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007 – A maior produção da história do cinema

007 - Os filmes

Melhor produção do Cinema

Em quem você pensa, quando o assunto é agente secreto? – Se você respondeu 007, saiba que esse é apenas um número de identificação do nome, ou codinome, do agente mais famoso da história, James Bond.

Parece irônico, o fato de o agente mais famoso do mundo ser ficção, mas a inspiração é real. Curiosamente, a principal característica do personagem também é a ironia.

O criador do personagem, Ian Fleming, conhecia o universo do serviço secreto bem de perto, chegou a trabalhar no serviço secreto da marinha britânica, apesar de, pelo que se especula, nunca ter chegado a ser um agente secreto.

No final das contas, o dom falou mais alto.

Eu sempre digo que o nosso verdadeiro dom vem da infância, do primeiro elogio real, onde você sente que não é apenas um elogio, mas você é realmente melhor no que faz.

Ian Fleming foi ajudante de tipógrafo e redator, antes de embarcar em suas aventuras, rumo a realização de seus sonhos.

No final de sua vida, o filho pródigo retornou onde tinha começado, realizando, finalmente, todos os seus sonhos, antes de morrer. Ian Fleming morreu dois anos depois de ver seu livro virar sucesso de cinema, com três filmes e Sean connery na pele do famoso agente secreto James Bond.

Há muitos detalhes, na trajetória do famoso agente, que são notáveis, um exemplo, é o famoso jargão: “Meu nome é Bond…James Bond” – onde o personagem vascila para se identificar, o mais próximo da verdade sobre ele é o número 007, onde “OO” implica em liberdade total, licença para matar, se a situação exigir, o que também serve como um aviso para se manter afastado.

O personagem é exatamente o inverso da personalidade de Ian Fleming, seu criador: Antipático, sem carisma, reprovava em testes/concursos e não tinha a menor vocação para jogos, onde perdia tudo o que tinha. A boa vida parecia manter-se a distância de Fleming, a astúcia também.

Quando escreveu “Cassino Royale”, em 1953, Fleming finalmente realizava seus sonhos, as mulheres que ele nunca conquistara, pela falta de carisma e astúcia, agora se jogavam aos seus pés. O mundo inteiro queria saber quem era ele, de onde vinha ele, quem era, de fato, James Bond, cuja única certeza era de morte “OO7″.

Apesar do sucesso que teria, Cassino Royale não foi a história que lançou OO7 ao mundo, foi o segundo livro “Live em let die” o responsável por conseguir a vitrine do mundo, EUA, para OO7. A partir daí o sucesso foi rápido.

Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond/OO7, a maior produção da história do cinema estava para começar, tudo o que se referia à história de 007 se tornaria imortal, inclusive as histórias dos próprios produtores.

Como todas as histórias de super-produções, não dá para ver o filme e dizer que não há nada de seu interesse, sempre vai haver um motivo para que você veja o filme. Um leitor do livro pode querer comparar as obras literária e cinematográfica; os amantes da boa música podem se interessar pelo talento de John Barry, responsável pelas músicas da maioria dos filmes de 007; os convidados mais que especiais fazem papéis de vilões, como são os casos do eterno encrenqueiro Orson Welles, Adolfo Celi e até Louis Jourdan; alguns não tem nada a ver com o gênero, mas quem é que não quer ser imortal?

Certa vez, quando um grande amigo me perguntou qual a parte do filme, de 007, que eu tinha gostado mais, não vacilei, da música. Meu amigo ficou extremamente decepcionado, eu insisti: “Vai dizer que você não acha uma obra-prima as aberturas dos filmes da série, acompanhadas de um bela e linda canção romântica?

Vendo a cara de frustração de meu amigo, lembrei-lhe das cenas de ação, com dublês, aí ele se animou. Não é para menos, a série 007 é reconhecida pelo arrojo de seus dublês que faziam a festa, na ausência de efeitos especiais, boa parte da história das dublagens de ação pode ser contada através da série 007.

A história do cinema, de certa forma, pode ser contada através da série, não só com os dublês de ação, mas com as belas canções, atrizes que se consagraram com esses filmes como as musas de pintores famosos.

Além de tudo isso, há particularidades ligadas a própria série, como é o caso do estrelismo de Sean Connery. Alegando estar ficando marcado pelo personagem, e com medo de ficar conhecido apenas como 007, como foi o caso de celebridades como Johnny Weissmuller, o tarzã.

Sean Connery abandonou a série a partir do quinto filme “Com OO7 só se vive duas vezes”, deixando os produtores numa bela encrenca, Sean Connery não era apenas um ator, era um bom ator, apesar de não ser o primeiro a ser cotado para interpretar o personagem.

Com a saída de Connery, os dois filmes seguintes foram muito aquém do desejado, Connery chegou a declarar que nunca mais encarnaria o personagem novamente.

Connery só viria a comprovar o velho ditado capitalista: “Todo homem tem seu preço” – mais tarde, mais de dez anos depois.

Depois de dois filmes, os produtores “imploraram” para que Sean Connery voltasse, Cannery pediu uma fortuna e mais condições no contrato. Treze anos depois, logo no título vinha estampado “Never say never Again”, apesar de não ser da mesma produtora, James Bond se vingaria do ator que o personificou pela primeira vez, Sean Connery.

Depois do trauma da saída de Sean connery, a série se estabilizou, OO7 desencarnou-se de Connery, o que foi bom para ele e para Connery também, que pode seguir sua carreira de ator, apesar de uma pequena dor de cotovelo.

Dentro de dois anos OO7 completará 50 anos, como uma das três séries que mais faturam e cativam o público durante várias gerações, ao lado de Tarzã e Guerra nas Estrelas.

A seguir postarei algumas das canções da série que fazem parte da minha vida.

by Jânio

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maio 8, 2010 - Posted by | Cinema | , , , , , , , ,

10 Comentários »

  1. Comentário por icommercepage | maio 8, 2010 | Resposta

  2. Comentário por icommercepage | maio 9, 2010 | Resposta

  3. Comentário por icommercepage | maio 9, 2010 | Resposta

  4. Adorei esse post. Parabéns! BEIJOSSSSSSSSSSS

    Comentário por Fiesta | junho 6, 2010 | Resposta

  5. Olá Fiesta:

    Quem bom que você gostou.

    Há mais dois posts com música de James Bond.

    Bjs

    Comentário por icommercepage | junho 6, 2010 | Resposta

  6. eu queria o link…

    Comentário por ILDO | novembro 6, 2010 | Resposta

  7. Olá Ildo:

    Caso esteja falando das canções, é só entrar no youtube e digitar esses títulos, caso queira os fimes, você precisa entrar no filestube e fazer uma busca, utilizando esses títulos.

    ABS

    Comentário por Jânio | novembro 6, 2010 | Resposta

  8. […] 007 – A maior produção da história do cinema […]

    Pingback por 007 – Skyfall « Made in Blog | outubro 28, 2012 | Resposta

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