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O processo da memória inconsciente

instinto básico

memória inconsciente

Todo o processo mental, em animais racionais e irracionais, é muito complexo. Há muitos elementos que o compõe e o mais estudado, sem sombra de dúvidas, é a memória.

O homem já conseguiu criar artificialmente a memória, no princípio esse processo era muito rudimentar, mas adquiriu qualidade e capacidade, possibilitanto ao homem simular fórmulas complexas artificialmente, antes mesmo de testá-las.

A memória, natural e artificial, tem como principais funções adquirir, armazenar e recuperar informações para possíveis estudos e análise. Essas funções são fundamentais para acelerar o processo de aprendizado do homem.

A memória pode ser classificada, segundo psiquiatras, psicólogos e neurologistas, em declarativa e não-declarativa. Na memória declarativa, são armazenadas nomes, fatos, acontecimentos, etc. Essa parte da memória armazena dados fáceis de serem adquiridos, fáceis de serem esquecidos também.

Na memória não-declarativa, implicitas, inclui-se procedimentos como andar de bicicleta, dirigir. Nesse tipo de memória, as informações demoram mais tempo para serem desenvolvidas, mas são muito mais duradouras.

Décadas atrás, a memória não-declarativa era também chamada de involuntária, inconsciente, sendo a primeira informação adquirida, a respiração. A respiração é a primeira ação involuntária que o ser humano adquire, quando nasce.

Com o passar dos anos, a memória declarativa ou consciente, fica mais fraca, nomes e datas começam a se perder. A memória não-declarativa, responsável pelos movimentos e outras habilidades, base de nossa sobrevivência, continua a funcionar perfeitamente, desde que a pessoa tenha saúde, naturalmente.

É por isso que a maioria dos estudiosos e cientistas insistem no método inconsciente de aprendizado, e não são só eles, os orientais desenvolvem seus próprios métodos, através dos quais pretendem aumentar os movimentos de seus alunos, trabalhando a inconsciência, o reflexo.

Alguns professores insistiam no aprendizado inconsciente, como aprender inglês dormindo.

Note que não se trata, aqui, de aprender a falar, trata-se, sim, de um simples processo de tradução, adaptação a uma nova língua, mesmo assim, é um processo involuntário a ser trabalhado.

Quando você estiver assistindo a um filme, em inglês, e dormir, não lamente, você acaba de passar por uma aula grátis e inconsciente.

Conscientemente as pessoas encontram inúmeros obstáculos, inclusive comportamental, no aprendizado. Por isso a necessidade de se desenvolver novos métodos que tornem esse processo mais inconsciente, mais preciso.

Aprender línguas pode até parecer um processo consciente, mas não é. Note que uma pessoa aprende a andar, antes de aprender a falar.

No fim da vida, excluindo as doenças, a fala também será a última informação a se apagar de nossa memória.

Quando alguém disser que gosta de cantar no banheiro, acredite, ela está desenvolvendo uma habilidade de maneira inconsciente.

A zona cega da memória

By Jânio

abril 1, 2011 Posted by | Ciências | , , , , , , , , , , | 14 Comentários

Curiosidades de animais engraçados

coruja estranha

coruja ou borboleta

Alguns animais realmente passam dos limites, no quesito bizarro.

Quando criança, por exemplo, eu me lembro que eu não tinha nenhum medo de cascavéis ou jararacas, onças jaguatiricas e outros animais, o único animal que me deixava “invocado” era a minhoca.

O meu avô tinha uma técnica especial, de origem indígena, onde encostando um pedaço de galho em formato de gancho, tirava todo o equilíbrio da cobra, justamente no momento de seu bote. O gancho deveria ficar próximo a sua cabeça, mas deslizando o galho de árvore, em forma de forquilha, pelo corpo da cascavel, podíamos ver perfeitamente o desequilíbrio da cobra.

Eu nunca confiei muito nos tais galhos, depois que descobri o ponto fraco da cobra, não pensava duas vezes em pegá-la com as próprias mãos, como tarzã fazia nos filmes, só que nessa época  eu nem conhecia o famoso personagem.

Por outro lado, a tal da minhoca me provocava um verdadeiro pânico, o pânico começou na primeira vez em que eu cortei uma minhoca ao meio, achando que era uma pequena cobra. Acontece que os pedaços da minhoca sairam ambos pulando, cada um para um lado diferente.

Não acreditei no que via, dei mais dois golpes na bendita “cobrinha”, dessa vez ela se transformou em quatro, cada um correndo em uma direção diferente, isso ultrapassava  qualquer lógica infantil.

Hoje, eu sei que os impulsos elétricos, ou nervosos, vindos do cérebro, provocavam o reflexo da minhoca. Quando se corta um pedaço, o reflexo continua, de modo que cada pedaço cortado continuará com o reflexo original.

Isso pode ser notado na galinha, quando lhe cortamos a cabeça para cozinhar.

Mais tarde, descobri que  os animais, para se protegerem se mantinham próximos aos ambientes de sua cor. Por exemplo: animais verdes, em áreas verdes; animais vermelhos, ficam próximos a flores e vegetações vermelhas e assim por diante. Dizem que é instinto, sempre uma forma de se explicar o inexplicável.

Depois de pensar um pouco, cheguei a conclusão de que os animais, ao longo de milhões anos, viveram naturalmente, animais mais próximos aos ambientes de sua cor sobreviveram, como se o ambiente os completassem; calce uma bota preta e verá a atração que exercerá nas aranhas. Depois de milhôes de anos, seria natural que seu pequeno cérebro chegasse a uma conclusão sobre a melhor forma de sobreviver; mesmo que isso não acontecesse, seria natural que o gosto pelas cores dos ambientes determinassem sua sobrevivência.

O camaleão sente na pele o valor das cores, para cada ambiente, ele muda de cor; pode ser verde, se a vegetação é verde ou mudar de acordo com o ambiente.

Pela maneira que os animais se comportam, fica bem claro que eles tem a sua própria lógica de milhões de anos de existência.

A maneira que os peixes respiram pela pele, parece inacreditável. Minha família até proibia, mas os testes nas pequenas “lesmas” perdidas nas hortas, colocando sal em sua pele, era inevitável, até os pequenos sapos desavisados sofriam com as artes das crianças.

A coruja, dormindo com um olho aberto, pode até inspirar os grandes vigilantes noturnos, imitá-las é impossível.

Uma borboleta virada de cabeça para baixo, com a aparência de uma coruja, supostamente para a sua proteção, deve ser isso mesmo, afinal, esses animais vivem em grupo, suas idéias não são isoladas.

Dizem que a as aves de rapina, como a águia, conseguem ver uma cobra a centenas de metros de altura, mesmo estando a cobra entre a vegetação. O curioso é que essa mesma águia mergulha num vôo mortal, imaginando ser a cobra uma simples minhoca, quando descobre seu erro já é tarde, para escapar da cobra, bate com as asas tirando seu equilíbrio, além de bater desesperadamente com suas patas cheias de ferrões, pior para a cobra, não tem a menor chance.

Os idosos, com reumatismo nos ossos, conseguem fazer uma previsão de chuva melhor que qualquer satélite. O reumatismo aumenta a sensibilidade dos ossos, isso faz com que uma pequena brisa seja sentida com maior intensidade por esses doentes.

Alguns animais nem precisam de reumatismo para sentir essa brisa, saber quando o tempo está para chuva, ou na proximidade do verão, no caso das andorinhas.

Consideradas as sociedades mais organizadas do reino animal, as abelhas surpreendem por sua alquimia avançadíssima, não escondem a fórmula, mas o ser humano ainda não conseguiu chegar nem perto, apesar de toda a sua tecnologia. Eu conheço parte do segredo, mas é melhor nem falar…

Alberto Santos Dumont deve ter reparado a beleza do vôo de um Urubu, deve ter sentido essa experiência em seus primeiros vôos.

O homem aprendeu a controlar alguns desses animais, tirando vantagens, mas nunca conseguiu dominá-los. Fica claro que a nossa natureza é diferente, é muito mais dinâmica e muito menos inteligente, dizem até que nossas mudanças são artificiais, talvez não sejamos, afinal, tão inteligentes ou somos inteligentes demais e fazemos tudo sem pensar.

Segundo as previsões nada animadoras dos cientistas, os  seres vivos considerados os mais asquerosos, são aqueles com mais chances de sobrevivência. È o caso da barata, bactérias e outros animaizinhos que conseguem viver sob a terra.

Em caso de aquecimento global, resfriamento ou ambos, esses animaizinhos deverão iniciar uma longa jornada para dentro da terra, sobrevivendo em túneis sem fim e sobrevivendo de acordo com as condições e quantidade de alimentos disponíveis, ficando a antropofagia apenas na imaginação de minha mente perturbada rsrsrs

By Jânio

fevereiro 17, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , | 6 Comentários

   

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