Satélites de guerra
USA-193, também conhecido como NRO launch 21 (NROL-21 ou simplesmente L-21), era um satélite militar americano de espionagem, lançado em 14 de dezembro de 2.006. foi o primeiro lançamento realizado pela Launch Alliance Unit de proprieda do National Recognize Oficce (Escritório Nacional de Reconhecimento – NRO).
O satélite apresentou problemas, logo após o seu lançamento e foi destruído, 14 meses depois, em 21 de fevereiro de 2.008, por um míssil de 9,5 milhões de dólares, SM-3, disparado do navio de guerra USS Lake Erie, ancorado a oeste do Havaí. O fato despertou a desconfiança crescente entre os EUA e a China, e foi visto por alguns como parte de uma corrida espacial mais ampla, envolvendo os EUA, China e Rússia.
O USA-193 era parte da NRO Future Imagery Architecture, que iniciou em 1997 para produzir uma frota de satélites de reconhecimento de baixo custo, mas tornou-se o mais espetacular fracasso da agência.
USA-193 foi inicialmente desenvolvido pela Boeing, que ganhou o contrato em 1.999, Lockheed Martin, com proposta inovadoras para electro-óticas e radar. Depois de alguns problemas, a NRO enviou o contrato para a Lockheed, que construiu o USA-193, em torno do projeto de radar da Boeng.
Depois de um lançamento bem sucedido, o satélite perdeu contato com a estação de controle e começou a sair de órbita, sendo observado com surpresa por anônimos. Teve de ser destruído depois.
Relatórios da Federal Emergency Management Agency (FEMA) indicaram que o satélite continha materiais perigosos a base de hidrazina e berílio, embora houvesse alguma especulação de que o satélite pudesse ter poder nuclear, ou seja, um gerador termoelétrico de radioisótopos, relatórios da FEMA indicaram o contrário.
Em 29 de janeiro de 2.008, o Associated Press publicou um artigo sobre a Força aérea dos EUA, dizendo que os planos de contingência haviam mantido partes intactas do satélite para poder voltar à área norte-americana.
As especulações foram desde os EUA destruirem o satélite para não cair em mãos de inimigos, até a possibilidade de uma catástrofe, caso caísse na Terra. Além disso, ainda se comentou que o satélite fosse uma resposta aos testes chineses de mísseis.
Não foi a primeira vez que os americanos destruiram um satélite, mas esse foi sem dúvida o mais escandaloso.
Fonte: Wikipedia
Operação Payback
EUA declaram guerra monetária à UE
O futuro chefe do Banco da Inglaterra, Mark Cartney, declarou que os bancos centrais deveriam estar preparados para tomar medidas agressivas para ajudar as economias nacionais a acelerar, relata o jornal “The Guardian”.
Os bancos tem “uma considerável flexibilidade” que supõe “o uso de medidas não convencionais”, disse Mark Cartney, no Forum Econômico Mundial, em Davos (suíça), referindo-se à possibilidade de uma desvalorização das moedas nacionais.
A crescente influência dos governos sobre os bancos centrais, significa uma politização da taxa de câmbio, advertiu anteriormente o chefe do Deutsche Bundesbank alemão, Jens Weidmann. Este fenômeno pode implicar outras ameaças a nível global, segundo alguns especialistas do setor.
“Desde os anos 2.007-2.008, quem está deliberadamente enfraquecendo a sua moeda nacional, em relação ao euro, é o EUA. A Europa até agora não respondeu com desvalorizações do euro, o que caracterizaria uma guerra monetária”. Assegura o presidente da Fundação de Pesquisas Sociais e Políticas (FISYP), Júlio César Gambina.
“Cada desvalorização significa uma deterioração da capacidade de compra dos trabalhadores no mercado interno. Desvalorizações, portanto, tem como beneficiários os principais exportadores, geralmente transnacionais privadas e, eventualmente, o Estado. E os grandes perdedores são a maioria da população de baixa renda”, diz Gambina.
Fonte: RT-TV
Comentário: Essa questão de desvalorização de moedas, política de taxa de câmbio, etc., é polêmica, cada um tem a sua própria opinião. É inevitável que outros elementos da economia sejam alterados, e nós brasileiros já sofremos muito com isso no passado.
Naquela época, eu me lembro que os críticos mais especializados lembravam que o Brasil é um país auto-sustentável e que a preocupação demasiada com exportação era um grande erro. Segundo eles, o país deveria, sim, direcionar os seus esforços para o que tem de melhor, ou seja, ao invés de tentar inutilmente competir com os calçados da China, seria muito melhor industrializar o setor de algodão, agregando valor às nossas matérias-primas, esse era apenas um pequeno exemplo de politica econômica sensata.
Felizmente vivemos uma situação bem diferente agora, a mudança de socialismo de direita para o socialismo de esquerda, inverteu esse processo. Apesar do PT estar querendo seguir os passos do PSDB, aliando-se aos empresários de comunicação e banqueiros, sua formação é de esquerda, sua natureza socialista é imutável.
É uma pena que não haja justiça no Brasil, pois se houvesse, todos os corruptos do governo seriam presos. Eles não tem natureza corporativista, como o Palocci que, ao invés de lavar o dinheiro, enriqueceu ilicitamente – alguém já viu o Sílvio Santos ou o Roberto Marinho na lista dos homens mais ricos do mundo?
O que acontece nos países ricos está bem claro, os EUA estão devendo para seus próprios banqueiros, se quebrarem, levam seus bancos junto. Entretanto, um país depende do sistema bancário, depende dessa máfia, por isso eles controlam os governos e impõe suas próprias políticas.
A Argentina chegou a quebrar e, da mesma forma como quebrou, conseguiu se recuperar. Talvez seja por isso que os banqueiros internacionais não gostam das políticas econômicas argentinas. O governo argentino costuma prevalecer sobre o corporativismo.
Os EUA cedem, a Europa não.
A Europa não é tão revolucionária como a Argentina, mas sabe que as situações econômicas de cada país são distintas, sabe que se tirar uma pedra desse jogo, vai desmoronar toda a economia do euro, por isso não está interferindo.
A Inglaterra mantém-se, graças a sua aliança com os EUA, mas enquanto esses dançam na corda bamba, os rebeldes iranianos, Sírios, Coreanos, etc., começam a se organizar, tem o apoio da China e Rússia.
O Brasil que sempre esteve em cima do muro, nunca teve um muro tão alto em torno de seu império. O Brasil só quebra se empresários como Sílvio Santos continuarem com seus financiamentos bilionários fraudulentos.
By Jânio
Toda mulher sexy será demitida
Nos Estados Unidos, ser irresistível pode ser motivo para ser despedido, segundo o Supremo Tribunal de Iowa, formado apenas por homens.
O judiciário decidiu que um dentista agiu legalmente, ao demitir uma assistente que ele considerava atraente, argumentando que ele e sua esposa consideravam-na uma ameaça ao seu matrimônio.
Assim, com sete votos a favor e nenhum contra, o tribunal considerou que os patrões poderão demitir funcionários considerados irresistíveis, mesmo se tais funcionários não flertarem com eles e seus comportamentos forem considerados irrepreensíveis.
O advogado do dentista Fort Dodge, James Knight, disse que esta decisão, a primeira dessa natureza em Iowa, pode ser considerada uma vitória para os valores da família, e que a demissão de Melissa Nelson Cavaleiro para salvar o casamento, não foi apenas por ela ser mulher.
Segundo a mesma linha de argumentação, o juiz Edward Mansfield disse que essas demissões podem ser injustas mas, segundo ele, não é uma discriminação ilegal de acordo com as leis de Direitos Civis de Iowa, porque ela é motivada por sentimentos e emoções.
Entretanto, O advogado da mulher demitida, Paige Fiedler, acredita que o tribunal de Iowa, formado apenas por homens, não está considerando a discriminação que enfrentam diariamente as mulheres, em local de trabalho.
“Estes juízes enviaram uma mensagem para as mulheres de Iowa, onde eles dizem que não se pode culpar os homens por seus desejos sexuais e que as mulheres de Iowa são responsáveis por controlar os desejos de suas cabeças”, ele argumenta: “Se elas não controlarem, essas mulheres poderão ser demitidas por isso”, conclui.
Nelson, de 32 anos, trabalhava para Knight há dez anos, ele considerava ela uma funcionária exemplar. No entanto, nos últimos meses, o dentista começou a ficar distraído, notando que sua funcionária usava roupas cada vez mais apertada, sinal de que ela estava provocante demais, segundo documentos do tribunal.
Fonte: RT-TV
Comentário: É um absurdo, mas esse tipo de situação é muito mais comum do que se pensa. Por mais que os advogados se esforcem, a decisão sempre será tomada de acordo com a sociedade.
O que poderia ser considerado ético, na realidade é um jogo de interesses – ou será que os americanos acham ético os infernos fiscais e as guerras que eles promovem?
Por outro lado, as regras sociais são claras, ou quase: todos devem ser discretos em ambiente de trabalho, ou seja, teoricamente ninguém poderia trabalhar nú.
Uma mulher provocativa poderia estar revelando um problema de um casal covarde, que não tem coragem de admitir. Corre-se o risco, aqui, de prenderem as vítimas, deixando os tarados soltos.
Voltamos a eterna questão da educação e sociedade machista.
Não dá para dizer o que é certo ou errado numa sociedade assim, não eticamente. Eu continuo com a minha velha filosofia de que é preciso ter sensibilidade.
Sexo pode ser pecado dentro da igreja, na escola, depende do horário, mas nos bordeis, pecado é não fazer.
Assim caminha a sociedade.
By Jânio
Aluna é expulsa por usar vestido curto
China passa EUA em parceiros comerciais
A China assume o posto de país com o maior número de parceiros comerciais do mundo, título que pertenceu aos EUA durante os últimos cem anos. Especificamente falando, era Washington quem possuía mais parceiros.
Se antes da crise financeira global, os EUA era o parceiro comercial mais importante para 127 países, enquanto a china era o parceiro mais importante para 70 países, hoje essa situação se inverteu. Pequim está com 124 países, enquanto Washington é o parceiro mais importante para 76, segundo dados da agência de notícias Associated Press, que baseia sua análise em dados do Fundo Monetário Internacional – FMI.
A nível global, os EUA ainda tem o maior volume de comércio, já que comercializa com os países mais ricos, mas essa supremacia também poderá cair, já que o antigo G-7 já não tem boa perspectiva, segundo analistas da AP. Entre os anos de 2.000 e 2.008, o comércio internacional da China aumentou mais de quatro vezes, as exportações cresceram 474% e as importações, 403%.
O analista Francisco González Tejera opina que esta situação se deve ao fato de os EUA terem conduzido uma política de maneira desastrosa, forçando várias empresas a se instalarem em outros países, como a China.
Com a nefasta política americana com outros povos e até com sua própria população, está gerando uma grande desolação do povo americano e até mesmo o aumento progressivo da pobreza”. Disse o analista da RT-TV.
A crise financeira global a partir de 2.008, mostrou a capacidade de recuperação da economia chinesa. Pequim também sofreu, mas muito menos do que Washington ou qualquer economia da Europa. Apesar da depressão nos mercados ocidentais, as importações chinesas cresceram 73% desde 2.009 e as exportações cresceram 58%, principalmente através do comércio com os países em desenvolvimento.
Este ano, apesar da queda na demanda internacional, a economia chinesa voltou a mostrar sua tendência de crescimento. Segundo dados preliminares, as exportações aumentaram em pelo menos 7%, enquanto o Serviço Estatal de Estatísticas dos relatórios dos países informa que o volume de lucros líquidos das maiores empresas industriais aumentou 20,5%, em outubro, em relação ao ano passado.
Mas nem todos os prognósticos sobre o “milagre chinês” são igualmente otimistas. A agência americana de classificação de risco, Moody’s, por sua vez, mostra-se mais reservada. Segundo seus especialistas, entre os anos de 2.012 e 2.014 o crescimento da economia do país vai desacelerar e não passará de 7,5%. Eles advertem, ainda, que a partir de 2.015 a população ativa começará a diminuir. No entanto, outro pilar do setor de classificações de risco, a agência S & P, é mais positiva sobre isso, confirma a nota de solvência da China a nível “AA-/A-1″ e prevê que o o país voltará às taxas estáveis de crescimento, graças ao potencial que tem, baixo nível da dívida pública e de suas reservas.
Fonte: RT-TV
Política internacional dos fortes
O jogo do poder fica cada vez mais interessante, na medida em que você passa a entender o processo político. Há muitos interesses envolvidos e as decisões são baseadas nesses interesses.
Quando um país é posicionado no eixo do mal, todos os argumentos formulados são direcionados contra ele.
Não há como argumentar contra o poderio militar dos EUA, Rússia, China ou Inglaterra. Eu acredito que essas são as quatro principais peças do tabuleiro mundial, hoje.
Pelo menos na Alemanha, onde a palavra guerra se originou, o clima é de neutralidade. A Alemanha precisa dos países da Europa e nem pensa em cometer um terceiro erro, como cometeu na Primeira e Segunda Guerra Mundial.
A palavra apocalipse virou sinônimo de atômica, mostrando que o mal não tem gênero e que está no lado inverso da criação.
Durante a Segunda Grande Guerra, os banqueiros de Rothschild financiaram os dois lados do conflito, Inglaterra e Alemanha. Poderiam até ter conquistado o mundo, cinquenta anos antes da globalização de Bilderberg.
A participação dos EUA foi decisiva nos rumos que a guerra tomou, financiado por Rockefeller, outro magnata que aprendeu a ganhar dinheiro com a guerra.
O Brasil tinha tudo para estar ao lado da Alemanha, no eixo do mal, mas com um presente como a usina de Volta Redonda, não há ideologia que resista – fomos salvos pelo gongo, ou pela usina inteira.
Os EUA herdaram a política imperialista dos ingleses, a Inglaterra desistiu de explorar os pobres e passou a explorar os ricos, junto com a Alemanha.
Apesar de ter desistido da galinha dos ovos de ouro, Hong Kong, a Inglaterra não abre mão das Ilhas Malvinas, para desespero dos Argentinos. Durante a guerra das malvinas, por muito pouco eles não conseguiram o que queriam, envolver o Brasil na guerra, trazendo os EUA a tiracolo para invadir a Argentina e o Brasil ao mesmo tempo – seria uma jogada de mestre.
Hoje, o Brasil tornou-se uma peça fundamental para o desenvolvimento da China, fornecendo toda a matéria-prima de que os chineses precisam para o seu desenvolvimento, além dos alimentos que ajudam na estabilidade econômica.
A presença de bases militares americanas na América do Sul, incomoda uma parte dos países do hemisfério sul e agrada a outra parte. Estamos dominados pelos EUA e Inglaterra, em pontos estratégicos: Ilhas Malvinas, Colômbia, Cuba, etc.
No mundo inteiro é assim: O Paquistão tem uma cadeira permanente no conselho de segurança da ONU, em oposição a Índia, que naturalmente acabou se aproximando da Rússia e China; a América do Sul só tinha uma vaga, ficou com a Argentina.
Se a Argentina e o México são contra uma cadeira permanente no Conselho de segurança da ONU, para o Brasil, eu imagino que haja interesse econômico nisso. Talvez a Argentina tenha uma organização melhor que a nossa, de um modo geral, mas o México não.
O México é tão desigual quanto o Brasil e tem se tornado um grande problema, sob o ponto de vista dos americanos. O novo muro da vergonha foi a gota d’água, confirmando que não há argumentos contra a força militar.
Como podemos observar, há muitas maneiras de evitar que os países fiquem unidos, entre eles, a participação em alianças e organizações internacionais.
Essa nova tendência ao socialismo tem comprometido os negócios americanos, que sempre conseguiram contornar a situação unilateralmente mas, com a chegada da internet, chegou também o fim do império americano. Entretanto, as maiores empresas virtuais estão hospedadas em solo americano e, pelo menos por enquanto, o imperialismo virtual americano ainda está sob controle.
Caso a China compre algumas telefônicas no Ocidente, aí, o império enfrentaria instabilidade, mas teríamos outro problema maior, a censura do império chinês.
By Jânio
Qual é o preço de uma guerra mundial
Depois do holocausto veio o apocalipse
Revolucionários da terceira guerra mundial
Psicopata norueguês e o ódio de direita
EUA estão preparando o Armagedon
Os planos do pentágono para controlar o ciberespaço para neutralizar seus potenciais adversários pode causar um “tipo de Armagedon do futuro”, alerta a Kaspersky Lab, uma organização internacional com sede na Rússia, especializada e produtos de informática do setor de segurança.
O Pentágono anunciou investimentos milionários em um plano de operações que lhe possibilitem controlar o ciberespaço, em horas e lugares determinados, permitindo neutralizar o serviço, sistemas operativos e dispositivos de rede de seus adversários. O objetivo é compor um mapa interativo das deficiências nos sistemas de seus adversários e criar códigos que permitam destruir e debilitar os sistemas informáticos de seus inimigos.
Segundo Dmitri Bestuzhev isso poderia bagunçar todas as estruturas físicas de tecnologias mundiais que funcionam controlados pela informática. A única saída seria o controle do desenvolvimento de armas cibernéticas e de suas leis.
Fonte: RT-TV
Comentário: Ainda segundo a RT-TV, os Estados Unidos planejam uma ciberguerra com o objetivo de “degradar, atrapalhar, enganar”, pretendem ainda expandir ataques cibernéticos contra o Irã, apesar de já terem sidos descobertos.
Como eu já venho observando e comentando, o capitalismo não poderia ter um concorrente, simplesmente porque não haveria como manipular dois sistemas econômicos simultaneamente. Com isso, o capitalismo reinou absoluto até agora, com o seu fim, não teremos nenhuma alternativa para evitar o caos.
Ao contrário de países como o Brasil, países como EUA, Inglaterra e Alemanha, não tem tradição de servir a ninguém. Naturalmente que eles não pretentem passar fome, enquanto impérios como o Brasil continuam fechados só para suas pequenas máfias. Qual é a situação agora?
Ao Sul, a Inglaterra tem as suas bases nas Ilhas Malvinas, ao Norte, os EUA fingem controlar Cuba. Além dessas bases, os EUA ainda tem o controle da Colômbia e supostamente estaria controlando o Paraguai também.
Levando-se em conta que nossos políticos parecem um bando de p****, e que não hesitariam e vender o país, em troca de uma boa comissão, podemos imaginar o que nos espera.
A única região que poderia oferecer resistência, em caso de invasão, seria a Amazônia. Daí a importância de se controlar países como a Colômbia e a Venezuela.
A Venezuela já deixou bem claro que não vai ceder, a Argentina está se blindando e procurando independência, inclusive criando parcerias com a gigantesca economia chinesa. O Equador demonstrou a sua posição ao conceder asilo para Julian Assange.
A Bolívia é um país pequeno, mas mostra uma capacidade de resistência muito grande.
Eu não diria que o mundo mudou, apenas que estamos melhor informados, então, atacar os meios de comunicação é fundamental. Ora, apenas a internet oferece algum risco de mostrar a verdade, esse é um ponto chave a ser atacado.
No próximo capítulo sobre essa investigação, daremos sequência a este pensamento. O artigo será publicado no blog Buscando Mudanças.
By Jânio
A prisão do fundador do Megaupload
Revolucionários da terceira guerra mundial
Prisão do hacker mais famoso do mundo
EUA querem controlar a internet
Psicopata da chacina no templo comete suicidio
Wade Michael Page, autor do tiroteio em um templo sikh, em Wisconsin, EUA, que causou seis mortos e três feridos, no último domingo, suicidou-se com um tiro na cabeça.
Page foi o criador da Apaty End, uma banda de rock de ideologia racista que defendia a supremacia branca. Autoridades revistaram sua casa, onde encontraram revistas de armas e estão analisando ligações telefônicas, e-mails e um armazém alugado.
Fonte: RT-TV
Comentário: Essa chacina ocorreu poucos dias depois do massacre da pre-estreia de Batman, talvez por isso tenha chamado menos atenção. Além disso, as olimpíadas são o foco das mídias de massa agora.
Li muitas informações a respeito, sobre o fato do psicopata ser militar e ter atacado um templo de adeptos da tolerância, mas nada que justifique a carnificina, que tem se tornado frequente nos EUA. Para mim esse psicopata era neonazista, os antigos nazistas acreditavam que o suicídio indicava heroísmo.
Segundo uma pesquisa recente, a maioria dos americanos estariam com problemas mentais. Isso me deixou preocupado, afinal, se os americanos que tem uma vigilância sanitária rígida, estão assim, imaginem nós brasileiros.
Acontece que não é tão simples assim, as mega-corporações de lá, não dão a mínima para as leis.
Pelo menos esse psicopata não matou nenhum presidente, até porque, matar presidente da esquerda numa crise brava dessas, não traria muitas vantagens.
… E o pior é que essa doença já chegou aqui…
By Jânio
Califórnia aprova lei pró imigrantes
Senado da Califórnia apóia os imigrantes e aprova projeto “antiarizona”.
Verificar o status de todos os imigrantes detidos, parecem ser um desperdício de recursos e orçamento.
O Senado da Califórnia aprovou o projeto de lei Trust Acta, que visa a reformar o programa federal de comunidades de segurança, para ser aplicada apenas para aqueles que cometerem crimes graves no estado. O projeto foi apelidado de “antiArizona”, por referência à cláusula que prevê o status de imigração da lei controversa.
A Lei Trust foi elaborada pelo deputado democrata de São Francisco, Tom Ammiano. O político está seguro de que a lei federal que obriga a polícia local verificar o status de migração de todos os presos, acaba sendo um desperdício de recursos e orçamento. A iniciativa foi respaldada por 21 votos pró e 13 contra.
“O voto de hoje mostra à nação que a Califórnia não pode se dar ao luxo de ser outra Arizona. O projeto também limita as detenções locais e as deportações injustas e onerosas de membros da comunidade hispânica que não representam ameaça à segurança pública”, disse Amiano, depois da votação na sessão do Senado.
Comunidades seguras (S-Comm) começou em 2.008, sob a administração do ex-presidente George W Bush. Desde então, foram presas mais de 73.000 pessoas. Sete de cada dez deportados cometeram delitos leves ou não tinham nenhuma condenação.
Basicamente, o programa “Comunidades Seguras” obriga a polícia a enviar todas as pessoas detidas para o Serviço Automático de Migração e Alfândega (ICE), incluindo as vítimas de violência doméstica, fato que Ammiano acredita que “Mina a confiança na segurança pública.”
Ao aprovar o projeto de lei, a Califórnia se distingue não só da Arizona, mas também Alabama, Geórgia, Indiana, Carolina do Sul e Utah, que adotaram leis severas nos últimos dos anos, em uma tentativa de inibir os imigrantes ilegais de se estabelecerem em seus respectivos estados.
Comentário: Eu tenho acompanhado a implantação de leis anti-imigração, ou tentativa, nos estados americanos, inclusive nos estados acima. Em cada um desses estados houve polêmica, eu achava até que haviam mais estados nessa lista, o caso da Califórnia foi uma exceção.
Eu tenho acompanhado também o problema da crise da mão-de-obra – caso os latinos abandonem os EUA, haverá falta de trabalhadores.
Isso não está longe de acontecer, vários brasileiros sentiram na pele o efeito da crise, onde o restante do financiamento fica mais caro que o valor do imóvel que foi desvalorizado.
Esses golpes capitalistas sempre pegam as pessoas de surpresa, principalmente aqueles investidores que tem muito dinheiro para aplicar.
Eu também tenho alertado aqui no Brasil, para que as pessoas pensem muito antes de fazer investimentos de risco. Quanto maior o risco, menor deverá ser o prazo, além disso, o investidor tem de ter informações privilegiadas e seguras, o que nem sempre é fácil de se conseguir.
Se o especulador rico tem condições de chegar primeiro, então o investidor pobre será presa fácil.
No caso da bolha imobiliária que aconteceu nos EUA, demorou um pouco para provocar o estrago, mas as consequências foram terríveis, revelando muitos crimes financeiros.
A saída dos latinos provocou uma estagnação na imigração, ou seja, não houve aumento nos últimos dias. A consequência disso é que se a crise aumentar, e a crise nem começou, o problema deverá piorar muito.
Por outro lado, os mega capitalistas terão muitas hipotecas para negociar com os bancos, podendo comprar imóveis abandonados por até dez por cento do valor, talvez eles comprem os próprios bancos. Isso poderá inclusive atrair capitalistas estrangeiros, como foi o caso da compra de uma cidade americana por dois empresários vietnamitas.
Resumindo: A crise econômica poderá levar os EUA e a Europa a uma situação catastrófica, mas os investidores terão pleno controle do que eles mesmos tem provocado, ou seja, será a maior especulação da história, desde a Segunda Guerra Mundial.
Difícil é saber o que eles vão fazer com esses caixões que estão sendo espalhados pelo mundo todo.
Fonte: RT-TV
Empresários compram cidade americana
Comentários: By Jânio
Encontro de americanos e brasileiros
Os Estados Unidos não são tão diferentes do Brasil afinal de contas, não que isso seja bom, nessas alturas do campeonato.
Durante dezenas de anos, a economia americana exibiu um vigor incrível, uma situação invejável até mesmo para os americanos.
… E pensar que tudo começou com a Segunda Guerra Mundial, quando os americanos descobriram finalmente o segredo do sucesso dos ingleses, pior, descobriram que poderiam que fazer melhor… e nunca mais pararam…
Guerras do Vietnã, Coréia, Irã x Iraque, Israel x Palestina, Índia x Paquistão, Afeganistão, etc., não havia mais uma região onde não houvesse interesses. As Ilhas Malvinas por muito pouco não deixa o Brasil numa situação embaraçosa, já que estamos sempre em cima do muro – não que não houvessem brasileiros embarcando para lutar ao lado de los hermanos, a covardia fica por conta dos “Ps”.
Se é verdade que “quem planta chuva colhe tempestade”, quem faz a guerra, espera o quê? – Foi isso o que aconteceu.
A cada dia que passava, os americanos pareciam cada vez mais com os brasileiros – e olha que somos nós que copiamos eles.
Bolha na bolsa, especulação, contabilidade fraudulenta – a diferença para o Brasil é que os mafiosos de lá foram presos.
Enquanto o Brasil ameaçava globalizar a corrupção, com a ajuda de Ricardo Teixeira, Globo e o ex-sogro João Havelange, até o próprio presidente do FMI era acusado de estuprar uma mulher – não havia a menor dúvida, a direita estava muito diferente.
… ou esqueceram de avisar os mafiosos que a tecnologia inviabilizaria a corrupção, ou foram os corruptos que não conseguiram evitar o vício de praticar o crime, o certo é que a direita está mostrando um lado que ninguém conhecia e nem eles gostariam de mostrar.
A verdade imposta pela tecnologia virou o mundo dos poderosos pelo avesso, nada que eles fazem tem lógica. Fazer a guerra para trazer a paz, apoiar ditaduras e exterminar ex-aliados, assassinos de aluguel; globalizar a economia, facilitando o fluxo de capital especulativo, etc.
Os suicídios cada vez mais frequentes de soldados americanos em guerras que nunca acabam, mostram não só que esses soldados tem acesso às informações que os deixam frustrados, sem objetivos, mostram também como perderam o sentido da própria vida, perderam o sonho americano.
O suicídio do ex-corretor da Wall Street mostra um sinal dos novos tempos, ainda com uma diferença para o Brasil, o suicida acreditava na justiça americana – os ricos americanos ainda não se acostumaram com a miséria.
Há muita fofoca sobre ex-celebridades que estariam morando embaixo das pontes, algumas, naturalmente, são verdades – Nisso nós somos parecidos com os americanos, apesar de que, lá, eles são mais autônomos e independentes.
No Egito, parece que o velho mundo ainda tenta respirar, bem nos velhos moldes da democracia forjada onde um presidente é eleito para governar em cima de um sistema militar.
Aqui no Paraguai, os países rejeitam o golpe que não atende nenhum interesse imperialista. Há um discurso claro, condenando o golpe e o novo governante paraguaio.
Só se esquecem de fazer o mesmo discurso para a China.
Isso lembra a extrema direita de Adolf Hitler, onde havia um discurso dentro da Alemanha e outro discurso fora, para os aliados. Na realidade havia um discurso para cada nível hierárquico do poder.
Os caças que quebraram os vidros do prédio do STF não deixaram nenhum recado, mas bem que poderia ter sido, não é mesmo?
Quanto mais a direita brasileira insiste em investigar a esquerda, mais descobre que a esquerda está muito forte e que poderá descobrir ainda mais podre da direita. Isso não deixa a burguesia nem um pouco satisfeita.
… mas até algum brasileiro cometer suicídio, vai demorar um pouco ainda.
By Jânio
Cúpula de magnatas irrita ativistas nos EUA
Uma sociedade secreta, uma associação de interesses em comuns, um grupo de magnatas conspiradores e líderes mundiais. O que é isso? Quem são eles?
Aqui estão algumas perguntas elaboradas por ativistas e jornalistas que se reuniram em Marriott Westfields Hotel em Chantilly, Virgínia, que este anos serviu para sediar a cúpula anual do misterioso Clube de Biderberg.
Adam Kokesh, jornalista e ativista de movimentos de protestos, assinala que a atual situação não é um grupo de gente que diz: “Vamos conspirar para isto ou aquilo”. Trata-se unicamente da super elite mundial que se reúne para continuar e perpetuar seu poder.
O clube de bilderberg se reúne anualmente há quase sessenta anos a portas fechadas, em meio a um hermetismo total e sem informar aos meios de comunicação sobre seus debates e decisões.
Luke Rudkowski, fundador da WeAreChange, organização midiática independente que busca revelar as mentiras dos governos e corporações globais, assinala a respeito dos participantes do foro que “as vezes eles mentem, camuflam-se em mentiras. É muito significativo vê-los correndo ao ouvir as perguntas dos jornalistas sobre o que fazem aqui, sua reação já diz tudo.”
Sobre os temas que discutem os integrantes do encontro, sabe-se muito pouco. Assim, por exemplo, a reunião do ano passado gerou um mar de incógnitas sobre a realidade em que vivemos.
Alex jones, fundador da empresa midiática InfoWars, arrisca: “Elles tratam de pressionar o Banco Mundial para que resolva problemas que eles mesmos criaram. Pedem mais medidas policiais, como a identificação de dados pessoais na internet. “
A crise da Eurozona, o futuro da Grécia e a presidência dos EUA, são alguns dos principais temas que tratam os participantes do forum, em sua reunião deste ano. Outro entre os assuntos principais que estão no centro das atenções deste grupo é uma forte integração na zona do euro, com mais restrições a liberdade dos governos nacionais. No que se trata da importância destes temas, tudo está sob sigilo absoluto.
“As discussões de políticas internacionais permanecem sob sigilo, já que as decisões que tomam não seriam necessariamente apoiadas pelo povo”, aponta o jornalista Dan Dicks de Press for Truh TV, a respeito do sigilo dos participantes do forum.
Enquanto isso, Mateus Medina, Truth Exposed Radio, acredita que “um bom trabalho é aquele que está à vista”, acrescentando que “quando algo é feito em segredo, é o nosso trabalho torná-lo público. É por isso que estamos aqui para cobrir como jornalistas e, assim, expor o Clube Bilderberg “.
Por conta de todo esse mistério em relação ao Clube de Bilderberg, o encontro se tornou mais um espetáculo que uma reunião para solucionar os problemas reais do mundo.
Cristina Martin Jimenez, jornalista e autora do primeiro livro sobre este clube, assegura que o coletivo é capaz de gerar situações tão controvertidas como a atual crise financeira, simplesmete seguindo seus interesses e desejo de criar um governo e controle totais.
Historicamente, o Grupo Bilderberg foi aceito pelas pessoas como um grupo que decidia nosso futuro, entretanto, com os anos, cada vez menos pessoas acreditam no sentido responsável, divino, deste fórum.
“As pessoas de todo mundo estão despertando. Muitos entendem que os líderes do governo dos EUA estão sendo comprados de maneira criminosa por esse grupo”, aponta Alex Jones do InfoWars.
O mistério que cerca esse encontro está provocando maior indignação com o passar dos dias. Os ativistas que esperam diante das portas do quartel general deste batalhão de magnatas, não pedem para ser participantes da reunião, mas sim, ao menos demandam clareza a respeito do que ali se fala. Isto porque em cada um destes foruns é o futuro da grande maioria da população que está sobre a mesa.
Fonte: RT-TV
Menor cidade dos EUA é vendida
A menor cidade americana, Buford (Wyoming) foi leiloada pelo seu único habitante, que também era o dono da pequena cidade. Naturalmente, a cidade não aumentou muito, desde a sua compra, se antes a cidade tinha somente um morador, agora terá dois habitantes registrados.
Os novos proprietários e donos da cidade, não revelaram o que pretendem fazer com a cidade de Buford.
A cidade tem uma casa, uma pequena loja, posto de gasolina e uma estação de correio com seu próprio código – isso é que é infra-estrutura, tirando o correio, o resto eu poderia aproveitar rs.
Se os novos proprietários vietnamitas ainda não tem planos para Buford, pelo menos eles sabem que a pequena cidade está muito bem localizada. Buford liga Nova York e San Francisco, leste e oeste.
Como a logística é uma das qualidades do Oriente, e a China sabe muito bem do que eu estou falando, isso poderá dar uma ideia do futuro da cidade, inclusive seu próprio correio pode ser útil, afinal de contas – Na verdade o que faltava ao antigo dono era dinheiro.
A solitária cidade de Buford já chegou a ter uma população de cerca de 2.000 pessoas. A cidade surgiu justamente por causa da construção de ferrovias na década de 1.860 e, durante décadas, a maioria da população era composta por ferroviários e por suas famílias.
O único habitante de Buford, segundo o último Censo, Don Sammons, 61 anos, mudou-se para lá em 1980, dez anos depois, comprou todas as propriedades. Sozinho na cidade, não teve problemas para se tornar Prefeito.
Ao saber do interesse da venda, através de um site de leilão, os compradores vieram do Vietnan, abandonaram seu país imediatamente após a compra.
A licitação começou em US $ 100.000,00, e o preço final chegou a 900.000, depois de uma competição entre os empresários vietnamitas e alguns americanos.
“Em uma época em que as pessoas tem problemas até com o preço da gasolina, economia e empregos, Buford parece um lugar mágico no Centro-Oeste, onde a pessoa pode vir a viver e controlar tudo.” Disse a um jornal local, o diretor executivo da casa de leilões, Pam McKissick.
Comentário: Sensacionalismo a parte, essa notícia soa como ironia pura, servindo de metáfora para a decadência americana.
O preço nem era tão alto assim, mas dos cem mil dólares aos 900 mil, a crise pesou e mostrou que o velho orgulho americano vai morrendo, na medida em que o dinheiro acaba. Isso não é nada bom, e podemos comprovar isso aqui no Brasil, um país sem a menor consideração pelo seu povo, onde a burguesia virou anfitriã dos ex-ricos, celebridades, príncipes e princesas.
O que não faltam agora são conspirações, reais e virtuais.
Com o capitalismo arraigado aos sistemas políticos e com um fator ainda mais preocupante, a globalização nos países de primeiro mundo, os capitais fogem para o exterior como as águas dos rios para os oceanos.
Eu cheguei a me lembrar de uma época em que alguns ativistas do primeiro mundo ameaçaram comprar toda a Amazônia, para evitar o seu desmatamento. Eu até que não achei uma má ideia não.
A ideia é bem simples: Como as regiões da Amazônia são muito pobre, os ricos compram todas as propriedades, fazendo com que haja uma migração para longe da floresta. O problema é o preço.
Agora são os índios que descobriram o interesse dos estrangeiros, mas é muito difícil opinar sobre um assunto que eu não tenho conhecimento.
Fala sério: 900.000 dólares, prefeito de uma cidade. Mais 900 mil daria até para montar uma pequena indústria.
Não há dúvidas que ter dinheiro tem suas vantagens, mas eu não vou ficar sonhando os sonhos dos vietnamitas, muito menos pensar em como eles vão conseguir fazer o que nem um americano conseguiu, durante todos esses anos.
OBS: No Brasil, muita gente já comprou cidades inteiras há muito tempo.
Fonte: RT-TV
Comentário: By Jânio
A paz nas mãos dos senhores da guerra
Algumas coisas nunca mudam nesse mundo, alguns países continuam sempre os mesmos, enquanto outros nunca perdem seus hábitos.
Já faz muito tempo que a União Soviética não existe mais, mas a presença de Vladimir Putin, ex-chefe da KGB, polícia secreta soviética, no poder, causa-me calafrios. E saber que Mikhail Gorbachev anda meio sumido, não me acalma nem um pouco.
Conter os ímpetos de Putin, não tem sido fácil, sempre envolvido em polêmicas e suspeitas de corrupção.
Putin não gostou nada dos escudos anti-misseis que os americanos espalharam pela Europa, e viu nisso uma provocação. Acontece que essa situação é bem familiar desses dois países, EUA e Rússia.
Bom estrategista, em plena crise mundial, Putin começou a instalar estações de rádio-localização por todo país. O pior é que ele encontrou um bom motivo, os EUA negaram-se a garantir que os escudos anti-misseis não seriam dirigidos à Rússia.
Assim, as estações de rádio-localização supostamente serviriam de alerta para qualquer suposta situação de perigo.
Aqui do outro lado, a Argentina protesta contra a presença da Inglaterra nas Ilhas Malvinas. Acontece que a Grã-Bretanha parece querer transformar a Ilha em local de testes de suas forças armadas, inclusive com testes com armas nucleares.
Eu, pessoalmente, acho que quem deveria estar preocupado, deveria ser o Brasil, mas o Brasil não está interessado em exercer seu poder de sexta maior economia do mundo, seus interesses obscuros não são esses. Caso ocorresse um conflito mundial, os corruptos seriam os primeiros a fugir do país, direto para um dos infernos fiscais mantidos pelo próprio G-7.
As medidas dos EUA pediram por isso e Putin agradeceu a gentileza. É claro que todas essas medidas são exageradas, mas que dá medo, principalmente para quem conviveu com o clima da guerra fria, isso dá.
Durante as décadas de medo, um verdadeiro arsenal de armas foi armazenado por países como EUA, China, Rússia, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Coréia e outros. Vários países dominam o enriquecimento de urânio e tem a tecnologia da bomba atômica, pior, isso não é especulação, é real.
A paz, agora, encontra-se nas mãos dos senhores da Guerra.
By Jânio
Anonymous atacam inteligência obscura dos EUA
Os Anonymous não param seus ataques e se tornam cada vez mais conhecidos, para desespero dos donos do poder.
Sem dar nenhum descanso aos sites institucionais, os Anonymous, famosos por suas ações de caráter social, ideologia hacker, atacaram o site da Strategic Forecasting, Inc., mais conhecida como Stratfor, uma companhia privada global de inteligência com sede no estado do Texas (Estados Unidos).
A empresa, que se atribui funções de inteligência e tática, análises de seguro corporativo e geopolítico, é apontada pelos meios de comunicação como uma “CIA nas sombras”. Em sua suposta lista de clientes, estão as 500 maiores empresas americanas e agências internacionais do governo.
Em um comunicado divulgado nesse sábado, Stratfor comunicou aos seus clientes uma notícia bem desagradável para eles, confirmando que seu site havia sido atacado, sem mais detalhes. Seu site continuou off-line e com a ajuda das forças de ordem americanas, passou a investigar o que aconteceu.
“Vocês não não acham um absurdo supor que a Stratfor fique desativada durante pelo menos dois dias?”, comentou o grupo Anonymous, através de sua conta no Twuitter. O grupo disse ter invadido os servidores da Stratfor e se apoderado de pelo menos 200GB de informações confidenciais, incluindo a lista completa dos clientes da companhia, tanto de empresas como de pessoas físicas, informações de cartões de créditos e sua correspondência eletrônicas. Isso não foi pouco, e o grupo ainda deixou um recado no site da empresa, que aparece convertida em proprietária de barcos de entretenimento. Uma parte dessas informações já estão acessíveis na internet.
O grupo Anonymous tornou-se conhecido no continente americano, depois de invadir o site do governo mexicano, PAN (Partido Acción Nacional) e sua sucursal, em sinaloa.
Atacaram também a Confederação Patronal da República do México (COPARMEX), um sindicato patronal de afiliação voluntária, a maior companhia panificadora mexicana Bimbo e o escritório da UNESCO no México. Nenhum dos afetados se pronunciou de maneira pública sobre o ataque.
O grupo também atacou a rede de televisão de doações da Teleton, na Colombia, que busca recursos para pessoas com problemas físicos, mentais, e buscam ampliar a rede de centros de reabilitação. Em sua home page, deixaram uma mensagem de advertência para o uso honesto do dinheiro arrecadado. “Esperamos honestidade com o dinheiro arrecadado. Somos anonymous chamando sua atenção para as irregularidades encontradas nas doações arrecadadas pela Teleton.co. Estaremos vigiando”.
Fonte: RT-TV
É difícil não fazer alguns comentários, não é mesmo gente:
Isso explica porque a Twitter criou um sistema que torna as mensagens locais invisíveis, para alguns países. Essa mudança poderia limitar a propagação de mensagens de perfis como o do Anonymous.
Depois dos quatro bilhões e meio de reais do Banco Central, pelo Panamericano, o que eu poderia dizer ao Sílvio Santos?
“Estaremos vigiando!”
By Jânio
EUA alertam países que apoiam Irã
Quando eu disse que a reputação de Hugo Chavez duraria enquanto durasse o mandato de Lula, eu estava errado, as declarações do porta-voz dos EUA pegaram muito mal no mundo inteiro, principalmente entre os latinos.
Segundo suas declarações, os EUA advertem que os países que receberam o governante do Irã, poderão sofrer sansões, mas que isso dependeria do que foi tratado entre esses países e o Irã.
Hugo Chaves que não precisa de porta-voz – eu ainda não descobri se é ele que não gosta, ou se é o porta-voz que não se entente com ele – disse que essa é a coisa mais absurda que já foi dita “o mais absurdo dos absurdos”.
“A mesma absurda e histórica pretensão de vermos os EUA decidir e continuar decidindo os destinos da Venezuela, Equador, Cuba ou América Latina”. Hugo Chaves ainda citou Mao Tse-Tung, ao chamar os EUA de império de papel.
Enquanto isso, a agência internacional de notícias, AFP, é acusada de manipular o discurso de boas vindas ao presidente do Irã, feito por Hugo Chaves, levando a crer que esse queria atacar os EUA. A suspeita virou um escândalo midiático na França.
Ironicamente, as palavras foram divulgadas fora de contexto, deixando de fora justamente a parte em que se falava dos meios de comunicação imperialista.
Devido a tensão entre os dos países, EUA e Irã, a manipulação do vídeo poderia aumentar ainda mais o conflito.
Na realidade, Hugo Chavez estava apenas sendo irônico:
“Dicen los voceros del imperialismo, dicen los medios de comunicación del imperialismo y lo repiten como loro en las calles de estos países que Irán está en Venezuela, que Ahmadjnejad está en Caracas porque en este mismo instante vamos, Ahmadjnejad y yo, casi que desde los sótanos de (la casa presidencial de) Miraflores a afinar la puntería rumbo a Washington y que van a salir los cañones muy grandes y unos misiles porque vamos a atacar Washington. Casi es lo que están diciendo”.
Dizem os jornais e meios de comunicação imperialistas e repetem em suas casas que o Irã está na Venezuela, que Ahmadjnejad está em Caracas e que nesse exato momento vamos, Ahmadjnejad e eu, no palácio de Miraflores, estamos acertando a pontaria rumo a Washington e que dos telhados do palácio do governo da Venezuela vão sair canhões muito grandes e alguns mísseis porque vamos atacar Washington, é quase isso o que estão dizendo”.
Qualquer semelhança com a guerra dos mundos, por Orson Wells, não é mera coincidência. Orson Wells narrava na novela que os EUA estavam sendo atacados.
O ex-presidente Lula sabe muito bem das artes que Hugo Chaves pode aprontar e, apesar de encrenqueiro, demonstra coragem, inclusive assumindo o posto de Fidel Castro, como o maior militante de esquerda do mundo. Do outro lado, a AFP lembra muito das conspirações teorizadas por Daniel Estulin, inclusive sobre o monopólio de notícias.
No caso do Wikipedia, eu ainda suspeito de especulação inversa, ou seja, pode ser importante para quem tem um bom capital nos infernos fiscais, que a economia americana quebre, assim, esses mega investidores poderiam comprar quase todo o país, incluindo as empresas dos concorrentes.
By Jânio
Fonte: RT-TV
EUA é rebaixado na classificação de risco
Um novo termo está fase de criação na economia mundial,”USA Risk”.
A primeira agência a admitir o que todos nós sabemos há anos, que os Estados Unidos estão quebrados, é a Standard & Poor´s. Além dessa agência de classificação de risco, a Fitch Ratings ainda não divulgou nota à imprensa.
A Moody’s já sinalizou que não pretende rebaixar a nota de risco americana, fazendo juz ao seu nome.
Eu diria que os EUA estão, nesse momento, exatamente como o Brasil esteve nos últimos quinhentos anos, com uma sutil diferença, enquanto o Brasil ensaia uma ascenção, os Estados Unidos estão em queda.
Este poderia ser um momento terrível para a economia mundial, mas talvez não. Na realidade, nós sabemos muito pouco sobre o que de fato acontece, além do que a mídia prepara para nós.
Durante mais de quinhentos anos, a burguesia brasileira sempre teve suas regalias, junto à aristocracia, enquanto os pobres agonizavam nas filas.
Hoje, os pobres votam com a barriga e os ricos amargam a chegada da nova Idade Média.
Foram séculos em que poderiamos ter criado a sociedade perfeita, voltada para o povo, com uma boa educação e infra-estrutura decente, mas a ganância falou mais alto e o mundo está para voltar a era das sombras, dessa vez ao vivo, num reality show que nunca poderia ser imaginado nem pelas mentes mais doentias.
Todo santo dia eu vejo uma notícia dos EUA e lembro do Brasil das últimas décadas.
Os americanos dizem haver um erro nessa avaliação da Standard & Poor´s, cerca de 2 trilhões. Isso lembra do Panamericano, quando os 2,5 bilhões ultrapassaram os quatro bilhões.
Durante muito tempo, o Brasil lutou contra as agências de classificação de risco, e o Brasil estava certo. Enquanto as agências americanas derrubavam o Brasil, os alemães contrariavam essas estimativas e mostravam que eram muito mais confiáveis.
A bolha provocada pela especulação estourou, mas os mais espertos já estavam com o dinheiro muito bem investido, afinal, foram eles quem prepararam tudo.
A Standard & Poor´s rebaixou os EUA de AAA para AA+, e ainda deixaram bem claro que o país poderá ser rebaixado novamente, nos próximos meses, caso não resolvam seu problema de déficit orçamentário e diminuam a sua dívida.
Obama bem que tentou, mas os republicanos venceram os democratas no congresso, impedindo a redução da dívida. Obama, em contra-partida, aumentou os impostos e ainda ameaça acabar com as isenções de grandes empresas, bem ao estilo populista.
Isso não teria acontecido, se fosse aqui no Brasil. Aqui no Brasil, uma propina seria suficiente para evitar essa catástrofe mundial.
Agora, a China já é a segunda maior economia do mundo, luta para ter sua própria moeda no comércio internacional, ao lado do Brasil, mas, para os EUA, é difícil admitir que o socialismo deu certo.
A queda dos EUA é apenas o começo, se o resto do G 7 cair, aí, teremos um grande problema, para eles, naturalmente.
By Jânio
Wikileaks mostra o câncer americano
Depois que o Governo americano decretou guerra a Julian Assange – Wikileaks – e não estamos falando só de guerra ideológica, autoridades aliadas aos EUA chegaram a insinuar seu assassinato, muitas verdades vieram a tona. Isso me lembrou outro caso famoso, Hugo Chaves, onde uma autoridade americana sugeria a sua morte, como forma econômica de se resolver e evitar problemas.
A reação de wikileaks/Assange foi imediata.
O site divulgou informações de que os EUA estariam proibindo as instituições financeiras online de processar doações ao Wikileaks – Até aí, tudo bem.
O probema é que, ao mesmo tempo que proibia doações ao Wikileaks, os EUA permitiam doações às organizações como A Ku klux Klan. Sim, Julian Assange mexeu no câncer americano.
Com os seus tradicionais aliados, dessa vez foi o “The Guardian”, Assange divulgou textos do site da Ku Klux kan.
Para fazer as doações seria preciso concordar com: “Sou branco e sem mistura de raça no sangue.”
O texto começa todo errado, mostrando o que dizia um grande pensador brasileiro: “A ignorância é a mãe de todas as guerras.”
O texto tenta ser fundamentalista, esquecendo-se que a base da eugenia é a genética, os avanças ciêntíficos mostram que não existe DNA 100% ariano, caucasiano ou seja lá como esses racistas se chamam.
…e o texto continua…
“Não estou casado com uma pessoa que não seja branca, não tenho relações com pessoas que não sejam brancas e não tenho descendentes que não sejam brancos.”
Com o perdão da palavra, isso parece conversa de c****.
Além de ter perdido, até a época da publicação, cerca de quinze milhões, Assange acusa os EUA de estar ajudando, mesmo que passivamente, organizações como a Ku Klux Klan.
Segundo o professor de Direito Internacional José Gabilondo, as empresas sabem o que o Governo pensa a respeito das atividades do Wikileaks, por isso nem é preciso dar uma ordem direta, ou criar leis específicas – Traduzindo: a manipulação é clara e quem tomar uma decisão contrária, sofrerá consequências.
“Os EUA tem muitas formas de intervir, resistir, castigar, delimitar o Wikileaks. As grandes empresas nem precisam esperar que o governo americano formalize uma denúncia.”
Resumindo: Os EUA não aceitam liberdade de expressão, não quando essas opiniões trazem prejuízo econômico.
Fonte: RT
By: Jânio
Estados Unidos aterrorizam os terroristas
“Os Estados Unidos entram em alerta máximo contra os terroristas.”
Essa é a manchete que tem sido divulgada pela imprensa, mundo afora. Eu me atrevo a dizer que os EUA estão querendo aterrorizar os terroristas.
Foi assim que começaram todas as guerras que a humanidade tem notícia, felizmente o mundo mudou, menos os EUA.
Os EUA morrem de medo do revanchismo muçulmano, porque não dizer do resto do mundo também, a diferença é que o resto do mundo usa outras armas menos primitivas.
Armas de destruição só são usadas por pessoas sem nenhuma noção de realidade, pessoas que vivem em um tempo pré-histórico, mas aqui também há uma diferença, na pré-história havia sensatez.
Quando os EUA invadiram o Iraque, desafiaram a maior autoridade internacional vigente, a ONU, para evitar reação internacional, chamaram vários países para participar da “paz” iraquiana.
Contrariando o que seria de se esperar, tomaram o poder, derrubaram o ditador, mas o famoso líder/terrorista escapou de ser preso, tornando-se muito mais perigoso.
O Governo Egípicio reclamou de não ser avisado sobre as manifestações populares no país, os americanos reconheceram que foram pegos de surpresa. O Governo Egípcio desligou a internet, deixando os manifestantes sem comunicação, mas já era tarde demais.
Os EUA tem aliados estratégicos no Oriente Médio e na comunidade muçulmana. A Turquia e a Arábia Saudita sempre foram aliados dos americanos, com interesses econômicos é claro.
Israel sempre foi uma Bomba relógio, na Faixa de Gaza, agora o Iraque é um novo Vietnã. A Coréia do Norte tem o pavio curto e a China pode ser pior, pode provar que a ditadura pode dar certo.
Em plena crise, os EUA já não tem dinheiro, nem força, para ditar as regras, pior, não há outro país no mundo com coragem e disposição para guerra.
O único país que poderia dar algum apoio aos EUA, a Inglaterra, encontra-se na pior fase econômica de sua história. A Europa só não explodiu até agora, porque tem uma infra-estrutura muito forte, as pessoas sabem que se não seguirem as regras , pode ficar pior.
Os EUA estão entrincheirados em sua própria casa, e ainda avisam: Uma das suspeitas, segundo a “inteligência”, é que um dos ataques poderia partir de dentro do próprio país.
Basicamente, a idéia dos americanos é aplicar a teoria do pessimismo, ou seja, evitar ser pego de surpresa, não pelos próprios terroristas, mas pela economia. A idéia de que eles sabem de um suposto planejamento de ataque terrorista, é estratégico.
Isso não só mostra o medo de revanche por parte dos americanos, como prepara um discurso satisfatório, caso aconteça algum imprevisto, isso evitaria pânico nas bolsas e no resto do país.
Assim como os terroristas, os EUA precisam aprender que as guerras mudaram, as conspirações mudaram. Nos dias de hoje, as armas servem muito pouco, principalmente em países onde ninguém tem nada a perder.
Antes de fazer minutos de silêncio, os EUA precisam fazer um exame de consciência, analisar a sua sociedade e investigar organizações que agem nas sombras, dentro do país.
O governo americano precisa se conscientizar que o maior perigo são eles próprios.
By jânio
Presidente dos EUA decreta estado de emergência.

Nova batalha
Alguém se lembra da H1N1, gripe suína?
Com o fim do inverno, no Brasil, ela parou de assustar, apesar do trauma que deixou. O inverno passou para o hemisfério norte, para lá também foi a preocupação com a gripe.
O inverno nem começou, nos EUA, mas como o inverno lá é mais rigoroso que no hemisfério sul, os problemas já começaram. Isso se deve, em parte, pelo fato do início do frio haver mais pré-disposição para resfriados, condição normal para quem está saindo do verão.
Com isso o Presidente Obama decretou estado de emergência em todo o território federal, estado de emergência, nos EUA, é um caso sério, onde podem ser tomadas medidas de acordo com a situação, onde normas podem ser suspensas ou adaptadas para atender ao problema imediato.
Segundo declaração vinda do Governo Federal, quarenta e seis estados já apresentam surtos da gripe, vinde mil pessoas já foram hospitalizadas. Mil pessoas mortas já foram confirmadas em decorrência do vírus influenza, conhecido na América como Flu H1N1.
Além dos mil casos de mortes confirmados, pelo menos outras duas mil e quatrocentas mortes estão associadas à gripe.
As autoridades estão atentos aos idosos, grávidas e crianças, das mil mortes, pelo menos 95 são crianças.
Para piorar a situação, mostrando que o primeiro mundo também apresnta falha de planejamento, a produção de vacinas atrasou, dos quarenta milhões de vacinas esperados, apenas 16 milhões ficaram prontas até agora, o que prejudicará o trabalho. Para um país que tinha planos de doar vacinas para países mais pobres, foi um desastre total.
Resta saber se o Brasil, por estar saindo da primeira epidemia, estará pronto para a segunda, enfrentada agora pelos EUA. Epidemia globalizada é assim.
By Jânio
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