Homero ou Tróia – Quem é a lenda?

Homero, ou Hómeros, é um dos poetas, e filósofo, mais antigos da história. Viveu na Grécia antiga e é atribuída a ele duas das mais famosas obras literárias da história.
Através das obras literárias de Homero, Ilíada e Odisséia, pode se ter uma clara idéia do que era a Grécia Antiga, conhecer um pouco da história do mundo.
Segundo a opinião de um grupo separatista, Homero nunca teria existido, seriam apenas uma compilação de vários texto atribuídos a ele. Por outro lado, os historiadores clássicos vêem nas obras literárias, Ilíada e Odisséia, um relato da história da Gréssia antiga.
O Poeta Homero, segundo relatos, seria um velho cantor, pobre e cego, que peregrinava pelas cidades; em troca da ajuda do povo, declamava sua poesia.
Homero teria vivido na região de Jônio, onde hoje fica a Turquia,
Segundo os separatistas, Homero nunca teria existido, as obras atribuídas a ele, seriam compilaçãos contadas pelo povo, através dos tempos, dando a idéia de que a verdadeira epopéia deve ser contada pelo povo.
Essa teoria já foi atribuída a Nostradammus, até a Bíblia apresenta conflitos de opiniões, sobre quem realmente escreveu a sagrada escritura; é evidente que foram vários autores.
Enquanto Homero viveu no século VIII a.c, a história da guerra de Tróia se passa cerca de 1.300 a 1.200 a.c, no final da idade do bronze,
A guerra começou quando Páris, príncipe de Tróia sequestrou a rainha de Esparta, mulher de Menelau.
A guerra durou dez anos, só terminou depois que Odisseu (Ulisses) teve a idéia de deixar um “presente” para os troianos, um enorme cavalo de madeira; em seu interior, soldados gregos desceram, enquanto os espartanos dormiam, e abriram os portões para que os soldados espartanos atacassem e massacrassem o povo de Tróia.
A história, lendária para alguns, assim como o autor das obras, Homero, deixou de ser tão lendária assim, quando o alemão Henrich-Schliemann descobriu as ruínas de Tróia e Micenas, além de outras cidades, na região citada por Homero.
Os historiadores clássicos consideram as obras de Homero, obras historicas, apesar dos exageros e narrativa em tom mitológico.
A idéia de transformar os heróis, tornados mitos, em seres próximos aos deuses; enquanto os deuses, seres humanizados, foi uma idéia genial.
Graças a esse artifício, as histórias foram contadas e recontadas, através de teatros, livros ou histórias contadas boca-a-boca, até nossos dias.
Os escritos egípcios e hititas, da época citada nas obras de homero, reforçam a veracidade da existência da lendária cidade de Tróia.
Apesar de terem sido encontrados as ruínas de Tróia, na região de anatólia, a forma como é contada a história, por Homero, ainda divite opiniões.
Texto da Wikipedia:
A lenda conta que a deusa (ninfa) do mar Tétis era desejada como esposa por Zeus e por Poseídon. Porém Prometeu fez uma profecia que o filho da deusa seria maior que seu pai, então os deuses resolveram dá-la como esposa a Peleu, um mortal já idoso, intencionando enfraquecer o filho, que seria apenas um humano. O filho de ambos foi Aquiles, e sua mãe, visando fortalecer sua natureza mortal, o mergulhou quando ainda bebê nas águas do mitológico rio Estige. As águas tornaram o herói invulnerável, exceto no calcanhar, por onde a mãe o segurou para mergulhá-lo no rio (daí a expressão “calcanhar de Aquiles”, significando ponto vulnerável). Aquiles se torna o mais poderoso dos guerreiros, porém, ainda é mortal. Mais tarde, sua mãe profetisa que ele poderá escolher entre dois destinos: lutar em Tróia e alcançar a glória eterna, mas morrer jovem, ou permanecer em sua terra natal e ter uma longa vida, porém ser logo esquecido. Aquiles escolhe a glória.
Para o casamento de Peleu e Tétis todos os deuses foram convidados, menos Éris (ou Discórdia). Ofendida, a deusa compareceu invisível e deixou à mesa um pomo de ouro com a inscrição “À mais bela”. As deusas Hera, Atena e Afrodite disputaram o título de mais bela e o pomo. Zeus não quis ser o juiz, para não descontentar duas das deusas, então ordenou que o príncipe troiano Páris, à época sendo criado como um pastor ali perto, resolvesse a disputa. Para ganhar o título de “mais bela”, Atena ofereceu a Páris poder na batalha e sabedoria, Hera ofereceu riqueza e poder e Afrodite, o amor da mulher mais bela do mundo. Páris deu o pomo à Afrodite, ganhando sua proteção e o ódio das outras duas deusas contra si e contra Tróia.
A mulher mais bela do mundo era Helena, filha de Zeus e de Leda, esposa de Menelau, rei de Esparta, que a conquistara disputando contra vários outros reis pretendentes, tendo todos jurado protegê-la, qualquer que fosse o vencedor da disputa.
Quando Páris foi a Esparta em missão diplomática, apaixonou-se por Helena e ambos fugiram para Tróia, enfurecendo Menelau. Este apelou aos antigos pretendentes de Helena, lembrando o juramento que haviam feito. Agamenon então assumiu o comando de um exército de mil naus e atravessou o mar Egeu para atacar Tróia. As naus gregas desembarcaram na praia próxima a Tróia e iniciaram um cerco que iria durar dez anos e custaria a vida a muitos heróis de ambos os lados. Dois dos mais notáveis heróis a perderem a vida na guerra de Tróia foram Heitor e Aquiles.
A pessoa de Homero está para sempre imersa nas trevas impenetráveis da lenda. Ignoramos quando viveu; não sabemos que terra privilegiada lhe ouviu os primeiros vagidos (…) Venerandas tradições representavam-no como um velho cantor, pobre e cego que, peregrinando de terra em terra, recompensava a quem o agasalhava com a declamação de seus poemas”. (Augusto Magne)
Homero viveu na pré-historia da filosofia, seus pensamentos e poemas, são de uma qualidade brilhante, dizer que essas obras eram do povo, torna tudo ainda mais bonito, uma essência do que é o conteúdo da internet hoje.
Sua forma de narrativa, mostra uma realidade nua e crua, onde nota-se o ponto de vista do autor, mas em nenhum momento ele interfere no evento, a história apresenta protagonista, antagonista, anti-herói, dramas e conflitos. Mostra uma história que começa e não pode ser interrompida, com dores, amores, glórias e final dramático; mostrando um aprendizado de uma época em que nós não vivemos, mas que podemos aprender e pensar sobre esses fatos e mudar a história, não a história de Tróia, mas a nossa.
Fonte: Wikipedia.
By Jânio.
Ascensão e queda do império inca

Todas as pessoas que conhecem a China, com suas diversas línguas e dialetos, costumes e tradições, ficam maravilhados com as riquezas culturais propiciadas por suas tradições, entretanto, não é preciso ir tão longe para se maravilhar com tantos conhecimentos históricos e curiosidades da natureza humana.
Um bom exemplo disso, fica na América do Sul, nas ruínas do outrora majestoso Império Inca. Os números reunidos por pesquisadores a respeito desse povo, que viveu entre 1.200 e 1.553 depois de cristo, mostram como uma Nação pode evoluir tão rapidamente, desenvolver tanto, acumulando em tão pouco tempo tantos conecimentos.

Evidentemente que se pensarmos bem, chegaremos a conclusão de já existir uma cultura razoável na região, afinal, um grande Estado não consegue se desenvolver, se não houver bases tornando isso possível. Daí, cocluímos já haver muita cultura e respeito, na região onde nasceria o grande Império Inca, apesar dos conflitos havidos ali, antes de seu nascimento.
Estudos iniciados em 2.004, mostram ter havito ali uma civilização vançada em cerca de 3.000 anos antes de Cristo. O que mostra toda a sabedoria de Sócrates a respeito da natureza humana – “´Só sei que nada sei” – qundo mais se aprende, mais se descobre a respeito de nossa própria pequenez.

Levanta uma dúvida, também, sobre a certeza de ser a Ásia os colonizadores da Europa. Eu sempre defendi uma tese de o homem só poder pensar em sima de uma estrutura de pensamento completa, não consegue pensar dentro do hipotético. Surgindo, daí, muitos pensamentos confusos. Sócrates quem o diga.
Nessa região falava-se cerca de 8O línguas diferentes, a mais falada, no tentanto, era quichua a língua escolhida para ser a língua oficial do império, até por ser também a mais falada.
A vastidão do império pode ser notada com uma breve análise do mapa, onde pode se sentir a grandiosidade desse povo. O Império Inca se estendia pelo Equador, Colômbia, Argentina e Chile, mas eram Peru e Bolívia os países onde, em toda a totalidade de seus territórios, estava localizada parte do império.
Por volta de 1.800 a.c essa civilização extremamente avançada deixou a região do Norte do Peru, sepalhando sua cultura por boa parte da América do Sul, dando origem, muito tempo depois ao grande Império Inca.
A civilização inca se destaca, entre tantas outras técnicas e criações, pela suas estradas e irrigação, uma mostra de milhares de anos de evolução, totalmente isolada do resto do mundo.
Quando a Civilização Inca, finalmente atingia seu apogeu, por volta do século quinze, graças a genialidade de seus governos que pregava um sistema de vida se lutas, sem fome e feliz, do outro lado do mundo, o homem vivia em sua mania de expasão, egoísmo e busca de novos teriitórios. No choque dessas duas vertentes evolucionistas, as consequências trágicas mostram o que a sabedoria popular está cansada de repetir. É mais f´cil destruir do que construir, matar a dar a luz, assim terminando com tudo.
Pachacuti, um dos mais brilhantes e poderosos homens da cultura inca, era também um grande diplomata, antes de invadir um território, enviava um mensageiro, com as protostas de se juntar ao império, mantendo o controle local, e tendo em troca educação, passando a se tornar parte da nobreza do império.
Essas téticas lembram muito a Cézar, do império romano, mostrando a evolução do homem de duas formas, dos dois lados do mundo.
Em troca de se aderirem ao império, os povos pagavam impostos, recebiam toda a tecnologia do império, como os eficientes sistemas postais, onde os mensageiros, chasquis, transportavam mensagens em uma forma de escrita, onde uma pequena cortina feita de pequenas cordas, ou barbantes, onde os nós significavam a mensagem.
Os postos postais se localizavam de 20 em 20 km, propiciando um tráfego de informação muito eficiente. Durante um único dia, uma mensagem poderia percorrer centenas de quilômetros, cento e vinte cinco milhas, por esse sistema, útil também para se enviar mensagens oficiais.
Além do eficiente serviço postal, outro sistema muito eficiente, eram as estradas. Eram milhares de quilômetros de estradas, percorrendo todo a vastidão do império.
Por essas estradas, eram transportados, principalmente, alimentos, além de serem úteis para as guerras.
No auge de seu império, os incas chegaram a atingir toda a região andina, cerca de 3,000 km.
O imperador Manco Capac, ou Manku Qhapaq, foi o primeiro imperador do império inca, Tawantinsuyu em quíchua, o último foi Atahualpa, assassinado pelos espanhóis, de pois de pagar toneladas em tesouros pelo seu resgate.
Em seu lugar foi nomeado um imperador fantoche.
Na religião politeísta dos incas, eram contruídos templos, em forma de pirãmides, dedicados ao deus Sol. A semelhança, aqui, em relação à civilização egípcia é clara, a diferença é que, enquanto os faraós egípcios eram o próprio deus, e eram enterrados nas pirâmides, na civilização inca, o imperador era divinizado, acreditavam numa força superior, mas as pirãmides eram templos e não túmulos, mesmo assim a cultura egípcia é muito parecida.
O fato dos incas terem o calendário de trinta dias, poderia se explicar o fato de Matuzalem, famoso personagem bíblico ter morrido com mais de 900 anos, poderia ser um erro na tradução, como nós sabemos a tradição cristã exige fidelidade na escrita, o que foi estendido para a tradução dos textos também.
Cada mês tinha o seu festiva, na cultura inca, onde Janeiro, significava pequena colheita, até dezembro, festival magnífico.
Os incas adoravam os deuses e ofereciam safrifícios humanos, mas os escolhidos se sentiam honrados pois só as corretas eram escolhidas, mulheres belas ou crianças. Eles acreditavam em reencarnação e mumificavão seus mortos.
O imperador era chamado de “O Inca”, daí surgiu a espressão civilização inca.
A escrita feita através de um cordão, onde eram amarrados outros, onde ficavam os nós. Cada cordão poderia significar unidade ou dezena.
Atahualpa, o último imperador inca, viveu num momento conturbado, numa guerra ciil contra seu próprio irmão, em disputa da vaga de imperador deixada por seu pai.
Foi nesse cenário, com o país abalado pelas guerras, imperador enlouquecido que surgiu Francisco Pizarro, com seu exército de espanhóis.
Os incas praticavam o escambo, mas, com a chegada dos espanhós, coneceram o valor do ouro, das doenças européias. Com a mote do imperador por Pizarro, o império entrou em decadência.
O império abalado pela guerra civil, a invasão dos espanhois, provocando infração, ganância pelo ouro, andes desconhecida pelos incas, e o descontentamento do povo, gerado fome, falta de alimento e crueldade dos invasores, provocou a ruína da civilização inca.
Assim, numa região onde tão montanhosa, onde um homem comum tem dificuldade sequer de sobreviver, os incas criaram um sistema de agricultura quase perfeito, numa altitude de zero a seis mil metros, as plantações eram as mais variadas.
O império acabou, mais os povos sobreviveram, sem organização ou tradição de culturas, coisa que dificilmente será recuperado.
Definitivamente, o império inca, com dez milhões de habitantes, tinha muito a ver com o império egípcio.
Principal fonte: Wikipedia
by Jânio
Prédios bizarros em projetos.
Vejam um lista dos prédios mais bizarros, projetados furuistas para atrair turistas. As imagens são de meu arquivo, retirado da pròpria blogosfera.

lindo edifício

design arrojado

parece filme de ficção

De volta ao futuro
A maldição do faraó tutankhamon

A história e a lenda
As lendas sobre a maldição que envolvem o Faraó Tutankhamon são extraordinárias. O faraó foi encontrado durante uma exploração arqueológica, em 22 de novembro de 1.922, junto com ele, muito ouro e jóias que ficaram com o homem que financiou a expedição.
O Conde de Carnarvon financiou toda a expedição, não se conteve, foi um dos primeiros a ter contato com as relíquias encontrada na tumba do faraó, foi também a primeira vítima da suposta maldição.
Foram treze mortos, apenas na equipe de Howard Carter, Arqueólogo que descobriu a tumba, sem falar as outras tantas pessoas que também tiveram contato com a múmia de Tutankhamon e também acabaram mortas, em menos de sete anos.
Curiosamente, após todas essas mortes, vários estudos foram feitos, nenhuma pessoa mais morreu. Eu diria que se fosse alguma composição química, só uma composição química para durar tanto tempo, coisa que os egípcios se mostraram conhecedores como ninguém, só fez efeito nos primeiros momentos de contato com essa vítimas fatais.
Os egípcios eram cheios de segredos, mas também havia muito respeito pelos mortos. Em suas tumbas, que permaneceram por tantos séculos invioladas, haviam armadilhas e escritos em hieróglifos, o que aterrorizava até mesmo os mais céticos.
Na tumba de Tutankhamon, haviam palavras que caracterizavam uma maldição: “A morte abaterá com suas asas quem perturbar o sono do faraó”, entre outras citações. A irmâ do Conde afirma que ouvia o conde balbuciar, em seu leito de morte: “Já entendi seu chamado … eu o seguirei”.
Veja a lista de alguns mortos:
1 – O Conde de Carnarvon – O homem que financiou a expedição, em abril de 1.923.
2 – O Arqueólogo americano Arthur Mace, convidado de Carter a participar das descobertas, morreu abruptamente, sem causa aprarente.
3 – George Jay-Gould – Outro milionário que esteve na tumba a convite de Carnavon, antes de morrer apresentava sinais de febre também.
4 – Archibald Douglas Reed – examinou a múmia e efetuou os primeiros e principais registros. Também morreu com sintomas febre.
5 – Richard Bethell – secretário de Carter morreu em 1.929, apesar de nunca ter tido problemas sérios de saúde.
6 – Lady Almina – Viúva de Carnarvon, morreu também com sintomas febre em 1.929.
Apesar dos escritos na tumba, o que deixou os menos céticos tementes de forças sobrenaturais, foi o fato de as mortes terem ocorrido apenas com proximidade das descobertas arqueológicas, leva a crer que havia algumam coisa na tumba.
Certamente que não era maldição, mas é um segredo que nunca foi desvendado, mesmo com as novas tecnologias.
Sobrenatural ou não, esse fato só nos mostra o quanto o mundo perdeu com destruição dos vestígios da civilização dos faraós, sua ciência, sua arquitetura, enfim, sua cultura de um modo geral.
Os Egípcios antigos tinham, ao lado dos hebreus, gregos e romanos, a posse das maiores descobertas e estudos que o mundo teve conhecimento, a diferença é que, no caso dos egípcios, só os nobres, sacerdotes e pessoas ligadas a essas, tinham acesso a essas tecnologias.
A cultura egípcia era tão extraordinária, que ainda hoje pouca explicação se tem sobre sua ciência e seus monumentos. Até a poucos séculos atrás, a pirâmide de Quélps ainda era a maior construção do mundo, só perdendo esse posto com a construção da torre Eiffel.
Tutankhamon morreu ainda jovem, com cerca de dezoito anos, de morte misteriosa, numa época muito conflituosa no Egito, na luta pelo poder.
O faraó morreu em 1.346 ac, sem nenhum vestígio de doença, por um acidente em sua carruagem, depois de ter governado o egito por um curto período de tempo, de 1.333 a 1.323.
Seus sucessores, provavelmente seus algozes, também não tiveram muita sorte e ficaram pouco tempo no poder.
Leia mais:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tutancamon
By Jânio.
Teoria infernal

lei de boyle
O texto a seguir é um tema atual, retirado de uma prova de Química, em uma Universidade de Washington.
“Seria o inferno exotérmico, libera calor, ou endotérmico, absorve calor? – Faça uma relacão entre sua resposta e o tema proposto.”
A maioria dos estudantes escreveram seus textos baseando-se na lei de Boyle (O gás esfria na medida que se expande, e esquenta quando é comprimido) ou algo parecido com isso. Entretanto, um estudante escreveu o texto a seguir.
“Primeiro temos que saber o tempo de variação da massa do inferno, depois temos que saber a proporção em que as almas entram e a proporção que as almas saem. Eu posso, seguramente, afirmar que uma vez que uma alma chega ao inferno, ela não pode mais sair, portanto não há almas saindo.
Então precisamos saber a proporção de tempo e quantidade de almas que entram no inferno. Para isso precisamos saber a quantidade de religiões que há no mundo, a maioria delas afirma, com convicção, que se você não entrar em suas igrejas, irá para o inferno.
Note a quantidade de religiões que há no mundo, leve em conta que cada pessoa faça parte de uma religião, não mais que uma. Nesse caso, todas as almas irão para o inferno.
Veja a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade atuais, observe a lei de Boyle.
Agora vamos observar a mudança do volume do inferno, observando sempre a lei de Boyle.
“Para que a pressão e a temperatura do inferno continuem estáveis, o volume do inferno terá que expandir na medida em que as almas sejam adicionadas.”
Isso nos mostrará duas possibilidade:
1) O inferno poderia expandir de maneira mais lenta do que a quantidade de almas que lá chegam, a pressão e a temperatura aumentaria até que o inferno acabaria explodindo.
2) Evidentemente, se inferno se expandir de maneira mais rápida do que a proporção de almas que lá entram, então a temperatura e a pressão do inferno irá cair até que o inferno congele.
Pelo que a senhorita Krissy Jones me disse, em meu ano de calouro: “Haverá uma noite gelada no inferno antes que você tenha uma chance comigo.”
Levando em conta que eu não tive sucesso com ela, essa possibilidade está descartada, portanto, não tenho dúvidas que o inferno é exotérmico, libera calor.”
Observação: Esse aluno foi o único a conseguir a nota máxima.
By Jânio.
O processo de nascimento e desaparecimento de uma língua.

processos de comunicação
Há controvérsias sobre a quantidade de línguas, atualmente, no mundo, fala-se em cerca de 6.900, já incluídas as nativas, indígenas, e excluídos os dialetos.
O Brasil, é claro, possui lugar de destaque, pela quantidade de línguas indígenas, derivadas, principalmente, do tupi-guarani. O Brasil é destaque, também, entre as línguas que mais correm orisco de desaparecer, cerca de 45.
É muito fácil saber quando uma língua corre risco de desaparecer, afinal, sem ninguém para falar, a língua tende a desaparecer. Há um recente caso de uma língua, onde havia apenas uma velha índia que a falava, técnicamente, essa língua já estaria morta, já que, para que se estabeleça uma comunicação, é preciso que haja mais de uma pessoa falando e entendendo a língua.
Para os antropólogos e linguistas essa teoria não importa muito, já que uma língua, geralmente, evolui de outra língua ou de outro dialeto, portanto, apenas o fato de a índia estar viva já era suficiente para que se gravasse sua fala, decifrar o significado seria apenas uma questão de tempo.
A índia, que ficou isolada na floresta, enquanto sua tribo desaparecia, talvez por brigas tribais ou por que a tribo se dispersou pela mata, se separou ou sabe se lá porque, quando viu sua própria vóz no gravador, começou a chorar. É difícil não se emocionar com a cena, depois de tantos anos a velha índia ouvia sua lingua, sem saber que era sua própria fala gravada.
Então, como distinguir o que é dialeto do que é, de fato, uma língua?
Primeiro vamos ao conceito de lígua: Uma língua é o conjunto organizado de sígnos linguísticos, caracteres, com características fonéticas e vocabulares próprios.
Segundo Jarbas Vargas Nascimento, o processo de formação de uma língua, pode levar séculos. Geralmente nasce de outra, ou tem a mesma raiz, como é o caso do alemão e dinamarquês, nem se conheciam, segundo estudos.
Quando um grupo de pessoas vive isolado, sem nenhum contado, nem político, nem de educação, pode determinar o surgimento do dialeto.
A distância entre o Brasil e Portugal é um exemplo desse fenômeno. Os dois países não deram a mesmo rumo a língua provocando distorções de sotaque. Algumas consoantes mudas na fonética portuguesa: smana,sprança, tlfunia.
Então qual a diferença entre dialeto e a Lingua, propriamente dita.
Para que seja considerada língua, ela precisa ser falada por um determinado grupo de pessoas, caso seja falada por poucas pessoas é considerado um dialeto.
Só na China há uma infinidade de línguas e dialetos, onde a tradição milenar é tão forte que nem mesmo o governo conseguiu acabar, um exemplo são dialetos como o cantonês, que deram origem às outras línguas.
A língua oficial da China, o Mandarim, só foi oficializado em 1949, quando o Governo decidiu que seria maior o crescimento do país com uma só língua, obrigatória. Até hoje, cada província ainda tem sua língua nativa, mas é obrigada a estudar a língua oficial na escola.
O grego talvez tenha sido a primeira língua internacional, devido ao expansionismo devido as guerras, Surgiu a cerca de oito séculos antes de Cristo, também teve origem nos dialetos de pequenos grupos.
No Japão há três tipos de escritas, entre elas a escrita por ideogramas. No caso de ideogramas, há muito mais do que uma simples comunicação, há tradição, filosofia, não é uma linguagem ligada diretamente a fonemas, preconceitos a parte, ela é muito mais completa, justamente pela presença de outros elementos, entre eles a Filosofia.
Pelo fato de o Japão apresentar, entre as suas formas de escritas, o Ideograma, muita coisa do que se escreve na China, através da linguagem ideográfica, poderá ser entendido também no Japão.
Árabe – A lingua Árabe surgiu por volta do século cinco, nesta época desenvolveram também um alfabeto próprio, língua escrita. O árabe é falado pelo Irã (antiga Pérsia), Afeganistão (Pashitu), e mais vinte e dois países onde o Islamismo é predominante, motivo de a língua árabe apresentar uma expansão tão significativa.
Latim – O latim, também, surgiu entre pequenos povos na região de Láscio, onde mais tarde seria fundada a cidade de Roma. O Latim surgiu por volta de sete séculos antes de Cristo, deu origem a outras dez líguas e ainda é a língua oficial do Vaticano, atualmente.
Com a expansão do impeério romano, o latim atingiu grande parte do mundo, nos pequenos povoados e tribos, onde possuiam dialetos próprios, com o fim do império romano, esses dialetos, sem estruturas, se uniram, facilmente, ao latim, surgindo as línguas neolatinas: Francês, italiano, português, espanhol, etc.
Como podemos perceber, a língua, geralmente, surge de outra língua, ou de outro dialeto, com raras exceções.
Talvez isso explique as mais 6.900 línguas, fora os dialetos pelo mundo. Os primeiros homens a falar, praticamente, cada um tinha o seu próprio dialeto, na minha modesta opinião, sem uma necessidade de padronização, cada pessoa, no início, poderia estar ligado ao início de um dialeto, passando por outras línguas, até os dias de hoje.
Algumas línguas oficiais hoje:
Africâner – África do Sul
Africâner – Namíbia
Aimará – Bolívia
Aimará – Peru
Albanês – Albânia
Albanês – Kosovo
Albanês – Macedônia
Alemão – Áustria
Alemão – Alemanha
Alemão – Bélgica
Alemão – Liechtenstein
Alemão – Luxemburgo
Alemão – Suíça
Árabe – Argélia
Árabe – Bahrain
Árabe – Chade
Árabe – Comores
Árabe – Djibouti
Árabe – Egito
Árabe – Eritreia
Árabe – Iraque
Árabe – Israel
Árabe – Jordânia
Árabe – Kuwait
Árabe – Líbano
Árabe – Líbia
Árabe – Mauritânia
Árabe – Marrocos
Árabe – Omã
Árabe – Catar
Árabe – Arábia Saudita
Árabe – Somália
Árabe – Sudão
Árabe – Síria
Árabe – Emirados Árabes Unidos
Árabe – Tunísia
Árabe – Sara Ocidental
Árabe – Iêmen
Arménio – Armênia
Azeri – Azerbaijão
Bielorrusso – Bielorrússia
Bengali – Bangladesh
Bislama – Vanuatu
Bósnio – Bósnia e Herzegovina
Búlgaro – Bulgária
Cazaque – Cazaquistão
Catalão – Andorra
Checo – República Checa
Chinês Mandarim – China
Chinês Mandarim – Hong Kong
Chinês Mandarim – Macau
Chinês Mandarim – Taiwan
Chinês Mandarim – Malásia
Chinês Mandarim – Cingapura
Coreano – Coreia do Norte
Coreano – Coreia do Sul
Croata – Bósnia e Herzegovina
Croata – Croácia
Curdo – Iraque
Dinamarquês – Dinamarca
Dinamarquês – Ilhas Feroé
Dinamarquês – Groenlândia
Dari – Afeganistão
Dhiveli – Maldivas
Dzongkha – Butão
Eslovaco – Eslováquia
Esloveno – Eslovênia
Espanhol – Argentina
Espanhol – Bolívia
Espanhol – Chile
Espanhol – Colômbia
Espanhol – Costa Rica
Espanhol – Cuba
Espanhol – República Dominicana
Espanhol – Equador
Espanhol – El Salvador
Espanhol – Espanha
Espanhol – Guiné Equatorial
Espanhol – Guatemala
Espanhol – Honduras
Espanhol – México
Espanhol – Nicarágua
Espanhol – Panamá
Espanhol – Paraguai
Espanhol – Peru
Espanhol – Porto Rico
Espanhol – Uruguai
Espanhol – Venezuela
Espanhol – Saara Ocidental
Estoniano – Estônia
Fijiano – Fiji
Filipino – Filipinas
Finlandês ou finês – Finlândia
Francês – Bélgica
Francês – Burkina Faso
Francês – Burundi
Francês – Camarões
Francês – Canadá
Francês – República Centro-Africana
Francês – Chade
Francês – Comores
Francês – Congo
Francês – Congo-Brazzaville
Francês – República Democrática do Congo
Francês – Congo-Kinshasa
Francês – Costa do Marfim
Francês – Djibuti
Francês – Guiné Equatorial
Francês – França
Francês – Gabão
Francês – Guiné
Francês – Haiti
Francês – Madagáscar
Francês – Mali
Francês – Maurícia
Francês – Mônaco
Francês – Ruanda
Francês – Senegal
Francês – Seychelles
Francês – Suíça
Francês – Togo
Francês – Vanuatu
Frísio – Países Baixos
Georgiano – Geórgia
Grego – Grécia
Grego – Chipre
Guarani – Paraguai
Crioulo haitiano – Haiti
Hebreu ou hebraico – Israel
Hindi – Índia
Hindi – Fiji
Hiri motu – Papua-Nova Guiné
Holandês – Bélgica
Holandês – Países Baixos
Holandês – Suriname
Holandês – Antilhas Holandesas
Holandês – Aruba
Húngaro – Hungria
Indonésio – Indonésia
Inglês – Austrália
Inglês – Bahamas
Inglês – Belize
Inglês – Botsuana
Inglês – Canadá
Inglês – Estados Unidos
Inglês – Fiji
Inglês – Guiana
Inglês – Índia
Inglês – Quênia
Inglês – Kiribati
Inglês – Nigéria
Inglês – Paquistão
Inglês – Papua-Nova Guiné
Inglês – República da Irlanda
Inglês – África do Sul
Inglês – Nova Zelândia
Inglês – Malásia
Inglês – Cingapura
Inglês – Filipinas
Inglês – Gâmbia
Inglês – Zâmbia
Inglês – Namíbia
Inglês – Trinidad e Tobago
Irlandês – República da Irlanda
Italiano – Itália
Italiano – Suíça
Italiano – San Marino
Italiano – Croácia
Italiano – Eslovênia
Japonês – Japão
Japonês – Palau
Canará – Índia
Khmer – Camboja
Laociano – Laos
Latim – Santa Sé (Cidade do Vaticano)
Letão – Letônia
Lituano – Lituânia
Macedônio – Macedônia
Malaio – Malásia
Malaio – Brunei
Malaio – Cingapura
Malaiala – Índia
Maori – Nova Zelândia
Marata – Índia
Moldávio – Moldávia
Mongol – Mongólia
Mongol – China
Ndebele – África do Sul
Nepalês – Nepal
Sotho setentrional – África do Sul
Norueguês – Noruega
Oriá – Índia
Oriá – Orissa
Pachto – Afeganistão
Persa – Irã
Persa – Afeganistão
Persa – Tajiquistão
Polonês ou Polaco – Polônia
Português – Angola
Português – Brasil
Português – Cabo Verde
Português – Guiné-Bissau
Português – Macau
Português – Moçambique
Português – Portugal
Português – São Tomé e Príncipe
Português – Timor-Leste
Punjabi – Índia
Quíchua – Bolívia
Quíchua – Peru
Quirguiz – Quirguistão
Quirguiz – China
Romeno – Moldova
Romeno – Romênia
Romanche – Suíça
Russo – Ucrânia
Russo – Bielorrússia
Russo – Cazaquistão
Russo – Quirguizistão
Russo – Rússia
Sérvio – Bósnia e Herzegovina
Sérvio – Sérvia e Montenegro
Cingalês – Sri Lanka
Somali – Somália
Soto – África do Sul
Suaíli – Quênia
Suaíli – Tanzânia
Suázi – Suazilândia
Suázi – África do Sul
Sueco – Suécia
Tajique – Tajiquistão
Tâmil – Malásia
Tâmil – Cingapura
Tâmil – Sri Lanka
Tétum – Timor-Leste
Tai – Tailândia
Tok Pisin – Papua-Nova Guiné
Tsonga – África do Sul
Tswana – África do Sul
Turco – Turquia
Turco – Chipre
Turcomeno – Turquemenistão
Ucraniano – Ucrânia
Uzbeque – Uzbequistão
Venda – África do Sul
Vietnamita – Vietname
Xhosa – África do Sul
Zulu – África do Sul
By Jânio.
Eugenia – Da genética ao Nazismo.

a bomba ideológica
Em que você pensa quando alguém fala em genocídio? – certamente, deve pensar em campos de concentração, no holocausto, numa época em que o mundo conheceu o lado mais obscuro da mente humana.
Pensar que Adolf Hitler está morto, pode nos aliviar, isso faz com que possamos dormir mais tranquilos, mas os elementos formadores do Nazismo ainda estão presentes no mundo, não se pode apagar o que uma pessoa pensa ou sente.
Um dos elementos idealizadores do nazismo é uma ciência, seu nome é Eugenia.
O termo Eugenia foi criado por Francis Galton, em 1883, e significava bem nascido. A Eugenia consiste, basicamente, em procurar, através da ciência, maneiras de acelerar a evolução da espécie humana de maneira artificial.
O melhoramento genético, através da Eugenia, não é seu único fundamento, ela também proibe a mistura de raças como forma de melhoramento genético, qualifica o pobre como responsável pela sua situação financeira, uma pessoa incapaz de progredir.
Dentro desses parâmetros, a Eugenia foi dividida em duas partes, a chamada Eugenia positiva e a Eugenia negativa. A Eugenia Positiva incentivava as famílias geneticamente perfeitas a ter mais filhos, enquanto a Eugenia negativa achava que pessoas deficientes, de baixo QI, pobres e outras menos favorecidas, não deveriam se reproduzir.
Notando que a quantidade de pobres aumentava mais do que os ricos, as classes mais elevadas achavam que isso poderia representar problema no futuro.
Na época em que a Eugenia foi concebida, teve a total aprovação das classes cientificas, da população intelectual em geral, talvez até por não saberem até onde isso ia dar.
A Eugenia, apesar de ter surgido na Inglaterra, seus primeiros registros na legislação, aconteceu nos Estados Unidos, primeiro em Indiana, depois aprovado por vinte e sete estados americanos.
A semente plantada nos Estados Unidos, que já apresentava algumas comunidades racistas, ganhou o reforço da Ciênia e da lei, até a bem pouco tempo, em meados da década de 80, do século vinte, o estado do Alabama ainda proibia o casamento inter-racial.
A Eugenia foi patrocinada pelos maiores magnatas norte-americanos como Rockfeller, ou gênios da literatura como H G wells. Nos postos alfandegários era traçado o futuro de italianos, indios ou outras raças, podendo ser deportados ou esterilizados, impedindo que pudessem ter filhos.
Já na antiguidade havia sinais de Eugenia, práticas abortivas, seleção das espécies, até Platão chegou citar a seleção dentro da República.
Francis Galton utilizou a obra de seu primo Charles Darwin para elaborar os primeiros conceitos de Eugenia, baseado na Origem das Espécies, onde era citado a seleção natural, Galton sugeriu a seleçaão artificial.
De 1.870 a 1.933, a Eugenia teve muita força, apesar de ser uma ciência experimental, sem comprovação científica, ganhou muita força, principalmente, nas comunidade racista, onde teve seu principais patrocinadores.
Na Alemanha, onde o problema era bem mais sério, devida a sua situação econômica, mesmo depois de passada a fase áurea da Eugenia, Hitler não abandonou a idéia de criar sua versão da Eugenia Nazista. Além da Eugenia e de outro componente que sempre a acompanhava, o racismo, Hitler somou a isso, o Facismo italiano, o ódio dos judeus, pelo povo alemão, e ainda conseguiu como aliado, o comunismo Russo, uma verdadeira bmoba ideológica.
Quando um amigo meu me disse que os povos norte-americanos, ingleses e alemães tinham a mesma origem, exitei em aceitar – “Afinal de contas, você está querendo me dizer que a segunda guerra foi uma briguinha de comadres?” – ao que ele me respondeu: “É triste meu amigo, mas é verdade”.
A admiração que o Presidente americano tinha pelo Jovem Hitler, antes de se tornar o ditador nazista, nos faz pensar que o holocausto por muito pouco não se tornou o Apocalipse.
Vejam bem que o ódio não se cria em alguém, você pode odiar ou não, o que Hitler fez foi incitar esse ódio, acompanhado de argumentos e todos os meios que ele tinha.
Tanto a Itália quanto a Alemanha, atravessavam períodos de incerteza, o povo precisava de alguém determinado, de um líder, nato, capaz de unir todo o povo com o objetivo de sair daquela situação, foi isso o que os ditadores Hitler e Mussolini fizeram.
A Sociedade Eugênica Brasileira foi criada em 1,918, em 1.931 foi criado o Comitê Central de Eugenia, presidido por Renato Kehl e Belisário Penna, com o intuito de patrocinar a Eugenia e evitar a mistura de raças.
A Eugenia ajudou a criar muitos genocídios pelo mundo afora, o movimento eugênico era um pretexto para o imperialismo britânico, nessa época explodia o ódio racial em forma de ciência, onde só a supremacia da raça branca européia foi poupada.
Foram vários os genocídios, patrocinados pelo império britânico, A Guerra do Paraguai, India, África e o mais conhecido, o Holocausto, que decretou o fim da ditadura em relação as raças, pelo menos a nível mundial.
De todos os grandes genocídios, apenas o Holocausto, extermínio de judeus ficou famoso e falado, e foi justamente o extermínio de judeus que não tinha o patrocínio dos britânicos, posicionados contra os alemães, já que conheciam as idéias de Hitler. A concorrência de Hitler, no imperialismo mundial, não agradava nada aos britânicos.
O Presidente Getúlio Vargas também tinha muita simpatia pelas idéias de Hitler, mas nosso destino foi selado quando o Presidente norte-americano ofereceu dinheiro pelo apoio na guerra, foi um grande negócio para o Brasil
A Metalúrgica de Volta Redonda foi o preço da ideologia de Vargas, assim o Brasil se posicionou contra a Alemanha, o que nos poupou muito sofrimento.
Os movimentos eugênicos, comunistas e nazistas, no Brasil, não tiveram tanta força, nem adeptos, a ideologia implica em muitos sacrifícios, o Brasil nunca teve um grande movimento idealista, nem para o bem, nem para o mal.
A Eugenia, além de evitar a mistura das raças, tratava de esterilização de doentes físicos e mentais, além dos homosexuais.
A Eugenia nazista tirou a força do movimento, mas ela ainda se faz presente em conceitos da genética, animais e plantas. Seus vestígios se fazem notar em guerras como a da Sérvia, Iraque, onde quer que haja instabilidade social ou guerra, sempre haverá um falso idealista pronto para lembrar da Eugenia.
Até hoje, há seitas racistas nos Estados Unidos, Iraque e em outros países do mundo, na verdade, nenhum país está livre desse pesado fado, os racistas não aparecem com muita frequência, preferem ficar ocultos, mas a ciência nunca abandonou os conceitos de Darwin, continua ativa até hoje.
Principal fonte: Wikipedia
By jânio.
As primeiras leis da história.

Código de Hamurabi
A importância da estabilidade para um sistema de governo é antiga, quanto maior a estabilidade de um povo maior o seu crescimento.
Para se chegar a uma estabilidade, em épocas remotas, alguns fatores eram de extrema importância: Tradição, respeito as leis, comunidades, boas lideranças e a religião, em alguns povos o elemento mais importante a reger a sociedade.
Esse sistema não mudou muito até hoje, pelo menos não em relação as culturas que influenciaram enormemente a cultura ocidental, vindas da região da Mesopotâmia.
Alguns códigos de leis se destacaram nessa época, entre eles: Códigos de Ur Nammu (rei de Ur), 2.050 a.c, código de Eshnunna (1.930 a.c), código de Lipit Ishtar de Isin (1.870 a.c)
O mais importante conjunto de leis da antiguidade, tanto pela sua conservação, quanto pela sua modernidade, é o código de Hamurab da Babilônia (1.700 a.c).
Estes conjuntos de leis não são os mais antigos, realmente, são, sim, os mais antigos registros de leis que foram escritos, portanto não passaram de geração para geração, tradicionalmente, como a maioria das leis da época.
A semelhança das leis do código de Hamurabi com as leis de Torah dos Hebreus, é grande, mas, como em toda lei, analisando os detalhes, nota-se que, em sua essência, são bastante distintas ente si.
Veja algumas diferenças entre as leis de Hamurabi e as leis dos Hebreus:
1 – Caso de roubo:
a) Hamurabi – Pena de morte para roubo de templo ou propriedade estatal, ou por aceitação de bens roubados. (Seção 6)
b) Torah – Roubo punido por compensação à vítima. (Ex. 22: 1-9)
2 – Fuga de escravos:
a) Hamurabi – Morte por ajudar um escravo a fugir, ou abrigar um escravo foragido. (seção 15 e 16)
b) Torah – Você não é obrigado a devolver um escravo ao seu dono, se ele foge do dono dele para você. (Deut. 23:15)
3 – Casa mal construída:
a) Hamurabi – Se uma casa mal construída casa a morte de um filho do dono, então o filho do construtor será condenado a morte. (Seção 230)
b) Torah – Pais não devem ser condenados a morte por conta dos filhos, e os filhos não devem ser condenados a morte por conta dos pais. (Deut. 24:16)
4 – Incesto:
a) Hamurabi – Se um senhor (homem de certa importância), teve relações sexuais com sua filha, ele deverá abandonar a cidade. (seção 154)
b) Torah – Pena de morte por incesto. (Lev. 18:6, 29)
5 – Distinção de Classes Sociais:
a) Hamurabi – Severas penas para pessoas que prejudiquem outras pessoas de classe superior, penas médias se a pessoa prejudicada for de classe inferior. (196, 205)
b) Torah – Você não deve tratar o inferior com parcialidade, e não deve preferenciar o superior. (levi 19:15)
O código de Hamurabi possuia 281 leis, mais uma excluída por causa de crendices da época, distribuídas por 3.600 linhas.
O monolito talhado em pedra possuia 2,5 metros de altura, 1, 60m de ciscunferência na parte superior, 1,90 m na base.
Esse formato de circunferênica era muito usado na época, inclusive em assinaduras, com formato de um pequeno tubo de petra ou outro material, podia-se esculpir esses caracteres da escrita cuneiforme, os tubos funcionariam como um carimbo da assinatura. Várias cópias do código de Hamurabi foi espalhado por toda a cidade, as leis ficavam bastante expostas ao povo e aos visitantes, apesar de poucas pessoas conseguirem ler o que estava escrito.
A finalidade do código de Hamurabi era: “Para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos” e “para resolver todas as disputas e sanar todos os ferimentos”.
O monolito foi encontrado na antiga cidade de Susa, onde fica hoje o Irã, em 1901, pelo que parece o código se encontrava na cidade de Susa desde 1.200 antes de Cristo, devido a diversas invasões na Babilônia.
Quem descobriu o monolito em 1901 foi Jacques de Morgan, traduzido por Jean-Vincent Scheil, se encontra no Museu do Louvre, na sala 3, departamento de antiguidades orientais.
As leis do Código de Hamurabi não toleram desconhecimento ou não intensão do crime, apesar de poucas pessoas poderem ler.
Os honorários, de um médico por exemplo, era pago de acordo com a lasse social do enfermo.
As decisões judiciais eram executadas em tribunais, as decisões eram escritas e sujeitas a apelação.
Apesar de ser derivado da tradição dos Sumérios, o código de Hamurabi prestou grande colaboração a estabilidade social da época, entre suas leis mais conecidas estão a lei de Talião, equivalência da punição em relação ao crime, “olho por olho e dente por dente”, visto hoje parece arcaico, mais foi uma grande revolução na época por limitar a punição ao réu, além de ser extremamente desburocratico para um povo que não sabia ler a lei.
As classes sociais, de acordo com o Código de Hamurabi se dividem em: Homens livres, subalternos e escravos.
Todo o código versava sobre direitos, comercial, penal e civil e principalmente dentro das áreas: Trabalho, família, propriedade, escravidão.
Devido a semelhança da execução das leis relativas ao código de Hamurabi com as leis de hoje, o código é muito famoso e conhecido, o primeiro registro, preservado em sua totalidade, que se tem registro.
By Jânio:
Principal fonte: Wikipedia.
Hieróglifo – A primeira forma de escrita.

forma antiga de escrita
A escrita é um dos elementos culturais mais fascinantes da história, através dela é possível desvendar os muito mistérios existentes no passado. A própria escrita tem sua história, ligada a fatos e acontecimentos do passado.
O hieróglifo, ou hieroglifo, é considerado a forma mais antiga de escrita, seu surgimento data por volta de 3.500 anos antes de Cristo, o último vestígio data de 394 anos antes de Cristo.
O que se sabe, é que esta forma de escrita durou mais de 3.000 anos, ajudando enormemente aos estudiosos da cultura, entender o que aconteceu no passado.
A cultura egípcia e a cultura maia são dois bons exemplos de povos que só podem ser melhor estudados através dessas escritas.
Essas civilizações foram vítimas de conquistas e perseguições religiosas, tudo o que estava escrito foi destruído, restando poucos vestígios dessa forma de escrita.
Um dos motivos da destruição, é que o hieróglifo, do grego hierós (sagrado) e glyphein (escrita), estava diretamente ligado a religião, seus simbolos são encontrados, principalmente. em templos e túmulos, e é graças a eles que se pode ter uma melhor visão a respeito deles.
A princípio, sempre se achou que cada hieróglifo fosse uma palavra, ou seja, simbolo de alguma coisa, completamente diferente de nossa língua, formada de fonemas.
Soldados de Napoleão encontraram a famosa Pedra de Roseta, um texto egípcio escrito em grego, demótico (uma evolução do hieroglifo) e hieróglifo, graças a este texto, foi possível a constatação de que o hieróglifo representava fonemas, letras, e não palavras, como se supunha. Isso foi possível graças a comparação dos três textos.
O que parecia bastante óbvio, devido a evolução da escrita, demorou anos e anos para que pudesse ser comprovado.
O hieróglifo, antes usado apenas por escribas, sacerdotes e realeza, a partir do império romano, berço da civilização, começou a desaparecer. Isso aconteceu devido a escrita ter mais de 6.900 simbolos, ser difícil para se escrever e entender, além do domínio do grego e romano, muito mais simples.
A ligação do hieroglifo com a cultura pagâ, crença politeísta, foi um outro elemento importante para a decadência do hieróglifo.
O principal responsável pela tradução do hieróglifo egípcio foi o francês Jean-François Chapollion, com a ajuda definitiva da Pedra da Roseta, encontrada em 1.799 por soldados de Napoleão, na região de Roseta, Egito.
Por ficar oculta na areia, a cultura dos egípcios foi a que mais se salvou registros, outras civilizações, como as sul americanas maias, incas e astecas, foram totalmente destruídas, suas bibliotecas foram queimadas para apagar vestígios de sua religião.
Thomas Young e Chapollion eram grandes conhecedores da língua grega, graças a isso não foi difícil se chegar a conclusão, decifrando os hieróglifos em 1822.
No século XX, com a ajuda da linguística, os estudos evoluiram enormemente, no campo dos estudos dos hieróglifos.
By Jânio.
Fonte: Wikipedia
Animais mais curiosos do mundo.

animais raros
O texto a seguir não é recomendado para pessoas sensíveis, com histórico de depressão, ou que enfrentam momentos difíceis na vida devido a sua exposição da realidade dura do ser humano.
A vida do ser humano não tem muito valor, quando o assunto é dinheiro. No valor de mercado, o bicho homem tem um valor irrisório, tanto emocional quanto financeiro.
A maioria das pessoas, certamente podem não admitir, mas preferem abraçar seu cão ou gato a ter que abraçar um mendigo na rua.
Para tudo nesta vida tem-se um desculpa, o mendigo é vagabundo, está muito sujo, é relaxado, não o conheço, e por ai vai, mas até um vira-lata pode ser melhor tratado em nossos lares. O tempo pode passar, 100, 1.000, 10.000 anos, o ser humano não evolui dentro do conceito humanitário.
Basta parar para pensar um pouco: O seguro de um carro, há algum tempo atrás, sua prestação era de 1.500 reais anual, a prestação do seguro de vida era, o mais barato, 40 reais ao ano.
Em caso de morte, o ser humano valeria 10.000 reais, o carro estava avaliado em 30.000 reais.
Talvez a lei da oferta e procura pudesse explicar: Há cerca de sete homens para cada carro no mundo, o número é hipotético, faza referência a comparação que minha amiga fez quando disse que há sete mulheres para cada homem.
Cheguei a uma conclusão bem simples, apesar de não ter carro, pelo simples motivo de não gostar de dirigir, me perguntaram porque alguns homens dão mais valor a seu carro do que sua mulher?
A resposta é bem simples: Se há sete homens para cada carro, sete mulheres para cada homem, logo, há quarenta e nove mulheres para cada carro.
A vida que um cachorro da alta sociedade leva não se compara a do empregado de seu dono, não há a menor chance de se comparar.
Apenas o seu padrão de vida, a ração, veterinário, tosa, moradia, seria acertar na loteria para qualquer pessoa assalariada ou aposentada.
Veja uma pequena relação de valores:
CÃES:
1 – Buldogue inglês – Cães de companhia, acomanham seus donos, valor 4 mil reais, o mais barato.
2 – Pug Chinês – devido a sua dificuldade de procriação, é uma raça raríssima, muito antiga também. valor 4 mil, o mais barato.
3 – Bulmastife – Cão de guarda, inglês, 4 mil reais, o mais barato.
4 – Rottweiller – Muito usado pela polícia de vido a sua inteligência, alemão, 4 mil reais o mais barato.
5 – Golden Retriever – inglês, cão de caça, a partir de três mil reais.
GATOS:
O gato Ashera, cruzamento do serval africano como leopardo asiático, mede aproximadamente 1,20 metro e pesa cerca de quinze quilos. Foi criado em laboratório e mais parece uma onça jaguatirica, seu valor, 15.300 euros.
O gato fluorescente, também criado em laboratório, seu valor é incalculável , o que se sabe é que vale uma pequena fortuna.
Gatos pintados a mão – São caríssimos, e, pelo fato de serem pintados por artistas renomados, seu valor é incalculável.
CAVALOS:
Baloubet Rouet – Valor calculado de mercado, cinco milhões de dólares, cavalo de Rodrigo Pessoa na olimpiada, apesar de genioso, não perdeu seu valor.
Bucéfalo – Bucéfalo não pode ser comparado a nenhum cavalo normal, pertencia a Alexandre O Grande, o maior conquistador da antiguidade.
ANIMAL RACIONAL:
Homem – valor aproximado de 10 a 50 mil, podendo variar de acordo com a sua saúde, localidade e idade. O valor a ser pago dependerá ainda da saúde da empresa a qual pertence o seu plano, a maioria vai a falência depois de ter uma boa quantidade de clientes.
Apesar de usarem marcas famosas, de bancos, seguradoras, ou financeiras, possuem registro comercial próprio, quando vão a falência, suas marcas não assumem a dívida.
By Jânio.
-
Arquivos
- Novembro 2009 (28)
- Outubro 2009 (33)
- Setembro 2009 (34)
- Agosto 2009 (34)
- Julho 2009 (29)
- Junho 2009 (24)
- Maio 2009 (12)
- Abril 2009 (7)
- Março 2009 (3)
- Fevereiro 2009 (1)
- Novembro 2008 (1)
- Outubro 2008 (4)
-
Categorias
-
RSS
Entradas RSS
Comentários RSS