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Dia bom do ladrão bão

justiça humana

Bom Dia

Qual é a difença entre um bom dia e um dia bom? Não, não é a mesma coisa!

Num bom dia, acontece tudo o que você gostaria que acontecesse, sem problemas de saúde, nem acidentes, nem incidentes e muito menos problemas financeiros, bem diferente de um dia bom.

Num dia bom, nada dá certo: Primeiro você sofre algum acidente, ou acontece algum inconveniente, depois você acha que está com azar e fica esperando pelo pior, instável emocionamente, resultado, provoca um acidente atrás do outro.

Se você liga a TV e vê a mulher do tempo dizer algo como: “Hoje teremos dia bom em todo o Brasil”, você estremece e pensa: “Melhor eu começar a rezar, se o diabão está em todo o Brasil, estaremos com problemas”.

Não é brincadeira não, uma coisa é ter um bom dia, outra coisa é ter um dia bom. Nem tudo o que é bom é bom de fato.

Por outro lado, ainda há uma esperança. Na Bíblia há o caso do bom ladrão, onde a sua boa intenção, arrependimento e natureza boa mostra o quanto esse homem é bom.

Há até casos teorizados pela nosso cinema, como “o bom burguês”. Não dá para generalizar tudo, temos que nos posicionar, mas estamos sempre sujeitos à um julgamento errado.

O que nós podemos fazer? – Temos que valorizar o que é bom, mas Jesus sabia o que estava dizendo quando disse: “Não julgueis para não serdes julgado”.

Infelizmente, isso acontece o tempo todo, sempre estamos julgando e sendo julgados e precisamos ainda evitar a unanimidade que os políticos insitem em nos apresentar.

Parece que hoje vai chover no Paraná, só espero que amanhã seja um bom dia porque só de pensar no dia bom, eu me sinto mal.

By Jânio

Fonte imagem: Epic Blogs

Filme Bom Burguês

setembro 21, 2012 Publicado por | Piadas | , , , , , | 1 Comentário

A inversão da pergunta pela resposta

perguntas e respostas

Doutrinas e Tradições


A Bíblia é um dos livros mais antigos do mundo e, pelo menos no Brasil, o mais popular desses livros antigos.

Até o início da Idade contemporânea, praticamente ditava as regras de conduta das sociedades ocidentais, principalmente nas línguas neolatinas.

Todos os pensadores clássicos apresentam alguma ambiguidade em sua escrita, propositadamente ou não. Lendo Rousseau ou Camões, tem-se a nítida impressão de se estar frente a um conteúdo “papo-cabeça”, “talking heads, ou qualquer outra expressão usada para designar o estilo dos jovens dos anos 80, 70, 60, etc.

Qualquer semelhança com os universitários, não seria mera coincidência.

É como se os textos não fossem escritos apenas para informar, mas para testar a capacidade de interpretação do leitor.

O uso de metáforas, além de servir para direcionar informação para um público específico, poderia evitar complicações com o falso moralismo ou poderosos.

Necessitando evitar conflitos com poderosos e moralistas, esse estilo de texto se desenvolveu ainda mais, tornando-se ambíguos.

Talvez a própria Bíblia apresente os livros mais ambíguos e abertos a variadíssimas interpretações, surgindo, daí, inúmeras religiões, cada uma tentando demonstrar o seu ponto de vista.

Há uma religião que diz que o nome de Jesus – Ou seria Deus? – seria Geová. Como a igreja católica apresenta o nome Javé, seria apenas uma questão de sotaque, mas uma doutrina religiosa não para por aí.

Em minha cidade, as prostitutas faziam questão de ressaltar a importância de Maria Madalena, a mulher apedrejada, perdoada por Jesus.

Jesus, aliás, foi um dos pensadores que mais contribuiram para elucidar algumas partes da Bíblia. Talvez tenha feito mais que isso, mas o falso moralismo impede a divulgação de todos os seus ensinamentos.

Uma vez eu perguntei para um “crente” porque ele sempre desviava do assunto, focando outro tema o qual não tinha nada a ver com a discussão. Educadamente, ele me respondeu que essa era uma forma de falar sobre o que ele estava lendo no momento, um assunto no qual ele tinha mais controle.

A mais curiosa discussão presenciada por mim, foi há muito tempo.

O gerente do departamento era de uma religião, seu mais eficiente empregado de outra, e tudo estava em absoluta harmonia, até o dia em que o fiel funcionário foi demitido.

Na hora do acerto de contas, presenciei uma das discussões mais curiosas de minha vida.

Reclamando do acerto, o funcionário dizia:

– Isso não está certo, estou sendo lesado em meus direitos, exijo uma correção. Para mim, vocês não passam de um bando de ladrãos cretinos.

O gerente, que era pastor, respondeu:

– Você precisa aprender a confiar, meu filho.

– Maldito o homem que confia no homem – respondeu o jovem ex-funcionário.

Enquanto isso, o Pastor insistia:

– Amai ao próximo como a ti mesmo.

E ele completava:

– Não valorize tanto o dinheiro, lembre-se do que diz a Bíblia: “Ao homem o que é do homem, à César o que é de Cesar.

– Á Juca o que é de Juca – Retrucou o funcionário.

Todos acompanhavam a discussão com atenção, até que se chegou a conclusão de que quem daria a palavra final, seria o Departamento de Recursos Humanos.

…e todos ficaram decepcionados.

Ficou claro ali, que se todos conhecessem as leis da Bíblia, certamente não abririam mais a boca e, quando abrissem, o dedo seria apontado para si mesmo.

De certa forma, a Bíblia é mais útil para quem a está lendo. Se a pessoa vê alguma lei aplicada à outra pessoa, sempre se lembrará: “Tire o cisco de seu olho, antes de procurar o cisco no olho da outra pessoa”.

Nunca devemos subestimar a inteligência das outras pessoas.

A única pergunda que me deixa curioso é: Será que Judas foi perdoado?

O futuro de Judas não me interessa, mas perdoar setenta vezes sete seria suficiente para que Judas fosse absolvido de seu pecado?

Judas se matou antes do veredicto final, interrompendo esse processo doutrinário. Ele próprio se condenou.

Mesmo assim a pergunta continua: A covardia tem perdão?

É certo que alguém haveria de trair Jesus, mas sendo um de seus discípulos, sabendo que fora usado pelo sistema, isso foi duro demais até para um traidor.

Não poderemos julgá-lo, pois está escrito: “Não julgueis para não ser julgado.”

Assistindo a um filme aparentemente infantil, Tomb Raider, vi Laura croff destruindo uma entidade com vários braços, para mim poderia ser um entidade religiosa da Índia. Essa imagem me trouxe a lembrança de que o Ocidente talvez seja mais intolerante que o Oriente Médio.

Todas as nossas interpretações podem entrar em conflito, diante de uma simples indagação de um leigo, mostrando a falta de algo que talvez não tenhamos, a humildade. A humildade para parar de dizer nós e encarar o fato de eu ser um único e indivizível ser, responsável pelos meus próprios atos e pensamentos.

Sempre haverá a pergunta e sempre haverá a resposta, infelizmente, não nescessariamente nessa ordem.

By Jânio

abril 6, 2011 Publicado por | Reflexões | , , , , , , , , , , , , , | 2 Comentários

Porque é tão difícil aceitar Jesus?

O filho de Deus.

O filho de Deus.

A religião judaica, inclusive, tem em comum justamente a negação da divindade de Jesus, divindade esta que mesmo sendo negada, não nega o fato da grandeza dos ensinamentos de Jesus.

Os muçulmanos tem a idéia de que quem foi crucificado foi outra pessoa, contrariando toda a lógica Cristâ, chegam a afirmar que quem foi crucificado, foi outra pessoa, Judas iscariotes, outros afirmam ser Simão Cerene, fisicamente diferente de Jesus, vinda da líbia.

O Alcorão não só aceita a existência de Jesus, como reconhece o como um grande profeta, mas, ao que parece, Maomé provoca polêmica no Cristianismo a revelar os textos  que teria recebido de Alah.

Veja o texto:

“Incorrem em blasfêmia aqueles que disseram que: “Deus é o Messias, Filho de Maria”. Dize (ó Muhammad): Quem poderia fazer algo se Deus quisesse aniquilar o Messias, Filho de Maria, e a mãe dele (inclusive) e todos os sares da terra? Unicamente a Deus pertence o reino dos céus e da terra, e tudo quanto há entre ambos. Deus cria o que Lhe apraz, e é Todo­Poderoso.” Alcorão 5: 1753

“Blasfemaram aqueles que disseram que Deus é o Messias, Filho de Maria. O próprio Messias dissera: “Ó filhos de Israel, adora! a Deus que é Meu Senhor e Vosso Senhor”. Quem crê em semelhantes a Deus (quem for politeísta), Deus lhe impedirá, para sempre, o acesso ao paraíso, e sua morada é o inferno. O Messias, Filho de Maria, não é mais que um Apóstolo (de Deus) como os Apóstolos que o antecederam, e a mãe dele era uma Beata, contudo, ambos (Jesus e Maria) ingeriam alimentos.. .”

Alcorão 5:7251

Ao contrário da religião judaica que nega a divindade de Jesus, mas convive harmoniosamente com o catolicismo, o Alcorão deixa claro a suposta blasfêmia.

Seria uma coincidência que Maomé fosse tão respeitado entre os muçulmanos, como Jesus é entre os cristãos?

Não há entre os muçulmanos quem fale de Jesus, reconhecidamente um Profeta, como falam de Maomé, o último Profeta do Alcorão, já que este foi escrito pelo próprio Maomé, supostamente recebido diretamente de Alah.

Jesus Cristo, de qualquer modo que seja visto, mesmo sem falarmos de seus milagres, apenas os seus ensinamentos e a sua filosofia, já seria, certamente,  o homem mais brilhante que pisou na face da Terra.

Foi a partir de Jesus que o mundo se dividiu entre o antes de Cristo e o depois de Cristo, a humildade e a capacidade de negar a tudo o que fosse material, coloca Jesus como o um ser único em toda a história.

Maomé criou a cultura mulçumana de Alah, talvez por isso seja tão respeitado, os muçulmanos se identificam muito com o Alcorão, fazendo dele a essência de sua cultura.

O próprio alcorão, além de entrar em contradição com o Cristianismo, ainda costuma ser mal interpretado pelos seus próprios seguidores, causando muita guerra e derramando muito sangue, o mesmo erro que o Cristianismo cometer no passado.

O Cristianismo é bem claro, sendo assim, é constituído de vários livros, apresnta várias óticas diferente, sendo que as três versões do envangelho, Mateus, Lucas e Marcos são exatamente iguais, com exceção de algumas palavras que não alteram, mas se complementam.

Outra característica a ser destacada, no Cristianismo, é a separação total do poder, político, e da religião, mostrando como pode ser perigoso misturar as duas coisas.

Durante toda minha vida, vi textos da Bíblia serem usados de maneira egoísta, para quem conhece sua essência, como eu, não é difícil reconhecer o equívoco.

As prostitutas costumam citar a história de Maria Madalena, como uma maneira de se sentir humanas, fortes, ignorando todo o resto. Numa coisa elas estão certas, a Bíblia representa esperança para todos, a consciência sempre estará pesada diante de seus escritos, sempre haverá a luta, consigo mesmo, para se encontrar, assumir sua própria natureza.

Há textos na Biblia que poderiam ser aproveitados por oportunistas de várias maneiras diferentes, por políticos, socialistas, comunistas e até por nós pobres mortais, filhos de Deus, mas a Bíblia tem um objetivo, usá-la de maneira oportunista não leva a lugar algum.

agosto 7, 2009 Publicado por | Reflexões | , , , , , , , | 6 Comentários

   

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