Presidente dos EUA decreta estado de emergência.

Nova batalha
Alguém se lembra da H1N1, gripe suína?
Com o fim do inverno, no Brasil, ela parou de assustar, apesar do trauma que deixou. O inverno passou para o hemisfério norte, para lá também foi a preocupação com a gripe.
O inverno nem começou, nos EUA, mas como o inverno lá é mais rigoroso que no hemisfério sul, os problemas já começaram. Isso se deve, em parte, pelo fato do início do frio haver mais pré-disposição para resfriados, condição normal para quem está saindo do verão.
Com isso o Presidente Obama decretou estado de emergência em todo o território federal, estado de emergência, nos EUA, é um caso sério, onde podem ser tomadas medidas de acordo com a situação, onde normas podem ser suspensas ou adaptadas para atender ao problema imediato.
Segundo declaração vinda do Governo Federal, quarenta e seis estados já apresentam surtos da gripe, vinde mil pessoas já foram hospitalizadas. Mil pessoas mortas já foram confirmadas em decorrência do vírus influenza, conhecido na América como Flu H1N1.
Além dos mil casos de mortes confirmados, pelo menos outras duas mil e quatrocentas mortes estão associadas à gripe.
As autoridades estão atentos aos idosos, grávidas e crianças, das mil mortes, pelo menos 95 são crianças.
Para piorar a situação, mostrando que o primeiro mundo também apresnta falha de planejamento, a produção de vacinas atrasou, dos quarenta milhões de vacinas esperados, apenas 16 milhões ficaram prontas até agora, o que prejudicará o trabalho. Para um país que tinha planos de doar vacinas para países mais pobres, foi um desastre total.
Resta saber se o Brasil, por estar saindo da primeira epidemia, estará pronto para a segunda, enfrentada agora pelos EUA. Epidemia globalizada é assim.
By Jânio
Até mulheres viram moeda, na tragédia indiana.

sinais de aquecimento global
O mundo começa a sentir os efeitos do aquecimento global, segundo cientistas, responsável por trinta por cento dos problemas relacionados a seca.
As velhas idéias de deserto, como o Saara, estão começando a se tornar comum em lugares onde isso não era observado.
O país que mais sofre com a seca, é a India. A tragédia da seca, na India, pode ser comparada a partes de textos do apocalipse da Bíblia, legião estrangeira ou filmes pós-apocalípticos, nada que tenhamos visto igual.
As poucas reservas de água, na região de seca, são guardadas por homens armados. As pessoa mais pobres não tem condições de adquirir equipamentos para retirar água do subsolo.
Agricultores endividados, são vítimas de agiotas inescrupulosos que em troca costumam pegar a própria família do devedor inadimplente. Há registro de um caso de um homem que, para pagar uma dívida, cedeu sua esposa para trabalhar em troca da dívida, o problema é que a mulher não retornou.
Há também registros de suicídios de camponeses endividados, arruinados, que não suportaram a situação.
As chuvas que costumam vir entre junho e setembro, não chegaram, desencadeando uma onda de desespero na classe mais sofrida em todo o mundo, a classe de agricultores.
O setor agrícola, apesar de não ter a maior influência no PIB indiano, apenas 17%, é responsável pelo sustendo de 60% da população, só isso já seria motivo para uma das maiores tragédias que o país já viveu, mas ainda tem os efeitos sobre os preços dos produtos, o que deve piorar ainda mais a situação do país.
A Índia, como nós sabemos, faz parte da BRIC, países emergente, possui a vanguarda de uma parte da tecnologia que nem a China possui, mas, como o Brasil, ou pior, é cheia de contrastes, de um lado uma grande massa de pessoas pobres, de outro, poucos ricos, criando uma instabilidade cruel, típica de sistemas capitalistas.
A índia é apenas um exemplo de problemas que vem sendo observados, além da desertificação, provocado pelo aquecimento global, que já ameaça quase a metade dos países do planeta Terra.
By Jânio;
Notícias para rir, ou chorar.

pintando a cara para viver
Os dois fatos que serão narrados a seguir, são duas histórias dignas de imprensa marrom, ou daqueles blogs que ganham fama às custas da desgraça alheia.
A primeira ocorrência, aconteceu no hospital da asa norte, em Brasília, o menino entrou no Hospital para o tratamento de dois dentes, pouco tempo depois, sua mãe o encontrou sem nenhum dente, haviam extraído todos os dentes do menino.
Levando-se em conta que o fato aconteceu em vinte e quatro de setempbro, dá para se ter uma idéia do problema. Apesar do Conselho da categoria garantir que o caso será apurado, o responsável não prestou declarações.
O médico disse haver problemas na gengiva do rapaz, mas o fato foi contestado, já que ele precisaria de autorização da família, para fazer uma cirurgia em um menino com deficiência mental.
A segunda ocorrência, aconteceu na aeronáutica, onde um jovem de vinte um anos foi fazer uma cirurgia nos dentes, dentro do quartel. Não se sabe como o jovem morreu, mais suspeita-se que tenha havido complicações durante a cirurgia, até aí, tudo bem, o problema é que a insuficiência cardíaca, provocada pela anestesia, não teria sido socorrida porque o equipamento para reanimar o paciente não estava funcionando.
são notícias trágicas onde, no palco, estamos nós, onde a tragicomédia nos deixa numa situaçã difícil. Entre rir e chorar, o que podemos fazer é refletir.
By Jânio
Violencia do rio, vista de fora

Além do cartão postal
È certo que o conflito entre traficantes e policiais, no Rio, teria mais credibilidade se visto sob ponto de vista próprios cariocas. Por outro lado a visão externa do conflito, além de mostrar dados que são noticiados no país, acrescenta a visão que se tem de fora, através de correspondentes internacionais, aqui no Brasil.
Alguns números que estão sendo divulgados lá fora, sobre o Brasil são:
Falta de contrele sobre armas no país – A se julgar pela forma como as armas estão chegando até os traficantes nas favelas, mostra a falta de um controle central dessas armas, ou seja, um banco de armas onde se possa controlar a circulação das armas desses policiais.
População armada – Outro dado assustador, divulgado pela imprensa internacional, é o fato da população estar cada dia mais armada, bastando apenas uma ocasião para que um cidadão se transforme num perigo para a sociedade, cerca de 90 por cento das armas estão nas mãos da população civil.
Nesse ponto, eu diria que a legislação centralizada é um grande problema, porque uma lei aplicada no Rio e uma lei aplicada na Amazônia, são completamente diferentes. Leis criadas para coibir, controlar, isentar, não deveriam jamais ser editadas em nível federal, esse medo do separatismo, trauma brasileiro, deixa a todos numa situação delicada, como recentemente, sobre as leis de armas.
A idéia de que as armas tem vindo de fora do Brasil, pode até ter fundamento, mas a maioria são conseguidas no próprio país.
Outro dado interessante, é a triste notícia de que a polícia do Rio está se tornando a mais bem preparada polícia, em situação de guerrilha urbana, do mundo. Talvez isso explique tantas mortes, não haverão mortes fora da população da favela, a idéia é encurtar o campo de atuação dos traficantes, em seu próprio reduto, como acontece em países como a colômbia.
Por número de habitantes, o Brasil está perdendo apenas para El Salvador, Venezuela e África do sul, em homicídios por armas de fogo. Por outro lado o Brasil é o país onde mais morrem pessoas por arma de fogo no mundo, em números absolutos.
A situação é tão trágica que um Militar americano, atuando no Afeganistã, veio conhecer as táticas de guerrilha urbana no Rio, como são conhecidas as operações da polícia no exterior.
Em contra partida, a única coisa que tem resutados positivos, partem de projetos de ONGs, onde há um trabalho de conscientização e alerta, abrindo a mente dos jovens para uma alternativa de vida longe do crime.
A queda de helicóptero da polícia, abatido por criminosos do Rio, deixou uma certeza: Filmes sobre favelas, ficam cada dia mais próximos do cinema de Hollywood do que para cinema nacional. Isso as ONGs terão que combater também, essa visão glamourosa do caos urbano não ajuda em nada.
By Jânio.
A crise vira a economia dos EUA de ponta cabeça.

A crise de lá
A economia dos Estados Unidos vira de ponta cabeça, o Brasil escapa por pouco.
como o Brasil escapou, simples, aqui a democracia funciona pelo contrário também.
Com altas taxas de juros, por mais que se baixe, continua sempre a maior do mundo, ainda tem os impostos exorbitantes, onde sonega quem pode, não quem quer.
Segundo a última pesquisa que eu vi, não confirmada, trinta e cinco por cento dos 140 milhões de brasileiros, tem carteira assinada. Não é para menos que criaram desesperadamente programas como o simples, para ajudar a formalizar as empresas.
Do pouco que é formal, ainda tem o problema da corrupção da previdência, onde até médicos estã pedindo demissão, pior para a qualidade da saúde pública.
Nos Estados Unidos nunca se viu uma situação similar a essa, desde 1945, segundo pesquisa Rockefeller.
Aguns setores que crescem muito no Brasil, nos Estados Unidos são preenchidos por mulheres: Enfermagem, varejo e atendimento ao cliente.
Quarenta por cento das famílias passam a ser sustentadas por mulheres, aumentando também seu poder de compra. Setores que até 1.972 não havia mulheres, começam a se tornar comum sua presença: Polícia, âncoras de telejornais, FBI, etc.
Em 1.972, o corpo docente de Harvard era de 421, sendo apenas seis mulheres, esse ano cinco prêmios nobéis foram dados a mulheres, entre eles: Medicina, Química, Economia e Literatura.
Assim como Na primeira crise dos EUA, no início do século vinte, as mulheres foram as maiores beneficiadas; no Brasil, apesar de estar fora da crise, a mulher ganha cada vez mais espaço no mercado, mas é por causa dos baixos salários, como é o caso dos professores.
O déficit nos Estados Unidos, este ano, está em 1,4 trilhão, com previsão de 1,58 trilhão, dada pelo próprio Presidente Obama. Essa dívida está muito maior do que o ano passado, cerca de 900 bilhões a mais, mesmo com os cortes e ajustes feito pela nova gestão presidencial, mesmo assim representa 11 por cento do PIB.
Os estados Unidos já passaram por momentos piores, em 1.945 quando o déficit, corrigido e atualizado pela inflação, chegaria a cerca de 2,7 trilhões de dólares, muito maior do que está. A diferença é que esse rombo aconteceu tudoem um único ano, piorou com as fraudes, quando o Governo teve que sanar a falência de empresas e bancos, à beira da falência.
O Brasil escapou por pouco, enquanto os Estados Unidos mergulhavam em guerras contra o terrorismo e ameaças fantasmas, o Brasil preparava alguns dos maiores economistas do mundo, alguns deles participando diretamente de conselhos de grandes empresas, e, até do próprio governo.
Assim, enquanto os EUA priorizavam as guerras, o Brasil mergulhara nas teorias da globalização, fechando acordos com a China, alguns desastrosos, por sinal.
Os EUA, que eram o maior parceiro econômico do Brasil, em termos de exportação e captação de recursos, principalmente, começou a ceder espaço a China e outros novos parceiros, principalmente da BRIC.
O Brasil, como as mulheres americanas, em épocas de crise, foi beneficiado, mas as mulheres daqui não, ironicamente pelo fato de a crise não ter seus efeitos devastadores por aqui.
Todos nós sabemos que a crise é um momento ideal para empreendedores que tem visão de mercado, mas, aqui, os impostos e juros ofuscam o brilho dessa luz no fim do túnel, para as micro, pequenas e as grandes empresas.
By Jânio
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