poder aos blogs => blogueiros => povo, com isso cresceu muito, a ponto de impor algumas regras. Surgiram depois da Google, outros organizações muito populares, como a Facebook, Wikipedia, Twitter e o próprio Wikileaks, todas com grande capacidade de informar e influenciar.
Se a internet não tivesse nada a ver com a queda de ditadores, não teria sido desligada. De qual outra maneira seria possível organizar, planejar um movimento, de maneira tão perfeita.
O sociólogo/historiador citou a greve geral, como uma das formas mais tradicionais de movimento, em contradição com a internet. O problema aqui, meu caríssimo pensador, é que a democracia, também, é uma das formas mais tradicionais de sistemas sociais.
No caso da internet, meu nobre colega, ela é apenas o meio de comunicação mais importante, além de ser um tipo de comunicação bilateral, conceito que Vossa Senhoria nunca irá entender profundamente.
By Jânio
Egito dá um belo exemplo de democracia
O Egito mostra para o mundo um grande exemplo de democracia, mas eu já vi esse filme antes, a diferença poderá estar no final que o povo egípcio dará a esse filme da vida real.
O povo egípcio arriscou a vida, durante dezoito dias esteve nessa guerra pela democracia. Sua vontade prevaleceu, o movimento foi um sucesso.
Como dissemos ontem, a inteligência dos EUA foi pega de surpresa, quando autoridades egípcias desligaram a internet e as redes, via celulares, já era tarde.
O governo egípcio entra num período de transição, através dos militares. Essa história é bem conhecida dos brasileiros, só esperamos que os egípcios não esperem cinquenta anos, para darem o próximo passo.
Durante cinquenta anos o povo brasileiro esteve acomodado, nesse tempo, a constituição foi adaptada de acordo com os interesses de cada governo.
Não adianta só mudar o governo, se o povo não continuar participando. A verdadeira lei não é aquela que está na constituição, a verdadeira lei está nas faixas de protestos e reinvindicações das pessoas.
Tanto o governo brasileiro, quanto o governo americano, estiveram fazendo “simpatias” para que tudo acabasse bem. Essa foi a declaração do governo, dizendo que via com simpatia o movimento do povo egípcio.
Durante trinta anos, nenhum governo fez nada. O povo egípcio esteve sozinho, e foi assim que o povo promoveu mudanças.
Pelo que eu pude entender, os EUA “doavam” mais de um bilhão de dólares ao ano, em recursos militares, para o governo egípcio, em troca de seu apoio no Oriente Médio, felizmente, esses recursos não foram utilizados contra o povo.
Depois da queda do governo egípcio, todas as contas do ditador foram bloqueadas na Suiça, cinquenta bilhões de dólares – Isso me fez lembrar do Paulo Maluf e da filha do Sarney.
A filha de Sarney poderia ter tido sua candidatura impugnada pelo Ficha Limpa, mas isso se houvesse justiça naquele estado. Depois de eleita democraticamente, não havia como tirá-la de lá.
Não poder tirá-la de lá, apenas em teoria, afinal de contas, em Roraima parece que o STF está agindo. Parece que o STF está avalizando a confederação brasileira à risca, vendo pela ótica do poder, é claro, afinal de contas, em Roraima entra o governo do PT.
É bom deixar bem claro que eu não estou criticando a ação da justiça, critico, sim, a falta dela.
Quando o poder político é mais forte que a justiça, é sinal de ditadura, e a ditadura só vai acabar no Egito, quando o povo eleger o próximo governante.
É bom que o povo egípcio fique atento dessa vez, não é o apoio do governo americano que conta, mas a opinião do mundo inteiro.
Essa globalização da democracia, que teve início quando um homem colocou fogo no próprio corpo, em sinal de protesto contra a corrupção de um fiscal, na Tunísia, vem se espalhando pelo norte da África. Evidentemente que essas informações do mundo vieram pela internet, mas a velocidade em que o movimento foi organizado, isso espantou todo o mundo.
Essa velocidade de organização do movimento egípcio não lembra o Brasil, aqui, tudo é muito devagar, ninguém está muito disposto a arriscar a vida, ou botar fogo no próprio corpo.
No Brasil, eu me espanto é com a velocidade dos políticos, a maneira como eles organizam desvios de dinheiro, financiamentos fraudulentos, e ainda conquistam o apoio da aristocracia.
Definitivamente, o Egito não deve seguir os caminhos do Brasil, talvez deva dar o exemplo para nós, continuar a luta.
Aqui vale a minha velha teoria: “A democracia não emana diretamente do povo, a democracia emana do poder das minorias organizadas e legitimamente constituídas.”
Quanto mais Orgs, ONGs, maior a organização, menor a corrupção. O governo não tem nenhum interesse nisso.
…e tenho dito.
By Jânio
Voto errado pode ser pior que voto em branco
Vamos começar o post de hoje, dizendo que a ausência de textos políticos, deve-se exclusivamente às eleições.
Depois de ver qual é o perfil das pessoas que acessam a internet, e qual o perfil das pessoas que formam (manipulam) a opinião pública, foi quase irresistível postar um texto com a minha opinião. Eu disse quase, mas eu pensei comigo: “O voto é secreto, não é?”
Postar a minha opinião, seria revelar o meu voto. Se o voto secreto é uma forma inteligente do processo eleitoral, eu não seria inteligente, revelando o meu.
Logo após as eleições, voltaremos a esse tema que é tão fácil de discutir, e realizador também.
No próximo domingo, teremos a maior eleição da história, isso só acontece de quatro em quatro anos. Na outra eleição, para Prefeito e Vereadores, não há tantas opções como essa.
Apesar de só se falar em eleição para Presidente, como é típico de mídia que quer manipular corações e mentes, serão seis opções.
Como disse um amigo meu: “Para Senador é pior, além de a gente ter de escolher dois, eles ficam dois mandatos “aprontando”, ou seja, esses senadores ficam oito anos no poder, podendo escolher entre tentar uma eleição para Governador ou ficar mais quatro anos como Senador.
Como isso é possível? – Para explicar isso, é preciso saber onde está a maior parte dos corruptos, a porcentagem de infratores da política.
No Universo político, os corruptos são organizados pelos “coronéis da política”, políticos que estão há muito tempo no poder, pessoas que trabalham para empreiteiras, empresários e para os próprios políticos.
Os “coronéis” da política são encarregados de organizar todo o jogo de interesses, transformando negociatas em negociação; negociação de cargos em distribuição de cargos; nepotismo em cargos de confiança.
Para ser um bom “coronel” da política, é preciso muita dedicação à política, são décadas e décadas, conhecendo o arquivo sujo do poder, decidindo quem estará de mãos amarradas, pronto para agir em benefício do sistema sujo.
Em nosso sistema bipartidário, há duas forças, o bem e o mal, mas na realidade nem se sabe ao certo quem é quem. O que se sabe, é que qualquer um dos dois lados que vencer, pouca coisa mudará.
Os dois lados tem muito mais em comum do que parece, ambos tem oito anos de atos controversos, polêmicos, criminosos.
Quer saber o nome dos “coronéis”? – Há muitos coronéis, para saber quem são, primeiro é preciso buscar no Google quem são: “Os políticos que tiveram problemas com a justiça.”
Calma, eles não estão nessa lista, mas chegamos muito perto, eles trabalham para os “coronéis”. Depois precisamos descobrir: “A Relação de todos os Presidentes do Brasil”.
Nessa lista, notaremos como eram organizados os golpes de Estado e quem os apoiava, também notaremos que alguns Presidentes, ex-Presidentes, e candidatos a Presidentes, morriam de forma muito misteriosa, antes, durante, ou depois da eleição. Notaremos que há mortes de Jornalistas, artistas, e estudantes militantes da resistência à isso tudo.
Todas essas pessoas morreram, ou eram consideradas subversivas, ou terroristas, ou inimigas do Estado. Durante todo esse período, é possível notar claramente que haviam alguns políticos que sobreviveram politicamente até os dias de hoje, sempre atuando do lado certo do lado errado da política brasileira, noventa e nove por cento não estão atuando na política, a maioria nem é viva.
É preciso conhecer “A história dos partidos políticos” e seus jogos de interesses, para saber quem está até hoje no poder. Um político corrupto que tenha sobrevivido ao governo militar, não tem medo de mais nada.
Se algum político rezar, lembre-se do que disse Jesus: “à César o que é de César, à Deus o que é de Deus”. Pesquisando a história de “Maquiavel – O criador da política moderna”, verificamos que esse só veio relembrar o que já havia sido dito há mais de mil anos atrás, ao afirmar que o Estado não deve se misturar à Igreja.
O Estado bipartidário é a cara da sociedade romana, não há lugar para minorias: Indigentes, gays e lésbicas, ateus, pensadores, enfermos, deficientes, comunistas, e até socialistas ficam disfarçados para não serem perseguidos. Todos estarão abandonados a própria sorte.
Não meu amigo, eu não direi o nome dos “coronéis”, esse é um dever de cada eleitor identificar. Só identificando os velhos “coronéis”, você poderá decidir em quem não deve votar.
Está pensado em votar em branco? – Eu também. Estou me lembrando de um menino de dez anos que acreditava que só havia um bandido no mundo, por isso lutava incessantemente contra esse criminoso cruel.
Hoje, eu não sou mais um menino, também sei que não há apenas um bandido no mundo.
Votar em branco seria como voltar aos dez anos, acreditando que só há um bandido no mundo. Seria como voltar a bela e doce inocência de criança – Não seja tão pretencioso.
Não são apenas duas alternativas, são vários candidatos, apesar de não sabermos nada sobre os outros. Deveremos escolher apenas um, com excessão dos candidatos para Senador, estes possuem duas alternativas.
01 – O primeiro número será para Deputado Estadual.
02 – Em seguida, deveremos digitar os números do candidato a Deputado Federal.
03 – Depois do Deputado Federal, haverá a alternativa do primeiro candidato ao Senado.
04 – Nova alternativa para Senador, o segundo candidato ao Senado, igual ao Império Romano.
05 – Aqui poderemos ceder o direito de terra ao Senador do império, ou seja, um Senador poderá passar a ser o Governador.
06 – Finalmente, estaremos preparados para eleger o grande César, Caesar, Csar ou kaiser. Traduzindo: Presidente da República Federativa “Militar” do Brasil.
Muitas pessoas deverão levar uma “cola”, já que são muitos os números, mas não tire essa cola do bolso exceto quendo estiver frente à urna. A discriminação pode levá-lo a prisão, por propaganda eleitoral.
Caso alguém ofereça algum “santinho”, coloque-o imediatamente no bolso que não será usado, para não ter problemas com a justiça.
Caso algum policial o veja com um “santinho” na mão, poderá acusá-lo de fazer propaganda. Não converse com ninguém, vá direto para casa, tudo o que fizer no dia da eleição, poderá e será usado contra você no tribunal.
…e não se esqueçam de levar o titulo de eleitor e a carteira de identidade, na hora de votar.
By Jânio
Como surgiu o blog
Tecnicamente, o blog, contração do termo Web Log, que por sua vez significa diário virtual, é uma evolução dos antigos diários. Em países da Europa, os diários ainda são muito comuns, como na França, onde há muitos “Semanários”.
Na prática, eu vejo muito mais que isso. Vejo toda os sistemas de internet evoluindo constantemente, rumo à “Xanadu”, de Ted Nelson, o grande inspirador da internet.
Essa evolução de todos os sistemas numa só direção, não era exatamente o desejo dos Web Masters, mas é um processo irreversível. Qualquer pessoa pode criar um blog automaticamente, ter seu espaço com direitos autorais, mas seguindo as leis que regem outros meios de comunicação.
Além dos diários virtuais, haviam também os sites prontos, onde a pessoa montava seu site a seu gosto, exatamente como os blogs. Na minha modesta opinião, esse foi o principal motivo da profissionalização dos blogs.
Assim como os blogs, esses sites “pré-montados”, tipo “geocities”, permitiam a criação, usando principalmente o html. Para quem não conhecia o html, havia a possibilidade da utilização de templates prontas, montando automaticamente o site a partir de uma plataforma.
Outro elemento que eu destaco, seria os antigos fóruns, os blogs são muito utilizados com a função dos fóruns, para que se possa discutir temas institucionais.
O sistema de comentários, criado pelos hackers (favor não confundir com crackers, nem lammers) foi um dos grandes motivos do crescimento do uso de blogs, até jornalistas renomados, escritores, analistas e críticos especializados, aderiram a essa ferramenta. Houve um novo passo, via Web 2.0, que pode até indicar novos rumos para o blog, o chamado microblog, mas, ao que tudo indica, o microblog deverá ser mais uma, entre várias ferramentas que interagem com os blogs.
O que me leva a acreditar que o blog veio para ficar, é o fato de estarem ligados a noventa por cento de toda a internet, via web 2.0, além disso, o processo de permalinks, ou urls permanentes, o que transforma cada post em uma página exclusiva, possibilitando o acesso a conteúdos antigos de um blog, apontam para um investimento de conteúdos a longo prazo.
Facilidades de edição e profissionais dispostos a criar inúmeras ferramentas interativas, criando uma verdadeira revolução em termos de comunicação, são outro indicador de que a blogosfera deverá ter vida longa.
O blog, a meu ver, foi a primeira ferramenta para “amadores” em programação a atrair os “profissionais” da área, obrigados a aderir a essa ferramenta devido a facilidades de interação com outros grandes sites.
Em grandes plataformas para blogs, pode-se incluir textos, imagens, vídeos ou músicas, esse conteúdo será de propriedade do autor do blog, mas poderá ser organizado, indexado, agregado e/ou lincado por terceiros, otimizando ainda mais a internet.
WIKIPEDIA: “O termo “weblog” foi criado por Jorn Barger em 17 de Dezembro de 1997. A abreviação “blog”, por sua vez, foi criada por Peter Merholz, que, de brincadeira, desmembrou a palavra weblog para formar a frase we blog (“nós blogamos”) na barra lateral de seu blog Peterme.com, em abril ou maio de 1999. Pouco depois, Evan Williams do Pyra Labs usou “blog” tanto como substantivo quanto verbo (“to blog” ou “blogar”, significando “editar ou postar em um weblog”), aplicando a palavra “blogger” em conjunção com o serviço Blogger, da Pyra Labs, o que levou à popularização dos termos.
No dia 31 de agosto, comemora-se o Dia do Blog (devido a semelhança da data 31.08 com a palavra blog, onde 3 seria um Be, 1 seria um éle, zero seria um o e o oito seria um g), que se propõe a promover a descoberta de novos blogues e de novos blogueiros.
A blogosfera, termo que representa o mundo dos blogs, ou os blogs como uma comunidade ou rede social, cresceu em ritmo espantoso. Em 1999 o número de blogs era estimado em menos de 50; no final de 2000, a estimativa era de poucos milhares. Menos de três anos depois, os números saltaram para algo em torno de 2,5 a 4 milhões. Atualmente existem cerca de 112 milhões de blogs e cerca de 120 mil são criados diariamente, de acordo com o estudo State of Blogosphere.”
Os blogs são, ao lado dos microblogs e dos sites de compartilhamentos, as maiores fontes de conteúdo da internet.
By Jânio
Pixote – Ficção, realidade e tragédia
Ontem eu assisti pela décima vez, o filme “Pixote”, um dos filmes nacionais que mais fez sucesso fora do Brasil. Talvez seja só impressão, mas cada vez que eu assisto esse filme, eu tenho uma visão diferente.
A única coisa que não muda, é a história de Pixote, o resto do filme sempre me parece mais claro, a medida que o tempo passa, a medida que eu vou envelhecendo.
Uma detalhe que eu já tinha notado há muito tempo, são os exageros dos filmes nacionais, onde os marginais apresentam uma caracterização aparentemente forçada, quase uma caricatura. A minha visão dessa tragédia social era tão inocente que a história me parecia surreal, uma ficção, uma mentira.
Depois de ter assistido ao filme sobre a vida real de Pixote, eu fiquei com uma sensação de estar sendo enganado. Pensei comigo, uma das duas está mentindo, ou a ficção, ou a realidade.
Pixote é uma tragédia da vida real anunciada, eu diria até que o cineasta argentino/brasileiro Hector Babenco conseguiu dar uma visão bem mais realista do que nós brasileiros poderíamos ter, por estarmos perto demais dos fatos, iludidos demais pela mídia.
Babenco foi quase sádico em seu filme, onde um grupo de menores se envolve com a marginalidade, sobrevivendo do tráfico de drogas. Falando assim parece clichê, mas Babenco detalhou os fatos, tanto nos diálogos, quanto nas imagens.
As cenas bizarras, como foi o caso do aborto voluntário da personagem interpretada por Marília Pêra, chega a chocar, mesmo mostrando claramente o estado psicológico da personagem, à beira da loucura. A personagem chega a insinuar um aborto de pixote, numa clara crítica ao aborto e as famílias mal estruturadas.
Enquanto na vida real, o filme é romântico, mostrando um menino extremamente pobre que tira a sorte grande, fazendo um filme com um consagrado diretor que fica famoso no mundo inteiro. A fama de Babenco só pode ser notada quando, num seriado famoso, Lost, um dos personagens lamenta não ter trabalhado com o diretor, lembrando do teste que fizera.
Depois do filme, da fama, o menino “Pixote” vira a “galinha dos ovos de ouro”, é entregue para uma família especializada em carreiras infantis, os pais de Izabella Garcia e sua irmã, ambas ex-atrizes do seriado infantil “Sítio do pica-pau amarelo”.
Só faltou avisarem que o menino tinha família, tinha comunidade, tinha vida própria.
É claro que o menino não se adaptou, não se pode mudar toda a sociedade ajudando apenas um menino; pode ser que ele prefira sua vida real, nem todo mundo consegue interpretar o tempo todo – Quem disse que ele interpretava?
O menino retornou ao mundo real, onde já havia virado lenda, onde nunca mais teria sua realidade de volta.
Todos os “pobres coitados” de sua comunidade viam sua super exposição na mídia, imaginando-o muito rico. Todos queriam uma parte, afinal, Pixote levara sua miséria para as telas, expora toda a podridão da falta de infra-estrutura brasileira.
Pixote, na vida real, não teve a mesma sorte de seu personagem mitológico, a vida real foi muito forte para ele.
Para a sorte de nossa sociedade, ninguém conheceu Pixote na vida real, por isso a imagem que ficará sempre será a imagem das telas, aquele que sobreviveu, pelo menos durante as cerca de duas horas que duraram o filme.
Na vida real Fernando Ramos da Silva, o Pixote, morreu jovem, como sua realidade nada fictícia impõe, apesar de confundida com com a ficção, apesar de ter flertado com ela, sua vida real nunca o perdoou.
By Jânio
Brasil – Um povo dividido entre o presente e o passado
Esse tema já virou clichê, aqui no madeinblog/icommercepage, eu não quero esquecer de como funciona a sociedade brasileira, nem de como somos enganados.
Estamos sempre a procura do maior, ao invés do melhor, esse sentimento tem sido muito utilizado pelos institutos de pesquisas, principalmente no caso de intenção de voto.
Esse é um sentimento que vem do tempo da Monarquia, passando pela Proclamação da República, Regime militar, e até pelo movimento de Diretas Já.
Com sistemas de controle favoráreis para si, a classe média alta se tornou preguiçosa e irresponsável, em relação ao social. Não podemos, de maneira alguma, achar que o sistema é dispensável, isso seria utopia anarquista.
Quando se trata de anarquismo, eu sei do que eu estou falando, de certa forma eu sempre tive uma certa tendência ao anarquismo, nunca segui esses pensamentos porque assim não seria anarquismo.
“Se hay gobieno, yo soy contra” – Você faz idéia de quem disse essa frase? – Além dele, só o Mestre, Jesus, foi mais revolucionário.
A questão básica é: Um povo não pode se prostituir diante de sua própria sociedade ou ideologia, esse povo precisa se dar o valor, através do qual o sistema decidirá o que nós merecemos.
Nós nunca nos mobilizamos para nos dar o valor; quando isso ocorreu, ocorreu de forma errada, ou seja, fomos manipulados pelo sistema elitizado, quando nosso objetivo deveria ser uma mobilização contra o próprio sistema. Essas mobilizações, em prol do sistema, ao invés de aumentar o nosso valor em relação a ele, diminuiu.
Não é difícil saber onde estão localizadas as principais peças dessa engrenagem, local onde deverá ser feito o ajuste; também não é preciso guerra ou revoluções, as guerras implicam em decisões arbitrárias, portanto elitista. Mudanças radicais, sem a identificação do povo, nunca poderão se sustentar; a satisfação do povo sempre deverá ser o objetivo final.
Quem matou Jesus? – As instituições costumam afirmar que quem matou Jesus foi o povo, na realidade, essas instituições transferem para o povo a sua própria responsabilidade. O povo, de fato, eram aquelas pessoas que o seguiam, as pessoas que abandonavam a produção de seu próprio alimento de sobrevivência, para ouvirem as verdades proferidas pela boca daquele homem santo.
A elite tem escolhido o sistema de governo que é melhor para o povo; desde o seu descobrimento, o Brasil nunca mudou, na área política.
Durante muito tempo, foi bom para as classes dominantes, viver como colônias, sob o poder paternal do governo Português. Passados séculos, esse sistema deixou de agradar às classes poderosas da colônia, foi proclamada a Independência.
A independência, de fato, não ocorreu, foi apenas uma forma de acalmar o manipulado povo brasileiro.
O sentimento de independência, criado pela elite, foi vencido pela demagogia da monarquia, assim o poder se sustentou por mais algum tempo.
Não satisfeita com o processo de tranferência de poder, dentro da família real, a elite conspirou novamente, criando o sentimento de República. Foi proclamada então a República Federativa “Militar” do Brasil.
Desde então convivemos entre a Democracia e o Regime Militar, entre as mudanças manipuladas e os interesses elitistas.
O último período de Regime Militar, a que fomos submetidos, parecia interminável, e seria se o poder conseguisse se sustentar por mais tempo, atendendo aos interesses das classes médias altas.
As peças a serem ajustadas, dentro do sistema, são as mídias de massa. São essas instituições que criam as suas próprias verdades, são essas instituições que precisam ser controladas, e criticadas, por terem o poder de controlar as massas.
Não confunda o poder de controle e manipulação, com o processo de formação de opinião pública, esse último é inteligente, dinâmico e possui uma capacidade considerável de autocrítica, acompanhando suas doutrinas. Na formação de opinião pública, a lógica e todas as idéias que seguem nessa mesma direção, são agregadas, incluisive com a capacidade de redirecionar a linha matriz desse pensamento.
A partir do momento em que o Regime Militar não conseguiu se sustentar, fêz se necessário a criação, através das mídias de massa, de um novo sentimento para o povo, as Diretas Já.
O movimento das Diretas Já, foi um sucesso, mas o seu processo, em si, foi um fracasso.
Articulado por um homem considerado mestre na arte da política, ele conseguiu quase unanimidade, conseguiu até convencer o Governo Militar que o seu partido teria chance. Segundo as más-línguas, teria pago para alguns políticos votarem contra, criando um ambiente de competividade.
Depois da vitória massacrante, esse homem, chamado Tancredo Neves, morreu sem tomar posse. Esse foi apenas o início de um processo, desencadeado por sua morte.
Seu vice, todos nós sabemos, bebeu da fonte da ditatura durante muito tempo, antes disso, e depois disso também, ele mostrou uma habilidade incrível de mudar de lado. Essa capacidade de mudar de lado, dos políticos brasileiros, deixa-me em dúvida sobre a real ideologia deles.
Em todos os países do mundo, a ideologia de esquerda é relacionada com os partidos populares, socialistas, etc. A ordem dos fatores é clara, são simpatizantes dos democratas americanos, sem necessariamente serem democratas; se houvesse uma disputa entre os democratas e um terceiro partido socialista ou trabalhador, os democratas perderiam a preferência, esse é o conceito de esquerda.
No Brasil, isso até funciona parcialmente, ou hipócritamente. Todos os partidos socialistas e trabalhistas, com exceção do PDT, tendem a apoiar o PT. O PT é o partido de esquerda, e o fato de ele estar no poder não muda isso, sua formação é socialista – ou deveria ser.
Se o PT é um partido de esquerda, o que José Sarney faz no governo. Aqui começa a grande confusão chamada bipartidarismo, em outras palavras, um bolo repartido ao meio, sem a participação do povo.
A lei da governabilidade, em sistemas bipartidários, é cruel.
Quando se especulou que o PSDB poderia se aliar ao PT, em seu fim de mandato, isso se deveu ao fato de o PT ter uma tendência anarquista, ou seja, contra tudo. FHC ajudou nessa especulação, afinal de contas, ele foi uma peça fundamental, talvez até contra sua própria vontade, ao dizer: “Se Lula ganhar o Brasil não vai quebrar, isso é coisa de entrangeiros que querem mandar no país.”
O que se sabe, é que entre as poucas operações da Polícia Federal, autorizadas pelo Governo FHC, houve uma que chamou a atenção, foi a apreenção de uma fortuna, não declarada, na casa da família Sarney antes da possível candidatura de sua filha. Isso tornou impossível a convivência do PMDB e PSDB do mesmo lado do bolo.
O primeiro Presidente a desafiar o sistema internacional foi o próprio Sarney. Ele tirou das mãos do Regime Militar a dura tarefa de dar o calote na dívida, além da dura missão de realizar algumas mudanças que o desgastado Regime Militar não poderia realizar. Mais uma vez o povo foi enganado, foi o próprio Regime Militar quem apoiou o Governo de Sarney, ninguém poderia dar o calote na dívida externa e criar um congelamento em fase de transição política, sem o apoio militar.
O governo seguinte, de Fernando Collor, tinha tudo para dar certo, tinha até um perfil presidencialista linha dura. O grande problema é que ele não tinha um grande partido, não tinha apoio; a corrupção foi a alternativa para convencer políticos a aderirem a causa, tudo deu certo, pelo menos por algum tempo.
Quando Collor criou medidas protegendo os pobres, expondo a classe média alta aos efeitos devastadores do sistema, aqui, ele cometeu o primeiro erro. Não se pode atacar a classe média alta, usando uma instituição dominada por ela, como é o caso da política.
A partir daí, todos os crimes do submundo da política estavam prestes a serem expostos. Todos nós sabemos que não é possível resolver todos os problemas de corrupção, num país como o Brasil.
Era preciso um testa de ferro, alguém para responder por todos os corruptos, esse alguém foi PC Farias. Tudo teria se resolvido, se PC tivesse aceitado a dura missão; acho que na confusão, alguém esqueceu de avisá-lo.
“Todos vocês que me acusam são hipócritas”, isso soou como, todos vocês receberam dinheiro. Uma regra básica, no Brasil é: “Não ameace, denuncie!” PC cometeu esse erro, pagou caro.
Quando FHC diz que o mensalão foi pior que o Esquema de PC, isso está certo, até porque foi ele mesmo que não deixou a Polícia Federal trabalhar, durante todo o seu mandato.
Itamar Franco foi o vice de collor, isso não foi muito bom para a sua carreira política. Durante o seu mandato trocou muitas vezes de Ministro até chegar a FHC, um político com passado socialista e que conhece muito bem os dois lados, esquerda e direita.
FHC controlou a economia, pelo menos até o final de seu mandato, foi aí, que mesmo contra a sua vontade, disse que Lula não quebraria o Brasil; Na verdade quem não quebraria o Brasil era a especulação, caso ele agisse rápido.
Assim, a classe média alta perdeu uma grande oportunidade de se unir a classe operária, perdendo seu espaço para o clube fechado da política.
Com a vitória do PT, não houve nenhuma novidade, em relação aos governos socialistas, exceto pelo mensalão. Todo mundo ficou surpreso com o mensalão, mas há quem tenha dito: “Vocês não sabiam? – Sempre houve um caixa dois – Como vocês acham que esses megashows são pagos? – nós apenas demos maior transparência a esse processo.”
Agora, como sempre, o passado e o presente conspiram para que o povo não tenha um futuro. É Bom que se diga: “Sempre haverá um amanhã, o problema é que, no Brasil, isso só ocorre de trinta em trinta anos.”
O brasileiro tem medo de mudanças, mesmo sabendo que elas são inevitáveis. Sabendo disso, os políticos fazem a sua parte, atendendo o desejo do povo, de sempre manter tudo do jeito que está.
By Jânio
Poderia ser Nostradamus um farsante
Eu já pensei em criar uma série de artigos sobre esse homem misterioso chamado Nostradamus, acabei desistindo, sua obra é extremamente complexa.
Nostradamus, a pessoa, não é menos complexo que sua obra, eu diria que é o nome mais falado no underground da literatura.
Há várias formas de se analisar a obra de Nostradamus, mas o seu principal campo era na área de astrologia, justamente a área que acaba desacreditando-o.
Não são poucas, as pessoas que acreditam em horóscopo, mesmo assumindo que isso é um superstição.
Como é possível levar a sério algo ao qual não se acredita? – A resposta é que há um conflito, não se tem certeza de absolutamente nada.
O assunto não é tão simples de ser definido assim, a astrologia faz parte de uma cultura muito complexa e antiga, uma ciência paralela, ou ciências ocultas, podendo ainda ser chamado de ocultismo, envolvendo todo o universo em torno do ser-humano.
O ocultismo, por ser marginalizado, acaba saindo fora de controle. Se na sociedade há suspeita de conspiração, nas ciências ocultas esse é o prato principal a ser digerido, ou engolido, como diz nosso “prezado” senador Fernando Collor.
Veja bem, o fato das ciências ocultas não serem provadas, explicam como elas podem ser numerosas e antigas. Hoje, a física enfrenta o mesmo problema com a filosofia, já que na prática, ninguém tem interesse em criar bombas nucleares ou simular buracos negros, enfim, mudar o que não se compreende.
Grandes nomes passaram pelo ocultismo: Rasputim, na Rússia; Nostradamus, na França; e muitos outros menos célebres. Até na Bíblia há casos registrados de consulta às ciências ocultas.
Falando especificamente de Nostradamus, podemos seguramente afirmar que ele elevou o ocultismo, mas precisamente a astrologia, a um nível nunca antes visto. Não só na importância, mas na própria maneira de ver, praticar e entender essas ciências.
Nostradamus entendia de várias áreas diferentes, além de falar grego, latim e hebraico, de onde vinham suas principais fontes, o que não é muito comum. Tinha facilidade em letras, ao mesmo tempo em que praticava a alquimia. Quando uma professora de química me apresentou uma tabela de elementos químicos, para que eu explicasse, eu disse – Professora, o que é essa lacuna na tabela? – quando ela disse que eram elementos que ainda não haviam sido descobertos, eu afirmei – Pois são esses elementos que despertaram a minha curiosidade; isso não está me parecendo química, parece mais alquimia.
Voltando ao nosso ilustre personagem, seus conhecimentos em várias áreas foram essenciais para a sua sobrevivência. Em plena idade média, ser visto como herege, ou bruxo, seria suficiente para levá-lo a fogueira, ou coisa muito pior.
Aqui começamos a verificar a inteligência de Nostradamus, se a Igreja e o poder do Estado eram muito próximos nessa época, manter a distância era questão de bom senso.
Nostradamus fez mais que isso, com seus conhecimentos de escrita, além de outras habilidades, ele sabia exatamente até que ponto podia chegar. POPERÍAMOS DIZER QUE ELE SERIA UM GRANDE CÔNSUL, nos dias de hoje.
É atribuída a Nostradamus a famosa frase “O ouro do tolo”, tudo porque Nostradamus descobriu, já naquela época, uma forma de expandir a massa de diamantes e jóias de ouro, entre outros. Dizia Nostradamus que o ouro de fato não era falso, era verdadeiro, e deveria ser tratado como tal, o problema é que com a expansão da massa, perdia-se a qualidade; até hoje, testar a resistência de uma jóia, ou pedra preciosa, é a primeira coisa que um especialista faz, antes de um exame mais detalhado, levando-nos a concluir que o alquimista Nostradamus PODERIA SER UM BOM QUÍMICO.
Que Nostradamus foi o maior astrólogo que o mundo já viu, não há a menor dúvida, se ele fazia realmente previsões ou se era apenas um bom faro, nesse ponto as opiniões divergem.
Nostradamus fez previsões para reis, rainhas, príncipes e princesas, prevendo inclusive suas mortes. No caso da alquimia, Nostradamus teve que ensinar como o processo funcionava ao rei, para escapar de ser visto como um bruxo. PODERÍAMOS DIZER QUE ELE ERA UM BOM POLÍTICO.
Como um bom político que era, Nostradamus conseguiu criar um mapa de domínio do mundo, traçando todas as estratégias: quem teria chance de dominar o mundo; de onde partiriam os ataques, falsas ideologias usadas como pretexto para a dominação.
Numa jogada de mestre, Nostradamus conseguiu combinar todas as suas estratégias, baseadas em sonhos imperialistas de ditadores antigos e atuais, com o livro mais temido da Bíblia, o Apocalípse de João.
Essa combinação de escritas supostamente livrariam Nostradammus de um possível conflito com a Igreja, elevando suas previsões à categoria de profecias na França. Curiosamente, Nostradammus era também grande conhecedor da Bíblia, mantendo relações muito próximas aos padres e bispos. PODERÍAMOS DIZER QUE NOSTRADAMUS ERA UM GRANDE RELIGIOSO.
A astrologia é uma ciência milenar que trabalha mais a psicologia e a filosofia do que propriamente as ciências ocultas, nos dias de hoje, esse talvez seja o maior motivo de as pessoas acompanharem tão atentamente o seu horóscopo.
Evidentemente que restringir a obra de nostradamus apenas à astrologia, seria subestimálo. Nostradamus dominava cada palavra que dizia, sabia da força dessas palavras, combinava-as de maneira que alcançassem vários objetivos ao mesmo tempo, convencendo até os mais céticos. PODERÍAMOS DIZER QUE NOSTRADAMMUS DOMINAVA OS CONCEITOS MOTIVACIONAIS.
Além disso, esse fato de a escrita de nostradamus ser aberta a mil interpretações, isso fazia com que ele tivesse total controle da mente de quem lia o que ele escreveu, fazendo com que essas pessoa fossem guiadas, não por ele, mas pela sua própria consciência. Isso poderia levar uma pessoa a fazer algo muito bom, ou muito mal, dependendo de sua natureza. PODERÍAMOS DIZER QUE NOSTRADAMMUS ERA UM BOM TERAPEUTA.
Nostradamus sabia quais palavras usar, a importãncia e a força que cada uma delas representava e qual sua relevãncia. Ele aproveitava essa habilidade com as palavras para enviar, diretamente ao cérebro humano, todas as mensagens e conhecimentos dos quais ele era portador. Mesmo antes da criação da internet, PODERÍAMOS DIZER QUE NOSTRADAMUS ERA UM GRANDE ESPECIALISTA EM OTIMIZAÇÃO DE TEXTO, mais que isso, um otimizador da mente humana.
Em plena época de peste negra, Nostradamus perdeu parte de sua família, vitimada pela praga que assolava a Europa, ele próprio pagou muito caro por se envolver em questões humanitarias, na linha de frente no combate da praga; com seus conhecimento de medicina, ajudou a salvar muitas vidas. PODERÍAMOS DIZER QUE NOSTRADAMUS ERA UM BOM MÉDICO.
Com suas previsões sobre o futuro do mundo, Nostradamus deixava bem claro seu pessimismo em relação ao futuro da humanidade, deixava bem claro também que o homem era senhor de seu destino, não poderia evitá-lo. mas poderia mudá-lo, dentro das possibilidades.
Com a combinação, feitas por nostradammus, onde suas previsões combinam com o Apocalípse, criei minha própria teoria sobre Nostradamus: Ele não previu os Anti-Cristo, através de suas estratégias minunciosas, acompanhadas de elementos do ocultismo, Nostradammus ajudou a criá-los, mesmo que de maneira involuntária; Nostradammus mostrou que tinha bons conhecimentos de ciências humanas.
Com o conhecimento que tinha sobre a natureza humana, combinado com suas técnicas de astrologias, Nostradammus criou textos precisos sobre o que o homem poderia fazer no futuro, acontecimentos que inevitavelmente viriam a se concretizar e evoluções militares, acompanhadas de guerras mundiais.
Enquando que sua descrição é discreta, moderada, evitando especificar os fatos, Nostradamus deixa bem claro o que o homem faria nos séculos seguintes. PODERIAMOS DIZER QUE NOSTRADAMUS TINHA UMA BOA VISÃO DE FUTURO.
Além das guerras mundiais, morte de John Kennedy e vários outros acontecimentos, como a ascensão de Hitler, a escrita de Nostradammus se encaixa perfeitamente aos acontecimentos, mostrando que o homem não evolui, como nos parece, pelo contrário, nosso futuro está muito distante, em algum lugar do passado.
Ao contrário dos astrólogos, que não gostam de prever seu próprio futuro, ele foi mais além, previu o que aconteceria além de sua morte, quando diz que quem bebesse de dentro da ossada de seu crânio teria o dom do conhecimento, mas morreria em seguida. Reza a lenda que foi o que aconteceu: Durante a guerra, algum curioso resolveu testar a lenda, teria entrado na igreja onde o corpo estava enterrado, bebido de dentro de seu crânio e morrido acidentalmente por uma bala perdida, na data exata em que Nostradamus previu. Serà?
Outro acontecimento ligado a lenda de Nostradamus, foi o fato dele prever quem seria o Papa, quando esse ainda não era sequer cogitado. Ele o chamou de santidade, mas se não era cogitado, essa já é uma outra história que faz parte da lenda, afinal, sua proximidade com reis e rainhas poderia trazer-lhe informações que nem nos dias de hoje, na era da internet, nós não temos.
Na virada do milênio, o nome de Nostradamus nunca fora tão falado, mas pelo menos dessa vez, se equivocou, seus estudiosos afirmam que ele não errou, o problema estaria no calendário diferente do atual.
Informações dos sites Sobrenatural e wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nostradamus
“Conselheiro de três reis da França – Henrique II, Francisco II e Carlos IX – e homem de confiança da Rainha Catarina de Médicis, Michel de Nostredame, mais conhecido como Nostradamus, foi certamente uma figura excepcional. estudou Medicina, mas dedicou muito de seu tempo à astrologia, à alquimia, à teologia e à literatura.
Teve contactos com três reis de França (Henrique II, Francisco II e Carlos IX), graças à rainha Catarina de Médicis, esposa do primeiro e mãe dos seguintes.
Nasceu na cidade de Saint-Rémy, na França em 14/12/1503″
By Jânio
007 As melhores canções das décadas de 70 e 80
Como dissemos no artigo de ontem, 007, a série mais longa da história, tem como principal qualidade sua produção. A produção de 007 vai desde recursos técnicos, passando pela escolha cuidadosa dos atores que farão o papel principal.
A música de John Barry divide com as belas canções, ao longo de cinquenta anos, o requinte e o bom gosto do que se vê nas telas. Todos os cantores que tiveram o talento para participar de uma produção de 007, serão lembrados para sempre, nas enciclopédias e publicações especializadas em cinema.
Desde os primeiros filmes, com temas ligados à guerra fria, houve uma evolução, o tema passou pela choque da chegada da AIDs, mas a doença não chocou tanto quanto a saída dos astros famosos. Sem a guerra fria, as histórias perderam a grandiosidade de se ter um maluco comunista querendo dominar o mundo.
Inevitavelmente, as histórias passaram, de vez, para o campo da ficção, James bond continuará tentando evitar que o mundo se acabe, mas agora não é mais culpa da União Soviética.
A única coisa que não vai mudar nunca, são as belas músicas que continuarão emocionando mais que as próprias histórias. Eu continuo achando a abertura dos filmes a melhor parte.
No artigo passado nós postamos os seguites video clipes:
http://icommercepage.wordpress.com/2010/05/08/007-a-maior-producao-da-historia-do-cinema/
01 – Moscou contra 007 (From Rússia with love) – Canção cantada por Matt Monro.
02 – 007 contra Goldfinger (Goldfinger) – Shirley Bassey
03 – 007 contra a chantagem atômica (Thunder Ball) – Tom Jones
04 – Com 007 só se vive duas vezes (You only live twice) – Nancy Sinatra
05 – Cassino royale (Cassino Royale) – Herb Alpert and The Tijuana Brass
06 – 007 a serviço de Sua Majestade (On her Majesty Secret Service) – Louis Armstrong
07 – 007 Os diamantes são eternos (Diamonds Are Forever) – Shirley Bassey
08 – Com 007 viva e deixe morrer ( Live and let die) – Paul McCartney and The Wings
09 – 007 Contra o homem da pistola de ouro (Man With the Golden Gun) – Lulu
10 – 007 – O espião que me amava (The Spy Who Loved Me) – Carly Symon
11 – 007 Contra o foguete da morte (Moonraker) – Shirley Bassey
12 – 007 Somente para seus olhos (For Your Eyes Only) – Sheena Easton
13 – 007 contra Octopussy (Octopussy) – Rita Coollidge
14 – Nunca mais outra vez (Never Say Never Again) – Lani Hall
15 – 007 Na mira dos assassinos (A View to a Kill) – Duran Duran
16 – 007 Marcado para a morte (The Living Daylights) – A-Ha
17 – 007 Permissão para matar (Licence to Kill) – Gladys Knight
By Jânio
007 – A maior produção da história do cinema
Em quem você pensa, quando o assunto é agente secreto? – Se você respondeu 007, saiba que esse é apenas um número de identificação do nome, ou codinome, do agente mais famoso da história, James Bond.
Parece irônico, o fato de o agente mais famoso do mundo ser ficção, mas a inspiração é real. Curiosamente, a principal característica do personagem também é a ironia.
O criador do personagem, Ian Fleming, conhecia o universo do serviço secreto bem de perto, chegou a trabalhar no serviço secreto da marinha britânica, apesar de, pelo que se especula, nunca ter chegado a ser um agente secreto.
No final das contas, o dom falou mais alto.
Eu sempre digo que o nosso verdadeiro dom vem da infância, do primeiro elogio real, onde você sente que não é apenas um elogio, mas você é realmente melhor no que faz.
Ian Fleming foi ajudante de tipógrafo e redator, antes de embarcar em suas aventuras, rumo a realização de seus sonhos.
No final de sua vida, o filho pródigo retornou onde tinha começado, realizando, finalmente, todos os seus sonhos, antes de morrer. Ian Fleming morreu dois anos depois de ver seu livro virar sucesso de cinema, com três filmes e Sean connery na pele do famoso agente secreto James Bond.
Há muitos detalhes, na trajetória do famoso agente, que são notáveis, um exemplo, é o famoso jargão: “Meu nome é Bond…James Bond” – onde o personagem vascila para se identificar, o mais próximo da verdade sobre ele é o número 007, onde “OO” implica em liberdade total, licença para matar, se a situação exigir, o que também serve como um aviso para se manter afastado.
O personagem é exatamente o inverso da personalidade de Ian Fleming, seu criador: Antipático, sem carisma, reprovava em testes/concursos e não tinha a menor vocação para jogos, onde perdia tudo o que tinha. A boa vida parecia manter-se a distância de Fleming, a astúcia também.
Quando escreveu “Cassino Royale”, em 1953, Fleming finalmente realizava seus sonhos, as mulheres que ele nunca conquistara, pela falta de carisma e astúcia, agora se jogavam aos seus pés. O mundo inteiro queria saber quem era ele, de onde vinha ele, quem era, de fato, James Bond, cuja única certeza era de morte “OO7″.
Apesar do sucesso que teria, Cassino Royale não foi a história que lançou OO7 ao mundo, foi o segundo livro “Live em let die” o responsável por conseguir a vitrine do mundo, EUA, para OO7. A partir daí o sucesso foi rápido.
Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond/OO7, a maior produção da história do cinema estava para começar, tudo o que se referia à história de 007 se tornaria imortal, inclusive as histórias dos próprios produtores.
Como todas as histórias de super-produções, não dá para ver o filme e dizer que não há nada de seu interesse, sempre vai haver um motivo para que você veja o filme. Um leitor do livro pode querer comparar as obras literária e cinematográfica; os amantes da boa música podem se interessar pelo talento de John Barry, responsável pelas músicas da maioria dos filmes de 007; os convidados mais que especiais fazem papéis de vilões, como são os casos do eterno encrenqueiro Orson Welles, Adolfo Celi e até Louis Jourdan; alguns não tem nada a ver com o gênero, mas quem é que não quer ser imortal?
Certa vez, quando um grande amigo me perguntou qual a parte do filme, de 007, que eu tinha gostado mais, não vacilei, da música. Meu amigo ficou extremamente decepcionado, eu insisti: “Vai dizer que você não acha uma obra-prima as aberturas dos filmes da série, acompanhadas de um bela e linda canção romântica?
Vendo a cara de frustração de meu amigo, lembrei-lhe das cenas de ação, com dublês, aí ele se animou. Não é para menos, a série 007 é reconhecida pelo arrojo de seus dublês que faziam a festa, na ausência de efeitos especiais, boa parte da história das dublagens de ação pode ser contada através da série 007.
A história do cinema, de certa forma, pode ser contada através da série, não só com os dublês de ação, mas com as belas canções, atrizes que se consagraram com esses filmes como as musas de pintores famosos.
Além de tudo isso, há particularidades ligadas a própria série, como é o caso do estrelismo de Sean Connery. Alegando estar ficando marcado pelo personagem, e com medo de ficar conhecido apenas como 007, como foi o caso de celebridades como Johnny Weissmuller, o tarzã.
Sean Connery abandonou a série a partir do quinto filme “Com OO7 só se vive duas vezes”, deixando os produtores numa bela encrenca, Sean Connery não era apenas um ator, era um bom ator, apesar de não ser o primeiro a ser cotado para interpretar o personagem.
Com a saída de Connery, os dois filmes seguintes foram muito aquém do desejado, Connery chegou a declarar que nunca mais encarnaria o personagem novamente.
Connery só viria a comprovar o velho ditado capitalista: “Todo homem tem seu preço” – mais tarde, mais de dez anos depois.
Depois de dois filmes, os produtores “imploraram” para que Sean Connery voltasse, Cannery pediu uma fortuna e mais condições no contrato. Treze anos depois, logo no título vinha estampado “Never say never Again”, apesar de não ser da mesma produtora, James Bond se vingaria do ator que o personificou pela primeira vez, Sean Connery.
Depois do trauma da saída de Sean connery, a série se estabilizou, OO7 desencarnou-se de Connery, o que foi bom para ele e para Connery também, que pode seguir sua carreira de ator, apesar de uma pequena dor de cotovelo.
Dentro de dois anos OO7 completará 50 anos, como uma das três séries que mais faturam e cativam o público durante várias gerações, ao lado de Tarzã e Guerra nas Estrelas.
A seguir postarei algumas das canções da série que fazem parte da minha vida.
by Jânio
A lenda de Júlio César
Enquanto César lutava na Gália, os romanos, tanto o Senado quanto Pompeu, esperavam que ele fosse derrotado, assim, a ameaça estaria terminada. O líder gaulês, por sua vez, sabia que deveria aguardar o reforço, com isso, Gália teria 200.000 homens, contra 100.000 de César.
Empolgados com algumas vitórias em embates contra os romanos, os valentes gauleses chamaram seu comandante e convenceram-no a atacar os soldados, antes que o reforço chegasse. O erro custou uma grande derrota de seu exército, poupou o exército de César e mudou o destino da humanidade.
Seu lider foi preso e levado para Roma, para ser exibido como troféu e ser esquartejado pelas mãos da sangrenta e aristocrática sociedade romana, o que chateou enormemente o comandante César. O líder Gaulês chegou a dizer: “Pensei que o poder lhe dava mais escolhas.”
Um grande historiador escreveu que os imperadores eram escravos. César era o maior escravo de Roma, pois tinha que ficar vinte e quatro horas a sua disposição, César era adorado pelo pelo povo de roma, mas o Senado nunca viu com bons olhos sua ambição.
Com a vitória de César contra os gauleses, Pompeu foi alertado que César dobrara seu prestígio e o número de soldados que eram leais a seu comandante. Pompeu foi aconselhado a reunir as tropas que controlavam todo o vasto império romano. Pompeu foi para a Grécia iniciar a reunião de suas legiões.
Com a morte de Júlia, o laço que unia Pompeu a César foi rompido, por isso César enviou Marco Antônio para discursar, em seu nome, junto ao povo.
Marco Antônio fez mais que isso, chamou o povo para apoiar César contra os interesses do Senado.
Pressionado pelo Senado que o fazia crer que César o queria morto, Pompeu procurava reunir seus exércitos, César, por sua vez, tinha como qualidade principal, justamente, prever os atos de grandes comandantes. Antes que Pompeu conseguisse reunir suas legiões, marchou para Roma, quebrando a tradição, onde soldados armados não poderiam entrar na cidade, o que dava a idéia de golpe.
César fez mais, levou seu braço direito, o fiel Marco Antônio, para proteger sua vida. Deixando Marco Antônio em Roma, partiu em busca de Pompeu.
O Senado, temendo a fúria de César, mais uma vez cedeu e entregou o poder à César.
Pompeu havia ido ao Egito, onde o Rei morrera, deixando dois filhos, um menino, Ptolomeu e Cleópatra.
Contrariando o Senado, Brutus convenceu César a fazer as pazes com Pompeu, seu ex-genro, Brutus também queria Roma unida.
Pompeu foi recebido com honras no Egito, sem notar que era uma emboscada. Pompeu foi morto por seus próprios soldados, no Egito, onde o menino Ptolomeu era mantido no poder, controlado pelo chefe do conselho dirigente.
Quando César entrou no Egito, também foi recebido com honras e um presente, a cabeça de Pompeu.
O sonho de união de Roma começava a desmoronar, foi aqui que a mulher mais conhecida da história do poder político entrou na vida do cada vez mais fragilizado César.
A sedução de Cleópatra o levava esquecer os problemas de Roma e das consequências que essa união representava.
César teve um filho, dessa relação com cleópatra, mesmo assim o povo continuava com ele. O Senado não gostou de ver César com a herdeira do Egito, que não era sua mulher.
Cleópatra, com dezoito anos, seria a rainha do Egito e quarta mulher de César. César se tornou unanimidade no Senado, todos eram contra ele, culpavam-no pela morte de Pompeu e pelo suicídio de Cato, um dos principais líderes do Senado e da família de Brutus.
O assassinato de Pompeu no Egito; o Suicídio de Cato, tio de Brutus, na África; o casamento de César e Cleópatra; deixaram claro para o Senado que César estava fora de seu controle. Ajudaram as lideranças a criar um motivo para matá-lo.
César foi apunhalado várias vezes, por vários senadores, para que todos os principais líderes do senado ficassem comprometidos entre si. Cassius teria sido o primeiro a apunhalar César, já que era o mais importante líder, desde a o suicídio de Cato, da família de Brutus.
O idealista Brutus, que culpava César pela morte de Catos e Pompeu, hesitou em apunhalar César, ele sabia que a união e a paz de Roma dependia de César. O espanto de César foi grande, já que Brutus era o único dos políticos mais importantes que o apoiava no senado.
“Depois da morte de César, o Império Romano foi abalado por quinze anos de guerra civil, nenhum de seus assassinos sobreviveu mais de três anos após sua morte, nenhum deles morreu de morte natural.
Cassius, o primeiro a apunhalá-lo, se matou com a mesma adaga que ele usou para apunhalar César; Brutus seguiu o destino de seu tio Cato e suicidou-se.
Pórtia, mulher de Brutus, perdeu a sanidade, depois de sua morte. Ela se matou engolindo um carvão em brasa.
Marco Antônio se apaixonou por Cleópatra. Suicidaram-se, quando Augustus, sucessor de César, tentou capturá-los.
O filho de César e Cleópatra foi assassinado, por ordem de Augustus.
Calpúrnia, terceira mulher de César, uma típica representante da aristocracia romana, última mulher legítima de César, foi a última a ver César ainda vivo. Nunca mais se casou.
César, o maior nome da história do poder político, foi morto pelo mesmo poder que ajudou a construir, poder grande demais para um único homem se sustentar, grande demais até para um ditador como Caio Július Caesar.
Fontes:
Filme “Július Caesar”, de Uli Edel.
Filme “A lenda de um Guerreiro”, de Jacques Dorfmann.
Wikipedia.
Texto:
by Jânio
Jùlio César e o Império Romano
O Império Romano não possuia Reis, sempre que algum comandante tinha um grande exército nas mãos, tomava o poder, qualquer semelhança com a História do Brasil, não é mera coincidência.
Era preciso muito talento para administrar um império tão vasto, com a corda no pescoço. Assassinatos de imperadores era muito comum naqueles tempos.
O nome mais conhecido dessa época, citado em todos os textos da época, foi Július Caesar, ou Júlio César.
O ano era 82 a.c, na cidade de Roma. Silas tomara o poder, com a força de seu exército, eliminaria um a um as pessoas que representassem perigo.
Nesse cenário, surge a figura de César, sobrinho de Mário, inimigo que seria eliminado por Silas. A família da esposa de César também era contra o ditador Silas, por isso Silas pediu que se separasse de sua esposa em troca de seu perdão, César se recusou.
Quando Silas enviou Pompeu para assassiná-lo, Pompeu viu em César um futuro aliado, ajudando-o a escapar.
Júlio César se considerava especial, da casa de Júlio, portanto descendente dos Julianos que por sua vez eram descendentes de Enéas, Filho da deusa Vênus.
Após a morte de Silas, Pompeu restabeleceu o poder do Senado. Pompeu notou também o carisma de César junto ao povo, tornando-se um perigo na luta pelo poder.
Pompeu precisava de César, devido ao seu carisma com o povo, mas precisava também do Senado. Curiosamente, a carreira de César começou ao desafiar o Senado, terminou no mesmo Senado, com sua morte.
Devido à suas brigas com o Senado, César nunca tornou-se um Rei de Roma, mas foi muito mais que isso, seu nome ficaria registrado na história, mais conhecido que os próprios deuses de quem dizia ser descendente.
O problema de Roma se resumia no seguinte:
Roma era afetada em sua economia, toda vez que os piratas atacavam seus navios, interceptando suas mercadorias. O problema é que os piratas eram muito numerosos naquela época.
Para combatê-los, Roma precisaria de um grande exército, o problema é que toda vez que um comandante tinha um grande exército nas mãos, dava um golpe e tomava o poder do Senado, daí o motivo para que o Senado pensasse antes de liberar um grande exército.
César convenceu o Senado a liberar um grande exército para Pompeu, que já o havia defendido antes.
Pompeu recebeu um grande exército para combater os piratas e nomeou César Cônsul de Roma.
A filha de Caio Júlio César se apaixonou por Pompeu, apesar desse ter o dobro de sua idade, César pediu 50.000 homens pela mão de sua filha. César se achava o escolhido, mas precisava provar que merecia o poder, além disso, precisava de um exército.
Com os soldados recebidos, César iniciou uma série de conquistas por Roma, aumentando seu prestígio em Roma e junto aos soldados romanos.
César era um grande líder que estudava a fundo seus adversários, e os respeitava, por isso os vencia, além disso, era um típico soldado romano, muito disciplinado.
A união de Roma, promovida por César, anos mais tarde seria lembrado por Maquiavel. Além de Maquiavel, outros nomes conhecidos da história se inspiraram em César e em Roma para realizarem seus planos de conquistas, entre eles Hitler e Napoleão.
Apesar de Napoleão ter mais os pés no chão, além de incentivar a cultura, Hitler se revelou um louco demente. Não era para menos, com a mistura que fez, unindo ciência, política, ciências ocultas e outras ideologias ainda mais radicais.
Na Alemanha nazista, Ave César se tornaria Heil Hitler, onde um homem dominado pela sua loucura, mancharia para sempre a história, com o sangue de gente inocente.
Com a expansão de Roma, mais tarde o Cristianismo se espalharia pelo mundo, através de seu império. Tanto o cristianismo quanto a república se mantém até hoje, na civilização contemporânea.
Entre as famosas batalhas vencidas por César, está a sangrenta batalha contra os Celtas, onde dezenas de milhares de soldados Celtas foram mortos. César errou ao libertar um homem na Gália, por sua admiração à esse homem, César pagaria com mais uma guerra.
O homem tinha uma história muito parecida a de César, sua história foi contada num filme com Cristopher Lambert “A lenda de um Guerreiro”. Assim como César ele se achava muito ligado aos deuses, quando César lhe deu um cavalo, usou esse mesmo cavalo para mostrar seu poder diante de seu povo, na Gália.
O povo o aceitou como líder e, assim como os romanos, errou ao ouvir o povo, abandonando sua lógica.
Os soldados romanos não gostaram de ver o gaulês, com um cavalo romano, atacando o exército de Roma, por isso César teve que vencê-lo, por questão de honra, frente aos seus soldados.
Para vencê-lo, César construiu um cerco em volta dos muros da cidade, a idéia era matar o povo de fome, caso não se rendessem. Primeiro, os gauleses liberaram os cavalos, depois as mulheres e crianças, tudo no intuito de aguardar o reforço que chegaria em breve.
O reforço que chegaria em breve, era maior que o exército romano, isso interessava a Pompeu e ao Senado. Caso o exército de César fosse derrotado, evitaria que ele chegasse a Roma cheio de glórias e tomasse o poder. Foi durante essa batalha que césar ficou sabendo, através de sua segunda mulher, que sua filha Júlia morrera, junto ao filho, durante o parto.
A morte de sua filha, mulher de Pompeu, provocou duas reações diferentes nos dois comandantes, enquando Pompeu vagava todo o dia, desolado, próximo ao túmulo de Júlia, César descarregava toda sua dor, na batalha contra os gauleses.
O cerco da cidade de Alesia, ficou famoso na história. Os soldados Gauleses, empolgados com algumas vitórias, em embates contra os romanos, notando o temor que os romanos sentiam ao enfrentá-los, decidiram, contra a vontade de seu líder, enfrentar os romanos, antes que o reforço chegasse.
César disse a Marco Antônio, seu braço direito, essa é a diferença entre o exército romano e o exército gaulês, o romano tem um grande General.
César prendeu o líder Gaulês que se entregou para que César não matasse todos os soldados gauleses.
Com o fim da batalha, César enviou Marco Antônio para discursar no Senado, em seu nome.
Fim da primeira parte:
Continua:
Texto: By Jânio
Trinta anos de escândalos na política brasileira
O Brasil é um país riquíssimo, prova disso é que faz parte do G20, o que não significa força do Estado cujo anarquia não permite que isso ocorra. O G20 envolve as vinte maiores potências de interesse dos capitalistas, países de potencial econômico muito grande e que não impõe restrições burocráticas de modo a inviabilizar futuros investimentos.
Apesar do Brasil estar confortavelmente entre os vinte maiores interesses internacionais, sua estrutura é de um pais subdesenvolvido, sua incompetência para gerir projetos importantes ligados à educação, transporte, saúde, saneamento básico, segurança e criação de empregos, deixa os membros do G20 constrangidos, prova disso é a luta do Brasil pela tão sonhada cadeira permanente no conselho de segurânça da Onu.
É como se o setor público não tivesse o menor compromisso com a questão administrativa, onde o aumento de gastos é constante, a queda na produtividade é visível. Dessa forma, aumento de impostos que atingem os últimos recursos de sobrevivência dos cidadãos comuns, do setor privado, são uma afronta a dignidade humana, um convite a uma sub-classe informal, invisível ao estado, em comunidades abandonadas das favelas ou regiões distantes desse imenso pais chamado Brasil.
Ser rico, no Brasil, quase sempre implica em ser desonesto, já que o sistema é claramente escravagista. Chamar um empresário de rico, significa afrontá-lo, a grande maioria se sente extremamente constrangidos ao serem chamados de ricos.
A ambição é grande. Primeiro criam-se formas que facilitem a corrupção, leis que protejam os políticos, em seguida criam-se projetos e mais projetos, sem a menor competência para geri-los, afinal é dinheiro público, dinheiro fácil.
Há uma inversão clara de números onde oitenta por cento implicam em pagamentos de impostos, de alguns produtos, enquanto vinte por cento refletem o valor real do produto. As referências para tal desrespeito com as pessoas são os países ricos, são dos países ricos que vem a base de cálculo para os salários dos marajás brasileiros.
Enquanto uma dezena de políticos agem em seu próprio benefício, a grande amioria dos politicos não sabe sequer o que fazem ali, a única coisa que tem certeza é que seus salários deverá ser igual ao de seus companheiros. Eles pensam que o seu mal é menor, não sabem que uma pessoa que desvia um centavo daquelas que morrem nas portas dos hospitais, estão condenadas a apodrecer no inferno.
Não tenho a menor vocação para julgá-las, sei que para o Todo-Poderoso com poder absoluto, tudo é possível, inclusive os seu perdão, só a ele cabe o julgamento, mas alguém tem que dizer para onde vão os covardes; esse mundo não teria nenhum sentido, caso esses malditos políticos fossem todos para o céu.
Qualquer político que não sinta vergonha de ser político, que não assuma essa condição perante o seu eleitorado, não é digno de voto, nem de compaixão de seus eleitores, deve ser considerado um traidor do povo, o povo que não vê saída para sua vida a não ser uma vida marginalizada, prostituindo o corpo e a mente para conseguir sobreviver e não enlouquecer em seguida.
A Wikipedia é uma luz na razão de muitos países subdesenvolvidos que, como o Brasil, perderam completamente a noção do certo e errado, aplaudindo velhos políticos em palanques, sem saber que os mesmos estarão para sempre de mãos dadas com o sistema, seja ele militar ou civil, social ou democrático, capitalista ou comunista, sempre estarão do lado certo do lado errado.
A lista que vem a seguir, é um pedido da Wikipedia para que você abra seus olhos, o que significa o oposto do voto em branco. Devemos escolher entre dois candidatos, não com referência entre o honesto e o criminoso, mas de acordo com nossas informaçãos e a nossa consciência. Nós sabemos que, até o dia da eleição, todos os corruptos estarão com sua ficha limpa, vestidos em peles de cordeiro, é nesse momento que seu olhar e sua consciência devera recriminá-lo, mostrar a sua força e o poder de de su voto.
Em nossa cultura, apesar da falta de tradição, é possível identificar muitas famílias através de seus nomes, o corrupto brasileiro não só não acredita na punição perante a justiça, como não acredita na punição perante o povo, aí é o ponto fraco dele.
Podemos obter um raio-x de um político brasileiro, com uma simples pesquisa pela internet, em sites especializados em política ou com a ajuda da Wikipedia que é muito mais que um simples dicionário online, é uma enciclopédia de tudo o que se refere a conteúdo em forma de texto.
Há casos em que o povo pode ajudar a fiscalizar, outros, apenas a Polícia Federal tem os meios necessários e ainda há os casos tão sofisticados que nem a Polícia Federal tem conhecimento, nesses casos, só com denúncia mesmo.
De um modo geral, os crimes são os mesmos, desvio de verba de um setor para atender a outro, enriquecimento (há quem diga que toda forma de enrriquecimento, no Brasil, é ilícita, não há como enriquecer com as atuais taxas de impostos. Há também os investimentos em localidades distante do domicílio.
Veja a lista dos escândalos ao longo dos últimos 30 anos e faça uma pesquisa a respeito deles e dos envolvidos nessas corrupções.
Anos 70
Caso Wladimir Herzog (outubro de 1975) – Esse foi o primeiro dos casos de denúncia, após um período negro de ditadura, onde era proibido a cor vermelha, em roupas ou em qualquer tipo objeto. Provocou um grande escândalo, o início da abertura política, quando o regime militar apresentava a cara a tapa.
Caso Lutfalla
Caso Atalla
Caso Abdalla – Parecem até ter algo em comum, os três casos acima, eu me lembro das notícias pelo rádio, ainda havia medo nas denúncias.
Cassações dos Parlamentares no Governo Geisel (1975-1977)
Caso Manuel Fiel Filho (janeiro de 1976)
Primeiro Caso Econômico (Ministro Ângelo Calmon de Sá acusado de passar um gigantesco cheque sem fundos)
Lei Falcão (1976)
Pacote de Abril (1977)
Grandes Mordomias dos Ministros no Governo Geisel
Caso Halles
Caso BUC
Caso Eletrobrás
Caso Áurea
Caso UEB/Rio-Sul
Caso Lume
Caso Ipiranga
Caso Dow Química
Caso Nigeriano
Caso Tama
Caso Cobec
Caso Coscafé
Anos 80
Caso Capemi
Caso do Grupo Delfim
Caso Baumgarten
Escândalo da Mandioca
Escândalo da Proconsult
Escândalo das Polonetas
Escândalo do Instituto Nacional de Assistência Médica do INAMPS
Caso Coroa-Brastel
Escândalo das Jóias
Escândalo do Ministério das Comunicações (grande número de concessões de rádios e TVs para políticos aliados ou não ao Sarney. A concessão é em troca de cargos, votos ou apoio ao presidente)
CPI da Corrupção (1988)
Caso Chiarelli (Dossiê do Antônio Carlos Magalhães contra o senador Carlos Chiarelli ou “Dossiê Chiarelli”) (1988)
Caso Vale
Caso Imbraim Abi-Ackel
Escândalo da Administração de Orestes Quécia
Escândalo do Contrabando das Pedras Preciosas
Escândalo Rabo-de-Palha (Tentativa de fraude eleitoral montada pelo então Governador do Rio Grande do Norte, José Agripino Maia nas Eleições Municipais de 1985.)
Anos 90
Escândalo do INSS (ou Escândalo da Previdência Social)
Escândalo do BCCI (ou caso Sérgio Corrêa da Costa)
Escândalo da Ceme (Central de Medicamentos)
Escândalo da LBA
Caso Georgina de Freitas
Esquema PP
Esquema PC (Caso Collor)
Escândalo da Eletronorte
Escândalo do FGTS
Escândalo da Ação Social
Escândalo do BC
Escândalo da Merenda
Escândalo das Estatais
Escândalo das Comunicações
Escândalo da Vasp
Escândalo da Aeronáutica
Escândalo do Fundo de Participação
Escândalo do BB
Centro Federal de Inteligência (Criação da CFI, primeira Medida Provisória do governo Itamar Franco para combater corrupção em todas as esferas do governo federal) (1992)
Caso Edmundo Pinto (1992)
Escândalo do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) (ou caso Inocêncio Oliveira)
Escândalo da IBF (Indústria Brasileira de Formulários)
Escândalo do INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Previdência Social)
Caso Nilo Coelho
Caso Eliseu Resende
Caso Queiroz Galvão (em Pernambuco)
Escândalo da Telemig (Minas Gerais)
Jogo do Bicho (ou Caso Castor de Andrade) (no Rio de Janeiro)
Caso Ney Maranhão
Escândalo do Paubrasil (Paubrasil Engenharia e Montagens)
Escândalo da Administração de Roberto Requião
Escândalo da Cruz Vermelha Brasileira
Caso José Carlos da Rocha Lima
Escândalo da Colac (no Rio Grande do Sul)
Escândalo da Fundação Padre Francisco de Assis Castro Monteiro (em Ibicuitinga, Ceará)
Escândalo da Administração de Antônio Carlos Magalhães (Bahia)
Escândalo da Administração de Jaime Campos (Mato Grosso)
Escândalo da Administração de Roberto Requião (Paraná)
Escândalo da Administração de Ottomar Pinto (em Roraima)
Escândalo da Sudene de Pernambuco
Escândalo da Prefeitura de Natal (no Rio Grande do Norte)
CPI do Detran (em Santa Catarina)
Caso Restaurante Gulliver (tentativa do governador Ronaldo Cunha Lima matar o governador antecessor Tarcísio Burity, por causa das denúncias de Irregularidades na Sudene de Paraíba)
CPI do Pó (em Paraíba)
Escândalo da Estacom (em Tocantins)
Escândalo do Orçamento da União (ou Escândalo dos Anões do Orçamento ou CPI do Orçamento)
Compra e Venda dos Mandatos dos Deputados do PSD
CPI da TV Jovem Pan (investigações sobre a compra da emissora que deve ao governo federal) (também conhecido como Caso TV Jovem Pan)
Caso Rubens Ricupero (também conhecido como “Escândalo das Parabólicas”).
Escândalo do Banco Econômico (ou Segundo Caso Econômico)
Escândalo do Sivam (Primeira grave crise do governo FHC)
Escândalo da Pasta Rosa
Escândalo da CONAN
Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)[1]
Escândalo da Administração de Paulo Maluf (na cidade de São Paulo)
Escândalo do BNDES (verbas para socorrerem ex-estatais privatizadas)
Caso PC Farias
Escândalo da Compra de Votos Para Emenda da Reeleição
Escândalo da Previdência
Escândalo da Administração do PT (primeira denúncia contra o Partido dos Trabalhadores desde a fundação em 1980, feito pelo militante do partido Paulo de Tarso Venceslau)
Escândalo dos Precatórios
Escândalo do Banestado
Escândalo da Encol
Escândalo da Mesbla
Escândalo do Banespa
Escândalo dos Medicamentos (grande número de denúncias de remédios falsificados ou que não curaram pacientes)
Escândalo da Desvalorização do Real
Escândalo dos Fiscais de São Paulo (ou Máfia dos Fiscais)
Escândalo da Mappin
Escândalo do Banco Marka (ou Caso Salvatore Cacciola)
Dossiê Cayman (ou Escândalo do Dossiê Cayman ou Escândalo do Dossiê Caribe)
Escândalo dos Grampos Contra FHC e Aliados
Escândalo do Judiciário (ou CPI do Judiciário)
Escândalo dos Bancos
CPI do Narcotráfico
CPI do Crime Organizado
Escândalo da Banda Podre (no Rio de Janeiro)
Quebra do Monopólio do Petróleo (criação da ANP)
Escândalo da Transbrasil
Escândalo da Pane DDD do Sistema Telefônico Privatizado (o “Caladão”)
Escândalo dos Desvios de Verbas do TRT-SP (Caso Nicolau dos Santos Neto, o “Lalau”)
Escândalo da Administração da Roseana Sarney (no Maranhão, 1995-2002)
Corrupção na Prefeitura de São Paulo (ou Caso Celso Pitta, 1997-2000)
Escândalo da Sudam
Escândalo da Sudene
Escândalo do Banpará
Escândalo da Administração de Mão Santa (no Piauí, 1999-2001)
Acidentes Ambientais da Petrobrás
Abuso de Medidas Provisórias (5.491)
Escândalo do Abafamento das CPIs no Governo do FHC
Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo FHC
CPI do Banestado
Escândalo do Proer
Caso Marka/FonteCindam
Escândalo Ganhe Já (Escândalo fiscal ocorrido no 2o Governo de José Agripino Maia1991-1994.)
Quebras do BANDERN e do BDRN (Quebras e má-gestão de bancos estatais do Rio Grande do Norte ocorridas no 2o Governo de José Agripino Maia1991-1994.)
Década de 2000
Caso Luís Estêvão
Escândalo da Quebra do Sitio do Painel do Senado (envolvendo os presidentes do Senado, Antônio Carlos Magalhães e Jader Barbalho)
Escândalos no Cerrado em 2001 [carece de fontes?]
Caso Toquinho do PT
Caso Celso Daniel
Caso Lunus (ou Caso Roseana Sarney)
Operação Anaconda
Caso José Eduardo Dutra
Escândalo do Propinoduto
Escândalo do Valerioduto
CPI da Pirataria
Escândalo dos Bingos(ou Caso Waldomiro Diniz)
Caso Luiz Augusto Candiota
Caso Cássio Caseb
Caso Kroll
Escândalo dos Vampiros
Irregularidades na Bolsa-Família
Escândalo dos Correios – Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
Escândalo do IRB
Escândalo da Novadata
Escândalo da Usina de Itaipu ou Operação Castores
Escândalo das Furnas
Escândalo do Mensalão
Escândalo do Leão & Leão
Escândalo da Secom
Escândalo do Brasil Telecom (Também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
Escândalo da CPEM
Mensalão Tucano
Escândalo dos Dólares na Cueca
Escândalo do Banco Santos
Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
Escândalo dos Fundos de Pensão
Escândalo dos Grampos na Abin
Escândalo do Foro de São Paulo
Escândalo do Mensalinho
Caso Toninho Barcelona
Doação de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin)
Escândalo da Nossa Caixa
Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
Escândalo das Cartilhas do PT
Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
Escândalo das Sanguessugas (Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
Operação Confraria
Operação Dominó
Operação Saúva
Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
Escândalo do Dossiê
Escândalo da Renascer em Cristo
Operação Testamento
CPI da Ampla
CPI da Crise Aérea (Senado Federal e Câmara dos Deputados)
Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão)
Operação Octopus
Operação Navalha
Operação Carranca
Operação Xeque-Mate
Operação Moeda Verde
Caso Renan Calheiros
Escândalo das Concessões (Concessões de Emissoras de Rádio e TV no Caso Renan Calheiros}
Operação Sétimo Céu
Operação Hurricane II (também conhecida Operação Furacão II)
Caso Joaquim Roriz
Operação Babilônia
Operação Firula
Escândalo do Corinthians (ou caso MSI)
Caso de Fraudes em Exames da OAB
Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras)
Caso Cássio Cunha Lima (em Paraíba)
Operação Nove
CPI da Pedofilia
Escândalo dos cartões corporativos
Escândalo da Bancoop
Esquema de desvio de verbas no BNDES
Máfia das CNH’s (Fraudes no DETRAN de São Paulo)
Caso Álvaro Lins, no Rio de Janeiro
Operação Satiagraha Prisão de Daniel Dantas
Dossiê Revista VEJA
Crise Ética da Imprensa Potiguar (Atingiu seu auge nas eleições municipais de 2008)
Operação Selo
Operação Deja Vu
Escândalo das passagens aéreas
Escândalo dos atos secretos
Escândalo dos falsos currículos de Dilma e Mercadante
Escândalo da Receita Federal – Lina Vieira
Censura ao jornal O Estado de São Paulo
Escândalo do BNDES – Paulinho da Força Sindical
Escândalo do conselho do FAT
Escândalo da compra de caças franceses Rafale
Escândalo José Sarney – Compra de apartamentos por empreiteira
Escândalo do filho de Lula – Gamecorp
Escândalo da venda da Brasil Telecom
Escândalo dos Fundos de Pensão – Luiz Gushiken
Escândalo da Petrobras – Refinarias
Escândalo da Petrobras – ONGs
Escândalo da Petrobras – patrocínio de festas juninas
Escândalo do financiamento do MST
Escândalo do INCRA
Escândalo dos gastos dos jogos Panamericanos Rio
Escândalo da ferrovia Norte-Sul
Escândalo da falência da VARIG
Escândalo da VARILOG e Dilma Roussef
Escândalo do Dossiê da Casa Civil – Dilma Roussef
Escândalo das obras do PAC
Escândalo da expropriação de ativos da Petrobras na Bolívia
Escândalo do “Apagão Aéreo”
Escândalo das licitações da INFRAERO
Escândalo dos Correios
Escândalo do IPEA – desestruturação e politização do órgão
Escândalo da IURD – Igreja Universal do Reino de Deus
Escândalo da pane do Speedy – Banda Larga de Internet
Escândalo da SECOM – gastos de publicidade do governo federal
Escândalo da gasolina batizada
desestruturação das agências reguladoras
CPI da Coelce
CPI da Enersul
CPI da Conta de Luz
CPI das ONGs
Escândalo da privatização das rodovias federais
Gripe Suína e os dados oficiais
Escândalo do trem bala Rio – São Paulo – TAV
Operação Boi Barrica
Escândalo da Fundação José Sarney
Vereadores de Cornelio Procopio Utilizam diarias falsas
Datas Desconhecidos (1964-1994)
Escândalos do Regime Militar e pré-era FHC/Lula, a serem ainda analisados e datados aqui:
Ferrovia do Aço
Transamazônica
Projeto Jaíba
Projeto Carajás
Serra do Navio
Doação de terras amazônicas a multinacionais
Projeto Jari
Hidrelétrica de Balbina
Usinas nucleares em Angra – Projeto Nuclebrás
Reserva do Mercado de Informática
Esquema ACM-Globo-NEC
Esquema Globo-Grupo Time Life (1965 ou 1968?)
Hidrelétrica de Tucuruí
Projeto Alcan-Alcoa no Maranhão.
Fonte da lista – Wikipedia
Texto – By Jânio
Eu não acredito em teoria da conspiração
Mortes misteriosas de celebridades
Até o amor tem limites
O amor não tem idade. Era muito comum um homem mais velho se apaixonar por uma mulher mais jovem, já que o homem detinha o poder, fama e dinheiro.
Com as conquistas da mulher, a história se inverteu, é o homem mais jovem o mais interessado na fama, sucesso e dinheiro da mulher. Apesar dos problemas de falsidade da grande maioria, há casos de amor também, aquele onde há respeito, família, enfim, uma convivência harmoniosa.
Acontece muito, por insegurança, as pessoas procurarem um cantinho seguro, financeiramente falando, é claro.
Há também o complexo de Èdipo/Jocasta, onde há o menino desamparado, de um lado, e uma mãe superprotetora do outro. A mãe no sentido figurado, o meninão também; algumas vezes o meninão é mais velho que a mãe protetora.
O mito de Jocasta, aliás, já foi mostrado em novela das oito e tudo. Vera Fisher fazia a mãe incestuosa, enquanto Felipe Camargo fazia o filho que mata o pai, para ficar com a mãe.
Fora das telas, os dois atores acabaram se “apaixonando de verdade”, resultado: uma relação muito mais conturbada que na novela, felizmente, não houve mortes, apenas hematomas e cortes de faca, acompanhado de overdoses, nada que a lei Maria da Penha não resolva.
Um homem me disse, outro dia: “Eu não me apaixonaria por uma mulher mais nova, principalmente porque eu já sou casado, as meninas até tentam, mas eu fico pensando, essas meninas tem a idade de meus filhos, amanhã ou depois pode acontecer uma tragédia incestuosa de a gente cruzar o caminho da própria filha, isso não ficaria bem.”
O incesto é muito bonito nas histórias fictícias e lendas, mas na vida real é um trauma, aliás, toda relação forçada, onde um dos dois passa dos limites, torna-se um a relação nauseante.
A máxima, vem de um humorista brasileiro famoso:
O Jovem se apaixonara por uma mulher bem mais velha que ele, a mulher tinha uma filha, muito bonita por sinal.
O jovem não via nenhum problema, afinal tinha muito mais maturidade que aparentava. Era religioso, sério, responsável, acabou por se casar com a mulher.
Depois de algum tempo, o jovem perdeu sua mãe, seu pai ficou, portanto, viúvo.
Acontece que seu pai se apaixonou pela jovem enteada de seu filho, filha de uma mulher bem mais velha. Depois de algum tempo, seu pai se casou com a enteada de sua mulher, se tornando genro de seu filho.
Seu filho suportou a história, por algum tempo, mas terminou por suicidar-se, quando descobriu que tornara-se avô de si próprio, já que passou a ser enteado da filha de sua mulher.
Essa história é uma simples piada, mas mostra o quão pode ser complexo o tema de diferança de idade, e os riscos que isso pode acarretar. A mulher pode suportar tudo, por amor, já o homem …
Contudo há casos sutis de amores, onde passam totalmente despercebidos, tamanha a simplicidade do casal.
By Jânio
Noticiários internacionais já admitem mais de cem mil mortos na tragédia do Haiti
A América central é considerada o paraíso do turismo, todos os paises são muito visitados, apesar dos furacões que nascem na região. Todos os países da região são muito conhecidos pelos turistas: Jamaica, Cuba, Haiti e todos os outros países da região.
A beleza natural da região contrasta com os sistemas políticos, dominados por interesses internos e externos. Um exemplo disso é o Haiti, outrora o país mais rico das américas, hoje é o mais pobre, tentando se recuperar, depois da tragédia do último terremoto.
Durante sua longa história, desde a chegada de Colombo às Américas. O Haiti passou por dominações Francesas, espanholas e americanas.
Apesar de ser um povo guerreiro e forte, formado em sua maioria por descendentes de africanos, conseguiram abolir a escravatura cem anos antes da abolição no Brasil, em 1.794.
Do final do século XIX ao começo do século XX, dezesseis dos vinte governantes foram mortos ou depostos.
Em 1.957 teve início a ditadura sangrenta de Françóis Duvalier, Papa Doc, governando até 1.971. Durante esse período, o ditador cometeu muitos assassinatos e instaurou o terror, como forma de inibir quem se opusesse a ele.
Com a sua morte em 1971, assumiu seu filho Jean-claude Duvalier, conhecido como Baby Doc, pressionado por manifestações populares, o filho do ditador Papa Doc não resistiu e fugiu com a família para a França.
O Haiti viveu sempre assim, entre os interesses externos e internos, até 1.990, quando foi eleito o padre Jean-Bertrand Aristide, seu governo durou apenas um ano, quando foi deposto por um golpe militar. O General Raul Cedras assumiu o poder, iniciando assim uma sanção econômica dos Estados Unidos, um jeito moderno de ditar as regras.
Aristide voltou ao poder, com a ajuda dos americanos, em 1.994, assumindo um país totalmente desestruturado. Em 2.004, sob suspeita de crimes políticos e fraudes, Aristide foi deposto e exilado na África do Sul. O Brasil passou a comandar a força de paz, mantendo o país longe de guerrilhas e ataques terroristas, desde então.
Em 2.003, o país sediou os Jogos Panamericanos de São Domingos, o s Jogos transcorreram sem nenhum incidente, mesmo assim, suspeitas de fraude obrigaram o Presidente Aristide a renunciar.
O terremoto de Janeiro de 2.010, foi o mais duro golpe sofrido pelo Haiti, dessa vez foi a natureza se mostrou instável. O Haiti fica sobre uma falha geológica, onde foi o epicentro do terremoto.
A tragédia exigiu que os países agissem rápido, o socorro as vítimas precisa ser feito imediatamente. O objetivo é resgatar o máximo de pessoas que possam estar sob os escombros ou correndo risco de vida. o grande problema agora, é a falta de estrutura do país mais pobre das Américas, para lidar com uma catástrofe como essa, onde nem as notícias conseguem ser veiculadas, apesar de toda a tecnologia moderna, só a internet se salvou.
Todos os países se mobilizaram na esperança de criar uma logística suficiente desembarcar e transportar dodos os medicamentos, voluntários, alimentos e outros produtos necessários à sobrevivência dos afetados pelo terremoto.
By Jânio
Precisamos de pessoas inteligentes
Eu selecionei vários artigos, sobre física, para ler. Antes de publicar qualquer matéria relacionada a esses artigos, gostaria de expor a minha primeira versão da física, ou seja, uma visão de quem não conhece nada, de quem não leu nada sobre física.
Eu nunca gostei de decorar fórmulas, sempre achei isso uma forma de professores, sem aptidão, mostrarem serviço. Fazer cálculos é uma coisa terrível, quando não se tem uma boa motivação.
A idéia de isolar uma máteria, uma área, identificando a genialidade das pessoas, sempre pareceu-me perigoso. Na minha visão, todas as áreas deveriam trabalhar juntas, obtendo respostas mais rapidamente, evitando muitos perigos de uma mente genial.
Ser inteligente é diferente de ser um gênio. Albert Einstein era um gênio, nunca foi inteligente.
Se Albert Einstein fosse inteligente, ele poderia, por exemplo, perceber que estava sendo manipulado, que suas fórmulas culminariam na criação da bomba atômica. O exército americano reuniu os maiores gênios da física, separando-os, cada um em um local diferente.
Havia uma pessoa encarregada de coordenar os trabalhos de todos esses gênios; esse trabalho foi considerado secreto, até o dia em que foi criado, finalmente, a bomba. O choque, para esses cientistas vaidosos, foi muito grande: “O que foi que nós criamos!”, teria dito um dos cientistas, ao saber da criação e da destruição, provocados pela bomba atômica.
Leonardo da Vinci foi um homem que viveu muito antes dessa época, mas era um homem extremamente inteligente, apesar de afirmarem que ele era um gênio. Notem a diferença: Um hoemem inteligente, domina várias áres diferentes, apesar de estar longe do limite do cèrebro, enquanto um gênio é insuperável, traça o limite da capacidade do cérebro de um homem, mas só domina uma área, e é através dessa área que ele fica conhecido.
Os grandes gênios da antiguidade eram, na verdade, muito inteligentes, afinal, só a inteligência poderia explicar como um matemático dominaria áreas tão diferentes como a Filosofia ou a Oratória.
É muito fácil para uma pessoa doutorada em Letras, se apresentar como escritor, filósofo, poeta, etc., mas, para um matemático, dominar essa área, seria muito difícil. Um matemático se daria melhor em física, química, engenharia, ou alguma área parecida.
Quando perguntei para uma pessoa, ligada à física, se a célula possuía átomos, uma perguntinha básica, para qualquer aspirante à espertinho, em fase de adolescência, que deseja se auto-afirmar, essa pessoa se assustou. Ela desconversou dizendo que a biologia não tinha nada a ver com a física.
Eu fiz questão de lembrá-la do fato de um gênio, como Albert Einstein, ser um dos responsáveis pelas fórmulas que levariam a uma revolução da Física, culminando com a criação da bomba atômica.
Há muito tempo, já se conhecia o poder destrutivo da química, enquanto a física era uma inocente ciência. Com a revolução da física, liderada pelo gênio, nada inteligente, Albert Einstein, a física mostrou ao mundo, uma parte da natureza que não deveria ser manipulada.
Foi irônico, para o homem que disse: “Estudando o fenômeno do big ben pretendo saber, exatamenente, o que Deus estava pensando, quando criou o Universo”. Ele descobriu como destruir.
O menino rebelde, expulso da escola, que nunca se adaptou ao ensino regular, se transformar no grande gênio da Física.
O homem é obcecado pelo progresso, pelas descobertas; mesmo não sabendo cuidar de si próprio, de não entender os problemas do Planeta Terra. Procura, pretensiosamente, descobrir os segredos do Universo.
O bebê de proveta, o clone, parecem mais uma satisfação médio burguesa do que uma real nescessidade. Uma pessoa sensata, adotaria um dos milhares de órfãos ou abandonados em orfanatos.
Agora, o homem pretende salvar o planeta, controlando toda a natureza da Terra, mas, até hoje, apesar das clonagens e fecundação in vitro, não consegue sequer entender a natureza e a biologia de uma formiga.
Seus inventos e robôs desajeitados, são de dar dó. Se você olhar para um desses robôs, supostamente, sofisticados, depois olhar para uma formiga, se for sensível, chorará com tamanha pequenêz, do homem, não dá formiga.
Se, ao invés de clonar uma ovelha, o homem conseguisse produzir um átomo de oxigênio, estaríamos salvos, mas nem isso conseguimos.
Se já sabemos que há hidrogênio no espaço, só precisamos do oxigênio para criar a molécula básica da vida, a água.
By Jânio
Versão brasileira – morre Herbert Richers
Para ser bem sincero com vocês, eu me lembro mais do dublador que falava a famosa frase, “versão brasileira Herbert Richers”, do que do produtor, citado na frase.
Durante o final da década de 70 e durante toda a década de oitenta, Richers foi quase que exclusividade, em termos de dublagem no Brasil, mas eu só o conhecia de nome.
Hoje, com a morte dele, foi inevitável que eu desse uma passadinha na Wikipedia, para pesquisar esse nome que parece tão familiar, mas no fundo é tão estranho.
Herbert Richers, segundo a Wikipedia, foi amigo de Walt Disney, conheceu seus estúdios e trouxe sua experiência dos estúdios disney. Muitos produtores brasileiros torciam o nariz para as suas dublagens, muitas vezes, o que incomodava mesmo era o sucesso de Ric0hers.
A empresa Hebert Richers tem como seu maior mérito, a capacidade de escolher as melhores vozes. Para Herbert Richers, não bastava ter uma boa voz, uma boa dublagem, a voz tinha que ter personalidade, tanto que até hoje, quando ouvimos uma voz, nos lembramos de determinado ator.
Os melhores dubladores foram descobertos pela Herbert Richers, hoje responsável por cerca de 70% do mercado de dublagem no Brasil, além de ter o maior estúdio da América Latina.
Eu vou continuar me lembrando mais do dublador, quase perfeito que diz: “Versão brasileira, Herpert Richers”, mas o produtor cinematográfico e empresário tem muita história, paralela a TV e ao Cinema brasileiro.
Herbert Richers nasceu em Araraquara, em São Paulo, em 11 de março de 1923, morreu hoje, 20 de Novembro de 2009. Dublava tudo: Filmes, novelas, desenhos, seriados, etc. sempre com o mesmo padrão de qualidade: “versão brasileira, Herbert Richers.”
A voz é do locutor Ricardo Mariano, voz inesquecível, escolhida a dedo, como totos os dublês que Herbert Richers tinha, para ser o seu alter ego: “Versão brasileira, Herbert Richers.”
Vaya con Dios amigo, hasta la vista, como se dizia em alguns de seus tantos seriados.
By Jânio
Ascensão e queda do império inca

Todas as pessoas que conhecem a China, com suas diversas línguas e dialetos, costumes e tradições, ficam maravilhados com as riquezas culturais propiciadas por suas tradições, entretanto, não é preciso ir tão longe para se maravilhar com tantos conhecimentos históricos e curiosidades da natureza humana.
Um bom exemplo disso, fica na América do Sul, nas ruínas do outrora majestoso Império Inca. Os números reunidos por pesquisadores a respeito desse povo, que viveu entre 1.200 e 1.553 depois de cristo, mostram como uma Nação pode evoluir tão rapidamente, desenvolver tanto, acumulando em tão pouco tempo tantos conecimentos.

Evidentemente que se pensarmos bem, chegaremos a conclusão de já existir uma cultura razoável na região, afinal, um grande Estado não consegue se desenvolver, se não houver bases tornando isso possível. Daí, cocluímos já haver muita cultura e respeito, na região onde nasceria o grande Império Inca, apesar dos conflitos havidos ali, antes de seu nascimento.
Estudos iniciados em 2.004, mostram ter havito ali uma civilização vançada em cerca de 3.000 anos antes de Cristo. O que mostra toda a sabedoria de Sócrates a respeito da natureza humana – “´Só sei que nada sei” – qundo mais se aprende, mais se descobre a respeito de nossa própria pequenez.

Levanta uma dúvida, também, sobre a certeza de ser a Ásia os colonizadores da Europa. Eu sempre defendi uma tese de o homem só poder pensar em sima de uma estrutura de pensamento completa, não consegue pensar dentro do hipotético. Surgindo, daí, muitos pensamentos confusos. Sócrates quem o diga.
Nessa região falava-se cerca de 8O línguas diferentes, a mais falada, no tentanto, era quichua a língua escolhida para ser a língua oficial do império, até por ser também a mais falada.
A vastidão do império pode ser notada com uma breve análise do mapa, onde pode se sentir a grandiosidade desse povo. O Império Inca se estendia pelo Equador, Colômbia, Argentina e Chile, mas eram Peru e Bolívia os países onde, em toda a totalidade de seus territórios, estava localizada parte do império.
Por volta de 1.800 a.c essa civilização extremamente avançada deixou a região do Norte do Peru, sepalhando sua cultura por boa parte da América do Sul, dando origem, muito tempo depois ao grande Império Inca.
A civilização inca se destaca, entre tantas outras técnicas e criações, pela suas estradas e irrigação, uma mostra de milhares de anos de evolução, totalmente isolada do resto do mundo.
Quando a Civilização Inca, finalmente atingia seu apogeu, por volta do século quinze, graças a genialidade de seus governos que pregava um sistema de vida se lutas, sem fome e feliz, do outro lado do mundo, o homem vivia em sua mania de expasão, egoísmo e busca de novos teriitórios. No choque dessas duas vertentes evolucionistas, as consequências trágicas mostram o que a sabedoria popular está cansada de repetir. É mais f´cil destruir do que construir, matar a dar a luz, assim terminando com tudo.
Pachacuti, um dos mais brilhantes e poderosos homens da cultura inca, era também um grande diplomata, antes de invadir um território, enviava um mensageiro, com as protostas de se juntar ao império, mantendo o controle local, e tendo em troca educação, passando a se tornar parte da nobreza do império.
Essas téticas lembram muito a Cézar, do império romano, mostrando a evolução do homem de duas formas, dos dois lados do mundo.
Em troca de se aderirem ao império, os povos pagavam impostos, recebiam toda a tecnologia do império, como os eficientes sistemas postais, onde os mensageiros, chasquis, transportavam mensagens em uma forma de escrita, onde uma pequena cortina feita de pequenas cordas, ou barbantes, onde os nós significavam a mensagem.
Os postos postais se localizavam de 20 em 20 km, propiciando um tráfego de informação muito eficiente. Durante um único dia, uma mensagem poderia percorrer centenas de quilômetros, cento e vinte cinco milhas, por esse sistema, útil também para se enviar mensagens oficiais.
Além do eficiente serviço postal, outro sistema muito eficiente, eram as estradas. Eram milhares de quilômetros de estradas, percorrendo todo a vastidão do império.
Por essas estradas, eram transportados, principalmente, alimentos, além de serem úteis para as guerras.
No auge de seu império, os incas chegaram a atingir toda a região andina, cerca de 3,000 km.
O imperador Manco Capac, ou Manku Qhapaq, foi o primeiro imperador do império inca, Tawantinsuyu em quíchua, o último foi Atahualpa, assassinado pelos espanhóis, de pois de pagar toneladas em tesouros pelo seu resgate.
Em seu lugar foi nomeado um imperador fantoche.
Na religião politeísta dos incas, eram contruídos templos, em forma de pirãmides, dedicados ao deus Sol. A semelhança, aqui, em relação à civilização egípcia é clara, a diferença é que, enquanto os faraós egípcios eram o próprio deus, e eram enterrados nas pirâmides, na civilização inca, o imperador era divinizado, acreditavam numa força superior, mas as pirãmides eram templos e não túmulos, mesmo assim a cultura egípcia é muito parecida.
O fato dos incas terem o calendário de trinta dias, poderia se explicar o fato de Matuzalem, famoso personagem bíblico ter morrido com mais de 900 anos, poderia ser um erro na tradução, como nós sabemos a tradição cristã exige fidelidade na escrita, o que foi estendido para a tradução dos textos também.
Cada mês tinha o seu festiva, na cultura inca, onde Janeiro, significava pequena colheita, até dezembro, festival magnífico.
Os incas adoravam os deuses e ofereciam safrifícios humanos, mas os escolhidos se sentiam honrados pois só as corretas eram escolhidas, mulheres belas ou crianças. Eles acreditavam em reencarnação e mumificavão seus mortos.
O imperador era chamado de “O Inca”, daí surgiu a espressão civilização inca.
A escrita feita através de um cordão, onde eram amarrados outros, onde ficavam os nós. Cada cordão poderia significar unidade ou dezena.
Atahualpa, o último imperador inca, viveu num momento conturbado, numa guerra ciil contra seu próprio irmão, em disputa da vaga de imperador deixada por seu pai.
Foi nesse cenário, com o país abalado pelas guerras, imperador enlouquecido que surgiu Francisco Pizarro, com seu exército de espanhóis.
Os incas praticavam o escambo, mas, com a chegada dos espanhós, coneceram o valor do ouro, das doenças européias. Com a mote do imperador por Pizarro, o império entrou em decadência.
O império abalado pela guerra civil, a invasão dos espanhois, provocando infração, ganância pelo ouro, andes desconhecida pelos incas, e o descontentamento do povo, gerado fome, falta de alimento e crueldade dos invasores, provocou a ruína da civilização inca.
Assim, numa região onde tão montanhosa, onde um homem comum tem dificuldade sequer de sobreviver, os incas criaram um sistema de agricultura quase perfeito, numa altitude de zero a seis mil metros, as plantações eram as mais variadas.
O império acabou, mais os povos sobreviveram, sem organização ou tradição de culturas, coisa que dificilmente será recuperado.
Definitivamente, o império inca, com dez milhões de habitantes, tinha muito a ver com o império egípcio.
Principal fonte: Wikipedia
by Jânio
A maldição do faraó tutankhamon

A história e a lenda
As lendas sobre a maldição que envolvem o Faraó Tutankhamon são extraordinárias. O faraó foi encontrado durante uma exploração arqueológica, em 22 de novembro de 1.922, junto com ele, muito ouro e jóias que ficaram com o homem que financiou a expedição.
O Conde de Carnarvon financiou toda a expedição, não se conteve, foi um dos primeiros a ter contato com as relíquias encontrada na tumba do faraó, foi também a primeira vítima da suposta maldição.
Foram treze mortos, apenas na equipe de Howard Carter, Arqueólogo que descobriu a tumba, sem falar as outras tantas pessoas que também tiveram contato com a múmia de Tutankhamon e também acabaram mortas, em menos de sete anos.
Curiosamente, após todas essas mortes, vários estudos foram feitos, nenhuma pessoa mais morreu. Eu diria que se fosse alguma composição química, só uma composição química para durar tanto tempo, coisa que os egípcios se mostraram conhecedores como ninguém, só fez efeito nos primeiros momentos de contato com essa vítimas fatais.
Os egípcios eram cheios de segredos, mas também havia muito respeito pelos mortos. Em suas tumbas, que permaneceram por tantos séculos invioladas, haviam armadilhas e escritos em hieróglifos, o que aterrorizava até mesmo os mais céticos.
Na tumba de Tutankhamon, haviam palavras que caracterizavam uma maldição: “A morte abaterá com suas asas quem perturbar o sono do faraó”, entre outras citações. A irmâ do Conde afirma que ouvia o conde balbuciar, em seu leito de morte: “Já entendi seu chamado … eu o seguirei”.
Veja a lista de alguns mortos:
1 – O Conde de Carnarvon – O homem que financiou a expedição, em abril de 1.923.
2 – O Arqueólogo americano Arthur Mace, convidado de Carter a participar das descobertas, morreu abruptamente, sem causa aprarente.
3 – George Jay-Gould – Outro milionário que esteve na tumba a convite de Carnavon, antes de morrer apresentava sinais de febre também.
4 – Archibald Douglas Reed – examinou a múmia e efetuou os primeiros e principais registros. Também morreu com sintomas febre.
5 – Richard Bethell – secretário de Carter morreu em 1.929, apesar de nunca ter tido problemas sérios de saúde.
6 – Lady Almina – Viúva de Carnarvon, morreu também com sintomas febre em 1.929.
Apesar dos escritos na tumba, o que deixou os menos céticos tementes de forças sobrenaturais, foi o fato de as mortes terem ocorrido apenas com proximidade das descobertas arqueológicas, leva a crer que havia algumam coisa na tumba.
Certamente que não era maldição, mas é um segredo que nunca foi desvendado, mesmo com as novas tecnologias.
Sobrenatural ou não, esse fato só nos mostra o quanto o mundo perdeu com destruição dos vestígios da civilização dos faraós, sua ciência, sua arquitetura, enfim, sua cultura de um modo geral.
Os Egípcios antigos tinham, ao lado dos hebreus, gregos e romanos, a posse das maiores descobertas e estudos que o mundo teve conhecimento, a diferença é que, no caso dos egípcios, só os nobres, sacerdotes e pessoas ligadas a essas, tinham acesso a essas tecnologias.
A cultura egípcia era tão extraordinária, que ainda hoje pouca explicação se tem sobre sua ciência e seus monumentos. Até a poucos séculos atrás, a pirâmide de Quélps ainda era a maior construção do mundo, só perdendo esse posto com a construção da torre Eiffel.
Tutankhamon morreu ainda jovem, com cerca de dezoito anos, de morte misteriosa, numa época muito conflituosa no Egito, na luta pelo poder.
O faraó morreu em 1.346 ac, sem nenhum vestígio de doença, por um acidente em sua carruagem, depois de ter governado o egito por um curto período de tempo, de 1.333 a 1.323.
Seus sucessores, provavelmente seus algozes, também não tiveram muita sorte e ficaram pouco tempo no poder.
Leia mais:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tutancamon
By Jânio.
Maquiavel – O criador da política moderna.

pensador maldito
Eu cresci ouvindo uma história, relacionada a uma visão preconceituosa a respeito de Nicolau Maquiavel, ou Niccoló di Bernardo dei Machiavelli, criador do moderno pensamento político.
Em minha infância, a palavra maquiavélico soava como diabólico, algo que é manipulado com segundas intensões, planejado com com interesse, nem sempre satisfatório para a sociedade.
Pesquisando na Wikipédia, encontrei um personagem histórico obstinado, poLêmico e sonhador, em busca da unificação da Itália. A unificação da Itália, aliás, foi o único propósico observado, nitidamente, por mim, à primeira vista.
Esta não foi a primeira, nem será a última análise que deverei fazer a respeito desse obstinado pensador renascentista, cuja maior ambição era ver seu país unificado.
Sua história começou e terminou onde todos os renascentistas se concentraram, na velha Florença, de 1469 – 1527. Até seus últimos dias de vida, quando foi convidado a escrever a história de Florença, por quem dedicou toda a sua vida.
Maquiavel viveu toda a sua vida como um grande pensador; como todo grande pensador, estava muito além das aparências.
Sua habilidade de escrever sobre a política, não com aparências, mas a realidade nua e crua, irritou muita gente, como ficou comprovado em suas obras literárias, onde se destaca “O Principe”.
Maquiavel possuia uma forma muito peculiar de ver a política, e a vida, acima de tudo. Sua grande qualidade era, justamente, essa capacidade de ir muito além do que se estava acostumado a chegar, o pensamento da época.
Maquiavel procurava sempre ver o outro lado da moeda, analisar seus adversários, como bom diplomata que era, secretário da segunda Chancelaria, um grande idealista. Muitos críticos de sua obra questionam sua capacidade crítica, pelo fato dele acreditar na origem clássica de Roma, além do fato dele escrever baseado em experiências reais.
A grande verdade é que Nicolau maquiavel nunca se acomodou em nenhum dos lados, criticava a própria República.
No período do Renascimento, a Penínsua Itálica era muito conturbada, muito dividida. O Ducado de Milão, República de Veneza, República de Florença, Reino de Nápolis e os Estados Pontifícios, além dos estados formados por mercenários, conhecidos como condotiere.
Todos esses Estados da Península viviam em conflitos, permeados por interesses, sujeitos a invasões de interesses europeus, disputados entre a França e Espanha.
Esse era um cenário perfeito para nascer o mestre das articulações políticas, que assustou tanto seus aliados, quanto seus adversários, tamanha habilidade de resolver interesses conflituosos.
Depois da execução e excomunhão de Girolamo Savonarola, pregador muito influente que cometeu o erro de criticar os Padres e o Papa, além de todos que seguiam uma tendência de exaltação pagã, contrária a ala religiosa. Em seu lugar, como secretário de Chancelaria, foi chamado Maquiavel que ali permaneceu por catorze anos, sempre entre a cruz e a espada, mas fiel a seu ideal, muito além das tendências da época.
Sua principal idéia, e a que mais assustava tendência da sociedade reinante, era a de que o Estado deveria ser independente da religião, o que o levou a ser taxado de ateu.
Sob domínio da França, Florença era sempre pressionada por seu aliado a atender as exigências dos Rei da França, o que exigia a habilidae de maquiavel, enormemente, frente aos outros estados, aliados da Espanha.
Para não deixar que a Itália caisse em mãos estrangeiras, o Papa se aliou a espanha, por outro lado os Florentinos, aliados da França, não queriam desagradar ao Papa.
Maquiavel foi enviado para a missão de explicar, ao Imperador Francês, sua situação, aí, foi o Papa, aliado da Espanha que ameaçou excomungar os florentinos. Maquiavel foi então enviado a negociar o afastamento de uma reunião em Pisa, território florentino, para evitar encrenca com o Papa.
Mesmo após tudo isso, o Papa, aliado da Espanha, se aliou a Aragão contra França, como Florença não quis apoiá-lo, já que era aliada da França, que a havia ajudado muito tempo, assim a cidade foi invadida e os Médici reassumiram o governo de Florença.
Maquiavel que outrora vivera sob o Governo dos Médici, foi acusado de anti-Médici, ficou preso 22 dias, foi torturado sob suspeita de ser adepto dos defensores da República.
Depois que saiu da prisão, viveu isolado, inativo. Foi quando escreveu suas principais obras, entre elas, O Principe, onde narra a uma história baseada em sua idéia de unificação da Itália, inspirada em fatos reais.
Suas obras chegaram a ser proibidas, acusado de ateu.
Sua idéia, mal interpretada, de que o ser humano tem uma natureza má, só fazendo a coisa certa quando forçado a isso, chocava as pessoas. Na realidade ele queria dizer que as pessoas não mudavam sua natureza, através dos tempos.
Outra idéia, mal interpretada, de que o estado deveria agir de acordo com a situação do momento e não de acordo com o que era certo, surgindo daí o expressão errada “os fins justificam os meios”. Como pensador político que era, Maquiavel queria dizer que o homem vive de acordo com seu conhecimento histórico, surgindo daí suas conclusões, com o tempo o que é certo passa a ter um outro ponto de vista, outra ética.
Não é o que é certo o que conta, é o que é melhor naquele momento, naquela época.
No Século XVI, pelo menos quatrocentas obras mal interpretadas são atribuídas a Maquiavel, relacionando sua obra a maldade e interpretação errônea.
Maquiavel é citado em obras de Willian Shakespeare, Jean-Jacques Rousseau, para o bem ou para o mal, ele é sempre citado.
Rosseau cita: “… é o que Maquiavel fez ver com evidência. Fingindo dar lições aos reis, deu-as, e grandes, aos povos.”
A visão de Maquiavel como Nacionalista surgiu no século XIX, quando a Itália e Alemanha fragmentadas em tendências nacionalistas internas, em plena guerra Napolônica.
Sua crença de que a natureza do homem não muda, leva a conclusão de que se o homem não se ater a fatos históricos, estará fadado a cometer sempre os mesmos erros.
Além de romper com a idéia de estado e religião governando juntos, Maquiavel é visto como um pensador político que vivenciou tudo na prática, o que vai além de uma simples teoria, todos os fatos são baseados em experiências reais.
Repare a força dessa frase: “Mesmo as leis mais bem ordenadas são impotentes diante dos costumes”.
WIKIPEDIA – Como consequência acha inútil imaginar Estados utópicos, visto que nunca antes postos em prática e prefere pensar no real. Sem querer com isso dizer que os seres humanos ajam sempre de forma má, pois isso causaria o fim da sociedade, baseada em um acordo entre os cidadãos. Ele quer dizer que o governante não pode esperar o melhor dos homens ou que estes ajam segundo o que se espera deles.
By: Jânio.
Principal fonte: Wikipedia
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